História Sweet Paper - Yoonkook - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Min Yoongi (Suga)
Tags Bts, Sugakook, Yoonkook
Visualizações 116
Palavras 3.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Era pra ser uma one shot, mas vcs pediram por mais e aqui estou eu 🤗

Hey, Babies! Bão?

Para um melhor aproveitamento, ouçam a música Church do Chase Atlantic.

Boa leitura e leiam as notas finais 💋

Capítulo 2 - Extra-001


Fanfic / Fanfiction Sweet Paper - Yoonkook - Capítulo 2 - Extra-001

Lá estava eu em mais uma festa sem sentido. Já estava ficando chapado por que o doce derreteu há mais de meia hora na minha boca. A guria na minha frente era linda e estava morrendo de tesão. Molhei a ponta dos meus dedos com saliva e prensei ela contra a parede de vidro que separava nossa mesa da pista de dança subindo meus dedos pela sua coxa, por dentro da sua saia até sentir sua calcinha já úmida. Afastei o tecido pro lado e toquei na sua fenda sentindo ela gemer e se derreter na minha mão.
  - Hoje eu serei seu doce, querida. - sussurrei em seu ouvido enquanto a penetrava com meu dedo devagar.
Olhei pra pista de dança e segui subindo o olhar para o segundo piso, era como se eu escutasse um canto de sereia que somente eu ouviria, e lá estava ele. Três anos depois. Os cabelos coloridos em um azul claro, mas o mesmo maldito sorriso sacana de antes. Eu o reconheceria até no inferno. Por que agora?
Minhas mãos pararam e a menina que antes eu tinha entregue a mim reclamou pela paralisação súbita.
  - Foi mal. - disse enquanto ela me encarava incrédula. - Cansei de você! - digo de modo frio e ela desfere um tapa em meu rosto ofendida. Ajeita a saia e sai da minha cabine.
  Volto a olhar pra cima e o vejo gargalhar pela cena que via. Um menear de cabeça me chamando, foi o que bastou para que eu largasse tudo e o seguisse.
Fui a passos lentos o vendo descer e se despedir de todos que conhecia. Um deles chegou a lhe beijar na boca e eu senti uma raiva emergir. Ele era meu! Sua boca me pertencia e enquanto eu estivesse perante ele, ninguém além de mim poderia toca-lo.
Ele se livrou do cara por mim, o afastando e dizendo palavras duras. O garoto recuou o chamando de babaca. Ele sorriu e me olhou para que eu continuasse o seguindo. Por que eu o seguia?
Saímos da boate e eu não me aproximei. Ele andava cerca de cinco metros a frente e eu achei fofo o modo rude com o qual seu corpo se movia. Um projeto de gangster, pequeno demais para ser perigoso. Ele acendeu um cigarro e tragou, lançando a fumaça pra cima logo em seguida. Pra onde ele ia?
Caminhamos por algumas quadras até eu sentir meu celular vibrar.

TaeTaehyung-hyung [00:21]*
*Um demônio sedutor saiu pra brincar. Uma vez, um garoto gentil se perdeu. Outra vez, dois garotos apaixonados e um deles chorou. Última vez, um doce amargo como féu, uma amizade desfeita, uma igreja em chamas. O demônio está sorrindo de novo.*

Um arrepio subiu pela minha espinha. Que porra era aquela? Algum tipo de enigma? Taehyung me distraiu e eu perdi o Suga de vista. Merda!

Uma nova mensagem


*Desconhecido [00:23]*
*Entra na igreja e ajoelha! Hora de confessar nossos pecados.*
*_S.*

_S.? Suga-ssi?
Olhei ao redor e vi do outro lado da rua uma igreja. Eu conhecia aquele lugar. Ela era como uma capela gótica, com uma alta torre pontiaguda. Agora é um prédio velho, abandonado, quase todo em cinzas. O lugar pegou fogo. O pastor surtou depois que pegou a mulher com um dos "irmãos". Uma simples chama, de uma única vela. Três vidas perdidas e uma igreja incendiada. Quanto tempo faz? 4 ou cinco anos?

Atravessei a rua confuso e adentrei o prédio com cuidado para que nada caísse em minha cabeça.

