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História Sweet Revenge - Capítulo 8


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Notas do Autor


Me desculpem os erros, qualquer coisa, estou sem beta.

Capítulo 8 - Fires


Continuação do Capítulo anterior, cinco minutos depois:

- Me explica isso Kayla! - Falei quando ela se virou e saiu andando rápido pela mansão, indo para uma sala, é um escritório enorme, com uma parede coberta por livros, ela se senta por trás de um mesa de vidro circular.

- Tenho nada pra explicar, você viu tudo em full hd. - Falou sorrindo irônica, puro veneno suas palavras saíram.

Me sentei a sua frente, pondo os cotovelos na mesa.

- E você, você matou meus pais! - Gritei rugindo.

- Quê? Não!

- Foi um mês antes do seus!

- Um mês antes eu estava na Rússia, e nem sabia da existência dos seus pais, sei que eles se aposentaram e deixaram você no comando, meu eu juro que não os matei, e nem mandei ninguém, quando quero matar alguém de alta importância eu vou diretamente. - Não tem motivos para ela mentir para mim, eu acredito.

- Então armaram para nós, para nos fazer ser inimigos.

- Eis a questão, quem? - Perguntou-me.

- Não sei, agora outra questão, desculpa explodir sobre a Jazmyn, ela ainda é tão nova não a quero...

- Quero a treinar. - Ela soltou.

- Não, nada disso, sua criação foi muito pesada, não quero pra Jazmyn.

- Ela vai se torna independente Justin! E não vai ser igual a minha, nem de Bonnie, vai ser só aprender a se defender, e uma ampliação sobre a tecnologia. - Falou se levantando e vindo até mim.

- Vou pensar sobre, preciso voltar pro Canadá. - Falo me levantando.

- Eu...preciso fazer uma coisa, que você fez, e quero experimentar novamente. - Ela falou se aproximando.

- O que séria?

- Isso.

Falou me empurrando de volta na poltrona e se sentando no meu colo, o contato me deixou tenso, seu rosto se aproximou do meu muito rápido, e quando percebi ela colou nossos lábios. Eu parecia não ter reação, quando me dei conta do quê estava acontecendo, puxei sua cintura, colando mais nossos corpo, e dando passagem para que nossas línguas se envolvessem.
Me levantei derrubando tudo de cima da mesa, e a colocando deitada na mesma, me deitando por cima dela, suas pernas saíram da saía e circundam minha cintura, minhas mãos vão de encontro as suas coxas desnudas, a pele macia me faz entrar em combustão. Ela tem um beijo gostoso, lento, caloroso, melado.
Desci o beijo por seu pescoço, pegando com os punhos cerrados na sua blusa e rasgando a mesma, a transformando em duas, seus seios maravilhosos, volumosos e perfeitos, beijei cada um deles, ela apenas observa. Bateram na porta e ela bufou, saí de perto e a ajudei a descer da mesa, ela amarrou a blusa rasgada e abriram a porta.

- Podem se comer depois, temos coisas mais urgentes. - Fala Bonnie sorrindo e saindo.

- Hã... Quer ajuda pra arrumar? - Perguntei me virando para Kayla.

- Eles arrumam depois, vamos. - Falou me puxando, ainda sentia sua mão quente ao tocar a minha.

Uma corrente elétrica passa entre nossos dedos, é uma sensação deliciosa. Fomos para sala, e todos estavam ali esperando nós dois estar se matando, mas estavamos com as mãos juntas, não fazia sentido.

- Fomos enganados. - Falamos juntos.

- Como assim? - Pergunta Jazzy.

- Bem, alguém fez a gente pensar que matamos um o familiar do outro, incriminando, é um erro gravíssimo matar um membro da família TG, então... Foi alguém de dentro, que sabia disso e queria cortar o pescoço de Justin, e jogou essa bola para mim, para que eu sujasse as mãos com seu sangue, vingando o meu nome. - Fala ela, largando minha mão, e os choques pararam de imediato.

- Então, vamos começar com a lista de inimigos? - Pergunta Nolan se servindo de um whisky, que estava em uma garrafa bonita de vidro.

- Vamos levar uns dias. - Fala Christian.

- Sim, quem cuida da suas coisas sujas Kayla? - Pergunta Jazzy.

- Eu, ou os meus homens black. - Falou Kayla, e ela levantou uma sombrancelha. - Black é a posição de braço direito, como o Zayn, Harry, Louis...

