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História Sweet Revenge - Capítulo 13


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Capítulo 13 - Running


Ásia, Dubai, 2 de Abril, 3:45 AM

P.O.V.'s Kayla Tageryan

Não consegui dormir muito, quando fechava os olhos parecia que eu estava me afogando, de novo, de novo e de novo.
Acordava sempre com falta de ar, e ficava bolando na cama o resto da noite.
Depois de quase um mês, meus pulmões tiveram um efeito bom, e já não sinto mais ardência nem dificuldade para respirar.
Os cortes superficiais já desapareceram, a medicina avançada ajudou bastante, não fiquei com cicatrizes, as das costas é outra coisa, foi profundo.
Temos que usar os tratamentos por um mês e meio, para está totalmente sem registros de mal tratos.
Porquê não tirei a cicatriz do pé da minha barriga? A verdade é que nem sei a resposta.
Deve ser porquê mesmo que eu tire por completo a real cicatriz sempre vai está encravada na minha cabeça, não adianta curar uma e deixar a outra aberta.
Me levantei e peguei um roupão de seda, indo para o elevador e descendo até a cozinha, fazendo um lanche da madrugada e indo para o jardim da mansão, me sentando a beira da piscina, observando a lua.
Minha irmã já está bem, e Hailey também, estão atrás de Thiago, ele deu chá de sumiço.

— Sempre vem aqui? – Merda, que susto. Eu estava muito perdida nos meus pensamentos para perceber que ele se aproximou.

— Todos os dias entre... – Justin me corta.

— As duas e cinco da manhã, eu sei, vejo você passar pela cozinha, eu sempre acordo nesse horário pra fazer o meu lanche matinal. – Fala ele dando um sorriso brilhoso e se sentando do meu lado.

— Nunca vejo você. – Falo terminado de beber meu suco, e observando seu corpo quase nu, ele fica um pecado de cueca branca.

— Anda muito distante depois de tudo. – Ele me olha, com a lua refletida em seus olhos caramelos. Eles são tão lindo, eles são o espelho do próprio mel, líquido e quente.

— Me pergunto porquê você e Jazmyn não foram junto com os outros para casa. – A alguns a equipe de Justin foi para casa, menos ele e sua irmã, que agora vive colada a Bonnie.

— Quero achar quem fez isso com você. – Ele respondeu baixo, desviando os olhos.

Puxo seu rosto para me olhar e sorrir, sem máscaras, apenas eu, minha verdadeira eu.

— Porquê, Justin?

— Porquê... Somos amigos? – Perguntou franzindo a testa e olhando para baixo.

— Sim, amigos. – Sorrir me aproximando, e beijando sua bochecha.

Ele pareceu assustado com minha iniciativa de afeto, qual é? Nem é tão importante assim, só estou dizendo um “obrigado por me achar”.
Revirei os olhos, e o empurrei com o ombro.

— Para de ser besta e de me olhar assim. – Olho para a lua novamente.

— Desculpa, preciso fazer uma coisa. – Me viro para perguntar o quê, porém seus lábios já estão colados no meu.

Sua mãos quentes com a pele macia fazem carinho no meu rosto, e de um selinho vamos para algo mais quente, coloco minhas mãos nos seus ombros apertando o local, sua mão puxa minha perna a jogando por cima de si, me fazendo montar nele. Nossa línguas se tocam, e me tiram o fôlego, como pode ser possível uma pessoa beijar tão bem?
Puxo seu lábio inferior, enquanto sinto suas mãos abrindo o roupão.
Passo a ponta da língua no seu lábio e aprofundo o beijo, me mexendo no seu colo, ele se afasta um pouco para me olhar.

— Estava dormindo só de calcinha? – Perguntou-me.

— Fiquei com preguiça de vestir outra coisa. – Dei de ombros, ele deu um de seus sorrisos lindos.

Sinto suas mãos grandes na minha bunda e me dá um tapa grande no local, apertando logo depois.
Colo nossos lábios novamente, puxando seus cabelos e rebolando no seu colo, eu perdi totalmente o raciocínio, e a única coisa que consigo pensar agora é em foder muito com esse homem gostoso pra um porra.
Ele se levanta comigo no colo, e deixo seus lábios, indo para seu maxilar e pescoço, distribuindo chupões e beijos.
Ele anda pela casa e escuto o elevador, abrir os olhos e ele sorrir para mim.

