História Sweet Surrender - Capítulo 24


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bottom, Dona, Drama, Lgbt, Romance, Sobrenatural, Submissa, Suspense, Top, Violencia, Yuri
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey

Depois de todas as ameaças de morte no outro cap xD achei melhor postar esse logo.
Acho que só tenho mais dois para fazer, então aproveitem.

Boa leitura

Capítulo 24 - Recomeço


Nunca perdoarei Margot, mas eu ainda tinha tempo, eu ainda tinha tempo de salvar minha noiva.

–O corpo está quente. – Digo sem olhar para eles. – Ainda tem sangue.

–O que isso quer dizer? – Owen perguntou, mas eu tinha certeza que ele sabia a resposta.

–Ainda tenho tempo de salvá-la.

–Não. Você não vai transformá-la. Eu não te dou essa permissão.

Não me importava. Eu tinha todas as chances de tê-la, e ele não estragaria isso. Rocei os lábios na bochecha dela, selando leves beijos no caminho até o pescoço. Beijei sua cicatriz. Então penetrei sua pele, ignorando os gritos de protestos de Owen.

–Elas iam se casar, garoto. O que achou que aconteceria? – Liam questionou, provavelmente o segurando para impedir que ele me interrompesse. – Prefere que sua irmã morra?

–Claro que não! Mas se transformar? Ela está morta.

–E como acha que se torna um vampiro, idiota? Se não quiser olhar, não atrapalhe.

Ele foi embora do quarto, mas ficou na sala. Emilly tinha pouco sangue, então não demorei. Quando ela estava sem nada, eu deixei o veneno sair pelas minhas presas, mordi seus pulsos e a veia na coxa. Então esperei, sentada em cima dela.

–Você não precisa ver. – Liam disse, ficando ao lado da cama, a voz suave. – Eu sei que não gosta.

–Eu não vou a lugar nenhum.

Emilly não era a primeira que eu transformava. Mas era a primeira que eu queria ficar, e ver até o fim. As convulsões começaram. Não era bonito de se ver, eu odiava ver essa parte. Eu sabia que era apenas o veneno acionando seus nervos, conectando-se ao sistema nervoso central, espalhando-se no periférico. Em tudo. Sons incompreensíveis saiam da sua boca, mas continuei olhando para ela. Seu lado lobo deveria estar lutando contra o veneno, mas eu inundei seu corpo nele, não havia como ele resistir por um todo.

–Ela vai acordar com sede. – Ele me lembrou. – Não é melhor se afastar?

–Eu pensei nisso. Pegue...

Pausei. Inclinei a cabeça. Os movimentos tinham parado. O veneno não foi suficiente? Ou a resistência não foi tão grande assim? Isso devia ter me alertado, mas eu não sairia dali, não sairia de perto dela nunca mais. Seu coração explodiu, acelerado, e seus olhos abriram, vermelhos. Ela avançou. Presas saíram e ela as fincou no meu pescoço, como se fosse automático, deitando-me na cama e sugando com pressa.

–Eliza-

–Não toque nela!

Liam parou no meio do gesto de puxar Emilly, olhando para mim em alerta. Mas Emi desviou do meu pescoço e tentou avançar contra ele. Segurei-a pelos ombros e a puxei para mim, vendo Liam recuar, ela pegou meu pulso e mordeu, com força, voltando a sugar. Abracei sua cintura com as pernas, envolvendo o pescoço com o outro braço.

–Sai daqui, Liam.

–Ela vai te matar.

–Não, não vai. – Suspirei, fechando os olhos por alguns momentos. – Vá até o carro, pegue a caixa no bagageiro, e deixe aqui. Pegue Owen e o leve para a cidade. Não quero mais ninguém perto daqui.

–Eliza... Você tem certeza?

–Faça o que estou dizendo, por favor. Eu sei lidar com ela.

–E Margot?

–Tire ela daqui.

Ele assentiu, fazendo exatamente o que eu disse. Deixou a caixa no colchão, e foi embora com Owen e o corpo de Margot. Espero que se livrem do corpo antes de voltarem a cidade. Finalmente a sós com Emilly, minha Emilly.

–Emilly, você precisa se controlar, ou eu ficarei seca. Eu sei que está doendo. Eu sei que dói a sede, mas não vamos te saciar num dia só.

Tirei meu pulso da sua boca, mas isso só causou mais briga. Ela tentou agarrar o outro, tentou se virar, e isso enquanto arranhava e estapeava meu corpo. Mas não deixei, e usei o braço livre para abrir a caixa, e pegar a primeira bolsa de sangue. Ótimo raciocínio o meu, em buscar o estoque de sangue no antigo apartamento de Emilly. Estava guardando para o casamento. Mas bem, o momento chegou. Abri a tampa, e levei a boca dela, que produzia ruídos incompreensíveis enquanto lutava comigo. Que bom que ela não está com todas as suas forças, ou eu estaria perdendo essa luta. Mas não deixei que ela sugasse, porque precisava que ela parasse com aquele desespero.

