História Sweet Creature - Capítulo 10


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Avis Due, Flashback, Justin Bieber, Sweetcreature
Visualizações 291
Palavras 2.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpe a pequena demora, aproveitem o capítulo e perdoem os erros!

Capítulo 10 - Eu nunca me perdoarei por isso.


Fanfic / Fanfiction Sweet Creature - Capítulo 10 - Eu nunca me perdoarei por isso.

Vejo o senhor Due em minha frente agradecer a um por um por está aqui essa manhã. O mesmo está de pé segurando uma taça de vilho tinto em sua mão esquerda, enquanto mexe sua mão direita a medida que ele vai falando. O discurso previsível me faz repensar o porque de eu ter aceitado seu convite na noite anterior e, talvez, o fato da raiva acumulada por ver Avis e James se pegando como um casal perfeito, seja a causa disso tudo. 

Flashback

— Senhor Bieber, gostaria de fazê-lo um convite. — Senhor Due fala no momento em que chega a nossa mesa. 

Meus olhos que antes estavam presos em Avis e James, que se pegavam como um casal perfeito na mesa a nossa frente, foram imediatamente para o senhor de terno ao meu lado. 

— Senhor Due, pode me chamar apenas de Justin. — eu sorrio gentilmente para ele, embora a raiva estivesse me consumindo por dentro. — Aliás, ser chamado de senhor me deixa mais velho do que eu realmente sou. 

— Sim, me perdoe. — ele fala e eu solto um riso fraco, assentindo. 

— Então, qual o convite? — pergunto curioso. 

— Eu conversei com minha esposa e nós concordamos em chamar o senhor... — ela pausa notando que havia me chamado daquilo novamente.— Você, Justin, para um almoço na nossa casa. — se corrigindo, ele completa. 

— Eu acho... — tento falar, mas ele me interrompe. 

— Não, deixe eu terminar. — ele pede e eu aceno com a cabeça para que prossiga. — Nossa filha nos contou que você foi muito gentil e hospitaleiro, quando a recebeu em sua turnê. 

Não acredite muito nisso. 

— Nos contou também que, você a deu uma pequena festa em comemoração ao aniversário da nossa menina. — ele sorrir. — E nada mais justo que, aproveitar a sua estadia em Roma e lhe oferecer um almoço de agradecimento. 

Olho para o mesmo que me olhava com seus olhos grandes, azuis e pidões. Por alguns segundos, disviei minha atenção de sua pessoa e voltei a olhar para a mesa em minha frente onde Avis e James trocavam carinho sem se importar com o público ao redor. 

Fechei meus punhos com a ideia de conter minha raiva, eu não poderia deixar que esse imbecil ganhasse a Avis e não poderia permitir que ela se tornasse dele. 

— Tudo bem, senhor. — eu sorrio gentilmente. — Eu aceito! 

×

Além do seu discurso antes do convite, os olhos pidões do mesmo piscavam para mim como um cachorrinho abandonado pisca para um desconhecido na rua e eu não poderia recusa-lo, aliás, seria um bom momento para que eu conversasse com a Avis. 

Se for possível.

Eu havia trazido Alisson comigo, aliás, a mesma já havia me dito várias vezes que estava com saudades da Avis. Isso foi realmente comprovado assim que chegamos na casa dos Due, ela me lagou sozinho enquanto ia conversar com a Avis em algum lugar da sala. Mas logo voltou assim que a senhora Helena Due, mais conhecida por ser a mãe da Avis, as chamou para que se juntassem a nós no quintal de sua casa, onde o almoço aconteceria. 

— Acho que todos sabem o porque de minha esposa e eu termos reunido todos vocês aqui. — senhor Due completa fazendo com que eu me sinta o único ali que não soubesse o motivo. 

Olhando para expressão de confusos que eu e Alisson continhamos em nossos rostos, o mesmo sorriu e resolveu completar. 

— Bom, nem todos. — ele falou, arracando algumas risadas. — Enfim, para os que ainda não sabem, juntamos todos para comemorar o noivado da nossa filha Avis com o seu namorado James. 

Arregalando meus olhos o máximo que eu podia, senti minha boca ficar seca no momento em que assimilei as palavras que eu havia acabado de ouvir. Isso não poderia está acontecendo, não aqui e agora, ou nunca. 

— Justin — senti Alisson apartar o meu braço. — Você está bem? 

Eu apenas a olhei de relance e assenti, a fazendo voltar sua atenção para o homem a nossa frente, que não parava de falar. 

