História Sweet Disaster - Capítulo 22


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Tags Aden, Clarke, Clexa, Família, Lexa, Romance, Vampiro
Visualizações 110
Palavras 1.474
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boooom dia, boa tarde!



Aproveitem :*

Capítulo 22 - Epilogo.


Fazia uma fria manhã típica na povoação de Geiranger na Noruega. Menos quatro graus Celsius, isso em seus dias normais. Claro que não era um problema quando se tinha um povoado de vampiros habitando o fiorde.

Lexa se vira na rustica e enorme cama macia. Seu braço procura algo em específico, o corpo de Clarke, mas tudo que encontra é o vazio. Abre os olhos a procura da loira. Em sua cabeça ela já até imaginava onde encontrá-la. A jovem vampira estava criando uma espécie de fanatismo por um assunto em particular nos últimos meses, coisa que Lexa não concordava muito.

Se levanta vagarosamente. Coloca suas roupas escandinavas das eras antigas. Não que apreciasse o sobretudo negro a camisa branca, a calça extremamente bem passada com botas reluzentes. Mas Knut insistiu para que usassem vestes dignas da nobreza em seu clã. A gola alta do sobretudo a incomodava e estava pensando em cortá-la quando entrou na biblioteca.

Seus olhos captaram o lustroso cabelo loiro que caia sobre o rosto de uma Clarke debruçada sobre os livros mofados. Aquilo tudo deveria ter no mínimo uns setecentos anos. Lexa nem mesmo sabia como estava tudo inteiro.  Clarke estava tão absolvida em sua leitura que não reparou que estava com companhia.

Ao se aproximar da ávida leitora, Lexa encostou os lábios em seu pescoço beijando-lhe a pálida pele. Suas mãos percorreram os braços cobertos pela camisa preta de cetim.

 — Senti sua falta na cama.

Clarke inclina um pouco a cabeça para o lado deixando a gostosa sensação dos lábios de Lexa próximo do seu ouvido.

— Eu descobri algo interessante — se vira com um sorriso confiante no rosto.

Clarke até que gostava das roupas escandinavas, dava um ar de mistério. Seus olhos percorrem Lexa e então ela a puxa pelo sobretudo.

— Você fica incrivelmente sexy nessa roupa — rouba-lhe um beijo rápido.

— Eu as detesto, apesar que elas caem muito bem em você!

Seus olhos verdes descem até onde os botões abertos da camisa de Clarke deixam a mostra o sutiã preto. Ela havia se livrado do sobretudo, pois a manga impedia de folhear os livros rapidamente.

— Você disse ter descoberto algo — fala ao subir suas mãos pela cintura bem delineada pela calça da loira.

— Sim! Encontrei uma espécie de pergaminho descrevendo coisas interessantes, uma delas é que todos os vampiros que possuam mais de mil anos quando queimados apresentam uma cor acinzentada em suas chamas.

— Ainda pensando nisso Clarke? — Lexa agora se afasta.

— Lexa estou te dizendo que quando Safira queimou não foi essa cor que saiu das chamas.

— Pode ter sido algum efeito da poção que me disse ter usado para paralisá-la.

— Eu pensei isso, mas quando coloquei a poção no fogo ela não mudou a cor dele em nenhum momento e você não acha estranho que para paralisar Naim vocês precisaram utilizar uma adaga mística e eu consegui paralisar Safira com uma simples poção?

Lexa passa a mão sobre o cabelo. Já não sabia mais como tirar essas ideias da mente de Clarke que insistia que Safira ainda vivia. Ela estava ficando realmente preocupada.

— Tá legal, vamos dizer que ela ainda viva. Por que não veio atrás de nós? Atrás de Aden e Charlotte? Já faz dois anos Clarke, se ela estivesse viva eu te garanto que já teria feito algo a respeito.

Clarke não sabia como responder isso. Passou dez anos na mão da vampira psicótica, então sabia que se ela vivesse com certeza já teria ido atrás de sua vingança pessoal. Aden e Charlotte estavam ótimos, ela esteve com ele mês passado e ainda ontem falara com o rapaz no telefone.

— Você tem razão, não faz sentido ...

— Não se preocupe, vamos encontrar respostas lógicas as suas perguntas — fala e beija seu rosto — agora vamos pensar em como fugir da festa de hoje que Knut insiste em nos fazer ir?

— Ele está fazendo isso por nós! Se queremos ir para Romênia amanhã precisamos nos despedir adequadamente — ela sela rapidamente os lábios da morena e se retira.

Clarke ainda estava pensando em toda a loucura que parecia cercar a morte de Safira. Ou talvez só estivesse contactando o fato de estar traumatizada. Tentou não pensar mais a respeito. Se concentrou na festa que aconteceria a noite, o que a ajudou bastante.