- Ah, ok, então vou falar com o Louis que é seu hacker, certo?

- Sim. - Responde a Tageryan.

- Certo, Chris já sabe a minha, e Jazmyn, depois vamos conversar, você também Beadles. - Eles deram de ombros e saíram atrás de Louis. - Preciso ir embora...

- Preciso de você aqui, não pode ficar por um tempo? - Pergunta a mulher, com seus olhos castanhos penetrantes, me concentrei um pouco nos seus lábios carnudos, e um calor passou por meu corpo, me mexi depois de segundos a admirando.

- Posso, preciso fazer só uma ligação, e pedi para que meus avós tomem conta por um tempinho.

- Eles sabem?

- São envolvidos. - Falei me retirando para fazer a ligação, meu avô atendeu no terceiro toque.

- Fala moleque.

- Oi vô, bandeira azul.

- Certo, por quanto tempo?

- Umas semanas no máximo.

- Beleza, tomara que a barra não se complique, vou cuidar de tudo, e você cuidar de limpar, tchau filho.

- Tchau vô, obrigada.

Ele se despediu e desligou, voltei para a sala.

- Tem mais três quartos? - Perguntei.

- Tem dez quartos vagos, basta você escolher. - Fala ela sorrindo.

- Ui, vamos ficar chefe? - Pergunta Chaz.

- Sim, Charles.

- Beleza, soco inglês?

- Soco inglês. - Falei concordando. - Nolan, ativa o modo deus.

- Beleza, chefe.

Ele saiu também e Bonnie e Kayla me olham confusas.

- São códigos, mais fácil que explicar, já entendem. Soco inglês é para trazer nossas armas, malas, a porrada toda, e modo deus... Ativar a segurança total no meu país.

- Legal... Bem, preciso ir, Liam tá me esperando na biologia, vou aprender mais sobre o corpo hoje. - Fala Bonnie se levantando e saindo.

- Continuamos o do escritório depois, vamos conhecer minha mansão.

- Ela tem nome?

- Sim, Titanium. - Fala ela sorrindo de lado. - Essa casa é como um titânio. - Sorri, eu sabia que ela era foda. - Vamos. - Me chamou e eu a acompanhei. - Onde estávamos era apenas a recepção, temos o salão, a sala de jantar, cozinha, sala de balada, arsenal...

Ela foi me mostrando tudo, demoramos mais ou menos umas duas horas, no mínimo, a casa é simplesmente enorme, um castelo, realmente, e além da mansão, tem o terreno, tem um imenso jardim, e os galpões solo, de luta, tiro, aulas, essas coisas, tem a garagem, as piscinas, campos de basquete. Essa mansão parece não ter fim, quanto mais eu olhava para o horizonte, mais continuava ser propriedade dela. Eles tem trilhões nos bolsos, e não escondem isso.
Quando chegamos ao meu quarto ela se virou para mim.

- Quando precisar de algo, é só gritar, alguém vai aparecer. - Falou-me, e eu mal prestava atenção, seus seios me pediam ansiosos a minha belíssima atenção agora.

- Preciso de algo. - Falei-lhe.

- Do quê?

- Te foder. - Falei e ela sorriu.

- Outra hora. - Falou se virando.

P.O.V.'s Kayla Tageryan


Me virei, porém sentir seus dedos na minha cintura, fechei os olhos sentindo a energia passar pelo meu corpo, e se ele estivesse mentindo? E se isso não for tudo uma invenção? Ainda não confio nele.
Viro para ele puxando a gola da sua jaqueta e o beijando, isso é errado, eu sei, eu deveria seguir com meu plano, mas posso ter proveitos, como por exemplo... Foder com ele.
O levei até o elevador e fomos para o meu quarto.

- Caralho, isso aqui é muito grande. - Fala ele ao entrar no meu humilde quarto.

A imensidão do meu quarto é tão...grande, que simplesmente não sei como descrever.

- Tenho muitas casas, milhares. - Falei tirando a blusa rasgada.

- Não é estranho? - Perguntou-me. O olhei, estava na minha cama, observando me, entrei no closet tirando os saltos e a saía colada.

- O que séria estranho no seu ver?

- Você ser tão nova, e já ser dona de tudo isso... E mulher, em um negócio tão machista.

