História Sweet Spot - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Christophe Giacometti, Emil Nekola, Lee Seung Gil, Michele Crispino, Otabek Altin, Personagens Originais, Victor Nikiforov, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Christophe Giacometti, Emil Nekola, Michele Crispino, Otabek Altin, Viktor Nikiforov, Yuri Plisetsky, Yuuri Katsuki
Visualizações 164
Palavras 2.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Sci-Fi, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLHA EU AQUI TRAVÉZ!
Hoje é um dia que eu tenho uma porrada de coisa pra fazer (como um seminário, por exemplo :') ) e tô aqui, postando cap :') Nem tenho noção do perigo mesmo, né? :v
Mais uma vez peço desculpas pela confusão no cap, ainda tô na correria, mas tô fazendo o que posso pra não deixar vcs na mão :')
Bora pro cap o/

Capítulo 43 - (Des)confiança


Depois de ter empacotado suas coisas, despedir das pessoas e cancelar seu acesso ao prédio, Dorian, enfim, pôde voltar para casa. Estava cansado não só pelas mudanças que resolveu fazer, mas também pela conversa que teve. Não sabia o que tinha na cabeça para ter aquele tipo de conversa assim, sem mais nem menos. Principalmente depois de estar sumido por tanto tempo e aparecer “do nada”, com um documento daquele. Devia o ter dispensado com algum gracejo e encontrá-lo outro dia, mas não esperava vê-lo tão conturbado. Estacionou o carro na calçada, já que o do seus pais estava na garagem, pegou uma das caixas no porta malas e rumou para dentro, mentalizando aquele encontro várias vezes na cabeça. Não devia ter ido à casa de strippers, sabia disso, porém queria estar perto, queria estar presente quando aquilo fosse entregue. Na verdade, queria ele mesmo entregar, queria fazer um discurso bonito… Isso na superfície, porque por dentro queria abraçá-lo e enxugar possíveis lágrimas, vê-lo sorrir, o verde profundo brilhando de uma alegria difícil de ver…

Bem, o que estava feito, estava feito. Não era como se pudesse voltar no tempo e resolver as coisa erradas que fez. Colocou a caixa numa mesa pequena que havia em seu quarto, sentou-se a cama e soltou um profundo suspiro. Chris estava lindo com aqueles tons de verde ressaltando seus olhos. Estavam dolorosamente vermelhos, como se tivesse chorado, o que machucava um pouco o advogado. O documento que conseguira era para animá-lo, não para feri-lo – mesmo que soubesse que chorar não envolve só tristeza. Passou as mãos pelos cabelos, parecendo frustrado. Queria ir até o apartamento do suíço, mas sabia que seria burrice. Bagunçou os cabelos uma última vez, saiu do quarto num rompante e desceu para a sala, encontrando seu pai deitado no sofá, com um notebook no colo, assistindo alguns vídeos banais. Essa era uma das maravilhas da aposentadoria: poder vadiar o dia e a hora que quisesse. Donny suspirou novamente, atraindo a atenção do idoso que abaixou a tela do eletrônico antes de falar com filho.

 — Quem é a pessoa da vez?

 — O que…? – o mais novo estava tão mergulhado em seus pensamentos que demorou alguns segundos para perceber a pergunta.

 — Sempre que suspira assim é porque tem alguém envolvido. Será que foi a pessoa que mudou seu mundo? – Sam engoliu em seco com a perspicácia de Manasses.

 — Pode-se dizer que sim.

 — E pela sua hesitação, deve ser alguém que conheço, certo? – o advogado engoliu em seco novamente. Seu pai tinha o dom de acertar as coisas quando queria.

 — De fato, o senhor o conhece.

 — Não é o Altin, né? – o mais velho observou o filho por sobre os óculos.

 — Pelos céus, não! – Dorian riu da possibilidade, chegando a aliviar um pouco da tensão. – E nem pelo namoradinho dele também, se isso passou pela sua cabeça.

 — Pretende me dizer quem seria? – demorou um tempo, mas a resposta veio à queima roupa:

 — Christophe Giacometti. – o aposentado engasgou, começou a tossir ruidosamente, assustando o Morand mais novo. Mesmo depois da crise ter cessado, Uriel manteve-se calado, pensativo.

 — Tem certeza? Tem certeza absoluta que é Christophe Giacometti?

 — Sim. – Sam parecia ressabiado, sem entender a reação do pai quanto a informação. – Não tinha comentado nada até agora justamente por saber que o senhor o conhecia.

 — Isso me faz supor que você conhece a história dele, correto?

 — Bem, ele virou garoto de programa contra a vontade depois que uma agência de modelos faliu, passou de casa em casa até trabalhar para os Altin. – deu de ombros. Era um passado sórdido, sabia, mas não era novidade para o seu pai.