— Meu quarto. – Sussurro no seu ouvido.

Escuto o mesmo apertar o andar e em segundos já estamos no mesmo, com ele me levando entre as portas duplas.
Ele se deita na cama comigo por cima, o beijo com sagacidade, esse homem foi feito em cada detalhe perfeitamente.
Alguém bate na porta e me levanto fechando o roupão.

— Ele pareceu. – Era Bonnie, e ela parecia feliz.

— Passou a noite procurando ele?

— Passamos. – Jazmyn aparece atrás delas.

— Sala de reunião. – Elas concordam e vão para o elevador.

Olho para Justin apoiado pelos cotovelos me olhando, e depois ele se joga contra a cama.

— Meu deus, me permita foder com essa mulher, por favor, nunca te pedi nada. – Ele falou me fazendo rir, vou para o meu closet e pego um vestido comprido preto, ele é meio colado até a cintura e solto depois, com suas alças finas.

— Vamos Justin, vai assim mesmo? – Pergunto para o mesmo.

— Vestir uma calça. – Amarro meus cabelos em um coque alto, que fica frouxo.

Ele pega minha mão e vamos para o elevador, passando no andar dele pra ele vestir a calça, observo seu bico no elevador, e fico na ponta dos pés para o beijar.

— Teremos outra chance, para de ser idiota. – Falei revirando os olhos.

— Acabou com todo o clima fofo.

— Eu não sou fofa. – Falei vendo as portas se abrirem, comigo piscando para ele e saindo do mesmo.

Chegando na sala de reunião, tinha minha equipe com cara de que ia matar alguém, Zayn observa eu e Justin entrando juntos e parece desconfortável.
Bonnie liga a mesa, e ela começa a projetar uma montanha.
A mesa é de tecnologia de ponta, que faz projeção em tempo real e realista.

— Dentro da montanha fica a base dele, estou procurando com o Great... – Corto Bonnie.

— Você usou o Great? Bonnie! – A repreendi, Great é simplesmente o maior dispositivo de hacker já criado em todos os tempos.

Ele pode encontrar qualquer pessoa, em qualquer canto em horas, ele scanear a voz, gesto de andar, digitais, cor dos olhos, todas as características que um ser humano pode ter, e joga tudo isso no banco de dados do mundo todo. Procurando em cada câmera que existe no planeta, em cada avião, barco, tudo que tiver conexão com tecnologia, não importa se voa ou anda. E isso é perigoso, se caí em mãos erradas, pode criar uma grande confusão, e se caí nas mãos das potencias, a terceira guerra mundial vai ser acionada.
Louis criou esse dispositivo a quatro anos, foi o trabalho da sua vida, e só usamos em extrema necessidade, que foi... nunca.

— Foi necessário! Nunca que iríamos achar ele, quem faz uma base secreta dentro de uma montanha no meio do nada? – A gente.

— Bonnie, você nem sabe usar!

— Louis me ensinou!

— Louis! – Grito com o mesmo.

— Estou fora. – Fala ele indo de fininho para atrás de Liam e Niall.

— Beleza, já usou, é isso, fala o que descobriu. – Falei realmente desistindo de brigar, só quero acabar logo com tudo.

Com seu tablet na mão ela transporta as imagens para a mesa, fazendo um tipo de "maquete" virtual.

— Tem apenas uma saída e uma entrada, por dentro ela é totalmente a prova de bombas, tem mais de trezentos guardas espalhados por toda ela, e para chegar nela tem que passar por um tipo de scanner, que tem quando você vai na trilha que tem em direção a montanha, e entre as árvores, ou nelas, eles tem várias armas. – Fala ela apontando para um caminho de areia que tem entre uma floresta, e que dá até acima de uma montanha mediana. – O único modo de passar pela vistoria tecnologia e voando, mas vamos precisar de armas pesadas, isso causa o uso de carros.

— Mas eles tem algum tipo de código para entrar, certo? – Pergunta Liam.

— Sim, é um tipo de cartão com chip codificado. – Responde Jazmyn.

— E como pretendem entrar? – Pergunta Justin.

— Eles vão fazer uma entrega de reabastecimento dia dez, então vai ter caminhões e muitos guardas, e só vai ter um jeito de entrar na estrada.

- Que seria? - Pergunta Harry.