–Emilly, por favor. Devagar, ou eu não vou te dar mais. Respira.

Demorou, e eu tive que repetir a ordem diversas vezes, mas ela respirou, e foi respirando devagar, parando de me bater, parando de lutar.

–Sou eu, Emilly. Estou aqui. Posso confiar em você?

Ela virou o rosto, devagar, e eu afrouxei os apertos. Ela se afastou, olhando ao redor. Ao menos estava tentando se controlar.

–Consegue falar comigo?

–Liz?

Sorri, soltando o ar, aliviada. Ela estava aqui.

–Está com dor?

–Minha cabeça... – Ela tocou o pescoço, os olhos fixando no sangue do colchão. – Margot, ela...

–Está morta, graças a você. – Toquei sua mão, trazendo para os meus lábios, beijando sem tirar os olhos dos seus. – Sua garganta?

–Arde, muito.

–Tudo bem, isso é normal. Você vai sentir desconforto no seu corpo, estranhar seus sentidos, mas confie em mim, vai melhorar.

Ela olhou meu braço, meu pescoço, mordeu o lábio e se machucou, porque as presas ainda estavam de fora. Ela tocou os dentes com a outra mão, curiosa. Sorri para isso, porque eu tinha gostado do novo visual.

–Estão sensíveis. – Ela disse, eu assenti. – Liz eu... Eu não quero te machucar. Você pode...

–Sangue?

–Sim.

–Apenas se beber devagar. E parar quando eu mandar.

–Tudo bem.

Entreguei a bolsa de sangue, e ainda que eu notasse a ansiedade, ela bebeu devagar, fazendo pausas para respirar. Eu estava aliviada. Ela está aqui. Ela está viva. Uma semana sem ela, e eu quase enlouqueci. Voltei a beijar sua mão, porque não queria avançar contra ela como queria. Havia algo de diferente nela, mas não sabia dizer o que.

–Eu... – Comecei, mas pausei. Como falaria com ela? Tinha tanto que queria dizer.

–Elizabeth.

Franzi o cenho. Fazia tanto tempo que ela não me chamava pelo nome todo, que pareceu estranho agora. Eu não diria que ela estava séria, mas havia algo que a estava deixando cabisbaixa, com o semblante triste.

–Podemos... Dar uma pausa... Nisso?

–Em nós?

–Não, isso não. Mas... Margot, ela... Ela rasgou o nosso contrato e... Eu sei que era só uma formalidade. E sei que você pode dizer não, mas... Você pode me tratar como... eu?

–Você quer que o contrato continue rasgado?

Ela fez tantas pausas para me fazer um único pedido. Ela parecia com medo e estava insegura, quebrada, como se não fosse somente o contrato que Margot tivesse rasgado. Ela tinha terminado o saco de sangue, e seus olhos vagavam entre o sangue que escorria do meu pescoço e o que estava guardado na caixa térmica. Eu queria abraçá-la, mas estava com medo de quebrá-la. Dei outro saco de sangue.

–Aquele sim, até você fazer outro.

Sua voz estava baixa, perto de um sussurro.

–Emilly, nossa relação nasceu dentro desses contratos.

–Liz...

–Calma. – Beijei seus dedos, tentando confortá-la. – Nossa relação nasceu disso, do contrato, e fico feliz por isso, porque você entregou sua confiança e seus sentimentos a mim. Desde do começo, e sempre te admirei por isso. Eu te amo, Emi. Um contrato não resume nossa relação mais. Eu quero casar com você, se você ainda quiser.

Ela largou o saco, colocando ao seu lado. Ficou de joelhos no colchão, os olhos tateando o espaço entre nós como se estivesse calculando seus movimentos. Fiquei parada, somente esperando. Suas mãos tatearam meu rosto, suas presas entraram, lentamente, nas suas gengivas, e sua face se aproximou. Ela parou quando nossas testas colaram, e ficamos ali, paradas, respirando o mesmo ar.

–Por que eu sempre... Sempre encontro o que preciso, em você?

Minha Emilly, ela ainda estava ali.

–Porque eu sempre vou mudar o que for necessário para nos manter juntas. Sempre.

Ela me abraçou. Devagar, mas me abraçou. Envolveu meu pescoço, acariciou meus cabelos, e descansou a cabeça no meu ombro. Era uma nova Emilly, mas esta ainda queria estar comigo, então estava perfeito.

