História Sweet Killer - Capítulo 17


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Freya Mikaelson, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Malachai "Kai" Parker, Personagens Originais, Stefan Salvatore
Tags Klaroline
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Palavras 2.803
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Surtei gente.

Capítulo 17 - Bonus: Enemies of The State


Nova York, Estados Unidos – 17 de janeiro de 2020

O burburinho de vozes pairava sob o ambiente como o som de um enxame de vespas. Lucien Castle retirou o lenço do bolso do blazer e usou o pedaço de tecido macio para secar as gordas gotículas de suor que lhe empapavam a testa. Ele tinha ganhado peso e fios brancos nos últimos anos e pesadas olheiras carimbavam o seu rosto, denunciando a sua falta de sono.

Ele costumava ser diferente. Era saudável, bonito e definitivamente menos estressado.

Cinco anos antes, ele achava que tinha chegado no topo.

Casou-se com a mulher perfeita, tinha o seu emprego dos sonhos e tinha um salário muito acima da média para o seu cargo, ele resolvia casos atrás de casos… E esteve envolvido na captura do serial killer mais procurado da América. O Joker. Klaus Mikaelson. Ele o levou a prisão e a julgamento, e estava mais do que satisfeito em levar o prisioneiro a cadeira elétrica também.

Deus, ele tinha tudo naquela época. Seus anos dourados. Cinco minutos de fama.

Era engraçado as voltas que o mundo podia dar, como as coisas poderiam mudar em um período tão curto. Em um momento, Lucien Castle estava em sua cama dossel, em meio aos seus cobertores de seda, uma fina camada de suor sob o seu corpo enquanto dava prazer a sua esposa, e no momento seguinte saia de sua casa perfeita às pressas para dar início a caçada que mudaria a sua vida.

Ele não tinha somente ficado gordo e grisalho, ele estava falido, divorciado, à beira do desemprego e do suicídio, se pedissem para que ele respondesse honestamente.

Fazia quase quatro anos desde que tinha entrado naquele quarto de beira de estrada. Todo aquele sangue… Não é possível que estejam vivos, ele disse a si mesmo e aos jornais.

Caroline havia sido uma excelente detetive e uma boa colega de trabalho, mas se a morte dela significasse a morte do Joker, então ele brindaria a isso alegremente. Tudo o que não podia permitir é que o assassino continuasse a solta e sumisse no mundo novamente, não quando levou uma década para achá-lo da primeira vez. Não, ele não podia permitir isso. E foi por esta razão que mandou prosseguir as buscas por mais duas semanas, até que os resultados da análise forense fossem concluídos.

96% de compatibilidade com Klaus Mikaelson.

89% de compatibilidade com Caroline Forbes.

Era isso que estava impresso no papel-ofício e foi isso que ele levou ao juri quatro anos antes. Estava acabado. Eles estavam mortos. Ninguém conseguiria sangrar tanto sem morrer.

Mas então, onde estão os corpos? Nada comprova mais uma morte do que um cadáver frio.

Quem os tirou de lá? Mortos não caminham! Isso não é um programa de TV.

Que diabos significa a carta de baralho e a rosa vermelha? Isso têm que significar alguma coisa, não pode ser aleatório, porque fariam isso se não houvesse uma razão?

Muitas perguntas. Todas sem resposta.

Isso lhe roubou o sono, a concentração, sua esposa perfeita e sua casa excepcional, roubou-lhe a saúde e o dinheiro.

Eu só quero que isso acabe, Lucien pensou com pesar, por favor, Deus, faça isso acabar.

Lucien suspirou e continuou se arrastando pelo corredor do tribunal, ele provavelmente estava atrasado, mas não conseguia achar em si motivos para se importar.

Fazia quase quatro anos que o Joker morreu, se foi, sumiu, tanto faz. Fazia quatro anos que nenhuma pista dele havia surgido, nenhuma comprovação de que ainda estava vivo. Nenhuma foto, gravação, denuncia, absolutamente nada.

E, mesmo assim, duas semanas atrás foi encontrado o corpo de uma jovem em um banheiro público há duas horas e meia do coração de Nova York.

Foi uma cena realmente deprimente e grotesca.