  - Jeon Jungkook. - ouço sua voz ecoando pelo salão. - Você aceita Min Suga como seu mais gostoso amante, para foder com força, na alegria e na tristeza, até que o dia amanheça ou esse prédio desabe? - ele sorri de modo macabro enquanto eu caminhava em passos lentos na sua direção.

- Uma igreja? Sério? - indaguei sarcástico e ele apenas sorriu. - Por que agora? Por que depois de tanto tempo?

  - Por que não? - ele respondeu descendo do altar e caminhando em minha direção.
  - Você sumiu. Me prometeu uma segunda vez e não voltou.
  - Eu tô aqui, não tô?
  - Agora? Depois de me fazer pensar que estava louco de ácido e inventado você? - eu começava a soar desesperado. - Você ao menos é real?
Ele para bem na minha frente e começa a gargalhar.
  - O quê? - pergunto confuso.
  - Você perguntou se eu sou real. Pega no pau e descobre!
Bufei irritado. Ele não me leva a sério. - Por que me abandonou depois de me fazer apaixonar? - falei cabisbaixo e envergonhado por ainda acreditar que amava um fantasma depois de tanto tempo.
  - Você se apaixonou de verdade? - ele pergunta em tom sério.
Eu sorri ainda mais constrangido. - Você não?
  - Eu já te amava antes. - olhei pra ele e lágrimas desciam de seus olhos. - Eu quis voltar, mas ainda não era hora. Me desculpa.
  - Como sabia onde me encontrar? Onde conseguiu o meu número?
  - Você pergunta demais... - ele sorri e me olha confuso. - Taehyung não te contou? - Taehyung? Franzi o cenho. Taehyung o conhecia? Como? - Eu vim. E você me seguiu, é isso que importa.
Ele ergueu a mão e levou até o meu rosto. Seu toque era frio e me fazia arrepiar. Fechei os olhos para aproveitar a sensação. Era como se meu corpo o tivesse reconhecido. Ele estava tatuado em mim. E ainda não sei o seu nome.
Seu polegar foi para os meus lábios e sua outra mão foi pra minha nuca, me puxando pra ele. Eu queria resistir. Não ser idiota de me entregar tão fácil. E se ele sumir de novo? Não, eu não vou suportar.
Segurei suas mãos com força e tentei resistir a sua aproximação. Sua respiração gélida batia contra o meu rosto e eu inclinei pra frente sem perceber, colando minha testa sobre a dele.
  - Não! - Sussurrei sôfrego ao sentir seu nariz encostando no meu.
  - Você me quer, Jungkook. O coelho seguiu o gato mais uma vez. - ele declama aproximando seus lábios dos meus.
  - Não! - digo mais como um gemido manhoso por estar perdendo minhas forças e minha sanidade.
  - Não resiste, Jungkook! Me fode como se odiasse! - perdi o controle o puxando com força e o jogando violentamente contra a parede mais próxima. Ele arfou com a dor  do impacto e sorriu sacana, como  se tivesse gostado. Poeira caiu sobre nós quando eu rasguei a sua camisa para despi-lo, expondo aquela pele branquinha. - E me beija como se sentisse a minha falta.
Não esperei mais nenhum único segundo. Eu tinha sede dele. Então invadi sua boca com a minha língua, enquanto minhas unhas arranhavam sua pele. Seus lábios eram doces. O mesmo gosto de cereja artificial. Seus gemidos eram êxtase pros meus ouvidos. Meu pau estava rijo e latejante. Desesperado por contato. Eu precisava dele. Ansiava por ele. Morreria para tê-lo.
Ele desatou minha calça e eu a dele. O ergui pela cintura batendo suas costas na parede novamente em quanto ele trançava as pernas ao redor do meu quadril. Molhei meus dedos com saliva e o penetrei. Ele arqueou e gemeu. Só por aquela visão eu já poderia gozar.
  - Ah, como eu sonhei com isso! - ele geme enquanto me perco em seu pescoço. Suas mãos dançavam em meus cabelos. Suas pernas me puxando para ainda mais perto.
O coloquei no chão e desci meus beijos para o seu tronco. Castigando cada pedaço de pele que passavam pelos meus lábios mordendo e chupando para que ficassem marcas. Ele era meu e não iria se esquecer disso.
Meu baixo ventre queimava. Ele era puro fogo. Aquela igreja iria incendiar de novo. Nós morreriamos entre gozo e cinzas.
Me ajoelhei tateando em busca da minha calça enquanto ele roçava o pau no meu rosto. Seu cheiro me embriagava então eu o coloquei na boca sentindo seu gosto agridoce me possuir. Da glande a base, subindo e descendo. Seu pau era a melhor droga que a minha língua já provou.
