História Sweet Poison - Jikook ABO - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Alfa, Bangtan Boys, Bts, Fanfiction, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Ômega, Park Jimin
Visualizações 4.430
Palavras 2.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Para melhorar a noite de quem estava fazendo a prova do themônio...

AVISO: Capítulo contendo Smut / Lemon

Capítulo 17 - - Sixteen -


Fanfic / Fanfiction Sweet Poison - Jikook ABO - Capítulo 17 - - Sixteen -

“Diga me, como tu ousa invadir meus sentimentos com teus gemidos e anseios? Segura te teu corpo contra o linho branco desse lençol enquanto toco tua alma com meus lábios.”

Jungkook P.O.V’s

     Há pelo menos dois dias vinha sentindo as dores, aumentando a temperatura de meu corpo pelas madrugadas, mas não me importei muito, concertar minhas idiotices era mais importante que tudo. Depois de cuidar da bebedeira do pequeno ômega, passei a noite vigiando seu sono, acordado mantendo o mesmo em meus braços, lhe protegendo do frio, zelando por seu descanso, levantei completamente quebrado para, mas tinha que ir até a faculdade. Antes de sair, lhe deixei um bilhete, e um comprimido para suas dores, sabia que acordaria de ressaca.

     Passei parte da manhã, com a mente conturbada por todos os últimos acontecimentos, e ainda tive que aturas as ômegas de minha sala, se jogando sobre mim, possivelmente por terem percebido meu aroma já modificado pelo maldito rut. Se fosse em qualquer outra circunstância, não teria duvidas que agarraria qualquer uma delas, mas naquele instante só queria Jimin. Estávamos de fato conectados, não por algo tão forte como chamado a marca de alma gêmea, ou a mordida, mas nossa ligação era de fato intensa.

     Chegar em casa, e receber um turbilhão de foras, foi de fato um banho de água fria. Eu realmente merecia aquilo, abrir a boca sem pensar, foi realmente meu pior erro, e como Yoongi disse, eu estava prestes a perdê-lo, sem nem ao menos tentar. Doeu, cada palavra, cada opinião, doeu ouvi-lo se desmerecer daquela forma, dando a entender que não era digno dos sentimentos de alguém como eu. Não consegui me segurar, e acabei chorando em sua frente. Não me importei em ser um alfa, nem com o fato de demonstrar tal fraqueza diante de um ômega, mas toda aquela confusão ficava cada vez pior.

      Assim que Jimin saiu do quarto, caí de joelhos, não pelas lágrimas, senti uma fincada sobre meu abdômen, à dor havia piorado. Caminhei cambaleando até meu quarto, antes de me jogar de costas sobre a cama, percebi o pequeno sentado na casa da árvore, encarando as gostas de chuva que caíam sem cessar. Acabei adormecendo pelo cansaço, mas não demorei a acordar, com o barulho de carro sendo estacionado de frente a casa. Ouvi a voz de minha mãe, pensei em me levantar, mas a dor me fez ficar no lugar.

     Quando encontrei um pouco mais de força, caminhei até o banheiro. E o que é melhor para acabar com a dor, se não uma ainda mais intensa. Comecei a desferir alguns socos contra a parede, minha mãe apareceu segundos depois, e assim que viu minha situação, saiu correndo do quarto. A mais velha sempre tinha medo de minhas crises, tudo aquilo por não suportar a dor. Achei que fosse aparece meu padrasto, ou até mesmo Taehyung para me parar, esse era sempre os pensamentos de Jihyo, mas ao contrário do que imaginei, foi Jimin que passou pela porta, e céus, naquele instante, usei todas as minhas forças para não jogá-lo sobre minha cama.

     Foi então que descobri, o ômega estava ali, se oferecendo para me ajudar, oferecendo seu corpo de bom grado, mesmo com o medo estampado em seus olhos, ele queria ser usado para que eu atingisse meu prazer. Naquele instante, tentava controlar o máximo possível, meu lado inteiramente selvagem, nem mesmo sabia se iria conseguir por muito tempo, mas também não queria machucá-lo. E lá estava o pequeno, com seu corpo contra a parede, sendo prensado por meus músculos, enquanto nossos lábios dançavam em uma sincronia perfeita.

     Puxei sua blusa para cima, arrancando o tecido grosso de seu corpo. Sua pele estava ali, branquinha, implorando para ser marcada. Desci minhas mãos um pouco mais para baixo, abrindo o zíper de sua calça jeans. O tecido caiu sobre seus pés, sendo chutado para longe. Jimin demonstrou estar tão interessado quanto eu, ou talvez fosse por medo de se machucar fisicamente. Suas pequenas mãos vieram para os botões de minha camisa social, abrindo lentamente cada um deles. Assim que o tecido foi aberto, senti suas unhas rasparem em meus ombros, arrancando a peça de meu corpo.