 — Ele te contou isso?

 — Não, soube pelo Georgi. Inclusive ele não estava muito contente em me dar o dossiê, mas não o culpo. Era muito idiota naquela época.

 — Ah…. Agora faz sentido… – novamente, o aposentado pareceu distante. Depois do que pareceu uma eternidade, retomou o assunto. – Nunca se perguntou por que ele não voltou para a terra natal assim que esteve livre?

 — Todos que trabalham para o Otabek, principalmente do ramo de entretenimento, costumam ser bastante leais a ele. Parece bastante óbvio para mim. – Manasses suspirou, torceu um pouco as mãos unidas.

 — Tem mais coisas sobre ele. Acho até que o Popovich fez bem em não incluir no dossiê. Eu estava lá quando contaram o resultado da investigação. – sabia que não estava fazendo o menor sentido o que estava dizendo, então clareou a garganta antes de prosseguir. – No segundo ano em que o Giacometti estava na casa, os Altin resolveram averiguar acerca da família dele, com a devida autorização. Mesmo o Georgi sendo novato no ramo, suas habilidades como detetive eram notáveis! Demorou apenas um mês para ele recolher todas as informações. – o advogado aposentado emendou o assunto com o que sabia sobre a família do suíço. – Te contei essas coisas pois você precisa ter absoluta certeza que quer ter algum envolvimento com ele.

 — Está insinuando que ele não é digno de consideração pelo o que ele sofreu? – Dorian estava nitidamente ultrajado, mesmo que ainda estivesse atordoado com o que acabara de ouvir.

 — Muito pelo contrário! Ele não tem família, não tem uma pátria para voltar; tudo que ele tem é aquela casa de strippers, as pessoas que trabalham lá e o Altin, a quem ele praticamente deve a própria vida e isso não foi um eufemismo. A última coisa de que ele precisa agora é de alguém indeciso, pronto para ofendê-lo com intenção ou não.

Se antes o recém desempregado já estava aturdido, agora estava abismado. Seu pai estava indignado com a possibilidade do seu filho estar a um passo de brincar com os sentimentos de outra pessoa, o que seria bastante natural vindo de Manasses, porém essa pessoa ser um homem e isso sequer ser relevante era surpreendente, no mínimo. Também explicava aquele temperamento pouco comum no stripper. Havia se acostumado com seus trejeitos sensuais e a leve distância que emanava dele, quase o oposto do emotivo e temperamental que entrara em seu antigo escritório.

 — Espero que o senhor não fique bravo com o que eu fiz, então.

 — E o que, por todos os céus, você fez, Dorian Samuel? – o mais velho não estava brincando, seu tom de voz deixava isso bem claro.

 — Adiantei a nacionalidade dele. Foi entregue a ele agora a tarde.

 — Como…?

 — Um colega de faculdade trabalha para o departamento de imigração daqui e agilizou a papelada.

Os dois passaram um tempo se encarando. Agora era o pai que parecia não entender o que estava acontecendo. Ficaram matutando, cada um com uma novidade específica na cabeça. O antigo advogado estava genuinamente tocado com o gesto do filho. Independentemente de haver segundas intenções ou não, aquele documento era importante e consegui-lo tão rápido era maravilhoso. O trintenário, por outro lado, absorvia a ideia de que, se quisesse relacionar-se com o suíço, teria que fazê-lo com absoluta certeza. Não é fácil perder toda a família somente pela sua orientação sexual.

 ***

Chris entrou em seu apartamento de repente, andando rápido de um lado para o outro como um animal enjaulado. Queria olhar o documento de novo, mas havia deixado na Spot e nem havia notado, se não fosse uma mensagem de Yuuri avisando que o certificado estava em uma das mesas do salão. Estava em choque, sem assimilar tudo o que aconteceu. Primeiro recebeu um papel em que podia chamar os Estados Unidos de lar, segundo descobre que não só mudou toda a vida do advogado, como ele o tinha em alta conta, apesar de tudo que aconteceu. Giacometti não era idiota, sabia que tinha passado dos limites na última que se viram, sem contar as coisas que aconteceram antes. Era surreal o quanto as coisas haviam mudado em menos de dois meses. E mais surreal ainda saber que sua nacionalidade foi obra de alguém que jurava ter asco por alguém como ele. Tudo que ouviu sobre si mesmo era tão cheio de paixão e eloquência que o deixava perdido. Como ele podia lhe dar tanto e depois sumir, decidir seu caminho sem olhar para trás?

Sem levá-lo junto?

