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História Sweet Temptation - Capítulo 26


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Notas do Autor


Oioi amoressss, eu tenho a leve impressão de que vocês vão querer me matar nesse capitulo de hoje kkkkkk, perdão desde já.
Tenham uma ótima leitura e até maisss! Xoxo sz

Capítulo 26 - Acidente?


Martina estava novamente deitada em seu quarto, logo teria o seu amado ao lado novamente, não entendia como uma semana podia demorar tanto assim. Sentiu seu celular vibrar e logo abriu um sorriso esperando que fosse Jorge, mas logo o desmanchou quando olhou o identificador.

- o que quer?- diz rispidamente

- pode me encontrar?- era Pablo

- estou ocupada- torceu para ele não pegar ela na mentira

- sei que esta jogada na cama Tini- droga! As pessoas a conheciam bem- daqui duas horas no mesmo lugar

- e se eu não for?- correu as mãos pelo cabelo pegando uma mecha entre os dedos

- você vai- podia sentir a confiança em sua voz- até logo Tini- desligou o aparelho sem dar chance para a garota responder

Sabia que aquilo não era o certo, mas iria encontra-lo e seria o ponto final na relação deles. Levantou de sua cama e parou em frente do espelho se analisando, estava com um vestido florido e um tênis branco nos pés, iria assim mesmo. Parou junto da porta do quarto pensando em seu namorado, o que ele pensaria se soubesse que a morena estava indo encontrar outro enquanto ele estava viajando com o primo? Suspirou pesadamente girando a maçaneta ao lembrar que a ruiva também havia ido na viajem por convite do italiano, não era uma vingança apenas se sentia no direito de encontrar seus amigos também, ou até mesmo seu ex quase relacionamento.

Todos estavam arrumando suas malas para finalmente voltar para casa, foram dias rápidos na terra natal do amigo, mas foram dias bem vividos. Foram a diversos pontos turísticos e conheceram a cidade toda, se divertiram como nunca. Optaram por pegar um quarto maior e ficar todos juntos para aproveitar melhor o momento, o casal havia se retirado alegando que comprariam coisas para a viajem.

- Jorge....- a ruiva estava sentada no chão arrumando sua própria mala- podemos conversar?

- já estamos Helena- responde sentado na cama olhando para o nada

- odeio esse clima entre a gente- dobrava algumas roupas espalhadas pelo chão- já passamos tantas coisas que isso é besteira

- estou bem com a Tini e não quero estragar- levanta rapidamente- deveria saber melhor do que ninguém isso

- e eu quero que você seja feliz yoyi- também se levanta- comigo!

- acho bem mesquinho da sua parte já que você me deu um pé!- responde e vai em direção da varanda

- qual o seu problema em apenas seguir a droga da aposta e depois desaparecer?- andava atrás dele- sabe que tudo seria mais fácil

- pra quem Helena?- encara a ruiva do seu lado

- todo mundo- encara de volta o moreno- sabe que só eu posso te proporcionar o que quer- passava a mão pelo rosto dele- cada toque- sussurra se aproximando

- já disse que não Lena- afasta sua mão

- vamos fazer assim- a garota se ajeita ao lado dele- se você fizer o que precisa e ganhar isso- toca seu braço chamando sua atenção- vou estar aqui te esperando como sempre- se encaram por alguns segundos

- voltamos filhos- o italiano abre a porta gritando

- da pra falar baixo?- resmungava a loira atrás dele

- que horas é nosso vôo?- o moreno se joga na cama ao lado do primo

- só a noite- responde abrindo uma barra de chocolate

- você nunca para de comer?- a ruiva passava rapidamente por eles

- é difícil manter esse corpinho aqui- responde mordendo um pedaço do doce

- é difícil namorar uma criança- provoca a loira

- também te amo- joga um beijo na direção da loira

- vocês são estranhos- o moreno fala indo em direção do banheiro- vou tomar meu belo banho antes de aguentar horas de vôo perto de pessoas chatas- olha de relance para a ruiva antes de bater a porta

- climão- sussurra o italiano recebendo olhares de raiva da amiga

Enquanto eles se preparavam para a volta, Martina esperava por Pablo no lugar que haviam marcado. Estava atrasado, pensou varias vezes se não era o destino lhe falando “corra, sua chance de ninguém nunca descobrir isso”, mas foi muito boba e apenas permaneceu sentada por algum motivo.