     Peguei seu corpo perfeitamente desenhado, o colocando sentado no balcão de mármore da pia. Meu membro já estava desperto dentro de minha calça, e ômega percebeu, pois senti suas mãos descerem com certa agilidade, abrindo o zíper de minha calça, e invadirem a parte entre a pele, e o tecido fino da boxer. Arfei ao sentir seu toque quente sobre meu membro, Jimin estava mais ousado que imaginei, talvez por querer me corresponder a altura. Mel ele sabia, que com sua simples respiração, é capaz de despertar em mim, os desejos mais insanos.

     -Bebê! Sabe que não precisa fazer isso. –Sussurrei contra seu pescoço, enquanto o pequeno mantinha sua cabeça apoiada em um de meus ombros, encarando o serviço que fazia dentro de minha boxer.

     -Fica calado, alfa. –Jimin disse sério. –Melhor, vamos para sua cama.

     O garoto pulou do balcão, puxando um de meus pulsos. Senti a maciez do colchão batendo contra minha coluna, e arfei ao sentir os tecidos da calça e da boxer, deixarem juntamente meu corpo. O ômega se sentou sobre minhas coxas, sentia que o mesmo também estava necessitado, já que sua ereção ainda coberta, se chocava contra minha pele. Jimin estava tão desesperado quanto eu, parecia ele no cio ali. Jurei ter alcançado o paraíso, quando senti seus lábios sobre meu membro.

     Não parecia o garoto inocente e puro de semanas atrás, parecia um ômega bem experiente, se não fosse tão tímido, e meu cheiro que ainda marcava seu corpo, diria que ele havia pertencido a outro alfa. Apertei seus fios entre minhas mãos, ouvindo um pequeno gemido escapar de seus lábios. Céus, estava em meio a um manto de perdição, mas parecia tocar o paraíso com cada movimento, cada som que escapava por seus lábios. Park Jimin é minha ruína, e minha cura. Capaz de me fazer mover qualquer montanha, apenas para tê-lo ao meu lado. Naquele instante me amaldiçoei por não ter o marcado.

     -Bebê, é melhor parar. –Tentei afastá-lo, segurando em ambos os lados da linha de seu maxilar. –Hum...

     Senti meu orgasmo se abater de uma forma violenta, mas ainda não estava satisfeito, ainda não havia acabado de vez com minhas dores. Inverti nossas posições, colocando o ômega deitado contra o colchão, e atacando seus lábios com volúpia. Desci meus lábios para seu pescoço, marcando toda sua pele, deixado uma trilha de pequenas marcas vermelha, que começavam em seu maxilar, e terminavam em seu baixo ventre. Rasguei a boxer de seu corpo, atirando o tecido sobre o chão, o mais novo nem questionou, já que agarrei seu membro, o bombeando de uma forma precisa. Aproveitei para penetrar dois dedos em sua entrada, vendo o pequeno revirar os olhos, e afundar as mãos no lençol.

     -J-Jungkook. –Meu nome foi pronunciado de forma manhosa. –Awn!

     -Está gostando, Bebê? –Meus olhos brilhavam sobre as reações de seu corpo. –Eu amo o controle que tenho sobre você.

     -Hyung! –Ele sussurrou, se entregando de vez aos meus toques.

     O ômega também alcançou um clímax intenso, nem ao menos o esperei se recuperar. O virei de bruços sobre o colchão, mantendo suas mãos acima da cabeça. O pequeno estava na posição perfeita para mim, coloquei um preservativo, e passei um pouco de gel para aliviá-lo melhor, sentindo o mesmo arfar com o contato do líquido gelado com sua pele sensível. O penetrei sem aviso algum, vendo sua testa ser deixada sobre o travesseiro, enquanto um gemido extenso abandonou seus lábios.

     O acertava de forma precisa, me afundando cada vez mais em seu interior, sentindo seus músculos apertarem levemente meu membro. Não conseguia evitar meus gemidos diante toda onda de prazer, assim como o mais novo não conseguia evitar os seus, que eram abafados pelo edredom. Não consegui evitar, apertei uma de suas nádegas, desferindo um tampa logo em seguida. Ouvi um pequeno arfar deixar sua garganta, e a pele do local, ficar imediatamente avermelhada.

     Debrucei meu corpo sobre suas costas, mantendo uma velocidade razoável, enquanto beijava a parte de trás de seu pescoço. A respiração do ômega estava cada vez mais falha, na medida em que o suor tomava conta de nossos corpos. As paredes de meu quarto, já poderiam ser contadas, como testemunhas de nossos momentos mais insanos, e um tanto quanto quentes também. Ergui novamente meu corpo, desferindo mais um tapa contra sua nádega, antes de finalmente vira-lo em minha direção.