No bolso da minha calça o pacote de camisinhas. O tirei da boca para vestir o preservativo enquanto ele se pôs de costas pra mim. Suas nádegas na altura da minha face. Tão branquinho. Tão meu! Mordi um lado com vontade e o outro estapeei com força. Ele gritou de dor e isso só me deixou com mais tesão. Abri suas nádegas vendo sua entrada piscar desejosa. Enterrei meu rosto ali e o lambi. Minha língua saboreando cada pedaço de pele enquanto minhas mãos o apertavam sem pena.
Deslizei minha destra pela sua costa, o fazendo arrebitar. Meus dentes se arrastavam pela sua coluna enquanto eu puxava seu cabelo.
Posicionei meu membro ansioso na sua entrada. - Pede! - sussurrei em seu ouvido.
  - Me fode! - ele gemeu de volta.
Sem demora, enfiei meu membro enquanto ele rebolava devagar. Nossas respirações ficando pesadas enquanto eu o sentia quente me envolvendo.
  - Como se eu te odiasse, não é? - o lembrei jogando minha cabeça pra trás, me entregando ainda mais ao desejo. Ele não respondeu. Eu o estapeei novamente na bunda e estoquei com força. Uma, duas, três vezes... Eu já não sabia mais quantas foram. Eu só o queria mais e mais. Seus gemidos altos não tinham nenhum pudor. As pessoas poderiam ouvir, nenhum de nós se importava. Eu só queria fode-lo mais e mais. Mais fundo, mais intenso, mais quente.
  - Eu te amo? - não era pra ser uma pergunta. Eu nunca me senti assim com mais ninguém. - Eu te odeio! - puxei seus cabelos com mais força e ele empinou ainda mais, me fazendo ir mais fundo. - Eu sou louco por você! - confessei quase chorando quando uma onda de eletricidade correu pelo meu corpo me fazendo chegar ao orgasmo.
  - Assim como eu sempre fui por você! - ele corresponde se esfregando contra o meu peito.
Lhe dei uma mordida no ombro e chupei seu pescoço, sentindo o seu cheiro misturado ao cheiro de sexo que envolvia o local.
  - Me diz seu nome. - pedi sôfrego.
  - Min Yoongi. - ele respondeu. - E eu nunca mais vou me afastar de você. Mesmo que você me mande embora. Vou te perseguir feito um fantasma.
  - Você é um fantasma! - falei rindo. - Uma alucinação de quando eu tô muito alto.
  - Vou ficar do teu lado... Até amanhecer. E assim você vê que eu sou real.
Ele se virou e me beijou. Lento. Cálido. Apaixonado. Suas mãos passeavam pelo meu rosto. Suas digitais decorando cada detalhe de mim de forma suave. - Não sabe o quanto desejei isso. - ele diz esfregando seu nariz ao meu.
  - Me fala! - peço.
  - Hoje não. Hoje eu só quero amar você. E foder... Até nenhum de nós ter forças pra levantar.
Ele segurou minha mão e me guiou até uma escada atrás do púlpito. Completamente nú. Suas costas marcadas pelas mordidas e arranhões que lhe desferi. Sua tatuagem de lobo me encarava e seu caminhar me hipnotizava. Começamos a subir para a torre. Ele era um anjo me guiando para o céu. Eu o seguiria até o inferno. Eu sabia disso. E ele também
Ele abriu uma porta e fez sinal para que eu entrasse. Uma cama de ferro. Um colchão vagabundo. Lençóis amarrotados. Velas por todo o quarto.
Ele subiu na cama e se colocou de frente pra mim. Eu só conseguia admirar sua beleza angelical, quase infantil, enquanto ele se masturbava com a luxúria de um adulto pervertido.
  - Ajoelha! - ele ordena. - Hora de confessar seu pior pecado.
  - Me apaixonei por um anjo. - digo sem parar de mira-lo. - Que me deixou no inferno por anos, mas veio dar minha redenção. Me guiar ao paraíso. - digo pairando minha testa em sua barriga e passando minha língua sobre sua glande.
  - Eu não sou um anjo. - ele fala agarrando meus cabelos e me forçando a olha-lo nos olhos. - Sou um demônio que você tem que exorcisar.
  - Quer que eu seja teu pastor? - digo risonho, lambendo a linha do seu baixo ventre até o umbigo.
  - Me exorcisa. Me batiza entre as tuas coxas e me faz falar em línguas...
  - Isso é blasfêmia. A gente vai pro inferno! - digo chupando seu pau mais uma vez.
Ele se ajoelha na minha frente e me beija. - Você ainda não entendeu? - ele franze o cenho. - Nós já estamos no inferno. Você é o pequeno pedaço de paraíso que eu roubei.
