História Sweet Smell - ABO - Capítulo 2


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Categorias Got7
Personagens Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae
Tags 2jae, Abo, Alfa, Beta, Choi Youngjae, Got7, Im Jaebum, Jackson, Jackson Wang, Jaebum, Jinyoung, Kpop, Mark, Mark Tuan, Markjin, Markjinson, Markson, Ômega, Park Jinyoung, Youngjae
Visualizações 1.345
Palavras 1.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


----------------- BOA LEITURA ----------------

Capítulo 2 - DOIs


Fanfic / Fanfiction Sweet Smell - ABO - Capítulo 2 - DOIs

Capítulo dois.

Uma semana depois...

 

Mark desceu as escadas de fininho. Não queria fazer barulho ao sair de casa. Do contrário, sua mãe iria tentar impedi-lo de ir para a faculdade ou iria inventar algo para que seu dia já começasse com o pé esquerdo.

 

Ele até entendia que a mais velha só queria o seu bem, contudo, o rosado queria poder fazer suas próprias escolhas. Sem ter alguém o mandando fazer algo o tempo todo ou dizendo o que era melhor para si.

 

Ele sabia o que era bom para si.

Pelo menos na maior parte do tempo. 

 

O menor terminou de descer a escada. Então, passou a caminhar em passos curtos e lentos até a porta da sala. Ele não precisava de um sermão àquela hora do seu dia. O ômega segurou a única alça de sua mochila que estava pendurada em seu ombro.

 

Ele só precisava abrir a porta com cautela e depois sair correndo pela rua. Assim se sua mãe o visse, seria tarde demais para tentar para-lo. Após alguns segundos e muita paciência, a porta estava aberta até metade. 

 

- Mark Tuan Yi En. –a mulher bufou atrás do filho.

 

- Caramba Omma. -ele sussurrou baixinho levando a mão livre para o peito. - Você não pode chegar assim de fininho atrás dos outros. Quer me matar?

 

Ele se virou para encarar a mulher.

A mesma tinha um semblante incrivelmente bravo. 

 

 

- Aonde o senhor pensa que vai? 

 

- Para a faculdade. Já fiquei uma semana fora. Preciso recuperar o tempo perdido. -respondeu o menor cruzando os braços.

 

- Markie, você sabe que não é seguro para um ômega não marcado sair por aí sozinho. -começou ela. - Semana passada você entrou no heat em uma festa e quase não chegou a tempo. Imagina se algum alfa tivesse tentado te agarrar a força?

 

O rapaz não havia contado para sua mãe que ele quase fora atacado. Ele se sentira um pouco culpado por ter omitido tal fato. Porém, a culpa sumira naquele momento. Logo que, sua mãe teria tido um ataque do coração e seria capaz de tranca-lo em casa para "protegê-lo". 

 

- Eu sei me cuidar mãe. -retrucou. - E você sabe muito bem disso.

 

-Mas você não é um alfa. Não é tão forte. -argumentou ela.

 

- Eu sei muito bem disso. -disse ele com desdém. - Eu sei muito bem que não sou tão bom quanto um alfa. Que não sou o filho alfa que você queria. E a senhora devia já ter se acostumado com isso. Afinal, saí do seu ventre. -o de cabelos rosa estava começando a se irritar.

 

Ele odiava quando sua mãe o tratava como se fosse feito de vidro.

Ou quando mandava indiretas para si sobre alfas.

Tuan sabia que não era um e que não tinha um. 

 

- Não foi isso o que eu quis dizer. -ela se defendeu, mas recebeu um olhar triste do filho. 

 

 

- Você quis sim. Não tenho culpa se nasci ômega. -retrucou mais uma vez. -Eu precisei praticamente dar meu sangue para entrar na faculdade. Sou o único ômega lá, me esforço ao máximo para manter minhas notas sempre altas. Eu mereço estar lá. Mais do que a metade dos alfas e betas do lugar. -berrou. Sua omma se afastou um pouco dele. 

 

- Eu sei de tudo isso, meu filho. Eu não quero que você seja um alfa. Você sempre foi muito inteligente. E não duvido que você seja um dos melhores da sua turma. Mas minha preocupação é por outro motivo. –a mais velha voltou a se aproximar. Pouco depois ela fechou a porta e encarou o filho. - Os alfas às vezes podem ser muito maliciosos, maldosos. Podem tentar se aproveitar de você. Ou te machucarem. É por isso que eu me preocupo.

 

Mark estava cansado de ouvir o mesmo discurso.

Ele ouvia a mesma coisa desde que se descobrira ômega. 

 

- É por isso que desde que me descobri ômega o papai vêm me ensinando defesa pessoa. E eu sempre carrego spray de pimenta comigo. Não precisa de tanta preocupação.

 

- Markie, se ao menos você já tivesse um alfa e estivesse marcado. -soltou ela tristonha. 

 

- Omma, quantas vezes eu preciso dizer que não preciso de um alfa, ou de uma marca. Eu posso me virar sozinho. Não quero um alfa imbecil achando que pode mandar em mim. -bufou ele. 

 

- Meu filho... -ela já ia recomeçar. 

 

- Omma, por favor, me deixa fazer alguma coisa sozinho ao menos uma vez na vida. -pediu.  - Em algum momento eu vou achar alguém. Alguém como o papai.

