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História Sweet game ( imagine Park Jimin) - Capítulo 11


Escrita por: Sweetlovelly

Notas do Autor


Boa leitura 💖
Desculpe qualquer erro...

Capítulo 11 - Fantasia


Fanfic / Fanfiction Sweet game ( imagine Park Jimin) - Capítulo 11 - Fantasia

No capítulo anterior: 

Não consigo conter o ataque de risos, o que me rende um olhar desconfiado de Fitzy. 

— Perdi a piada? — pergunta.

— Não. Às vezes dou risada sem motivo — digo, animada. — Sou meio estranha. 

Jennifer intervém: 

— É verdade. Ela é." 

[...]

Engulo outra gargalhada e evito os olhos de Jimin durante a música inteira. Não fico surpresa ao sentir meu telefone vibrar.

Jimin: Podia ter tentado uma coisa mais sutil. Mas pq me enganar? Tô louco por você, Aliny. 

Merda, ele me chamou de Aliny. Está falando sério. Ergo a cabeça, e a intensidade do seu olhar faz meu coração fraquejar e, em seguida, bater desenfreado. Jimin já é um cara bonito pra caramba. Mas com tesão? É absolutamente espetacular.

Com os olhos asiático semifechados e baços gordinho, os lábios ligeiramente entreabertos, a garganta engolindo em seco, quase posso acreditar que ele está mesmo louco por mim. Literalmente enlouquecido de tanto desejo.

Mas, pelo amor de Deus, estou falando de Jimin. O cara é o tipo pra quem basta uma brisa qualquer na virilha para ficar duro. Sério, basta esbarrar nele, e aquele pau levanta. O cara é obcecado por sexo, e metade das meninas da faculdade está de prova, porque metade das meninas da faculdade já dormiu com ele.

Claro que é uma honra ser o objeto de toda essa energia sexual inebriante. Que mulher não gosta de se sentir desejável? Mas eu seria uma idiota de acreditar, mesmo por um segundo, que sou a única mulher para quem Jimin lança esse olhar lascivo. Não, não, sou só mais um furinho no cinto de Jimin.

A lembrança me faz ficar em pé. 

— Não tô no clima de Justin Bieber hoje — digo, fazendo charme.—  Acho que vou trocar de novo.

Caminho, decidida, até a jukebox do outro lado da sala. Não é uma daquelas máquinas antigas, mas uma moderna, com touchscreen e entrada tanto para dinheiro quanto para cartão. Boto uma nota de um dólar e estudo minhas opções. Nossa. Este troço tem quase todas as músicas que já foram compostas na história.

 Seleciono a música que estava procurando e coloco na fila. A barra lateral na tela me diz que tem outra faixa na frente da minha, um sucesso da Doja cat que arrasta um bando de alunos universitários para a pista. O que na verdade significa que eles começam a dançar no mesmo lugar em que já estão, porque a área na frente do palco de karaokê, que normalmente serve de pista, está tomada por um grupo de hipsters muito ocupados com os próprios celulares. 

— Boa escolha — comenta Hoseok. Ele também não larga do telefone hoje, então me surpreende que de repente esteja puxando assunto.

— Não fui eu que botei essa — comento.

— O que você escolheu, então? — pergunta Jimin, desconfiado.

— Daqui a pouco você descobre, lindinho.

Três minutos depois, a introdução da minha música começa, e um coro de gritinhos femininos ecoa pelo bar.

Jimin arregala os olhos para mim. 

O que escolhi? “slumber party", ashnikko.

— Boa! — Jennifer baixa o copo na mesa com força e fica de pé num pulo, estendendo a mão para mim. — Vamos dançar. 

Não tenho tempo de dizer não, porque ela já está me arrastando para a multidão. Tudo bem, então. Acho que vamos dançar. 

Com o baixo ressoando sob nossos calcanhares, jogamos os braços para o ar, rebolamos o quadril e nos esbaldamos. O cabelo preto de Jennifer acerta meu rosto quando ela rodopia. Também dou uma voltinha, porque assim posso espiar Jimin. Ele está com uma expressão resignada, mas identifico também um ar de divertimento.

Quando chegamos à parte (Ooh, woo-ooh, woo-ooh slumber party) da música abro um sorriso meloso para Jimin e dou um tchauzinho na sua direção. Ele umedece o lábio inferior com a pontinha da língua, um sorriso lento curvando forçadamente a boca. Então responde com um aceno. 

Jennifer e eu continuamos a dançar, e nossa dupla atrai cada vez mais atenção, e cada vez mais participantes. De repente, estamos cercadas por meninas curtindo a música tanto quanto nós. 

