História Sweet Madness - Capítulo 1


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Categorias Adam Levine, Ashley Benson, Camila Cabello, Chris Hemsworth, Ian Somerhalder, Lucy Hale, Shawn Mendes
Personagens Adam Levine, Lucy Hale, Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Comedia
Visualizações 80
Palavras 2.827
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, essa é a minha segunda fanfic nessa temos Lucy Hale e Adam Levine (dono de mim) como principais e espero mt que gostem. Um aviso talvez eu demore um pouco à postar capitulos pq estou apertada com a escola entao peço paciencia e espero que acompanhem essa fic, vcs não irão se arrepender. Boa leitura

Capítulo 1 - Eles são mel ou o quê?


Fanfic / Fanfiction Sweet Madness - Capítulo 1 - Eles são mel ou o quê?

POV Lucy

Acordei às 7 da manhã. Faziam 21ºC em Jacksonville – Flórida. Levantei para tomar um banho e ir trabalhar. Camila já estava tomando café.

- Ashley ainda não levantou? – perguntei à ela.

- Não – ela falou com a voz sonolenta.

- Cacete, eu não acredito que a Ashley se atrasou de novo! Eu não vou dar mais carona pra ninguém! Ela que se vire. Eu sou palhaça por acaso? Que merda!

- Nossaaa, quanto rancor nesse seu coraçãozinho. Você tem que tratar esse estress vai ter um troço daqui a pouco hein!

- HAHA. Vou la acordar a Ashley, por que se depender dela, nunca é dia de trabalho. E você não vai trabalhar não? – perguntei.

- Hoje eu vou entrar mais tarde, porque ontem fiz hora extra. – Camila disse sorrindo tomando seu chá.

Eu dei uma olhada mortal na direção dela. Sim, eu acordo com MUITO mal-humor de manhã, e ainda por cima Ashley nunca acorda no horário. Ela pensa que só porque pega carona comigo eu virei despertador particular.

Bati forte na porta. Esperei alguns segundos e nenhuma reação da parte dela.

- Benson levanta. Você tem meia hora pra se arrumar.

- Lucy vai encher o saco de outra - ela gritou de lá de dentro.

- Ashley se você não levantar dessa porra de cama agora eu juro que arrombo essa porta.

Ela abriu a porta com a cara toda amassada.

- Fala.

- Já são 7:30 você tem meia hora pra se arrumar se não eu vou sem você.

Eu, Ashley e Camila morávamos juntas, nos conhecemos na faculdade de medicina que infelizmente não pudemos concluir. Camila era a mais nova e a meiguinha do grupo, ela sempre queria resolver as coisas e era amiga de todos. Já Ashley era a popular, toda semana saía com um cara diferente. Já eu... Bom, eu era apenas eu.

Também trabalhamos na mesma empresa de telemarketing, The Levine’s. Camila e eu ficávamos na ala de atendimento ao cliente e Ashley era secretária do poderoso chefão Robert Levine.

Já eram 8:05 da manhã, Ashley tinha acabado de se arrumar, estávamos atrasadas (pra variar) então não a deixei tomar café.

- Além de não me deixar tomar café, me leva nesse fusca velho do tempo do meu bisavô.

- Se isso te incomoda o ponto é ali na frente.

- Ta bom, ta bom. Você e seu fusca venceram de novo.

Chegamos em cima da hora. O dia foi normal, como sempre clientes enchendo o saco, reclamando da demora do atendimento.

- Não me importa que vocês não consigam ou não possam, eu quero a troca do produto.

- Claro senhor, irei providenciar só um minuto – coloquei a típica “musiquinha” de espera e levantei para beber água. Após uns cinco minutos voltei – Desculpe a demora senhor, mas estamos com um problema no sistema só mais um momento – levantei e fui até o banheiro. Ah vai ninguém merece ter que ficar ouvindo reclamação de pessoas mal educadas por causa de um produto que nem foi você que fabricou. Ele que espere até cansar.

Os dias costumavam ser assim. Quando as pessoas eram gentis eu retribuía. Agora quando costumamvam ser mal educadas eu as deixava mofando um pouquinho na linha. Alguns dos meus amigos (não que eu tenha muitos) costumavam me dizer que eu era um pouco ranzinza às vezes. Eu os discordo, eles que são calmos demais.

Após deixar mais um “adorável” cliente esperando um tempinho na linha, decidi ir dar um oi à Camila.

- E ai Camz como foi o dia? – ela me fez um gesto com a mão pedindo que eu esperasse. Devia estar com algum cliente na linha.