Ele me beija e me faz deitar na cama erguendo meus braços acima da minha cabeça. Atacando meu mamilo com uma lambida molhada, me fazendo arquear.
  - Se você continuar me seguindo, eu vou continuar te guiando. - ele falava enquanto arrastava seus lábios pela minha barriga.
  - Me guiando pro seu quarto? - pergunto enquanto sinto meu corpo arrepiar.
  - Te guiando pro meu sexo. Pro nosso paraíso. - ele responde quando coloca meu membro em sua boca.
Sua boca era quente. Sua língua suave. Meu pau lembrava aquele toque. Aquele jeito de chupar. Poderiam se passar mil anos, meu corpo lembraria.
Seu dedo foi pra minha entrada. Eu gemi com o ardor, mas já o queria dentro de mim. Não! Por favor não pare agora! Eu clamaria por mais.
Ele parecia saber o que eu não dizia em voz alta. Como se estivesse conectado a minha consciência. Cada toque, cada beijo, cada castigo. Ele me conhecia melhor do que eu mesmo.
Ele me penetrou enquanto eu arqueava de tesão ao sentir cada centímetro entrar. Como eu desejei isso! Meu corpo se contraia. A cada estocada uma nova sensação. Tesão, amor, ódio, luxúria, raiva. Foda-se! Eu não quero pensar em mais nada. Só senti-lo me comendo, cada vez mais dentro, cada vez mais fundo. Minha mente pareceu desligar. Só havia ele em mim. Seus gemidos de prazer se misturavam ao ranger da cama e aos meus suspiros sôfregos de desejo. Ele não era gentil. Sua fome por mim era tão desesperada quanto a minha por ele.
Deitado sobre mim, ele citava frases sujas e depravadas que só me deixavam mais e mais excitado. Sua língua descobria em mim partes íntimas que me faziam arrepiar. Locais que nem eu conhecia.
Ele saiu de dentro e se enterrou entre minhas coxas, cheirando, mordendo, chupando. Eu agarrava a cabeceira da cama tentando conter meus gritos de prazer.
Ele me penetrou de novo, se deitando sobre mim. Algo estava diferente. Meu coração tremeu de medo.
  - Você não me conhece. - ele disse se movendo mais lentamente. Seus olhos fixos nos meus. - Como pode me amar?
  - Agora eu sei o seu nome. E você prometeu ficar. - respondi. - Eu te amo agora e aprendo sobre você depois. - beijei seus lábios e me movi para ajudar a penetrar. - O quê há para não amar?
  - Tantas coisas... - ele responde cabisbaixo.
  - Foda-se! - digo emputecido o puxando para mim. - Amo teu sexo, amo teu jeito, amarei teus defeitos, Min Yoongi... Só não me deixa de novo.
O beijo lascivo entrelaçando minhas pernas em sua cintura, o fazendo ir mais fundo enquanto eu contraia por sentir seu membro tocando minha próstata. Ele geme alto e repete o movimento, põe a mão no meu pau e me masturba na mesma velocidade em que me fode.
Ele estava entregue, assim como eu.
  - Até que esse prédio desabe... - falo sua frase do nosso voto de casamento e ele solta uma gargalhada alta me fazendo sorrir também.
  - Você é um puto desgraçado. - ele fala dando leves tapas em meu rosto. - E eu te amo tanto... - me beija cálido novamente, e vai acelerando aos poucos, até estarmos na mesma louca velocidade de antes.
  Sussurros, gemidos, gritinhos e palavrões sujos. Era o que se ouvia ecoar por aquelas quatro paredes que um dia já foram um local para palavras santas. Eu iria para o inferno feliz. Até o fim dos tempos, seguiria Min Yoongi e o prazer que o sexo dele me proporciona.
Uma intensa onda de calor, tremores em meu baixo ventre, saliva pesada em minha boca e um grito sufocado em minha garganta. Eu gozei ao senti-lo se derramar dentro de mim. Um último beijo lento e ele se retira. Sinto seu líquido quente descer pela minha entrada enquanto ele me abraça e se aconchega ao meu lado. Adormecemos agarrados naquele lugar, tão sujo, tão puro, tão nosso.
.
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Acordei com uma puta dor de cabeça. O efeito do álcool e do ácido já haviam acabado. Será que tudo foi um sonho de novo?
Olhei em volta e eu realmente estava na torre da igreja. Mesma cama, mesmo colchão vagabundo, mesmas paredes manchadas de cinzas... Eu estava pelado, fodido, mordido, sozinho.
  - De novo não! - sussurrei fitando o teto.  Uma lágrima fugia enquanto meu coração se apertava.