 

- Eu sei que vai. -disse a mulher o abraçando.

 

O rapaz demorou alguns segundos, mas logo se aconchegou nos braços da mãe. Por mais que Mark quisesse passar a imagem de durão, ele não deixava de ser um ômega. Ele adorava abraços e muito carinho. Apesar de negar até a morte tais fatos. 

 

- Não precisa se preocupar. Eu ficarei bem. -repetiu ele pela milésima vez. 

 

- Se acontecer qualquer coisa, me liga que eu vou te buscar. -disse a mulher. - Qualquer coisa mesmo. 

 

- Já estou lá há três meses. As piadas, as gracinhas, a falta de educação, as cantadas baratas já perderão o significado para mim. –o menor dissera isso para acalmar sua mãe e para se acalmar também.

 

Ele estaria mentindo se dissesse que não ligava totalmente. Era óbvio que o ômega se incomodava com o comportamento de alguns alfas. O rosado não entendia o porquê de tratarem os ômegas como objetos. Achava errado os jovens ômegas crescerem achando que deveriam se submeter ao que os alfas e betas queriam.

 

E esse era um dos maiores motivos para ele se esforçar tanto para ser diferente. Porque queria inspirar os outros a mudarem também. Tipo aquilo de "eu vi ele fazendo, posso fazer também".

 

- E eu estou louco para testar o novo spray que o papai me deu. Ele disse que é um daqueles que leva meia hora para parar de arder. –completou ele.

 

Sua mãe deixou uma gargalhada escapar. Pouco depois os dois se soltaram. O menor deu um beijo na testa da mulher. Já ela, agarrou o rosto do filho e lhe encheu de beijos. 

 

- Eu te amo meu quase anjinho. –brincou.

 

 

- Eu te amo mais omma.

 

Tuan saiu pela porta.

E foi para o ponto de ônibus mais próximo de sua casa.  

 

Dentro do veículo, o rapaz fora praticamente devorado por olhares de alfas e betas. Até mesmo os que estavam acompanhados. O menor desde pequeno atraía olhares para si. Ele tinha uma carinha de anjo. Lindos olhos castanhos. Cabelos rosas que caíam às vezes em seus olhos. E até mesmo bravo, dava vontade de agarra-lo. Fora o seu cheiro. Os ômegas tinham um odor bem adocicado para atrair alfas.

 

No entanto, o de Mark tinha um algo a mais.  

E os alfas e betas aparentemente adoravam seu doce cheiro.

 

[***]

 

Era por volta das duas da tarde. As aulas já haviam se encerrado, entretanto, os alunos ficaram para assistirem uma palestra qualquer. Tuan estava andando pelos corredores da faculdade. Ele se dirigia a saída. Estava cansado e faminto. Ainda mais porque ficara uma semana toda sem dormir e comer direito.

 

Isso era o quê o rapaz mais odiava nos cios. No final de cada um, o ômega sempre ficava com olheiras enormes e sempre perdia um pouco de peso. Fora a sensação estranha que ficava nos primeiros dias pós heat. Era como se seu corpo todo formigasse. Muitos diziam que isso só acontecia com ômegas que passavam o cio sozinhos. 

 

Mark chegou até a saída da faculdade. No caminho havia alguns alfas conversando e gargalhando. A conversa parou quando os rapazes avistaram o outro. O rosado passou por eles se esforçando ao máximo para não parecer nervoso. 

 

 

- Que bundinha hein. -comentou um deles assoviando em seguida. 

 

- Eu ainda não acredito que deixaram esse ômega estudar aqui. -ralhou o outro. 

 

- Eu gostei. Gostei muito. -comentou um terceiro malicioso. - Vem cá bebê. Vem aqui sentar no colinho do papai. -soltou ele fazendo os outros gargalharem alto. 

 

- Continue com essas cantadas de quinta, que você terá somente sua calça em seu colo. -bufou o menor encarando os alfas.

 

Eles ficaram sérios.

Seus semblantes estavam furiosos pela má criação do rapaz. 

 

- Acho que alguém precisa ensinar esse idiota o lugar dele. -rosnou um dos rapazes. 

 

- Querido, acho que você não tem capacidade nem para ensinar uma pedra a cair no chão. -retrucou o ômega.

 

Parecia ser idiotice enfrentar alguém com o dobro da força e bem mais alto, contudo, Mark não ficava calado. Nunca ficava. Principalmente quando alfas faziam piadinhas bobas para si. 

 

- Eu vou quebrar esse idiota. -bufou o rapaz.

 

Ele rosnou novamente e já ia se levantar para avançar contra o rapaz. Mas voltou a se sentar no corrimão da escadaria quando um dos professores passou perto deles encarando.

 

O rapas aproveitou a deixa para dar as costas aos alfas grosseiros.

Ele voltou a caminhar.

Até que precisou parar novamente.

Algo havia chamado sua atenção. 

 

- O meu grupo está me matando. Ninguém quer fazer nada. -a voz ecoou pela entrada da faculdade.

 

O ômega não sabia quem era o dono daquele timbre. Havia pessoas demais a sua volta para poder identificar. Mas ele reconheceria aquela voz em qualquer lugar. 

 

Pois, era a voz do alfa que o salvara uma semana atrás.

 

- CONTINUA -

 


Notas Finais


AEEEEEEEEEE
mais um
em breve mais
beijo
paz
fui


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