- Aham sei... não mas ela... MENTIRA... ai eu concordo plenamente – dei um cutucão nela - Será que da pra esperar um minuto? – ela me disse impaciente - Amanda eu preciso desligar, mas depois quero detalhes dessa história – ela desligou a ligação e me olhou – Fala Lucy.

- Eu não acredito que você está fofocando em horário de serviço.

- E daí ninguém vai descobrir mesmo - ela fez pouco caso.

- Você já pensou se o chefão te pega aqui no ato.

- Ele nem aqui costuma aparecer Lucy, então não há como. A não ser que alguém aqui abra o bocão – ela falou um pouco alto. Ninguém se manifestou – Ótimo. Viu Lucy não tem problema – ela disse esboçando um enorme sorriso.

- Ok, pode continuar com a sua sessão fofoca diária, eu tenho que ir, tem um otário esperando na linha.

- Não fale assim dos clientes Lucy. – ela me reprovou.

- Como se você não dissesse coisa pior. – zombei. Ela pensou um pouco e respondeu:

- É você tem razão, vai lá. – sorriu.

Sentei em minha cadeira e esperei mais um pouco antes de atender novamente a linha. Era um homem reclamando de um risco que veio em um dos seus produtos. Eu com muita calma e desenvoltura o fiz ficar com o produto. Após um longo dia de trabalho, finalmente chegou a hora de ir embora. Fui até o elevador apertei o botão e quando as portas abriram dei de cara com a pessoa mais insuportável da face da terra.

- Como vai Lucy? – ele me encarava com um sorriso de lado sacana.

- Vai à merda Chris.

- Claro comigo está tudo bem e com você?

Não respondi, apenas deixei o silêncio tomar conta no recinto. Chris era meu ex-namorado, ficamos juntos durante 7 meses e claro aquela foi a pior experiência da minha vida. Nos primeiros meses de namoro era só love só love, depois do quinto mês ele já começou a se revelar, o cara virou um verdadeiro ogro, me tratava feito uma vagabunda e dizia que eu já não o fazia o ter prazer como antes. O cara só faltava me bater, mas ele sabe que eu jamais aceitaria isso calada então nunca me encostou um dedo.

Quando eu já estava cansada das humilhações dele eu terminei tudo, isso no dia em que iríamos completar 7 meses, ainda acho que demorei muito. Mas foi uma decisão difícil eu ainda gostava/gosto de Chris. Mas vou esquecer ele nem que seja a última coisa que eu faça da minha vida.

Assim que o elevador parou saí dele e fui para o carro. Esperei Ashley lá, ele chegou não muito tempo depois.

- E a nanica não vai com a gente? – ela perguntou se referindo à Camila.

- Não, ela disse que vai ao supermercado fazer compras. – dei de ombros.

- É bom, nossa geladeira está mesmo precisando de um abastecimento. Agora ande logo tenho uma fofoca pra contar.

- Ashley, eu não quero saber quem foi pego dessa vez no armário de vassoura aos amassos.

- Não é isso bobinha, é algo muito melhor. – ela tinha um sorriso malicioso no rosto.

- Então fala logo – precionei.

- Não só quando chegarmos em casa.

Dirigi o mais rápido possível pra casa. Eu não era fofoqueira, mas era curiosa. Ashley esperou Camila chegar e sentamos na sala pra ela contar a tal “novidade”.

Camila entrou em casa com um monte de bolsas do mercado.

- Tá a Camila chegou, agora pode falar.

- Falar o que? – Camila perguntou animada largando as bolsas no chão e se sentando do nosso lado.

- Adivinhem quem vai começar a trabalhar na empresa? – Ashley perguntou com um sorriso enorme mas Camila e eu não dissemos nada esperando que ela continuasse. – Simplesmente os filhos do poderoso chefão.

Ao dizer isso Camila abriu um sorriso e começou a saltitar no sofá da sala com Ashley. As duas pareciam duas gazelas alegres.

Será que era essa mesma a novidade ou eu tinha entendido errado? Não deve ser outra coisa que ela tinha pra contar, não podia ser essa besteira de que os filhos do poderoso chefão vão entrar pra empresa. E daí que eles vão trabalhar lá? Acho que isso não altera em nada a vida de ninguém certo?

- Tá mas e a NOVIDADE? – perguntei irritada. Eu realmente estava ficando curiosa, deveria ser muito interessante pra Ashley estar nessa euforia.