— Aí que fica interessante, vamos voando. – Fala ela sorrindo, e ficamos todos confusos.

Em algum lugar do mundo, 10 de Abril, 4:32 AM

- Estão prontos? - Pergunta Jazmyn pela escuta.

- Estou, mas acho que o Harry tá se cagando de medo. - Responde Liam, fazendo todos rir, comigo escutando tudo pela escuta. Confiro as armas e as unhas enquanto isso.

- Porra, cala a boa Liam. - Fala Harry.

- Se acalma Haz, só vamos despencar por milhares de quilômetros do chão. - Responde Zayn.

- Certo, estamos chegando perto, se preparem para pular. - Fala Jazmyn.

A traseira do avião começa a se abrir, vejo pelo retrovisor do carro, estamos todos de costas, olho para trás por cima do banco de couro, no meu Lykan HyperSport de 3,4 milhões de dólares, que vai de zero a cem quilômetros em menos de três segundos, aprova de balas.
Eu nunca tinha usado esse carro, só existe quatro em todo o mundo, e achei que essa é a hora.
Cada um está em seu carro, somos seis ao todo.
Justin em sua Lamborghini, Louis em uma Ranger Rover, que é aprova de canhões, eu mesma pedi para fazer essas modificações, Zayn em seu Audi, Liam em seu Bugatti e Harry em um Porche. Niall ficou com elas na mansão, para a proteção.

- AGORA! - Fala Bonnie pela escuta, dei ré e sinto o carro descendo, comigo indo ao ar com toneladas de ferro e aço.

Vejo as gotas de água subindo pelos vidros do carro, indo ao contrário pela velocidade que estou caindo.

- Cadê o Harry? - Pergunto Louis.

- Todos já foram? - Jazmyn fala pela escuta.

- Eu desisti, porra. - Responde Harry.

- Vamos logo, Harry! - Falei sentindo o carro girar no ar, estamos com cintos, aqueles que são como alças de mochila e na cintura, cinto de corrida.

- NÃO! - Ele grita.

- Os paraquedas são interligados né? - Pergunta Justin.

- Sim! - Liam grita curtindo.

- Foi mal, Harry. - Fala Bonnie.

- O quê?

Escutamos algo destravando e Harry grita.

- FILHOS DA MÃE! - grita ele e já sabíamos que estava no ar.

- Gente, presta atenção na tela digital, o chão está próximo. - Fala Louis.

- Beleza, se preparando. - Falei, apertando o cinto e vendo os números do painel diminuindo rápido.

Acionei o paraquedas, sentindo o carro flutuar, em instantes já estava no caminho, comigo apertando o botão para soltar os paraquedas.
Todos já estavam atrás de mim, conosco indo adiante.

- Morreu Haz? - Pergunta Liam.

- Idiotas. - Ele responde nos fazendo rir.

- Certo, se concentrem, eles estão alguns metros a frente, formação. - Fizemos as três fileiras, comigo no meio e pisando no pedal do acelerador, passando a marcha.

Avistamos os quatro carros ao redor de um caminhão, Justin e Louis que estão dos meus lados acionam as armas, é um tipo de arpão, daqueles que tem a ponta de aço como um lança, e o fio que a segura e de um tipo de aço resistente pra caralho.

Eles lançaram no caminhão, que ultrapassou o ferro e se prendeu lá, elas se abrem como grande ganchos.

- Podem puxar. - Falei.

Eles freiam ao mesmo tempo, fazendo a parte inferior do carro ser puxada e arrancada do mesmo.

É nessa hora que os carros que o protegem abaixam o vidro traseiro e apontam armas para nós, as balas batem no vidro não causando efeito nenhum.
Eu mesma fiz o avanço tecnológico desse carro, nunca que uma bala se quer vai fazer um arranhão nele.
Os caras do caminhão nos aponta uma metralhadora civil e automática, merda.

- FORMAÇÃO! - Gritei freando, com Louis indo para frente, com a gente fazendo uma fila atrás dele, seu carro é o mais potente aqui em questão de aguentar tiros.

Ficamos atrás dele até cessar os tiros, piso no acelerador, indo para frente deles.

- Me ajudem. – Pedi, com Louis encostando na traseira do meu carro e os outros fazendo uma fila atrás deles, com eles acelerando os carros, fazendo eu ganhar mais velocidade, deixei no piloto automático, e abrir a minha janela do carro, saindo do mesmo, com eles atirando na minha direção, vou para o capô do carro.

