História Sweet Girl - (Jeon Jungkook) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Jungkook, Você
Visualizações 175
Palavras 1.521
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Antes de começar o capítulo queria agradecer a @Mochiemi que produziu essa maravilhosa a Sweet Girl, os créditos são à ela, pois, foi quem deu uma "melhorada" na fic.

Boa leitura 🌷

Capítulo 6 - Six


Fanfic / Fanfiction Sweet Girl - (Jeon Jungkook) - Capítulo 6 - Six


Horas depois da ligação da omma de Taehyung me convidando para o churrasco no final de semana e o tempo que passei conversando com S/N, quando fui ver já eram umas seis e meia e eu ainda tinha que me arrumar para ir ao "trabalho". 

Como já disse, eu trabalho como dançarino de boate onde só rico tem condição de pagar, lá é puro luxo e todos os dançarinos são meros objetos sexuais para quem paga. 

Claro que o dinheiro que nos pagam é de alto valor mas alguns caras chegam a machucar alguns dos dançarinos na transa, sabe como é, prazer na dor ou como muitos conhecem sadomasoquismo. Até agora nunca sofri nenhum tipo de agressão por parte dos ricarsos e espero não passar. 

Fui até o ponto de ônibus entrando no que me leva ao bairro da boate. Sento no fundo do ônibus pousando a cabeça no vidro da janela e fico pensando: Até quando terei que trabalhar lá? — Penso.

Não que eu goste de lá mas, o dinheiro é que me sustenta e praticamente sou um garoto de programa. Se meus pais descobrem sou expulso da família e eles me tiram do sobrenome Jeon. 

Os caras que trabalham lá na boate são mal falados por quem os vê saindo do trabalho, sabe com é né, os fofoqueiros espalham pra todo mundo então todos vem falar. Até agora nunca me viram até porque sou bem discreto e só saio pela garagem do estabelecimento que dá acesso ao ponto de ônibus mais perto.

O ônibus parou perto do bairro de onde trabalho e então desci para não suspeitarem que sou um garoto de programa. É chato ser visto como uma pessoa vulgar que dá pra todos. Por isso, sempre desço antes do ponto.

Caminho até a boate e não demora muito para que eu entrasse no estabelecimento pelos fundos, como os chefes mandavam, e encontra-se com alguns de meus "colegas de trabalho".

— Olha quem chegou Mark! — Gritou Kai, este que se encostava na parede. 

— Quem? — Mark perguntou gritando. 

— O Jungkook. — Respondeu. — Preparado pro senhor Lee, Jeon? — Rir. 

— Aish nem me lembre. — Reviro os olhos. 

Todas as noites o velho e caquético de quarenta e cinco anos, mas conhecido como Lee Kang-Dae — um homem extremamente rico e poderoso — vem aqui para se satisfazer comigo. 

Sabem o que é ser hétero mas ter que transar com um homem? Estranho e nojento, não que eu seja contra os homossexuais nem nada, mas eu não sou assim.  Eu gosto da fruta que começa com B e termina com Buceta, hihi. 

Kim Jongin — mas conhecido como Kai por todos da boate —, é competitivo comigo mesmo eu não querendo nada ele insiste em querer ser o melhor e transar com mais clientes que eu. 

Aliás aqui funciona da seguinte maneira:

É posto um certo número de clientes para satisfazer e devemos cumprir, caso só tenhamos metade ou menos da metade de clientes impostos nós recebemos cerca de quinhentos won, já se for o número imposto ou mais dele ganhamos meio que um aumento na salário do mês. 

Aqui é assim, legal não? 

— Ouvi dizer que ele pretende usar fantasia hoje Jeon. — Kai falou, tudo que fiz foi suspirar e afastar os pensamentos ao imaginar o senhor Lee de fantasia sexual.

— Que nojo! — Exclamo. — Se pudesse  apagar da memória todas as noites que já ficamos eu já teria feito. 

— Você não gosta mesmo de dar pra ele, não é? — assinto em concordância. — Fica esperto Jeon, senhor Lee Kang-Dae é o seu melhor cliente daqui, ele pode ser o meu da próxima vez. — Passa a ponta da língua entre os lábios. 

— Não me importo, contanto que eu continue ganhando dinheiro pra pagar minha faculdade por mim tudo bem. — Dou de ombros passando por ele. 

— E aí Jeon?! — Mark me cumprimentou ao sair do vestiário.  

— Oi. —  Entro direto no vestiário procurando pelo figurino de hoje. 

As roupas estavam penduradas com os nomes de cada um dos dançarinos da boate, hoje eu usaria uma box vermelha bem justa por sinal e uma tiara de demônio. 

Quanta humilhação! 


Entro na cabine do vestiário trocando minha roupa, deixando-a na gaveta da cabine e visto a box vermelha justa e a tiara de demônio. Bem, olhando assim mais parece uma fantasia sexual de carnaval.

