História Sweetheart - Capítulo 4


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Categorias Carrie Fisher, Harrison Ford, Mark Hamill
Personagens Carrie Fisher, Harrison Ford, Mark Hamill, Personagens Originais
Tags Anos 1980, Carrie Fisher, Carrison, Harrison Ford, Mark Hamill, Roadtrip, Star Wars
Visualizações 25
Palavras 2.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse é o capítulo diferentão.

Todos sabemos que a história é narrada em terceira pessoa, mas nesse capítulo decidi que será em primeira, sob a perspectiva de Carrie, óbvio.
A mudança se deve basicamente por dois motivos. (1) Porque eu quero. (2) Porque percebi que ficou muito mais interessante. E o motivo 2 sustenta o motivo 1.
Claro que me sinto mais confortável na outra forma, mas esse capítulo estava bem complicado - para não dizer tedioso. Então passei para primeira pessoa e ficou bem melhor.

Leiam até o final e me contem o que acharam dessa nova perspectiva.

Boa leitura ;)

Capítulo 4 - Nós parecemos namorados?


Fanfic / Fanfiction Sweetheart - Capítulo 4 - Nós parecemos namorados?

De início, os nossos passos foram ritmados. Três amigos caminhando lado a lado pela autoestrada depois daquele dia fatídico. Mas depois de mais de três horas de caminhada, nossas pernas começaram a exigir por descanso. Isso ficou perceptível pelo fato de não estamos mais pareados, lado a lado, mas agora numa espécie de fila, onde aquele que tinha ainda um pouco mais de vigor, Harrison, assumiu a liderança, indo à frente, eu bem atrás dele e Mark dois ou três metros depois de mim.

Só tínhamos que seguir em linha reta pela estrada, sem se desviar, pois ela nos levaria a Deming.

Mas já estávamos famintos àquela altura. Felizmente não precisamos nos preocupar com a sede logo de início, pois trazíamos conosco algumas garrafas de água, e com isso conseguimos matar a sede. E enganar (ou fingir que enganamos) o estômago. O sol se punha, logo o clima estava mais ameno, para a nossa sorte. Se é que posso dizer que tivemos alguma sorte naquele dia. Prefiro dizer que o Universo teve compaixão de nós, não nos obrigando a fazer aquela árdua caminhada sob o sol escaldante do Novo México. No entanto, isso não aliviada o cansaço. Andamos o que? Vinte, vinte e cinco quilômetros?

— Rápido Mark, não fique para trás – eu chamei.

— Estou andando o mais rápido que posso. Estamos caminhando sem parar há horas – respondeu ele.

— E nem iremos parar – Harrison disse.

Mark correu, me alcançando. Sua testa pingava suor, mesmo com a viração da noite e as temperaturas mais baixas. Abriu a mochila que levava sobre um dos ombros e buscou novamente a garrafinha com água e tomou o último gole da mesma.

— Ainda falta muito? – ele perguntou.

— Acho que não – eu disse. Mas não tinha certeza se faltava muito ou não, mas que já estava depois da metade do caminho, isso eu tinha certeza. Há cerca de uma hora que víamos lotes de terra, fazendas e algumas plantações.

Harrison se mantinha silencioso. Com as mãos metidas nos bolsos, e focado em chegar ao destino, falava pouco. Eu não podia culpá-lo por ser... Ele mesmo. No entanto, só tínhamos decidido que iríamos para Deming. Somente isso. O que iremos fazer ao chegar lá? Precisávamos de um plano. Eu disse isso a ele.

— Vamos procurar um telefone – ele respondeu.

— Sim, eu sei disso. E o que mais? É noite, estamos sem dinheiro e famintos.

— O telefone era a prioridade, não sei o que faremos...

— Eu acho que devemos procurar primeiro um lugar para passar a noite e algo para matar a fome – eu o interrompi – Preciso de um banho, estou fedendo. Todos estamos.

— Eu preciso de um hambúrguer bem grande com muita maionese – Mark disse. – Tenho quase certeza de que esse foi o pior dia da minha vida... Bom, eu não sei vocês, mas não vejo forma disso piorar. – Ele ajeitou a mochila, transferindo o peso para o outro ombro.

— Mas você pelo menos tem uma reserva natural de comida, não é amigo? – eu disse, para descontrair, cutucando a barriga proeminente que há alguns meses estava se formando em Mark.

— Engraçadinha – ele retrucou, fazendo um beicinho, como que entediado.

— Mas é verdade! – eu estava rindo.

— Eu sei que estou gordinho, não precisa ficar falando.

— De mau humor também, já não basta o Harrison? – Mark murmurou um “hum”. Não poderia culpá-lo. Ele era sempre animado e divertido, mas aquela situação poderia mexer com os nervos de qualquer um. Então eu tive que compreendê-lo.

— Chegamos – o Sr. Ford anunciou, no tom habitual que ele usava quando queria contar uma conversa que o aborrecia. Poderia ficar zangada com ele, mas estava contente demais por estar enfim chegando a bendita Deming que eu nunca tinha ouvido falar antes daquele dia.

À frente, ainda há quase um quilometro, as primeiras luzes dela apareciam. Sentimo-nos um pouco mais motivados, e então apressamos o passo para chegarmos logo. As Interestates 10 70 cruzavam-se ali e a primeira atravessava a cidade.

— Está aí. “Bem-vindo a Deming” – Mark leu da placa junto à entrada.