- eu disse que viria- se virou apenas para encontrar o moreno com seu sorriso tranquilo

- o que quer?- cruza os braços se levantando

- vem comigo- estende a mão na direção da garota

- onde?- olhou para a mão dele ponderando se devia

- eu não vou te sequestrar Martina- mantinha seu sorriso despreocupado nos lábios- quero te levar pra um lugar- ao longe escutaram o barulho de uma trovoada avisando a chuva que estava para chegar

- vai chover acho melhor ir embora- se vira para sair, mas sente um toque em seu braço

- por favor- estende novamente a mão

- Pablo....- olhou novamente para ele e algo lhe dizia para aceitar- você tem dez minutos- aceita a mão que o moreno oferecia

- perfeito- sorri enquanto puxava a garota pelo parque- me daria a honra?- abre a porta do passageiro para ela

- onde vamos?- revezava seu olhar entre ele e o carro

- deixa de ser chata e entra- sorri de canto

- se não me dizer eu não entro- cruza os braços encarando ele

- tem um parque novo- suspira- sei como gosta disso e pensei em te levar e quem sabe bater um papo- o vento começava a soprar com certa urgência e velocidade, logo a chuva daria sinal de vida molhando todos abaixo dela

- só porque não recuso parques- entra no carro esperando por ele- como sabia que eu não iria sair correndo?- pergunta assim que ele entra

- porque eu te conheço- sorri olhando para ela- tem mais uma surpresa, fecha os olhos- a morena olhava desconfiada para ele- por favor- assim que ela faz o que foi pedido ele rapidamente junta seus lábios nos dela em um beijo simples

- eu namoro Pablo....- afasta rapidamente seus rostos quando percebe do que se trata- acho melhor eu ir- abre a porta sentindo algumas gotículas de água serem arremessadas contra ela por conta do vento levemente forte

- espera- segura seu braço- vamos pelo menos no parque, ok?- ela assente levemente e o mesmo da partida no veiculo

O caminho até o parque estava tranquilo, nenhum dos dois se atreveu a falar nada, mas o silêncio entre eles era bom. A chuva caia constantemente e por vez um pouco agitada, varias vezes a morena pediu para voltar já que iria estar praticamente tudo molhado nem valeria apenas ir, o mesmo negava dizendo que o que realmente importava era a companhia dela e que ficariam bem na praça de alimentação do local.

Seguiram mais ou menos meia hora até finalmente a chuva começar a cair com velocidade brutalidade, estava ventando em uma velocidade um pouco alarmante para qualquer motorista.

- agora chega Pablo- a morena diz severa- quero que me leve pra casa- ordena olhando a chuva que só aumentava

- estamos quase chegando Tini- resmunga do outro lado do veiculo- só mais cinco minutos

- tem noção dessa chuva absurda la fora?- encara o moreno que não esboçava nenhuma direção- é difícil demais falar com você!- esbraveja- você nem sequer mudar essa sua cara

- o que quer que eu diga?- desvia sua atenção da estrada por um momento- eu sou um imbecil, arrogante e prepotente e só quero te tirar daquele babaca engomadinho do Blanco?- encara a morena que estava com uma expressão de raiva

- seria ótimo!- força um sorriso-porque é o que você quer- cruza os braços

- você só joga a culpa em mim, mas esquece o quão podre ele pode ser- cospe as palavras com força e volta sua atenção para a direção

- sinceramente eu to cansada de você jogar a porcaria da culpa nos outros!- aumenta seu tom de voz- você me diz que ele é igual você, mas não me diz a droga que um motivozinho pra acreditar em você

- posso te dar quantos quiser- aperta as mãos contra o volante- ordem alfabética ou cronológica?- volta sua atenção para a morena com um ar de deboche

- impossível ter uma conversa franca Pablo- se encosta novamente no banco

- o problema é que você esta cega pela aparência de perfeitinho dele Martina!- ri sem humor- se soubesse da metade das coisas que ele já fez com certeza mudaria sua opinião

- então me diz caralho!- nessa altura ela já gritava, só se deu conta do tom da sua voz quando percebeu o moreno arregalar levemente os olhos

- se eu te falar que ele já usou da minha droga?- olhava para ela que mantinha seu olhar na estrada- ele só esta te usando Matina, quer te levar pra cama e pronto!- analisava a morena perplexa ao seu lado

- caminhão....- sussurra

- você nem ao menos acredita em mim- balança fortemente a cabeça

- não Pablo, CAMINHÃO!- aponta pelo vidro o veiculo vindo em sua direção

Foi tudo tão rápido que nem puderam ver o que lhes tinha atingido primeiro, o caminhão ou o barranco no qual estavam presos. O carro todo foi desmanchado e só sairiam vivos se dessem sorte, fumaça saia de todos os lugares e o veiculo todo respondia com sirenes e o alarme disparado. Os vidros estavam estilhaçados por toda parte, alguns até mesmo contra os passageiros que haviam cortado os rostos.