- Sabe Justin, quando meus pais morreram, eu não fiquei triste, apenas raivosa, porquê a lei, é a lei. Mas sabe, sim sou nova ainda, mas eu me mantive de pé, e sabe porquê? Porquê eu tenho fé, não em nenhum deus, lenda ou mito. Tenho fé em mim mesma, de que posso, porquê fui levada a nascer para isto, desde que aprendi a segurar uma arma. - Falei ficando na frente dele só de lingerie e com os cabelos soltos, batendo quase na minha bunda. Ele me olhou por inteiro. - E só pra dizer, eu sou mais velha que você.

- Tá viajando, eu já vou fazer vinte e um, você ainda vai fazer vinte, então.... - Falou convencido.

- Mesmo assim, e na questão de machista, eu corto o pau de cada cara que me desafiar, eu sou mulher, mas eu sou poderosa, eu tenho o poder, eles não, eu sou o significado de poder, para mim não é uma ofensa é uma honra.

- Porra, adoro esse seu poder. - Fala ele se levantando como um caçador na minha direção, porém tem uma coisinha que ele não sabe, eu nunca serei a presa.

Andei na sua direção, espalmando a mão no seu peito o parando, o empurrei até a cama e o fiz deitar, subir por cima, levando minha boca até seu ouvido, sentindo suas mãos subindo nas minhas coxas.

- Eu que mando. - Falei beijando seu maxilar e continuando o caminho até sua boca, algo me atraí a ela, eu sei que é errado beijar, significa se apegar, nas palavras de minha mãe, mas... Não consigo não exercer aos desejos dessa boca, de ser beijada.

Sua mão acertou um tapa na minha bunda, o olhei mordendo o lábio e atacando os seus, o puxei para ficar sentando, comigo montada no seu colo, tirei sua jaqueta com força.

- Se acalma, Tageryan. - Falou no pé do meu ouvido.

- Desculpa, Bieber, mas quero você dentro de mim, agora. - Falei rasgando sua blusa.

- Temos um fetiche muito grande de rasgar roupas. - Falou ele apenas me observando.

- Talvez por sermos podres de ricos, roupa é a última coisa que importa. - Falei sorrindo rápido pra ele.

Terminei de tirar a sua calça e voltei para a antiga posição, rebolei devagar em cima dele.

- Sinto que algo grande cresce entre nós. - Falei rindo, de verdade.

- Essa foi boa. - Falou ele, passando as mãos pelas minhas costas e tirando o sutiã.

Segurou meus seios com as duas mãos.

- Gosto deles. - Disse.

- Eu também. - Rir o beijando, descendo os beijos por todo o seu corpo, eu queria provar cada milímetro dele.

Cheguei no seu ponto crucial e ele já estava arfando.

- Rápido assim?

- Kayla, só vai. - Falou me fazendo rir.

Puxei sua cueca, vendo a porra enorme que ele chama de pau na minha cara.

- Não te prometo colocar tudo na boca.

Peguei o pênis dele com uma das mãos, e passei o polegar na glande, fazendo um movimento devagar, depois o masturbando lentamente.

- Caralho! Pode ir mais... Rápido? - Pergunta arisco.

- Se acalma, Bieber. - Repetir sua frase.

- Desculpa, Tageryan, mas quero meu pau dentro da sua boca,...- arfou. - agora.

Aproximei minha boca do seu pau, e botei a língua para fora, lambendo todo o seu pênis, até minha boca está ao redor da glande, o mesmo suspirou alto então o olhei, sentado com as mãos para trás, a cabeça jogada para trás, a respiração agitada e seu abdômen perfeito.
Comecei com o movimento lento, olhando toda a maravilha desse homem, porra, como pode ser tão gostoso assim?
Ele parecia precisar de apoio, então peguei sua mão e coloquei na minha cabeça, ela rapidamente fez um rabo de cavalo improvisado.

- Vou foder sua boca, posso?

Dei de ombros, fazendo a cara de inocente, me ajoelhei confortável no chão e ele ficou de pé, relaxei a boca, lambuzando o seu pau com a língua, no começo foi devagar, porém depois ele começou um movimento tão rápido que meu maxilar doeu um pouco, quando ele gozou soltou um gemido delicioso, e eu deixei a porra escapar por meus lábios, o máximo que consegui eu engolir, e o limpei.

- Se sinta privilegiado, é o terceiro cara que faço isso.

Ele levantou a cabeça, com a respiração ainda ofegante, se recuperando.

- Hum, isso é legal, agora... Sua parte?

- Já perdemos muito tempo, outro dia, quem sabe, foi bom provar você, mas... Vou tomar um banho, tô toda suja com a sua porra.