  - Bom dia. - uma voz rouca me surpreende. Ergo a cabeça e o encontro de pé me admirando. Ele não usava nada além da minha camisa. Era a visão mais linda que eu poderia ter.
  - Min Yoongi... - sussurrei desacreditado.
  - Esse é o meu nome. - ele responde rindo debochado. Eu não conseguia parar de olhar pra ele. - Yah! Você me deve uma camisa!
  - Você ficou lindo nessa. - digo me sentando.
  - E você fica lindo assim, pelado. - ele diz se aproximando. - Fica mais lindo com a minha boca na sua.
Ele sobe na cama e me beija. Eu não estava mais sob efeito de droga nenhuma, e seu beijo estava ainda melhor que antes.
  - Vem! - ele ordena me pegando pela mão. - Vamos tomar café. Você precisa comer algo que não seja... Eu... Pra poder me comer de novo depois.
Começamos a gargalhar enquanto eu me levantava e ele pegava nossas roupas espalhadas pelo chão.
Dessa vez não era sonho. Ele estava ali, e eu faria o que fosse para que ele permanecesse ao meu lado.
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~Taehyung~
Não havia mais nada que eu pudesse fazer... Ele fez a sua escolha. E por mais que me doesse abandonar meu melhor amigo, eu não suportaria vê-lo feliz com o meu amor.
Passei a madrugada na sarjeta, sentado do outro lado da rua em frente a igreja. Chorando todos os meus demônios ao imaginar o que acontecia lá dentro.
Era pra ser eu.
Era pra ser meu!
Mas não foi assim que ele quis.
E eu sempre faria tudo que ele quisesse...
Então, mas uma vez eu obedeci.
O deixei ser feliz, mesmo que isso me matasse.
Levantei
Limpei o rosto
Arrumei meus cabelos
E segui meu caminho
Sozinho.


Notas Finais


Explicações: Doce, papel, ácido são codinomes para uma droga sintética alucinógena: LSD. Ela não vicia, mas te deixa doidão. E foi esse papel que o Suga usou no primeiro capítulo. E por isso seria um capítulo único. Por que o Suga, na verdade, seria só uma ilusão da goodtrip do JK.
Maaaaaas, como vcs pediram muito pra continuar, eu voltei! 🤗
Não vou responder os comentários do capítulo anterior pq todos foram basicamente pedindo continuação, então a minha resposta é postando a continuação. Mas se vcs comentarem agora, eu vou responder de um por um com muito carinho ❤️
Vai ter mais um capítulo? Talvez... Se vcs quiserem saber o que acontece com o Taehyung e o pq do Suga ter sumido... Quem sabe se vcs pedirem de novo 😁
É isto! Não usem drogas! Leiam minhas fanfics que a good trip é da boa tbm KKK
Até a próxima, Babies 😘


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