Por instantes imagino S/N vestida de diabinha sentada na meu colo tirando seu sutiã, deixando a mostra seus seios para mim. 

— Jungkook pare de pensar nela, aish!

Balanço a cabeça afastando os pensamentos e saio da cabine e do vestiário encontrando com os outros já sentados num sofá para os clientes e outros ensaiando o polidance para os visitantes. 

Vou até o bar onde Félix terminava de arrumar as bebidas e senti num dos bancos. 

— Por que está com essa cara Jungkook? Parece que hoje não está animado, soube que o senhor Lee está preparando uma fantasia pra você. — Rir zombeteiro.

— Tô nem aí pra aquele velho mal comido, queria só entender o que tanto penso.— Félix se senta ao meu lado tombando a cabeça para o lado. 

— Como assim Jungkook? 

— Hoje eu não sei o motivo de tanto ter pensando nela diversas vezes, eu... — Me interrompe.

— Humm...então é uma garota?! — Maliciou. — Você tá apaixonado isso sim!

— Que nada, só a conheci hoje. — Félix murmura um 'ata — Mas ela não é como as outras. 

— Brother, mulher é mulher. Todas aparentam ser diferentes mas no fundo são iguais.  Ah quem me dera que ficasse com uma estrangeira. — Suspirou. 

— Ela é estrangeira, muito linda e fofa por sinal. — Lembro de seu rostinho ao deitar a cabeça no meu ombro. 

— Como é que é?! — Arregalou os olhos incrédulo. — Uma estrangeira? Quero conhecê-la! 

— Tira o olho garoto! — Dou um tapa em sua nuca. Fiquei incomodado com isso, mas não entendi o porquê. 

— Ai, doeu! — resmungou.

— Você é um bebê chorão mesmo, hein. Tem muito que aprender. 

— Conta mais sobre ela. 

— Bem...apesar dela ser estrangeira ela tem infantilismo. — Félix murcha a cara de safada para decepcionado. — O que foi? 

— Infantilismo, sério? — Concordei.

— Que que tem? Ela sofreu muito quando criança com os pais. 

— Pensei que estivesse falando de uma estrangeira de verdade, uma daquelas tipo, brasileiras com um corpo bem moldado com vários truques na cama.

— Não fala assim dela não tá? Ela tem um corpo que meu Deus...— Suspirei — Os seios, as coxas, as pernas... Tudo nela é único. 

— Mas ela é doente Jeon. — Disse. — Parte pra outra. 

— Aish, você não sabe do que está falando. Se a visse não diria isso. 

— Se você está gostando de uma doente vou voltar pra trás do balcão. Os clientes já vão entrar. — Se levanta do banco e vai para trás do balcão. 

— Idiota. — Sussurro. 

O sinal toca indicando que as portas foram abertas para os clientes, imediatamente saio do banco e vou para os fundos do palco assim como os outros dançarinos da boate. 

A música First — de SoMo — começou a tocar,  cada um foi entrando de cada vez no palco e eu olhei pela fresta da cortina da palco o idiota do Lee Kang-Dae sentado procurando por alguém.

Esse alguém sou eu. 

O lugar estava um pouco cheio, e depois que entrei no palco as atenções foram à mim. 

Comecei a fazer uma dança sensual e só via os olhares maliciosos assim como as mordidas nas lábios dos clientes — homens e mulheres —. 

Saio do palco e vou em direção ao velho imbecil sabendo que ele me esperava já, ele puxou minha cintura e passou as mãos pela minha bunda, dando um aperto forte nela.

— Estava lhe esperando garoto. Preparei uma surpresa especial para você. — Disse rente ao meu ouvido.

— Vamos para o quarto. — Ignoro sua fala e caminho em direção às escadas que leva ao corredor dos quartos. 

A todo momento ele passava os olhos pelo meu corpo e mordia o lábio com malícia. Abro uma das portas e entro no cômodo ficando de braços cruzados e com uma cara de desinteressado. 

— Senta na cama gostoso. — Ele disse, só eu sei o quao nojento foi para mim ouvir isso.

Lee Kang-Dae começou a tirar seu terno preto e sua blusa social mostrando uma blusa extremamente colada de policial. 

Aff, ele tá fantasiado de policial, que visão do inferno! 

Depois desceu o cinto e a calça ficando com um short curtíssimo e também colado com seu volume visível.

— Veja só como me deixou Jungkook.  Estou duro e quero que o demônio resolva isso, se não ...— segura meu rosto entre suas mãos — O policial terá que prender o demônio o que acha? — Maliciou.


Mal vejo a hora de sair deste lugar e nunca mais olhar pra cara dele! 



Notas Finais


Gostaram do capítulo? Pensei em fazer ele baseado no trabalho do JK.

Capa por: @Mochiemi


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