Levantei me, tirei a calcinha e fui para o meu banheiro, ele me acompanhou.

- Banheira de ouro? - Ergueu uma sombrancelha, me olhando.

- Eu gosto de luxo. - Falo dando de ombros, entrando debaixo do chuveiro, ligando o mesmo e tomando um banho. - Pode vim se quiser.

Ele entrou, estou de costas para ele, ele tocou a minha cintura, deslizando seus dedos pela reta da minha coluna, chagando a minha bunda e dando um tapa.

- Você gosta de bater aí. - Falei me lavando.

- Você tem uma bela de uma raba. - Rir de seu comentário.

Sentir seus beijos no meu ombro e fechei os olhos.

- Abre as pernas e apoia as mãos na parede. - Ordenou, e para a minha surpresa eu obedeci.

Suas mãos foram de encontro a minha vagina, e eu sentir um tremor nas pernas, meu corpo reage diferente com ele, não me reconheço. Foco, Kayla, foco. Encostei a cabeça no seu ombro quando seus dedos tocaram meu clitóris, suspirei baixo.

- Você precisa mesmo ser tocada. - Falou no meu ouvido.

Peguei sua mão o estimulando a continuar. Sentir ele sorrir, ele me massageou e penetrou um dos dedos em mim, comigo dando um gemido baixo.

- Porra, mais um. - Pedi de olhos fechado.

Ele obedeceu colocando mais um, seus movimentos eram rápidos e precisos, porra, esses dedos são incríveis. Eu gemia de prazer como nunca tinha gemido na vida antes.


P.O.V.'s Justin Bieber


Ver ela se derretendo nos meus braços depois de chegar no orgasmo, foi perfeito, eu quero gravar essa cena para toda a minha vida.
Depois do banho eu me vesti, com uma roupa minha que apareceu magicamente na cama dela, as empregadas dessa casa são estranhas, quase nunca vejo uma, Kayla saí sorridente do closet, com um short preto, uma blusa de manga ombro a ombro vermelha, seus saltos escarpim e o cabelo preso em um rabo de cavalo.

- Você está bonita. - Falei levantando da sua cama.

- Obrigada. - Falou sorrindo, é a segunda vez do dia que a vejo sendo verdadeira, eu amo esses sorrisos verdadeiros, e odeio os sorrisos "sou máfia".

- Parece que o dia terminou bem ho... - Escutamos um estouro, como se uma coisa muito grande tivesse batido na casa, e um tremor leve na mesma.

- Droga, e vamos de ataque, temos que sair daqui, a casa só aguenta mais algumas horas, o bastante pra despistar eles.  - Fala ela indo até o closet e voltando com uma bolsa preta que parece ser reforçada e uma arma na mão. - VAMOS!

Corremos para o elevador e paramos no andar de todos, Kayla apertou um botão vermelho e das paredes começaram a sair "Alerta Vermelho, alerta vermelho, isso não é um treinamento".

- Também tenho meus códigos. - Fala ela. - Beleza é o seguinte, Zayn, Liam e Niall, tomem conta do invasor, na área temos duzentos soldados, pode dar contar. Harry e Louis, avião... Vamos para a Coréia, a que meu irmão está, prepare nossa mansão lá, para ontem. Bonnie, Chris, Ryan, Chaz, Nolan, Jazmyn e Vitória, corram para o carro e não olhem para trás e a limosine do meio. Entendido?

Todos concordaram, e quando vi eu já estava dentro do carro, mas Kayla estava do lado de fora, trocando balas.

- PORRA KAYLA, ENTRA LOGO! - Gritei puxando sua mão, os tiros acertavam o vidro, porém não faziam muito efeito.

Ela se sentou e foi até a janela que nos dividia do motorista, que é Harry, com Louis do lado com seu computador mega estranho no colo.

- Rápido Harry.

Escutamos uma explosão, olhei sobre o vidro, ainda estávamos no terreno da propriedade, e pude ver Titanium ir aos ares, parece que não era tão forte assim.

- Mais uma casa e eu fodo com o mundo. - Fala Bonnie. - Eu amava essa casa, cara, qual é?

- Não importa a casa, posso fazer outro, só vamos sair daqui, não é mais seguro. - Fala Kayla. 


Notas Finais


https://youtu.be/qJ6saUVukZw

Confiram o trailer da fanfic, e aproveitem e dêem uma olhada no meu canal. Beijinhos 🖤♀️


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