O loiro estagnou no meio da sala. Por que motivos Morand iria compartilhar a própria vida consigo? Tudo bem que o outro estava se afastando por motivos razoáveis e o moreno parecia apaixonado, mas nada disso reforçava a união de ambos. Além do mais, não podia fazer algo sobre isso. Tinha meios de contatá-lo, sabia, mas como iria atrás dele agora? Acabou de dizer que o considerava última opção. Agora queria vê-lo. Queria conversar de novo, queria estar mais calmo e resolver a situação, queria ter controle sobre a sua própria vida, como achava que tinha nesses nove anos desde que fora comprado. Não entendia o que o ligava ao advogado, mas sabia que nenhuma outra pessoa teria aquela conexão estranha consigo. Agora estava um pouco arrependido pelo beijo corrido no café. Na verdade, não tinha quase nenhuma boa recordação.

Pegou o celular e ficou um tempo olhando para a tela. Achou o contato de Donny, ficou tentado a mandar alguma coisa, porém permaneceu ainda parado, pensando. Por fim, jogou o celular no sofá, pegou seu roupão no quarto e foi tirando a roupa até o banheiro de hóspedes. Precisava desacelerar um pouco se quisesse encaixar as peças do quebra cabeças em sua mente. Entrou debaixo do chuveiro e temperou a água, como sempre fazia, repassando os acontecimentos devagar. O começo havia sido desastroso, fato, mas sabia muito bem o porquê. Passaram a se encontrar e acabaram partilhando alguns aspectos de suas vidas. Morand acabou indo ao seu apartamento de surpresa, num dia onde tinha visitas. Uma coisa levou a outra, acabando com um boquete repentino para provocá-lo, despertando algo que nenhum dos dois esperava. O outro some, não dá notícias, não manda mensagens, um documento aparece, ele reaparece, coisas são ditas… Ele tinha se apaixonado? Ou só descobriu que de fato era gay e queria ver Christophe feliz por tê-lo ajudado a descobrir? Como se sentiria se fosse a segunda opção? Mesmo que Dorian tenha dito que queria fazê-lo feliz, será que era mesmo verdade? Talvez tudo fosse uma mentira. Talvez, ele tenha feito aquilo para tirar a atenção dele, como queria, para depois derrubar tudo que Otabek construiu, para deixar claro o quanto “Deus desaprovava seu comportamento”.

Respirou fundo, saiu do banho, se enfiou no roupão e foi para o quarto. Estava exausto, confuso, e toda aquela linha de pensamento era inútil. Morand parecia mudado e merecia o benefício da dúvida. Jogou-se na cama, pegou um punhado de travesseiros e abraçou-os com força. O que quer que pudesse descobrir, deixaria para amanhã.

 ***

Katsu estava nitidamente intrigado olhando para a movimentação no vestiário. O local já tinha uma quantia considerável de rapazes, mas algo ainda parecia fora de lugar. Verificou seu figurino pela quinta vez até perceber do que se tratava: o suíço estava praticamente mudo. Não o tinha visto pela manhã para as aulas de pole e até compreendia um pouco, depois de uma breve conversa pela manhã, porém essa súbita quietude era preocupante. O japonês tinha por costume esperar que as pessoas se abrissem, entretanto, ver seu amigo tão quieto era tão ruim quanto vê-lo histérico, mesmo que nunca o tenha visto na segunda opção. Aproveitando o fato de que naquele dia o loiro não estaria na abertura, Yuuri sentou-se ao lado dele no banco, pousou as mãos nos joelhos e manteve-se em silêncio e imóvel, sabendo que aquilo era o suficiente para chamar atenção.

 — Pretende ficar nessa posição de monge budista até quando? – Katsuki sorriu pela reação esperada.

 — Até me dizer o que há de errado contigo.

 — Não há nada de errado. – o loiro deu de ombros, mas sua atitude displicente não durou muito mediante a carranca de desagrado do moreno ao seu lado. – Lembra que saí correndo daqui ontem? Pois bem, encontrei com Morand na porta.

 — O seu benfeitor? Bem… Para estar tão mudo quer dizer que as coisas não deram certo afinal.

 — Não tem nada para dar certo.

 — Chris, você não me engana! Desde que pôs os olhos nele que o queria. Passou um tempo agindo meio estranho, mas como não quis me dizer tudo, então não o forcei. Depois ficou apreensivo por mais de um mês, a nacionalidade é liberada, ele aparece aqui na surdina, vocês somem e quer que eu acredite que não tinha nada para dar certo? — esperou alguma resposta, que não veio. — Foi algo que ele disse? Algo como “é bom estar com você, mas ninguém precisa saber”?

 — Não fomos tão longe! — o veterano indignou-se um pouco, porém, verdade seja dita: foram um pouco longe sim, todavia não dessa forma. — Quer dizer, aconteceram algumas coisas como esperava que você previsse, mas não chegou a tanto. E também, ele não disse que não me queria.

 — Só que o seu passado era demais para ele suportar…? — interrompeu Yuuri, determinado a ouvir absolutamente tudo.