Era uma garota jovem não deveria ter mais de vinte anos, e provavelmente tinha sido bonita em vida. Ela estava nua, o corpo jogado no chão imundo, empapado em sangue e urina, os braços estavam torcidos em ângulos antinaturais e com marcas escuras, deixando evidente a violência de sua morte, as pernas abertas e uma delas quebrada. Ela tinha sido estuprada, antes e depois da morte. A bolsa foi encontrado no lixo do metrô, todo o dinheiro foi levado. Era um caso que de fato chamava a atenção pela sua brutalidade e levaria toda a polícia de Nova York a caçar o desgraçado responsável por aquilo como cães, mas o que realmente atraiu os holofotes para a morte si foi a assinatura impressa em vermelho nas feições dela.

Cortes profundos em ambas as bochechas, puxando os cantos dos seus lábios em um sorriso monstruoso.

O MUNDIALMENTE CONHECIDO ASSASSINO, THE JOKER, VOLTA A ATIVA!

RENASCIDO DO INFERNO: Joker ataca novamente!

NÃO ESTAVA MORTO, MEU POVO? JOKER FAZ MAIS UMA VÍTIMA.

Todos os jornais explodiram com notícias como essas nos dias que se seguiram a morte de Gia Morales. Todo o departamento policial responsável pelo caso Joker foi sondado dia e noite por jornalistas, em especial, Lucien Castle.

Klaus Mikaelson nunca estuprou nenhuma de suas vítimas, ele argumentou, e muito menos as roubou.

Talvez ele tenha se sentido solitário? A vida de fugitivo pode ter afetado muito o seu já debilitado estado psicológico, rebateram.

As marcas no rosto da vítima são muito desleixados, fogem do padrão do Joker. Ele era experiente nisso.

Talvez os anos sabáticos tenham o deixado enferrujado? Ficar tanto tempo sem matar o deixou agitado para sentir o gosto do sangue novamente.

Se é ele, então porque ficaria tanto tempo sem matar?

Ele estava fugindo da polícia, queria ficar longe dos holofotes, mas não resistiu, diriam de volta.

Não adiantava, nada do que Lucien dissesse era capaz de convencê-los de que aquilo era trabalho de um imitador, e não do Joker Original.

– Oh, senhor Castle! – Andrew Holt, o chefe de seu departamento, o saudou no momento em que Lucien atravessou a porta da sala, havia traços de cordialidade em sua voz, mas o detetive sabia que era falso. – Que bom que pôde se juntar a nós.

Lucien grunhiu e se sentou pesadamente em uma das cadeiras da mesa de reunião. Segundo Andrew, agora que evidências de que Klaus Mikaelson estava “saindo da toca” haviam surgido, eles deveriam elaborar um plano para capturá-lo novamente.

Na mesa retangular, estavam sentados algumas das pessoas mais influentes do departamento de polícia de Nova York e uma representante do estado, Jéssika Winchester. Aparentemente, era ruim para a imagem da cidade terem deixado um serial killer como o Joker escapar.

Além deles, o psiquiatra Elijah Gillies estava entre eles.

– Bom, como eu estava dizendo, a CIA delimitou uma zona de busca nos arredores do local onde foi encontrado o corpo. Era uma área de difícil acesso de carros e não foi gravado nenhuma moto ou transporte de pequeno porte pelo local no dia, então ele provavelmente chegou lá a pé. Provavelmente seguiu a pobre coitada até que estivessem no local ideal. Nas gravações, encontramos 11 homens que batem com as características do Mikaelson. – Andrew começou usando o data show para mostrar a área em um mapa. Lucien suspirou, mas não fez nenhum comentário. Estava farto de tentar mostrar a verdade a eles.

Elijah se mexeu em seu assento, juntando algumas fichas que estavam na mesa a sua frente.

– Senhores, me perdoem a intromissão, mas eu não acho que o homem que estão procurando é de fato Klaus Mikaelson.

– Ah! Finalmente, bom senso em um mar de ignorantes! – Lucien disse, erguendo as mãos em um agradecimento silencioso.

Andrew olhou para Lucien com desaprovação, mas foi a Elijah que se dirigiu quando falou.

– Todas as evidências apontam para ele, senhor Gillies.

Elijah sacudiu a cabeça negativamente e abriu uma de suas pastas, dela retirou a fotografia forense do corpo de Gia. Ele a colocou na mesa, para que os demais pudessem ver.

– Quatro anos atrás fui solicitado pelo Estado para fazer uma análise psiquiátrica de Klaus. Foi o que eu fiz e entreguei ao tribunal, todas as minhas considerações foram ignoradas na época…

– Porque você queria que aquele bastardo saísse vivo!

Elijah abriu a boca e a fechou novamente, um suspiro escapando-lhe. Permanecia calmo quando voltou a falar.