- Preciso chegar mais perto. – Falei perto da pulseira que eu usava, que era usada como um meio de falar com eles.

Eles aceleram mais seus carros, fazendo o meu colar no caminhão, pulei dentro dele, dando um chute no cara que tentava atirar em mim, peguei sua arma batendo com o apoio dela na sua cabeça e depois atirando no mesmo, me abaixando quando um dos caras que estavam no carro tentou me acertar.

- Cuidem desses, vou pegar o controle do caminhão.

Eles concordam.

Fiz um círculo de balas do teto e subi no mesmo, pegando a faca que eu tinha no meu apoio na coxa, me seguro com a faca para não escorregar,
Fui até onde fica a cabine do motorista e atirei onde ele deveria ficar, atirando na janela, a quebrando e destravando a porta, para eu poder entrar. Meu tio é burro pra um cacete.

- Consegui. – Falei tirando o cara morto daqui de dentro.

- Conseguimos também. – Responde Zayn.

{...}

Dirijo por mais um tempo, até chegar na entrada do lugar, passei o cartão. Escondemos os carros em um raio de um quilômetro, não muito longe, e eles estão dentro do caminhão, e eu escondi meus cabelos dentro do boné.
Entramos e vejo várias pessoas trabalhando, assim que paramos começamos a chacina, nenhum deles queria me falar onde Thiago estava, mais que merda.
Até que encontrei uma pessoa, Stassie, a vadia tentou correr, corro atrás dela e a puxei por seu cabelo, tacando sua cabeça na parede algumas vezes e chutando com o joelho sua barriga.

- Oi, vadia mirim. – Falei a puxando e sorrindo. - Onde está seu pai?

- Não vou dizer! – Gritou cuspindo sangue.

A parede foi sem querer mais algumas vezes contra o seu rosto, foi nem porquê eu quis, mentira, foi eu sim.

- Pena, vamos procurar ele juntas.

Eles me dão cobertura e saímos procurando aquele idiota, achamos uma sala, parece um escritório.
Na parede tem um telão, e no momento que a abrimos, Thiago aparece sentado fumando.

- Tomara que morra com problemas no pulmão. – Falei fazendo a filha dele sentar.

- Pensei que tivesse morrido, queria Kayla. – Falou-me sorrindo.

-  Diferente de você, eu não tenho medo de brigar, e isso me tornar mais forte, olha você, manda todos fazer por você, algo que deveria fazer com as próprias mãos, seu covarde.

- Kayla Tageryan, suas palavras não me atingem.

- Pena, minha mão atinge a cara da sua filha. – Falei dando um gancho de direita na mesma.

- Ela não serve mais para mim, pode a matar, vamos nos encontrar novamente. – E o telão se fecha.

- E agora Kayla? – Pergunta Liam.

- Pela primeira vez na vida eu não faço a mínima ideia do que fazer. – Falei batendo com força a cabeça dela na mesa, fazendo a mesma desmaiar. – Mas sei para onde ir, onde eu já deveria ter ido a muito tempo.

Oi gente, Primeiro de tudo queria pedi desculpas, mas eu fiquei sem internet, e resolvi postar hj pq.... (pq eu vi as ameaças de vcs no zap, ksksksk).
Bem, eu resolvi uma coisa, eu sou uma escritora muito lenta, e preciso claramente praticar isso.
Agora as atualizações vai ser somente dia de Segunda, as vezes quando eu tiver de bom humor pode vim até 3 capítulos por semana.
Mas a de segunda feira só vai valer para a próxima semana, não essa. Pois essa semana pretendo que quarta feira saia um capítulo com no mínimo 10k de palavras, quero compensar o atraso. Se eu não conseguir a de 10k vai ser maratona. Então não fiquem chateados comigo, eu tive muitos problemas esse dias também, pessoais. Bom, desculpa pelo capítulo bosta, é isso, xau.


Quarta: 20 de Maio


Vai ser esse dia, se eu não mandar até as 23:59 desse dia, podem me bater, eu deixo.
OUTRA COISA, pra quem não sabe, o carro que a Kay usa, eu encontrei nos Velozes Furioso 7, meus filmes de ação predileto, e esse capítulo foi inspirado neles tbm.







































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