 — Não! Surpreendentemente ele que se achava indigno demais para mim. Ou foi o que ele fez parecer. — Christophe escondeu o rosto com as mãos, expirando o ar com força.

 — Você tirou o dia de folga, não foi o suficiente para ter certeza sobre tudo?

 — E quem disse que passei todo esse tempo na companhia dele? Enfim, ele falou muito, mas não disse muita coisa. Ainda não sei exatamente o que ele quer, ou o que quis dizer.

 — Infelizmente, não temos a noite inteira, mas assim que possível, vai ter que me explicar essa história direito.

***

Giacometti estava sentado desconfortavelmente no sofá do stripper asiático, com o dono na cozinha arrumando algo para comer e seu namorado promoter estava inquieto em uma poltrona. A princípio, Viktor não iria, mas também não estava engolindo muito bem essa mudança repentina no advogado, ainda mais que ele parecia disposto a tornar a vida do seu sócio um pequeno inferno. Se o suíço tinha as respostas sobre as enormes dúvidas, não se faria de rogado para descobri-las. Os três estavam num silêncio tenso, sem saber por onde começar, enquanto o loiro parecia distante em suas memórias. Todos pareciam confusos com os acontecimentos recentes, pois Morand era notoriamente conhecido por sua mente perturbada e distorção da realidade, fácil entender porque ninguém acreditava naquela súbita mudança. Yuuri terminou o que fazia na cozinha, levou numa bandeja e após colocar na mesa de centro, pegou duas garrafas de saquê. Não eram fortes, pois usava para fazer comida, mas era melhor do que nada.

 — Nada como um pouco de álcool para relaxar a língua. — brincou o dono do apartamento, apesar de ninguém achar graça.

Os homens nem tocaram na comida, cada um enchendo o copo com o líquido transparente e jorrando garganta abaixo tão logo foi possível.

 — Prefiro uma boa vodka, mas isso serve. — comentou Nikiforov com um sorriso sem graça.

 — Ok, chega de enrolação e vamos logo ao que interessa: o que aconteceu entre vocês afinal? — indagou Katsuki.

Chris não parecia muito disposto a dizer, mas por fim, contou tudo o que aconteceu desde o dia do privê ao fatídico dia do boquete, assim como a consequência deste ato no dia anterior. Contou também todo o discurso, cada palavra do que se lembrava. Depois disso, manteve-se novamente quieto, dessa vez como se esperasse opiniões, que a princípio não vieram. Cada um estava absorvendo tudo aquilo para tentar compreender, mesmo que minimamente. Parecia que as coisas eram óbvias, algo como Dorian ter se questionado sobre a própria vida depois do que houve, porém, dado ao temperamento explosivo e a ideia idiota sobre o falso namoro, nada parecia tão simples.

 — E se essa paixão for mútua? Quer dizer, Chris sempre teve uma queda por ele, talvez, com a convivência, Morand pode ter se apaixonado de volta. — Viktor parecia otimista, mesmo que isso soasse fora de contexto.

 — Ou ele acha que o Chris é impuro demais já que foi garoto de programa. Vai que daqui a pouco ele reaparece e pede para ficarem juntos, em segredo? — Katsu ainda insistia na sua impressão de mais cedo.

 — Vai ver ele não desistiu de acabar com o chefe. — Giacometti soava sombrio, como se não acreditasse que pudesse ter algum final feliz disso, principalmente se incluísse a sua pessoa. — O que ele queria sempre foi ter uma boa história para se esconder e Altin era a ponta do iceberg. Aparecer com um documento que me ajuda, prometer nunca mais aparecer e pedir demissão do trabalho torna tudo propício para um ataque mais organizado.

 — Mas o que ele ganha com isso? Ainda mais depois de tudo que lhe disse. Não parece ser uma algo dissimulado e nem ensaiado…

 — E desde quando podemos acreditar nele? — o suíço cortou logo o russo, de maneira ríspida.

 — Não podemos confiar nele…  Ou você que não quer confiar?

A pergunta do japonês ficou pairando no ar. Assim como outra foi se esgueirando nas cabeças dos três homens em silêncio: até quanto o passado influenciava o futuro? 


Notas Finais


No começo, quando Morand pai e filho estão conversando, ele conta sobra a vida do Chris, que achei melhor não repetir, já que isso tem nuns caps passados.

Sobre o Morand filho, algumas coisas ainda vão estar subtendidas, mas vão ser respondidas aos poucos. Ele dá esse trabalhinho mesmo ^^"

Perdão pelas notas pequenas, tô correndo contra o tempo MEXMO! Entretanto,saibam que eu nunca me esqueço de vcs, ok? Preciso correr dos MBs do meu curso,pra poder curtir umas férias escrevendo sempre que puder :')

Vlw, Flw e até a próxima o/


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