–Querida, quer tomar um banho? – Sugiro, voltando a olhá-la. – Tirar o cheiro de sangue vai ajudar a se controlar.

–Eu quero ir embora. Quero ir para casa.

–Não está cansada?

–Não quero dormir aqui.

–E eu não acho bom dormir num hotel.

–Você pode me sedar se preciso. Só me leve embora, por favor.

–Tudo bem. Vamos embora. Mas precisamos de um banho. Tem outro banheiro aqui, se preferir.

–Tudo bem.

Nos levantamos, e eu a acompanhei para o outro banheiro, mas ela me parou na porta, envergonhada.

–Eu posso...?

–Oh, claro. Eu espero na sala. Se precisar de algo, me chama.

Era estranho ter que esperar do lado de fora, como se nunca tivéssemos feito isso juntas. Mas respeitei sua escolha, porque era evidente que ela precisava de espaço agora, depois de tudo o que Margot fez, eu não tinha qualquer pressa. Tínhamos todo o tempo do mundo, agora, mais do que nunca.

Andei pela casa, organizando o que via, até voltar ao quarto, e pegar toalhas e roupas que não tinham sido usadas ainda, e deixei em frente a porta do banheiro. Liguei para Liam, fiquei sabendo que se livraram do corpo de Margot, felizmente, então pedi que voltassem e trouxessem comida. Não queria obrigar Emilly a ficar mais tempo ali, porque nem mesmo eu gostaria.

Limpei o rastro de sangue no quarto, levei os lençóis e o colchão para os fundos da casa, e coloquei fogo. Limpei o chão ao redor da cama, e qualquer vestígio de sangue que encontrei na casa. Só parei quando me senti ser abraçada por trás, parando antes de me abaixar. Sorri, vendo os dedos de Emilly se prenderem na minha barriga, seus lábios roçando no meu ombro.

–Se sente melhor?

Ela não respondeu, afastou o tecido da minha camisa, e antes mesmo de tocar a minha pele desnuda, eu sabia o que ela ia fazer. Suas presas cravaram devagar na dobra do meu pescoço, e só por isso eu deixei que ela bebesse. Envolvi os dedos na sua nuca, erguendo o braço para trás, deixando que ela continuasse. Bebeu devagar, ou tentando, sempre que ficava rápido, ela parava e voltava a menor velocidade.

–Emilly...

Suspirei, fechando os olhos. Eu não devia deixar, ou acostumaria ela errado. Mas era uma sensação nova, ter alguém bebendo de mim, e ela estava tentando se controlar, tentando ser carinhosa. Deixei a cabeça cair para trás, pousando no seu ombro, sentindo suas mãos deslizarem pelo meu abdômen, uma subiu até agarrar meu seio e a outra desceu até penetrar minha calcinha. Soltei um suspiro em prazer, relaxando nos braços dela. Mas tudo acabou em segundos, porque ela se afastou subitamente.

–Desculpa, eu não devia...

Virei-me para ela, estreitando os olhos, confusa. Toquei seu rosto com cuidado, acariciando sua bochecha, e como ela não se afastou, deixei meu corpo próximo ao dela. Seus olhos continuavam vermelhos, suas presas lentamente subiam, mas prevalecia sua expressão de culpa.

–Está tudo bem. Você não fez nada errado.

–Então por que isso parece errado?

–O que parece errado, Emi? Beber de mim? Tocar em mim?

Ela desviou os olhos para a última questão, então não precisei de muito tempo para entender. Abracei sua cintura com a outra mão, beijando seus lábios com suavidade.

–Eu senti sua falta. – Digo baixo, colando nossas testas. – Mas agora estamos aqui, temos tempo, e podemos nos acostumar com o que temos agora.

–Eu sei que fui eu quem pedi para não ser tratada como escrava agora, mas... Continua sendo estranho não te chamar de dona, ao mesmo tempo que não me sinto confortável em voltar a isso agora.

–Temos tempo. Como eu te disse, não nos resumimos a isso mais. Sou sua noiva. Mas não significa que não podemos voltar ao contrato depois, ou fazer disso, sessões, como antes.

–Com a diferença que vou continuar com você quando o tempo da sessão acabar.

–Durante todo o tempo. Não tenha pressa. Essa última semana aconteceu muita coisa. Eu quero focar em te deixar bem agora, te deixar estável com essa nova vida. Depois eu... nós decidimos o que fazer.

Ela sorriu, relaxando, envolvendo minha cintura e se inclinando, beijando meus lábios lentamente. Retribui, estava com tantas saudades disso, que dessa vez fui eu a ter que me controlar para não ir rápido demais. Ela sorriu no meio do beijo, beijando meu maxilar e meu queixo.