     Seus braços contornaram meu pescoço, enquanto me encaixava novamente em seu interior. Nossos lábios buscavam um ao outro, não para esconder os gemidos, mas por necessidade de saciarmos a sede por beijos intensos. Suas pernas cruzaram meus quadris, me puxando ainda mais para seu interior. Meus músculos começaram a contrair, e os seus não estavam diferente. Aumentei a velocidade, sentindo meu orgasmo ser atingindo, no mesmo instante que grudei os lábios ao seu pescoço.

     Deixei uma marca ali, mas não consegui evitar o som de meus gemidos, quando Jimin atingiu o clímax, afundando ás unhas em minha nuca, gemendo de forma sôfrega e manhosa próximo ao meu ouvido, deixando escapar o resto de sanidade que havia em meu interior. Me distancie do mais novo, o vendo ainda de costas sobre o colchão, de olhos fechados e com um sorriso satisfeito nos lábios, enquanto tentava controlar a respiração. Caminhei de volta para o banheiro, sentindo minhas pernas levemente bambas, as dores haviam sumido por alguns instantes, sabia que elas retornariam, e seria desta forma por pelo menos três dias.

     Deixei a banheira enchendo, enquanto me livrava do preservativo. Encarei minha imagem no espelho, a marca de seus lábios espalhada por minha pele, vergões de suas pequenas unhas, marcando parte do meu pescoço e de meus ombros. Meus cabelos bagunçados do melhor jeito pós-sexo, meus lábios inchados por conta dos beijos intensos, e principalmente um sorriso em meu rosto, por ter conseguido a chance de senti-lo novamente em meus braços.

     -Bebê, vamos tomar um banho juntos? –Esperei por sua resposta, e sorri ao ouvi-la com clareza.

     -Aceito sua proposta, desde que venha me buscar aqui. Estou com as pernas completamente bambas. –Gargalhei caminhando em sua direção. –Céus, Jungkook. O que fez comigo?

     -Me desculpei da melhor forma possível. –Falei em tom de divertimento, enquanto o pegava no colo.

     Segui até o cômodo, ouvindo a água desligar automaticamente quanto à banheira atingiu seu limite máximo. O aroma de flores dos sais de banho preenchia o ambiente. Me sentei dentro da água, o trazendo em meu colo, colocando o pequeno entre minhas pernas. Jimin deitou a cabeça em meu peito, e puxou meus braços para circularem sua cintura. Arranhou levemente a pele daquele local, quanto a mim, arrastava o nariz na curva de seu pescoço, absorvendo o aroma que ainda restava em sua pele.

     -Jungkook, eu não quero me afastar de você. –Sua voz saiu baixa. –Mas tenho tanto medo que você me machuque.

     Apertei meus braços em volta de seu corpo, enquanto deixava pequenos selares em seus ombros. Me sentia culpado por ouvir aquilo, mas não havia como prometer que seria tudo perfeito, não consigo mudar da noite para o dia. Mas de uma coisa estava certo, faria de tudo para tentar acabar com meus defeitos, me tornar uma pessoa boa o suficiente, para atender a todas as exigências que o ômega precisa.

     -Bebê, como eu disse á você dias atrás. Não sou o príncipe encantado, sou um tremendo babaca ás vezes, mas estou disposto a mudar, e preciso de sua ajuda. –O menor se virou para me encarar, segurei seu rosto entre as mãos, mantendo seu olhar fixo ao meu. –Preciso que me compreenda, nos momentos em que for estúpido, jamais se cale quando achar que algo está errado, pode me bater. Por Deus, Jimin. Me dêem um belo golpe no meio da rua, quando for estúpido com você novamente.

     -Você é engraçado. –Ele sorriu abertamente, e naquele instante sabia que estávamos bem, ou ao menos tentando.

     -Mais uma coisa. –Puxei seus lábios de encontro aos meus. –Pode parecer maluquice, mas esse idiota aqui, te ama. –Rocei nossos lábios levemente. –Estou perdidamente apaixonado por você, Park Jimin.

      Não consegui dizer mais nada, ao sentir seus lábios sobre os meus, e suas mãos entrarem na parte de trás de meu pescoço, dando uma proporção ainda maior ao nosso beijo. Estou disposto a mudar, mudar por ele.

     -Eu também te amo, idiota. –O ômega sorriu, com os olhos repletos de lágrimas, mas desta vez de felicidade. 


Notas Finais


Agora vou descansar, estou morrida...

Beijos e até o próximo capítulo! <3


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