Já estavam todos no avião, a decolagem já havia começado e logo estariam a alguns pés de distância do chão. Assim que a aeromoça avisou que os celulares poderiam ser ligados novamente Mercedes foi bombardeada por ligações e mensagens de seu pai.

- o que foi papai?- pergunta assim que ele atende

- a Tini sofreu um acidente- diz aflito- estamos indo para o hospital agora- escuta ele bater a porta- droga!

- calma papai- tentava achar as palavras, mas coincidentemente elas haviam sumido- o que aconteceu?

- parece que ela saiu com algum amigo- escutou ele suspirar pesadamente- o Pablo querida

- o que?- o choque e medo tomaram conta do corpo da loira- me deixe por dentro de tudo, ok?

- claro filha- podia ouvir sua madrasta falando algo e jurou escurar um choro baixo- estamos indo para o hospital, eu te amo

- eu também amo vocês papai- desliga o celular antes que começasse a chorar

- o que foi?- o italiano se vira para trás, haviam pegado poltronas próximas uma das outras, as meninas ficavam atrás e os dois garotas na frente

- deixa de ser chato- o mexicano provoca rindo

- a Tini sofreu um acidente- sussurra

- o que?- o moreno vira com a expressão repleta de confusão

- parece que ela saiu com o Pablo e.... eu não sei- segurava as próprias lagrimas enquanto falava

- cheiro de chifre queimado- sussurra a ruiva ganhando um olhar de repreensão do italiano

- não.... não.... não- o mexicano voltou a sua posição normal tentando controlar sua respiração ofegante- eu vou perder ela- levou as mãos até os olhos os tampando

- não vai perder ninguém yoyi- o italiano volta sua atenção para o primo- presta atenção em mim, cara- se abaixa na frente dele- me escute

- vou sim....- tira as mãos do rosto- vou perder igual o Caio- lágrimas apreciam em seus olhos- igual Rug

- não vai!- segurou sua mão com força- respira, por favor, respira- segurou o rosto do primo fazendo com que ele se concentrasse nele- eu te prometo Jorge, vai ficar tudo bem- fazia movimentos de inspirar e expirar tentando controlar a respiração ofegante do moreno

- por que eu to vivendo esse pesadelo de novo?- e novamente começou a ficar ofegante e as lágrimas cair por seu rosto

- deixa que eu cuido dele- a ruiva se coloca ao lado deles- fica com a sua namorada

- eu preciso cuidar ficar com ele- olhava para o moreno desesperado em sua frente

- quem melhor pra cuidar dele do que a nam....- percebe o que estava prestes a falar e faz uma pausa encarando o italiano- do que a ex namorada?

- tudo bem- se levanta ainda o olhando o moreno- vou ficar com a Mechi- passa correndo pela ruiva

- ei yoyi- toca sua perna- presta atenção em mim- segurou sua mão tentando controlar sua euforia

- precisa de ajuda?- uma comissária morena se aproxima com a expressão de preocupação estampada em seu rosto

- não precisa- sorri gentilmente- ele já vai melhorar- espera até que a moça se retire para retornar a falar- por favor escuta o som da minha voz querido- toca seu rosto molhado por lágrimas- não faça isso com você mesmo- seca algumas partes de seu rosto- shiiiiu- aproximou seu rostos assim que percebeu que não conseguiria controla-lo facilmente apenas falando, juntou seus lábios nos dele por alguns segundos até perceber sua respiração voltar mais leve- esta bem?

- eu não posso perder ela Lena....- sussurra ainda com lágrimas nos olhos – igual o....- percebe sua respiração ficar pesada novamente e se apressa em dizer

- não vai- sorri docemente enquanto acariciava seu rosto- confia em mim?- ele assente levemente- então se acalme e vamos esperar o pai dela ligar com noticias- sustenta seu sorriso enquanto se sentava ao lado dele- me dê sua mão- pega delicadamente a mão que ele repousava sobre a perna- e apenas confie em mim- acariciava seu rosto enquanto ele se encostava na poltrona e fechava os olhos


Notas Finais


Helena sempre destilando seu veneno. Me desculpe por deixar vocês ansiosos com a Tini, mas é por uma boa causa hahahahah, e não podemos esquecer das coisas que o Pablo disse, o que será que vai acontecer ein? Me contem suas teorias.
Beijinhos e até logoo! sz


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