— Embora tenha cido uma decisão muito rápida, eu não deixo de fazer gosto desse noivado. — o mesmo conclui. — Ainda mais sabendo que, em breve, eu serei avô. 

As pessoas começaram a assobiar e aplaudir o que o senhor Due havia acabado de falar. As palavras gritavam em minha mente a toda a hora, minhas mãos estavam suadas e minha boca se mantinha seca, o nervosismo estava explícito em minha cara. 

O que está acontece aqui? Acho que eu não deveria ter bebido tanto vinho na noite anterior. 

— Também temos a presença do nosso querido Justin Bieber. — ele continua, fazendo com que todos se calem. — Que recebeu a alguns meses atrás a nossa menina que, não poupou elogios a ele.

As pessoas aplaudem mais uma vez e eu tento sorrir gentilmente, mas falho, fazendo que um sorriso extremamente falso brote em meu rosto. 

— Um brinde a Avis e James. — ele propõem e todos o fazem logo em seguida. — E um a Justin Bieber. — ele pede mais uma vez. 

Assim que toda a falação termina, peço licença e me retiro da mesa, alegando querer ir ao banheiro. Sigo em direção a porta que dava para dentro da casa e eu a abro, entrando logo em seguida. Procuro por uma porta que possa ser o banheiro e assim que o acho, não penso duas vezes antes de entrar no mesmo. Parando em frente a pia, eu me olho no espelho por alguns segundos antes de levar minhas mãos aos meus cabelos, os puxando frustrado.

Se tem uma coisa que eu não esperava era um relacionamento entre Avis e James, mas o noivado e a notícia de uma gravidez havia sido algo fora da minha realidade. E agora? Não havia nada que eu pudesse fazer para impedir isso, iria haver um casamento e um bebê chegaria. Isso havia deixado bem claro que eu, Justin Bieber, não teria mais nenhum espaço na vida de Avis Due, além de  ser seu ídolo.

Lavo meu rosto e arrumo meu cabelo antes mesmo de sair do banheiro, abro a porta e saio pela mesma a fechando logo atrás de mim. No momento em que saio de um corredor para outro, vejo Avis passando em direção do que parece ser a cozinha. A mesma vestia uma saia jeans que cobria a metade de suas coxas, uma blusa branca e um vans calçava seus pés. 

Seguindo a garota silenciosamente, vejo a mesma parar em frente a geladeira e retirar de dentro duas vasilhas com algumas futras cortadas em cubos, sendo uma delas, melancia. A mesma se vira em direção ao balcão que havia logo ali e as coloca em cima do mesmo e, antes mesmo de virar-se de volta, vejo seus olhos se chocarem com os meus. 

Ela cruza o cenho. 

— Não deveria seguir as pessoas silenciosamente, ainda mais uma grávida. — ela fala calmamente. — Sustos podem causar a perde de um feto. 

Baixo o olhar em direção a sua barriga e logo volto a olhar em seus olhos. Não havia quem imaginasse que ela estaria gravida, sua barriga era imperceptível em meio ao seu corpo magro e pequeno, amesma devia ter acabado de descobrir que estava grávida.

— Me desculpe. — é tudo que eu consigo dizer e ela acente. 

— Sem problemas. — ela fala enquanto retira mais uma vasilha da geladeira e a coloca sobre o balcão. 

A olho por alguns minutos e não posso deixar de pensar no fato que poderia ser eu. Que nós estaríamos juntos, nos casariamos e teríamos um bebê, mas eu fui burro o suficiente para magoa-la e deixá-la ir.

Eu nunca me perdoarei por isso. 

— Avis — eu chamo o seu nome alto o suficiente para que a mesma me escutasse.  

— Oi — ela responde enquanto tirava o plástico filme que cobria todas as vasilhas e os amassava, jogando-os, em seguida, no lixo ao seu lado.

Eu caminho em sua direção, deixando que o balcão impedisse que eu a agarrasse ali mesmo e a levasse comigo. Vejo a mesma tensionar em minha frente e não deixo de pensar se a minha aproximação causava algum sentimento como a dela causava em mim. 

— A gente precisa conversar. — eu sibilo, fazendo com que a garota em minha frente cruze o cenho enquajto mexe nas vasilhas a sua frente.  

— Não acho que temos algo a conversar. — ela solta e suspiro. 

— Não dificulta as coisas. — eu peço. 

