História Sweet Vampire (Imagine Park Jimin) - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Imagine, Jimin, Vampiro, Você
Visualizações 707
Palavras 1.969
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, there!
Eu, sinceramente, não estou achando este imagine o melhor que eu poderia produzir. Eu estou tentando melhorar nisso... Haha!
Porém, fiz com muito esforço e creio que este esforço foi o diferencial. :3
Espero que gostem e, se possível z opinem, por favor. Opiniões são importantes, de todos os tipos. :3
Boa leitura!!! <3

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Sweet Vampire (Imagine Park Jimin) - Capítulo 1 - Capítulo Único

Sweet Vampire

Capítulo Único

Acordei com fortes dores de cabeça e, também, o corpo mole. De pouquinho em pouquinho, ia tomando a memória dos fatos ocorridos. Meu pescoço estava sensível e eu já sabia o que era... Sentia-me fraca, tonta e com cefaléia. Certamente, porque Jimin tomara um pouco de meu sangue e eu não acostumei-me à suas mordidas profundas e intensas.

Estava sobre minha cama, um pouco desarrumada. Sentada, mirava meu quarto escuro. As cortinas impediam que a luz do luar incomodasse-me e até era melhor assim. Na penteadeira, a cadeira de madeira branca com um assento de almofada na cor rosa era ocupada por um homem de porte. Ele estava sentado com as pernas abertas e braços jogados no ar. Era Jimin. Utilizava uma camisa social preta, calças escuras e pantufas brancas. Seu cabelo negro estava arrumado e penteado em camadas. Eu adorava seu estilo sério... E a postura também. Com cuidado, levantei-me da cama sem produzir quaisquer sons. Aproximara-me de Jimin na ponta dos pés e pus a mão em seu peitoral definido exposto em causa dos botões abertos da camisa. Rapidamente, o vampiro despertara e agarrou minha mão destra, apertando-a. Senti meus ossos estalarem e apertei os olhos, com dor.

— (S/n)! – arregalou os olhos, soltando minha mão sem demora. Parecia assustado. – Já acordada?

— S-sim...– abri os olhos, devagar. Presenciei as íris vermelhas de Jimin tornarem-se, simplesmente, castanhas escuras.

— Céus... Venha cá. – agarrou-me pela cintura com suas duas mãos, pondo-me sentada em uma de suas pernas. – Fico feliz que esteja melhor... Fiquei preocupado quando você desmaiou mais cedo. Não precisava sacrificar-se tanto, meu amor...

— Eu quis, Jimin. E sua garganta já estava seca, que eu sei. Mal podia ver uma pessoa que já ficava com os olhos vermelhos! Ainda não podemos assaltar um banco de sangue, certo? – sorri a ele, que retribuiu com uma doce risada. – Eu só quero ajudar o meu namorado! Posso, não?

Jimin encarava-me. Porém, sua seriedade não resistira ao meu olhar penetrante. Riu novamente e beijou minha testa, afastando-se.

— É claro que pode, mas não deve ficar se esforçando tanto para me ajudar. Sei me virar, (s/n) e não quero que nada ocorra contigo. Se as pessoas enxergarem algo como essa marca de mordida, pode ficar feio para nós dois. – comentou preocupado, fitando a marca que deixara em mim mais cedo.

Suspirei. Ele tinha razão, de fato. Não era bom eu fazer aquilo e Jimin apenas estava preocupado comigo. Aqui na Coréia do Sul, algumas pessoas apareceram mortas com mordidas em todo o corpo e os telejornais já criavam polêmicas. Um dos boatos era a existência de vampiros. Eu achava que vampiros só existiam na Saga Crepúsculo ou em The Vampire Diaries, mas... Depois de Jimin, eu já não duvidava de mais nada.

Namorávamos há três anos e, só este ano, ele revelara que era um vampiro. Foi hilário, de primeira, afinal, ele mais parecia-se com um Edward Cullen – pois utilizava roupas escuras e com tons frios. E eu gostava de seu estilo – gosto. Contudo, um vampiro em minha vida... Era algo que precisava de cuidado. Não que eu não confiasse em Jimin, mas eu deveria protegê-lo e ajudá-lo. E com as notícias rolando, seria bem mais seguro manter a discrição.

— Estou orgulhoso de você, (s/n). – quebrou o silêncio.

Eu estava cabisbaixa quando o indicador de Jimin pusera-se abaixo do meu queixo e o ergueu, fazendo-me fitar os olhos escuros do rapaz. Parecia que eu tinha entrado em êxtase... Sentia-me confortável quando isto acontecia, pois sentia-me vulnerável aos charmes do vampiro. E ele sempre foi tão sedutor...! Beijara-me, inicialmente, com selinhos, afastando-se de meus lábios para sorrir. Deixava-me sedenta por sua boca, sua língua... Desejava-o inteiramente. Cansada daquilo, puxei Jimin para perto ao pôr a mão em sua nuca e intensifiquei nosso beijo. Por impulso, Jimin apertada forte a minha coxa por cima do vestido rosinha de alças finas, e eu sorri no meio de nosso beijo.