– Se não vai ouvir o que eu tenho a dizer, então por que estou aqui? – Ele questionou. – Eu estudei muito sobre este homem durante a minha análise e estou lhe dizendo, Gia Morales não foi morta por ele.

Andrew parecia impaciente e irritadiço, mas recostou-se na cadeira e cruzou os dedos.

– E como você pode saber disso?

Elijah se inclinou para frente e gesticulou na direção da imagem.

– Essa mulher foi estrangulada, Klaus nunca matou ninguém assim. Ele prefere facas ou quaisquer outros objetos perfurantes. Ele aprecia o sangue, ele mesmo me disse.

– Talvez ele esteja mudando isso.

– Pouco provável. Se ele estivesse mudando seu modus operandi, então por que continuaria assassinando suas mortes? O que, a propósito, me leva a outro ponto: a marca feita no rosto dela é claramente obra de um amador. A pessoa que fez isso não sabia onde parar o corte, praticamente separou o maxilar do crânio. Klaus fez isso com centenas de vítimas por dez anos, é como andar de bicicleta pra ele. Acredite, ele não esqueceria como se faz.

Lucien olhou para Andrew, um pequeno sorriso de satisfação surgindo em seus lábios. Agora ele teria de ouvir, ele teria que ver.

– E não há registro algum dele já ter estuprado ou roubado qualquer uma de suas vítimas. E ele sempre deixava os documentos próximos ao corpo, para que a identidade da vítima fosse descoberta. Vocês tiveram que investigar por três dias até descobrir quem era essa mulher.

– Obrigado. – Lucien falou para Elijah que apenas o analisou por um instante ou dois antes de prosseguir:

– Além disso, no geral a vítima em si foge do padrão do Joker.

– Ele não tem um padrão. – A representante, Jéssika, comentou movendo-se para entrar no campo de visão de Elijah. – Todas as suas vítimas têm idades, gêneros e até nacionalidades distintas. Nenhuma ligação entre elas.

– Pode não ter nenhuma ligação evidente, mas todas as vítimas têm si algo em comum. – Elijah mexeu em outra pasta e colocou alguns arquivos das vítimas de Klaus Mikaelson sobre a mesa. – Ângela Swann, advogada. Ele a matou em julho de 2012, alguns meses após a morte dela, dezoito dos clientes dela foram presos por propina, sonegação de impostos e até assassinato. – Ele colocou outra foto na mesa. – Richard Jones, motorista de ônibus. Morto em setembro de 2014. Quase uma década antes, Richard foi acusado de molestar a sobrinha, mas foi solto por falta de evidências. – Outra foto. – Jason West, professor, morto em janeiro de 2009. Acusado de atirar na namorada. Chorou como um bebê no julgamento, balançou o juri. – Ele colocou outra foto na mesa. – Lorenzo St. John…

– Policial, morto em maio de 2013. – Andrew continuou. – Ele era um bom homem, tenha cuidado com o que você vai dizer.

Se Elijah se preocupou com a ameaça na entonação de Andrew, nem sequer demonstrou.

– Ele foi acusado duas vezes de violência policial e até matou uma garotinha em uma operação, além disso, drogas apreendidas pararam de sumir depois que ele morreu. – Elijah concluiu. – Eu não estou dizendo que ele é algum tipo de justiceiro, ele não é. Klaus Mikaelson é um assassino brutal e perigoso. Eu não tive muito tempo com ele, mas ele é obviamente um psicopata. Ele não sente nada por suas vítimas. Ele é violento e com vários distúrbios emocionais e psicológicos, causados por diversos eventos em sua juventude. Eu também não acho que ele próprio se veja como algum tipo de vingador, não é isso, mas ele tem um padrão. Ele não mata aleatoriamente e as únicas pessoas que fugiram de seu padrão foram a enfermeira do sanatório de onde ele libertou Katherine Gilbert e a psiquiatra que o analisou antes de mim, Aurora McLean. A primeira obviamente foi para manter a identidade dele oculta e a segunda foi para chamar a atenção e conseguir que me trouxessem a ele.

– Você está querendo dizer que ele só mata os maus?

– Eu não sou um para julgar quem é bom e quem é mau, estou apenas lhe dizendo como ele age e escolhe as vítimas. Gia era praticamente uma criança, ela tinha acabado de fazer dezoito anos. Tudo em como ela morreu foge dos padrões dele. Isso é obra de um imitador.

O silêncio se instalou pela sala.

Saber que aquilo não era obra do Joker era um alívio, isso poderia significar que ele poderia de fato estar morto e eles estavam perseguindo um fantasma, mas, por outro lado, ainda havia um imitador a solta da qual eles não sabiam absolutamente nada.