- Como assim? Eu acabei de dizer. Os filhos GATOS, LINDOS, MARILHOSOS, TUDO DE BOM vão trabalhar na empresa querida. Quer novidade melhor que essa? – falou com cara de safada e com uma risada maliciosa no rosto.

- Ta e daí? O que eu tenho a ver com isso?

- Por acaso você já os viu? Adam e Ian são verdadeiros deuses.

- Não vi, e nem quero ver. Aposto que eles não são nada demais. – falei dando de ombros.

O que esses caras podiam ter de tão especial? Dinheiro? Fama? Não fama aposto que não. Deve ser pelo dinheiro deles que Ashley está desse jeito, aposto que eles não devem ser nada de mais, no máximo devem ser ‘bonitinhos’. Duvido que a beleza deles me surpreenda como surpreende a louca da Ashley. Até Camila está empolgada com esses seres que irão trabalhar na empresa. Grande bosta. Eu vejo homens o dia inteiro, e não fico atirada desse jeito que elas estão.

(…)

A semana passou rápida tudo correu tranquilamente, tirando o fato que um bando de mulheres histéricas não paravam de falar na chegada dos benditos Levine. E pra ajudar o Chris, não parava de ficar atrás de mim com propostas indecentes. Por mais que eu o chutasse, o desgraçado não saia do meu pé. Eu já o havia mandado pra todos os lugares possíveis, já bati, insinuei que ele era gay, frouxo, broxa, e tudo o que vocês possam imaginar. Mas parece que quanto mais eu pisava, mais ele corria atrás.

Pra melhorar mais ainda a semana, Fred, um colega de trabalho (se é que pode chamar aquilo de colega) começou a jogar indiretas e me chamar pra sair com bastante frequência. Se ele tivesse idéia pelo menos, eu até aceitaria almoçar com ele. Vou ser sincera o cara era bonito, tinha um físico bom. Mas o papo dele era fraco e tosco, do tipo:

- Lucy, colocaram um coqueiro do lado do bebedouro, se o coco cair, ROLA? – como eu não suporto cantadas idiotas, eu automaticamente falei:

- Me diz você Fred, rola? – perguntei com uma voz sedutora. Um sorriso triunfante surgiu em seu rosto.

- Claro. E você ainda pergunta? – ele perguntou em um tom óbvio.

- Então pega esse coco, e enfia no meio do seu cu!

Sai andando, e o deixei com cara de taxo, plantado no mesmo lugar. Na hora que sentei pra atender mais um cliente insuportável, ele veio correndo pra sentar em sua mesa que infelizmente ficava ao lado da minha. Só que pelo jeito um fora não era o suficiente para o senhor Frederick, durante a semana ele continuou a me encher a paciência. Era impressão minha ou eu só atraia homens imprestáveis? Ok talvez essa palavra seja um pouco forte. Que tal... homens inúteis? É acho que assim ficou melhor.

Na sexta feira quando estava voltando para casa encontrei Chris no elevador. Á uns três dias isso vinha acontecendo eu já estava começando a achar que era de propósito. Como ele era o encarregado do andar a cima podia ficar enrolando um pouco e pegar o elevador no mesmo horário que eu. Mas tem gente que não tem se-mancol mesmo. Não seja por isso eu resolvo esse problema com a minha super simpatia. Entrei no elevador sorrindo.

- Lucy que coincidência pegarmos o elevador juntos três dias seguidos não é? – que junto o que seu cara de pau dos infernos, você ta me perseguindo, seu tarado.

- E não é mesmo? Pelo jeito vou ter que começar ir pelas escadas.

- Não se incomode, eu adoro ter sua companhia no mesmo ambiente – ele piscou pra mim.

- Acho que nós dois sabemos que eu tenho coisa bem melhor pra fazer do que ficar aturando suas indiretas certo?

- Não Lucy, eu acho que nós dois sabemos que você ainda me ama, e que não faz sentindo você me ignorar – ele me prensou na parede do elevador com seus braços fortes.

- Afaste-se de mim, você me dá nojo!

Mas ele fez totalmente o contrario me apertou mais, mexeu em meus cabelos e disse:

- Sei que está mentindo. – ele foi se aproximando mais e mais, antes que ele me beijasse eu dei-lhe uma joelhada nos paises baixos, a porta do elevador se abriu, ele ficou se contorcendo de dor eu apertei o botão do ultimo andar e sai do elevador antes da porta se fechar eu ainda pude ouvir ele dizer.