— Não estou dificultando nada, Justin. — ela para de mexer nas vasilhas e me olha. — Nós não temos nada para conversar. 

Eu bufo frustrado. 

— Merda! — eu xingo baixo, mas não o suficiente para ela não ouvir. Ela estreita seus olhos em minha direção. 

— Acho que...

— Eu te amo! — eu a interrompo a fazendo me olhar surpresa. — Eu te amo tanto que dói, Avis. 

Sinto meus olhos encherem de lágrimas, engulo a saliva que se forma em minha boca e respiro funto, tentando me acalmar. Avis se mantem em silêncio e eu resolvo continuar. 

— Desde — pauso enquanto suspiro — Desde o dia em você foi embora, eu tenho me odiado, eu tenho te odiado. Me odiado por te amar e te odiado por ter me feito te amar. E eu sei que o culpado fui eu, eu te magoei, eu te deixei ir e... — ela me interrompe. 

— Cala a boca. — ela fala. Seu rosto vermelho por segurar as lágrimas qie continham em seus olhos. 

— Avis.

— Cala a boca, Justin. — ela grita e eu me calo. 

Vejo a garota em minha frente arrumar todas as vasilhas e respirar fundo assim que termina. Avis põe suas mãos sobre o balcão e baixa sua cabeça antes mesmo de olhar para mim. Ela sorrir, não o sorriso terno que eu tanto amava, mas um sorriso triste. 

Ela estava magoada e eu sou o cupaldo disso. 

— Você não pode vir aqui e me dizer tudo isso depois de tudo o que aconteceu. — ela fala lentamente. — Você não pode se declarar para mim depois de ter passado a noite comigo e ter simplesmente esquecido assim que ela bateu em sua porta. 

— Eu posso me explicar. — eu levo minhas mãos para os meus cabelos, os puxando em frustração. 

— Eu sei que pode. — ela sorri fraco. — Mas sabe de uma coisa? Eu não quero ouvir. 

Dou a volta no balcão e paro em sua frente, fazendo com que Avis dê uma passo para trás no momento em que meu corpo fica a centímetros de distância do seu.

— Você me ama, Avis? — eu pergunto e ela me olha confusa. — Você me ama? 

Avis fica em silêncio por alguns minutos antes de responder. 

— Não. — ela fala e eu não consigo segurar o riso. 

— Eu não acredito. — eu falo fazendo com que ela me olhe irritada. 

— Não preciso que você acredite, Justin. — ela fala — Meu casamento e minha gravidez diz por si só.

Eu me calo por alguns segundos.

— É verdade. — eu concordo. — Mas seu corpo fala o contrário do que sua boca diz. — eu me aproximo da mesma fazendo com que ela recue mais para trás. 

— Não faça isso. — ela pede a medida em que me aproximo mais.

Antes mesmo que eu pudesse falar algo, sinto uma presença a mais na cozinha fazendo com que eu olhasse em sua direção. No momento em que vejo Dona Helena, que nos olhava com sua expressão extremamente confusa, me afasto da Avis. 

— Mamma.

— Ouvi o seu grito lá da sala. — ela fala olhando para Avis. — O que houve? 

— Nada, mamma. — responde. — Eu e Justin estavamos apenas conversando e já acabamos, né Justin? 

Eu concordo com a cabeça. 

— Isso mesmo, Dona Helena. — minha voz soa falsamente. 

— Havia pensando que estavam bringando. — ela ri fraco. — Já que está tudo bem, eu vou voltar lá para fora. Não demorem. — ela solta um beijo em direção a Avis que sorri gentilmente para ela. 

Uma vez que a senhora Due estava fora da cozinha, voltei minha atenção para Avis que mantinha uma expressão fechada para mim. 

— Irei embora amanhã a tarde. — começo. — Apareça no hotel para conversarmos. Eu irei te esperar no jardim até às três, meu vôo sai às cinco. 

— Justin...

— Não Avis — eu a interrompo. — Apenas apareça, tudo bem? — me viro em direção a saída da cozinha e para assim que ouço sua voz.

— Eu não irei. — ela reforça.

— Eu sei — suspiro — Mas espero que sim. 

Saio da cozinha a deixando sozinha. 




Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo, xuxus!

Vocês já sabem que Sweet Creature está chegando ao fim e eu estou tão triste por isso! Mas projetos novos virão e conto com vocês para me apoiarem neles. <3

Deixem seus comentários sobre o capítulo e, junto dele, as opiniões de vocês. Vejo vocês em breve <3

© T0ky0


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