–Não duvidei em momento nenhum que você fosse me achar, Liz.

–Como se eu fosse desistir da minha noiva.

–Eu te amo, Liz.

–Também te amo.

Ela voltou a me beijar, com mais intensidade, deixando a língua mover na minha. Puxei seu corpo para o meu, continuando somente a beijá-la, recuperando a falta que algo tão simples tinha me feito. Mas não tivemos a chance de continuar, porque Liam chegou junto a Owen, trazendo a comida que pedi. Fiz Emilly comer antes de ir tomar banho, ao menos deixava ela com a boca ocupada e não me preocupava em algum acidente acontecer nesse meio tempo. Depois que troquei de roupas, também comi algo, e levei a caixa com o sangue para o carro.

–Vamos embora. Não temos mais nada para fazer aqui. – Digo para todos, apoiando as mãos na cadeira que Emilly sentava.

–Não querem descansar? – Owen sugeriu, falando pela primeira vez desde que chegou.

–Descansamos na viagem de volta. Ficar aqui só vai chamar atenção desnecessária.

–Eu concordo. – Liam disse, colocando-se em pé. – Podemos ir?

Emilly se levantou também, sorrindo para mim. Segurou minha mão, indo na frente em direção ao carro. Quando entramos, ela não demorou em usar meu colo como seu travesseiro no banco traseiro, deixando que Owen assumisse o volante. Foi uma viagem silenciosa até o aeroporto, e ainda mais estranha nas primeiras horas do jatinho. Liam estava dormindo, Owen estava inquieto no seu lugar, e Emilly estava quieta na sua poltrona, olhando para fora. Ela estava variando entre me querer perto fisicamente e ter o espaço pessoal dela. Eu não podia avançar, então simplesmente esperava. Fiquei acordada durante toda a viagem, porque achava que Emilly acabaria perdendo o controle em algum momento. Eu tinha as bolsas de sangue perto, mas era a mim que ela atacaria primeiro. Não conseguia não estar em alerta, quando sabia que seria atacada a qualquer momento.

Ela deu os primeiros sinais de inquietação quando começou a coçar a garganta, pigarreando, movendo-se no seu assento. Suspirei, inclinando-me na poltrona e tocando seu joelho. Ela saltou, olhando-me, e agarrou meu pulso antes de sequer pensar em falar alguma coisa. Owen nos olhava, do outro lado do jatinho, com o cenho franzido, enojado, então virava a cabeça para a janela, e fingia nos ignorar. Era a irmã dele, que ele passou dias tentando ajudar, e agora não era capaz de falar uma palavra para ela por causa do orgulho da sua espécie. Impressionante.

Tive que forçar o pulso para longe de Emilly, ainda que ela tentasse pegá-lo, mas se continuasse nesse ritmo, ela não aprenderia a parar.

–Liz... Mais. Por favor.

Ela ainda usava a manha para tentar me convencer.

–Dorme. Vamos fazer uma última parada para abastecer, e estaremos em casa ao anoitecer.

–Está doendo.

–Emilly. Não. Nem de mim, e nem do estoque. Chega por hoje.

–Liz, eu vou perder o controle.

–Então eu vou te segurar e você vai se acalmar. Eu já te disse. Não vamos tirar essa dor no primeiro dia.

–Quanto tempo?

–Não sei, depende do seu controle. Ficar sempre bebendo vai te tornar um animal descontrolado.

–Quanto tempo você levou?

–Emilly. Cada corpo é diferente do outro. Não se compare a mim.

–Liam? Quanto tempo?

Liam abriu os olhos ao falarem seu nome, e nos olhou, analisando a situação antes de falar. Fuzilei-o com os olhos, já que tentar colocar limites em Emilly se tornou impossível.

–Dois meses, ou três. – Ele respondeu, coçando o queixo. – Não, isso foi Margot. Eliza levou um ano para se dizer civilizada.

–Isso não pode ser verdade. – Ela me olhou, perplexa, mas eu simplesmente revirei os olhos. – Você não pode ter demorado mais para se controlar do que Margot.

–Chega desse assunto.

–O que aconteceu? Por que não conseguiu antes?

–Eu tenho mesmo que usar um contrato para que você respeite minhas vontades, Emilly?

Ela abriu a boca, mas ergui a mão, balançando a cabeça.

–Chega. Se você não quer minha ajuda, então se controle sozinha.

Levantei, chutei a caixa com as bolsas de sangue para Liam, e sentei na poltrona da frente, colocando o cinto. Ninguém falou mais nada, e dessa vez, não me incomodei.


Notas Finais


Viram? Se me matassem não tinha cap u.u


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