O vampiro levantara e carregou-me em seu colo – eu enlacei minhas pernas em suas costas. Com minhas mãos ao redor de seu pescoço, continuava a beijá-lo intensamente e, cada vez mais, nosso beijo ficava ainda mais selvagem. Jimin caminhara até a cama e sentou-se na ponta da mesma, comigo sobre ele. Afastou-se de mim arfando, assim como eu. Seu cabelo já não estava mais arrumado, alguns fios já ousavam ir para frente de sua testa. Suas mãos frias foram até as alças de meu vestido e o inicial toque já arrepiara meu corpo. Riu ao perceber meu arrepio, olhando-me diretamente nos olhos enquanto abaixava as alças da vestimenta.

A parte superior do vestido caíra e revelou meus seios já endurecidos e apontando para o rapaz. Seus olhos tornaram-se vermelhos e Jimin, com o seu desejo sexual aflorado, abocanhou um de meus seios, chupando-o com vontade e fazendo o mesmo com o outro.

— J-Jimin... – joguei a cabeça para trás, suspirando.

Voltei a encará-lo e o observei brincar com meus seios. Apertava o esquerdo com os dedos, afundava-o com o indicador e apertava o mamilo com o indicador e o do meio. Já com o direito, rodeava a língua em minha aréola e chupava o mamilo, dando delicadas mordidas que faziam-me dar pulinhos em seu colo. Aproveitando a chance, agarrei seus cabelos com a destra e joguei sua cabeça para trás, beijando o vampiro novamente. Passei minha língua em seus lábios e Jimin cedeu-me a passagem, rindo. Normalmente, ele sempre pedia a passagem. Nossas línguas, então, começaram a lutar entre si, sedentas. Desta vez, eu afastei-me do beijo e mordidas o lábio inferior do rapaz, puxando-o delicadamente entre meus dentes – o que fez com que Jimin soltasse um grunhido.

Não aparentava estar satisfeito de tanto beijar-me. Voltara ao nosso beijo, rasgando meu vestido e largando os dois pedaços que dele restaram no chão. Eu abria a camisa de Jimin, e ele colocava-nos no centro da cama, com meu corpo sobre o seu. Inverteu a posição, ficando entre minhas pernas – o que deu espaço a mim para abrir sua calça – e continuou a beijar-me feroz, enquanto ajudava-me a desfazer-me de suas vestes.

Por fim, depois de algum tempo, Jimin estava apenas de boxer preta, e eu, de calcinha branca de renda.

— Minha vez de satisfazê-lo... – sorri perversa, levantando-me da cama.

Jimin não deixara de dar um sorriso de canto. Voltou a sentar-se na cama, eu apoiei minhas mãos em suas coxas antes de ajoelhar-me para beijá-lo. Para deixá-lo com uma vontade, dei-lhe apenas dois selinhos fracos e ajoelhei-me ao chão. Olhava-o profundamente, vendo o rubro que aqueles olhos tomaram para si. O quarto tinha una atmosfera diferente, nossos corpos estavam difenrentes! E eu adorava... Adorava a química que tínhamos e como nos entendíamos – na cama ou fora dela.

Ajoelhada, passei minha mão esquerda sobre o volume notório em sua boxer. Passei a língua entre os lábios, sedenta por aquilo. Dei uma olhada a Jimin e ele acariciou meus cabelos, pondo-os para trás. Devagar, abaixei a boxer e, com um mínimo gesto, o membro do vampiro saltara para fora, pulsante. Sua glande vermelhinha já estava suja de um pré-gozo, sua extensão estava toda melada por aquele líquido. Larguei a cueca de Jimin em qualquer canto e, agarrando o membro do rapaz com a destra, observava-o com desejo. Tinha fetiche pelas veias, não sei o porquê! Ha, ha!

Passei a língua sobre a cabecinha de Jimin e, logo, ele gemeu, franzindo o cenho. Fitei-o e parei no mesmo instante, para irritá-lo.

— Paro? – indaguei-o, fingindo uma carinha inocente. – Se quiser, eu paro.

— N-não precisa... Continue, baby. – sorriu a mim, continuando a pentear meu cabelo para trás.

Assenti com a cabeca e continuei a chupar sua glande. Desta vez, pus um pouco mais de "força" no ato. De olhos fechados, sentia o gosto de Jimin, satisfeita. Movia a cabeca para cima e para baixo, tomando toda a extensão de seu pau com a minha boca. Ouvia os gemidos e grunhidos de Jimin, e sentia-o apertar meu cabelo com delicadeza. Sua voz era música aos meus ouvidos...