Uma menina asiática alta cheia de piercing e cabelo vermelho  bate com a bunda na minha, e logo estamos dançando de costas uma para a outra, batendo os quadris e compartilhando um momento de camaradagem feminina. Estou rindo e sem fôlego de tão animada, e, desta vez, quando procuro por Jimin, ele não parece mais estar se divertindo

Ai, droga.

Está excitado de novo.

Seus olhos sensuais acompanham cada movimento meu. Quando a música acaba, estou ardendo em chamas. Não do suor ou do exercício, mas do olhar de Jimin me devorando feito fogo num campo de feno. Quando Jennifer e eu voltamos para a mesa, viro o restante da minha água e levanto o cabelo para abanar o pescoço com uma das mãos. Meu telefone está em cima da mesa, e fico instintivamente rígida quando vejo a tela se acender. Um rápido olhar para Jimin, e percebo que ele está com a mão embaixo da mesa de novo.

Mordo o lábio inferior e olho para o telefone.

Não leia, ordeno a mim mesma.

Eu leio.

Jimin: Da próxima vez q resolver dar um showzinho desses pra mim, melhor estar pelada.

[...]

Jennifer e eu voltamos para o campus um pouco depois da meia-noite. Entro devagarinho no meu alojamento de dois quartos, e o lugar está envolto em sombras. Não há uma luz sequer vindo da porta da Katie, o que me diz que ela já foi dormir.

Tentando não fazer barulho, pego meu nécessaire e vou até o banheiro que dividimos com as outras meninas do andar. Dez minutos depois, volto ao meu quarto na ponta dos pés e visto o pijama, em seguida, apago a luz e me enfio debaixo das cobertas.

Tenho dificuldade em pegar no sono — em geral eu demoro um pouco até  apaga.

Esta noite, no entanto, o sono me escapa por inteiro. As mensagens de Jimin me deixaram toda excitada e agitada, e passo uma hora virando na cama, tentando encontrar uma posição confortável. Mas não estou confortável.

Meus peitos doem e posso sentir minha pulsação latejando lá embaixo.

Toda vez que viro, meus mamilos esfregam o colchão, e o atrito os faz doer ainda mais.

Culpa de Jimin. Por que tinha que escrever aquelas coisas sacanas? Um gemido me escapa. Viro de novo, tentando me acomodar de lado. Normalmente, gosto de dormir abraçando o cobertor com as coxas. Neste momento, ter algo enfiado lá embaixo é uma provocação insuportável, e meus quadris começam a se mexer involuntariamente contra o edredom.

— Que droga! — Minha voz torturada ecoa na escuridão. Viro de costas e levanto um joelho, porque, obviamente, não vou sentir sono até dar um jeito nisso. 

Cerro os dentes e enfio a mão dentro da calça xadrez do pijama. Infelizmente, não sou daquelas que esfregam o clitóris algumas vezes e… pronto! Orgasmo! Não, preciso de uma história, uma fantasia maravilhosa que me leve ao limite. Ultimamente, elas têm envolvido uma celebridade por quem tenho uma paixonite: Soo Hyun. 

Cada história começa de um jeito. Estou num quarto de hotel, e há uma confusão que nos obriga a dividir uma cama. Estou caminhando na praia em Malibu, e olha só com quem eu esbarro!

Mas elas sempre terminam do mesmo jeito — com Soo Hyun me comendo até cansar.

Opto pelo quarto de hotel, uma vez que me possibilita uma infinidade de cenários sexuais possíveis. 

Hoje à noite, estou dormindo sem roupas, porque o ar-condicionado pifou. 

Imagino que não precisaria de uma desculpa para dormir nua, mas gosto que minhas fantasias sejam minimamente coerentes com minha vida real, e, como não costumo dormir pelada na vida real, o ar-condicionado está quebrado.

Certo, onde eu estava? Esfrego o indicador no clitóris, me imaginando numa cama king-size.

 Estou pegando no sono, quando ouço um “bip”. Alguém passou um cartão na fechadura da porta. Fico indignada! Será que a recepção decidiu mandar a camareira no meio da noite? Quem poderia estar entrando no meu… olha, vejam só. É Soo Hyun. Ele adentra o quarto, de peito nu, por algum motivo. O cós da calça jeans é tão baixo que é possível admirar as linhas de seu abdome descendo em direção à virilha.

Ele fica surpreso ao me ver na cama, e concordamos na mesma hora que houve algum erro, e o hotel fez uma reserva dupla. Então engatamos numa conversa de cinco minutos sobre nossas vidas, na qual Soo Hyun revela que sua namorada terminou com ele.

Isso aí, minhas fantasias sexuais têm diálogo e conversa fiada.

Por fim, acabo saindo da cama e… ah, não! O lençol que cobria meu corpo nu escorrega até o tapete. Soo Hyun arregala os olhos, apreciando a vista. Seu pênis endurece visivelmente sob o zíper da calça. Ele lambe os lábios e se aproxima. Provocante, deslizo os dedos por entre os seios. Seus olhos pequenos ardem feito fogo.