O baile em si não estava tão ruim quanto elas imaginaram. Havia alguns conhecidos, pessoas das quais criaram um laço de amizade durante esses dois anos. Knut ria e a todo momento dizia o quanto sentiria falta delas. Helga insistia que Clarke deveria passar mais uma temporada no castelo, pelo menos até o verão. Bera era a mais conformada e estava feliz pelas amigas.

— Seria bem pior se tivéssemos que usar aqueles vestidos horríveis — Lexa comenta de canto.

Clarke sorri e se vira para ela ao passar os braços em volta do seu pescoço.

— Eu tenho certeza que você ficaria sexy com qualquer roupa.

Lexa ri e beija rapidamente os finos lábios de Clarke. Estava pensando em raptá-la da festa para poder enchê-la de beijos pelo corpo todo, mas fora arrancada dos seus pensamentos quando Helga a puxou para tomar mais um pouco do whisky envelhecido deles. Segundo a própria Helga ele era o melhor do mundo.

Clarke sorri com a cena de Lexa sendo arrastada por uma vampira entusiasmada e cheia de energia. Decide dar uma última olhada na bela paisagem que se estendia abaixo do grandioso castelo de Knut. Ela realmente gostou da Noruega e com certeza voltaria, pensava em trazer seus filhos. Eles iriam amar o castelo, o clima, o povoado.

Corre a mão pelo guarda corpo bem esculpido. Os detalhes eram incríveis, pequenos dragões lançando fogo formavam uma dança mortal na pedra polida. E isso era apenas um dos grandiosos detalhes que havia pelo castelo. Cada parte dele era único, como se fosse pensado por anos e anos.

— É realmente magnifico — uma voz desconhecida chega aos ouvidos da loira que se surpreende por não estar sozinha no terraço.

— Desculpe, não tinha te visto ...

— Estou desapontada, você é sempre tão observadora.

Clarke não entende muito bem o que a estranha quer dizer, junta as sobrancelhas apertando os olhos tentando enxergá-la entre as sombras.

— Como? — Pergunta a outra que sorri.

— Você chamou minha atenção Clarke.

A pronúncia do seu nome a deixou em alerta.

— Nos conhecemos? Eu não consigo me lembrar ...

A mulher sai das sombras e Clarke tem certeza que nunca a viu na vida. O tom da sua ele era comum das pessoas árabes, porém seus olhos eram de uma rara cor avelã e muito parecido com os orientais no formato. Seu cabelo negro caia majestosamente pelos seus ombros.

Clarke se sente completamente hipnotizada, como se uma gravidade atuasse em direção a misteriosa vampira, ela tinha um cheiro engraçado, não era comum em vampiros. Conforme ela andava tudo parecia tão insignificante a sua volta. Ela para próxima a Clarke e observa calmamente o horizonte que se estendia a milhares de quilômetros.

— Como sabe meu nome? Como eu não sei o seu nome? Quero dizer, como ..

Ela não sabia ao certo formular uma frase. As coisas ficaram tão confusas ao lado dela. A vampira a observa com um sorriso no rosto.

— Ah Clarke, você sabe o meu nome.

Clarke tinha certeza que não sabia, ela não iria esquecer alguém com tanta presença como essa vampira. Era impossível. Ia responder quando a voz de Lexa se aproxima.

— Clarke vamos por favor, dar o fora daqui? — Ela aparece em frente as enormes portas de carvalho, fazendo com que a loira momentaneamente desvie o olhar da estranha para poder vê-la.

— Claro, claro, eu só ... — ela olha para o lado, mas a desconhecida não está mais ali.

— Ei, tudo bem? — Lexa se aproxima segurando em seu queixo.

Clarke não conseguia entender em como ela não viu a vampira desconhecida ao seu lado.

— Sim, sim eu estou ótima, por que você não vai subindo? Eu distraio eles por alguns minutos e logo vou atrás de você.

Lexa sorri e assente antes de desaparecer logo em seguida. Clarke olha mais uma vez ao redor de todo o terraço. Seria possível ela estar ficando louca? Pelo que ela sabia nenhum vampiro tinha o poder de ficar invisível, ou sumir em um passe de mágica. Mas então, o que fora aquilo? Apenas fruto de sua imaginação perturbada?

“Ta legal, não vou pensar nisso, é loucura”, diz a si mesma. Fecha os olhos tentando reorganizar os pensamentos, mas os abre assim que escuta uma risada. Seus olhos buscam pela dona do riso, mas nada encontram. Sente um frio em sua espinha, como se tivessem colocado uma pedra de gelo dentro de sua pele.

Olha para escuridão, mas não encontra ninguém. Está tudo calmo, nem mesmo venta. Decidida que isso não passa de fruto da sua imaginação cansada, entra a procura de Lexa, ignorando os sussurros que ecoam em seu ouvido:

“Safira”.


Notas Finais


Esse epílogo é mais para caso de eu voltar com uma segunda temporada, daí eu já tenho algo por onde começar.
Me digam o que acharam! Mais uma temporada? Haha.
Beijos de luz :*


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