- Sua filha da... – então a porta do elevador fechou.

Sai correndo, por mais mal que ele tivesse me feito eu ainda sentia alguma coisa por aquele animal. Entrei em meu fusca e não aguentei comecei a chorar. Vi Camila chegando pelo retrovisor tentei me livrar das lagrimas, mas a quem eu queria enganar? Estava vermelha igual a um pimentão, com certeza ela perceberia. Dane-se. Camila entrou no carro e ao me olhar se assustou.

- O que aconteceu? – perguntou ao ver meu estado.

- Eu bati no Chris...

- E por que você bateu nele?

- Por que ele tentou me beijar.

- E você está chorando por que bateu nele ou por que ele tentou te beijar? – puta que pariu, é burra ou o que?

- Por que eu bati nele Camila, bati tão forte que o meu joelho está dolorido. É CLARO QUE FOI POR QUE ELE TENTOU ME BEIJAR DROGA

- Você ainda gosta dele? – ela perguntou mesmo já sabendo a resposta.

- Sim. Mas é só questão de tempo e de uns bons murros na cara – nós duas rimos do que eu disse.

- Eu te dou todo apoio, e sabe que estou aqui pra o que você precisar.

- É… eu sei. – sorri pra ela. –  E como andam as coisas?

- Comigo andam ótimas, advinha quem me chamou para sair? Ele mesmo o Shawn. – ela disse com um sorriso enorme.

- Sério que você tá saindo com ele? Camz ele só tem 19 anos, é um bebê ainda.

- Ele não é um bebê, é um homem e muito gostoso. Ele só é 1 ano mais novo que eu, mas isso não me importa, desde que seja maduro e dê conta do recado, sabe do que estou falando né? – ela perguntou com um sorriso malicioso e retribui.

- Claro, juízo e boa sorte com o novo crush.

- Obrigada amiga, vou precisar mesmo.

Dirigi pra casa, antes passei no supermercado e comprei algumas coisas pra fazer uma lasanha, assim eu poderia me distrair e as meninas iriam adorar. A noite passou rápido ficamos conversando no sofá da sala, estava indo tudo bem até Ashley começar a falar dos “supostos”, nem preciso citar né? É isso mesmo os Levine junior’s. Antes que eu me estressasse subi para o meu quarto e me concentrei em dormir. Para minha alegria o sono me atingiu rápido.

O final de semana foi monótono no sábado fomos ao cinema e no domingo decidimos fazer uma faxina geral na casa, fazendo com que à noite não tivéssemos forças pra nada. Todas foram dormir tarde, nem se quer jantamos.

Na segunda feira, me arrumei, não tomei café como de costume e apressei Ashley que estava atrasada (algumas coisas não mudam)

Chegamos na empresa, Ashley estava afoita, pois hoje seria o primeiro dia dos malditos Levine. Eu já odiava do fundo da minha alma esse tal de Adam, pois as meninas não paravam de falar nessa praga, tava parecendo gripe suína, é contagioso e ninguém para de falar no assunto, e a única imune o tudo isso sou eu. Desde que esse boato surgiu, eu pareço a única mulher a ter noção das coisas.

Ashley praticamente correu, quando colocou os pés dentro da empresa, para ver se eles já haviam chegado. Isso realmente já estava irritando, afinal esses malditos eram feitos de ouro e banhados a mel?

Eu atendi dezenas de clientes antes do almoço, minha garganta já estava começando a doer de tanto falar com eles. Resolvi levantar e tomar uma água.

Enchi o copo de água, e me encostei-me à parede ao lado do bebedouro.Foi então que ele apareceu... Sem duvida nenhuma o homem mais bonito que eu já vi pessoalmente, muito melhor que qualquer Levine idiota.

Ele era alto, tinha cabelos castanhos, os olhos eram azuis como uma lagoa. Tudo nele era perfeito, a boca o nariz, o contorno do seu rosto. MEU DEUS eu morri e fui pro céu não é possível.

Ele estava vindo em minha direção, ai senhor ele ia falar comigo. Morri e voltei.

- Bom dia. Eu gostaria de saber se é aqui a ala de atendimento ao cliente?

- É-é a-acho que sim... 

Deus, isso era hora de gaguejar?

O homem deu um sorriso de lado.

- Eu queria saber por que eu sou o novo gerente dessa ala. Adam Levine, prazer – ele estendeu a mão para me cumprimentar. 

 


Notas Finais


E ENTÃO, GOSTARAM? DEVO CONTINUAR? :)


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