Era difícil saber qual dos dois cenários era pior.

Uma batida na porta quebrou o silêncio, secretária entrou apressadamente na sala. Ela tinha cabelos castanhos e olhos cor de mel bem arregalados, os lábios cheios bem preenchidos de vermelho.

– Senhor, têm uma ligação.

– Diga que retorno mais tarde.

A secretária empalideceu.

– É muito importante. Eles…hum… eles acharam outro corpo.

Oito pares de olhos se voltaram para ela.

(---)

– Isso sim parece com o Joker. – Elijah comentou para Lucien enquanto olhavam o corpo.

Era um homem, Teddy Dawson era o que dizia na carteira de motorista, 47 anos. Eles o acharam em um beco há doze quadras de onde ele morava, tinha ambos os pulsos presos a um contêiner de lixo com os braços abertos. A língua foi puxada para fora e queimada, os olhos foram arrancados, assim como a genitália, tudo isso antes que o homem estivesse morto. Ele tinha cortes profundos em locais estratégicos, feitos exatamente em locais que lhe causariam dor extrema, mas não o matariam tão rápido. E o sorriso de carne e sangue era um corte limpo e perfeito. Foi feito com a calma de um homem experiente.

Era a obra de um artista.

Ele não tinha pressa.

Não tinha medo.

Não tinha raiva.

Estava deixando uma mensagem.

Vocês não quiseram ver, então eu tive que mostrar; quem conta mentiras, queima a língua.

– Imagino que este seja o homem que matou Gia Morales. – Elijah murmurou e desviou o olhar quando a equipe forense deu início ao trabalho.

– E imagino que Klaus Mikaelson não tenha apresso por imitadores.

– Você gostaria que alguém pegasse a sua obra, mudasse um pouquinho e tomasse os créditos?

Lucien olhou para o psiquiatra de canto de olho e balançou a cabeça.

– Quero que revirem este lugar de cima a baixo, quero amostras, fotos e tudo mais que acharem. Quando terminarem, olhem de novo. Não deixem nada passar. – Ele deu ordens a equipe, a entonação séria e firme, mais do que já estivera em mais de quatro anos. – Vão de porta em porta, esse homem não teve uma morte rápida, alguém deve ter visto ou ouvido alguma coisa. – Ele apontou para o alto, para o canto de um dos prédios. – E quero também as gravações daquela câmera e de quaisquer outras nos arredores. É oficial pessoal, o Joker está vivo e nós não vamos deixá-lo sumir de novo.

A equipe se apressou para fazer tudo o que foi ordenado.

Colheram amostras na cena do crime e descobriram que o homem realmente havia sido o responsável pela morte de Gia e pelo estupro e assassinato de mais duas garotas em Nova Jersey.

Mas, fora isso e objetos pessoas do próprio Teddy, não conseguiram achar nada na cena do crime que denunciasse a localização de Klaus Mikaelson. Com a nova evidência de que ele estava vivo, restava agora outra pergunta, onde estava a Detetive Caroline Forbes?

Ele a teria matado durante a fuga? Se sim, onde estava o seu corpo? Se não, então onde ela estava?

Os residentes do bairro nada ouviram, nada viram e se foram testemunhas de qualquer coisa não abriram a boca nem deram qualquer indicação. Seja por medo do Joker retaliar ou pelo fato do cara morto ser um estuprador, jamais saberiam.

As câmeras da rua não mostravam nada. Pouco tempo depois da morte, um grupo de ciclistas passou pela avenida. Mais ciclistas do que poderiam contar, com capacetes com luzes e barulho de suas buzinas. Klaus provavelmente aproveitou essa deixa, mas não tinham certeza.

A única câmera que poderia ter pegado o momento do crime era a que estava localizada no prédio atrás do contêiner, mas as gravações misteriosamente desapareceram…

Se tivessem encontrado teriam visto.

Teriam visto quando o homem entrou correndo.

Teriam visto Klaus andando calmamente atrás dele.

Teriam visto Teddy ficar encurralado e teriam visto quando ele morreu.

Teriam visto.

Teriam visto Caroline Forbes assistir tudo e teriam visto ela rir e sugerir locais de corte.

Teriam visto ela entregar o isqueiro.

Teriam visto Klaus beijar as mãos dela quando ele terminou, e também e o pescoço e os lábios.

Teriam visto o Joker com sua Harlequin deixando a cena do crime.


Notas Finais


Aceito comentários. ;)
xxx


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