 Porque agora seus olhos ficaram como dois risquinhos? por quê?

Na escuridão do quarto, solto baixinho um palavrão. Mas que merda.

Por que Jimin está invadindo minha fantasia? Meu dedo fica imóvel. Que falta de educação. Soo Hyun e eu estávamos prestes a começar. Jimin não pode estragar isso.

Fecho os olhos bem apertados e me transporto de volta para a fantasia.

Mas já não estou no hotel, e Soo Hyun não está mais comigo. 

Estou no vestiário da arena de hóquei com Jimin, e estamos nos beijando.

 Sufocando outro gemido, afasto a cena da cabeça e, mais uma vez, obrigo minha mão a parar. Para onde essa porcaria de fantasia vai? Vestiário é um lugar desconfortável. 

Quem iria querer transar  no meio do vestiário? E por que Jimin está beijando meu pescoço? O treino dele vai começar a qualquer minuto. O time inteiro vai entrar aqui e pegar a gente…

 "Gosto da ideia de ser pego no flagra."

O gemido me escapa antes que eu consiga me conter. A confissão rouca de Jimin não faz parte da fantasia — é cem por cento verdadeira.

Na noite em que perguntei por que ele não transa no quarto, suas pálpebras ficaram pesadas, e sua voz exalava sexo puro ao dizer lentamente: “Gosto da ideia de ser pego no flagra”.

É isso aí, Park Jimin fica com tesão de imaginar que alguém pode pegá-lo fazendo sexo.

E a confissão terminou por aí? Claro que não, porque isso significaria que ele não teria feito de sua missão na vida me atormentar sexualmente. Não, ele completou a revelação com: “E quando me pegam, gosto que me assistam” 

Estou a fim de um exibicionista. Merda, talvez eu seja uma exibicionista também, porque, em vez de parar a fantasia, sigo adiante.

“Melhor gozar logo, gata.” Sinto a respiração de Jimin fazendo cócegas em minhas coxas. “Senão os caras vão me ver com a cara enfiada em você.”

Minha respiração acelera. Aperto um dos seios, brincando de leve com o mamilo. Com a outra mão acaricio o clitóris em pequenos círculos. Ai, Deus. Estou tão molhada. E meu clitóris está inchado de desejo.

Praticamente posso sentir a língua de Jimin sobre ele.

“Ah, você gosta da ideia, né?” A ponta do seu dedo roça minha abertura. “Olha como tá molhada.” 

Ele enfia o dedo em mim.

"Vou te foder bem aqui no vestiário, Aliny.”

Meus dedos dos pés se retorcem. A pressão dentro de mim é insuportável.

Na fantasia, Jimin fica de joelhos. Seu peito reluz sob as luzes brilhantes do vestiário. Seu pênis é grosso e imponente. Ele envolve o punho em torno da base e se inclina para a frente, trazendo-o mais e mais perto de onde o quero.

E então ouço passos. Vozes. Risos. Os jogadores. 

Jimin sorri maliciosamente. Então enfia o pau duro dentro de mim…

Gozo tão forte que esqueço de respirar. Fico esparramada na cama, ofegante, tremendo. Com o orgasmo se espalhando pelo meu corpo em ondas quentes e pulsantes, vejo estrelas piscando dentro de minhas pálpebras fechadas.

Ai, meu Deus. 

Isso foi… foi… Nem tenho palavras para descrever.

E a parte triste? O clímax que me despedaçou não foi nem de perto tão poderoso quanto os que Jimin me proporcionou pessoalmente.

Ainda estou tremendo com os efeitos do orgasmo ao procurar, no escuro, pela caixa de lenços de papel na mesinha de cabeceira. Pego dois lenços e me limpo entre as pernas. Não me lembro da última vez em que fiquei tão molhada durante uma sessão solo.

Pense em como ficaria ainda mais molhada se transasse comigo de novo...

Argh. Praticamente posso ouvir Jimin me provocando. Me seduzindo…

Inspiro fundo. Certo. Sou uma pessoa pragmática. Então talvez só precise racionalizar essa situação.

I- Park Jimin é ótimo de cama.

II- Ele quer transar comigo de novo.

III- A ideia de transar com ele me excita.

Conclusão: Eu deveria transar com Jimin.

Tá, essa foi fácil. Agora, vem a parte complicada.

I: Sexo casual me deixa desconfortável.

II: Acabei de terminar um namoro.

III:  Não quero namorar um pegador como Park Jimin. 

Conclusão: Hmm…? 

Tento outro raciocínio:

I: não quero começar um relacionamento com Jimin. 

II: Ele não quer começar um relacionamento comigo 

Conclusão: Devemos fazer sexo casual.



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