— Caralho, (s/n)... Está me deixando louco! – abri meus olhos, vendo-o com a cabeça jogada para trás, expondo seu pescoço e o pomo-de-Adão.

— É esta a intenção... Deixá-lo ainda mais louco por mim. – justifiquei, com um tom doce, porém sexy.

Jimin encarara-me e, ainda com a mão em minha cabeça, apertou meu cabelo e começou a movimentar meu crânio, forçando a chupá-lo com ainda mais velocidade. Minha língua movia-se rápido e eu sentia-o em minha garganta. Para frente e para trás, para cima e para baixo, Jimin ia satisfazendo-se comigo – e eu adorava quando ele tomava algumas atitudes rudes, sem machucar-me, como sempre. Depois de alguns minutos, o vampiro despejara seu sêmen em minha boca e fiz questão de engolir tudo. Abri a boca, como uma criança que mostra que tomou o remédio todo, e Jimin mordeu o lábio inferior.

— Vou te foder como um animal, (s/n)... – acariciou meu rosto, com um olhar que fazia-me ceder ainda mais.

Levantara-se da cama e ofereceu-me a mão direita, cavalheiro. Agarrei-a e Jimin posicionou-me na cama, de quatro. Passou as mãos em meus glúteos, acariciando-os, até dar um tapa no meu glúteo direito, impulsionando meu corpo para frente. Depois do primeiro tapa, viera outro e mais outro...

— J-Jimin... – gemi, manhosa. – Por favor...

— Já sei o que vai me pedir, querida... – passou o polegar na minha vulva, pressionando-o contra meu clitóris. – Sei tão bem que nem precisa pedir.

— Aaah! – gritei, sentindo algo quente e úmido passar na entrada de minha vagina.

Jimin explorava-me com a língua, brincando com a entrada de minha intimidade com a língua e com o dedo. Eu gemia enlouquecidamente, deliciada com sua carícia. O vampiro chupava e sugava meu clitóris e o apertava também, para aumentar ainda mais o meu prazer. Eu clamava por mais e mais, sem ligar para o quão lascívia estava sendo. Jimin, que aparentava estar de joelhos, levantara-se do porcelanato do quarto e penetrou-me com dois dedos, movimentando-se lento em meu interior quente. Arfei, apertando os lençóis da cama. Brincara pouco comigo, visto que sabia que eu não desejava apenas seus dedos longos, e sim, seu pênis em meu interior.

Apartara-se de mim, indo até um dos criados-mudos que ficava ao lado da cama – o direito. Apesar de o quarto estar um pouco escuro, eu conseguia ver claramente o corpo escultural de Jimin e seu ABS definido. Vi-o retirar uma embalagem dourada da gaveta e rasgá-la, retirando um preservativo que cobrira seu membro com uma fina camada de plástico amarelado. Voltou a mim e olhava-me sério, mordi o lábio.

Senti-o encostar-se na minha vulva e, finalmente, penetrar-me.

— Aaaah! – soquei o colchão, olhando para Jimin por cima do ombro.

Sorriu safado e iniciou estocadas profundas e fortes. Mordi meu lábio inferior, ao mesmo tempo que Jimin agarrara meu quadril e começou a foder-me com força. O quarto cheirava a sexo, a áurea era um verdadeiro pecado. Ele agarrou meus braços, continuando, veemente.

— Mais... Mais... Jimin, eu quero mais...!

Soltei-me de Jimin e agarrei-o pelos ombros, sentando-o na cama. Coloquei-me sobre seu colo e encaixei, mais uma vez, seu pau em meu interior apertado, cavalgando sobre ele. Gemia alto, sem me importar se os vizinhos executariam. Jimin e eu gemíamos alto, unidos, formando um só. Acelerei minhas quicadas e, depois de um tempo, cheguei ao orgasmo. Meu corpo estava mole, minha respiração descompassada. Jimin, no entanto, fizera-me dar mais algumas reboldas em si, até achar o suficiente. Erguera meu rosto e foi em direção ao meu pescoço, mordendo-me ali. Penetrei minhas unhas em seus ombros, prendendo o grunhido entre os dentes. Sentia meu líquido vital ser diminuído e meu corpo amolecer ainda mais. A dor era forte, eu sentia como se fosse morrer... Jimin hesitara e mirou-me com compaixão e os lábios sujos de sangue. Beijou-me com gosto de sangue e, ao fitar-me novamente, disse:

— Eu te amo, (s/n)...

Sorri, dando-lhe outro beijo, acompanhado de um abraço.

— Eu também te amo muito, Jimin... Muito.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...