Tinha um posto de gasolina uns duzentos metros depois da placa e depois dele alguns restaurantes pequenos, uma mercearia, lojas de suvenires, uma pousada e um motel, e então os primeiros bairros e condomínios. Ruas calçadas, e pavimentadas, avenidas, e edifícios no centro. Tinha uns dez mil habitantes, descobri depois. Mas nós estávamos com pressa, não era uma visita turística.

Quase corremos para chegarem ao posto. A primeira coisa que me chamou a atenção foi o estado daquele lugar. Parecia aqueles postos abandonados e/ou sucateados de beira de estrada que eu tinha visto pelo caminho de Los Angeles até ali. Das três bombas apenas uma funcionava, algumas luzes estavam apagadas e tinha muita poeira e lixo. Mas a loja do posto estava com as luzes acesas. Pelo visto não estava de fato abandonado. Encontramos três homens, um gordo, um magro e um careca, sentados numa mesa redonda jogando dominó.

Os sinos tocaram quando Harrison empurrou a porta e nós passamos por ela.

— Oi! Vocês têm telefone? – Harrison perguntou logo.

Nenhum dos três homens interrompeu o que estavam fazendo e nem se dignaram a olhar para nós. Continuaram o seu jogo como se só eles estivessem ali.

— Com licença? – Mark insistiu. – Com licença, será que podem nos ajudar?

— Passo – o careca disse.

O magro colocou sua última peça e bateu na mesa em comemoração.

— Ganhei de novo!

— Você sempre ganha – o gordo resmungou, colocando suas peças sobre a mesa.

— Quero uma revanche – o homem careca falou.

— Será que antes de recomeçarem esse jogo maldito podem, por favor, nos ajudar? Ou será que somos invisíveis? – Eu já tinha perdido a paciência àquela altura do campeonato.

Aqueles três caras olharam finalmente para mim e depois para Mark e Harrison. O gordo estalou a língua e apontou com o polegar para trás de si, para o telefone em cima de um pequeno balcão.

— Obrigado – Harrison disse irritado, passou por eles indo até o balcão. Colocou-o no ouvido, mas o aparelho estava mudo. Tentou discar o primeiro número de que se lembrou, não obteve sucesso.

— Não funciona.

— O que?! – Era só o que faltava!

— O telefone, por que ele não funciona? – ele perguntou aos homens.

— Não tem linha – o gordo respondeu. Harrison fez uma careta que eu sabia que ele estava retendo um xingamento na ponta da língua.

— Por que não disse que o telefone não funcionava?!

— Você perguntou se tínhamos um telefone, nós temos. Você não perguntou se funcionava – o gordo pôs-se a roer as unhas, com desdém.

— Onde podemos conseguir um telefone? – Mark perguntou.

— Que funcione – adicionei.

— Eu não sei moça, pergunta por aí – o magro respondeu, colocando as pernas sobre a mesa.

— Vamos embora – Harrison bateu o telefone com raiva e, de punhos cerrados, saiu. Parecia que a qualquer momento fosse perder a curta paciência que tinha acumulado ao longo da vida.

— Ôh! Não precisa quebrar! – o magrelo reclamou.

— Ele não funciona mesmo, seu babaca.

— Muito obrigada por nada – falei, seguindo Harrison.

Deixamos a loja e caminhamos até a estrada. Já estava escuro e as luzes dos postes e da lua iluminavam a rua. Procurar ajuda no posto tinha falhado, logo, precisávamos de segundas opções que fossem necessárias para não nos obrigar a procurar terceiras.

— Imbecis – Harrison murmurava.

— E agora, vamos pra onde? – Mark perguntou.

A pergunta de Mark repetiu-se na minha cabeça como um disco riscado. Vamos para onde? Vamos para onde? O que me fez girar o corpo ao redor, buscando alguma resposta para a pergunta. As poucas lojas e restaurantes que tinham ali por perto estavam fechadas, e todos eles tinham certa distância entre si. Claro que essa distância ia diminuindo à medida que se aproximava mais do centro da cidade. Mas ali havia uma pequena loja de suvenires, com uma fachada graciosa, chamada “Mary’s”. Decidi ir até lá.

— Ei, aonde você vai? – Mark perguntou.

— Naquela loja – respondi.

— Procurar um telefone?

— Não, vou comprar umas lembrancinhas.

Novamente um sino tocou ao passarmos. Tinha uma placa avisando que já estava fechado, mas como a porta estava aberta e as luzes acesas, entrei mesmo assim. E com os rapazes atrás de mim. A loja era pequena, tinha um aspecto rústico, mas era extremamente organizada. Nas prateleiras os objetos estavam milimetricamente emparelhados e dispostos por tipo. Uma senhora (que deveria ter cinquenta e cinco ou sessenta anos, tanto faz já que eu nunca soube determinar a idade de ninguém) saiu do interior da loja. Os cabelos grisalhos estavam presos num coque frouxo e ela usava um vestido azul florido com avental cheio de flores e babados. Uma típica vovó.

— Estamos fechados – ela disse.

— Desculpe, mas precisamos de ajuda – expliquei. – Será que podemos usar o telefone?

A velha fitou-nos, notou nossas roupas sujas e que estávamos cansados. Era como se sua experiência de vida tivesse a informado de que nós passamos maus-bocados.

— O que aconteceu? – perguntou, na sua voz a preocupação era notável. Por alguma razão, eu me senti completamente confortável com ela. Passou pela minha cabeça que ela fosse uma senhorinha bondosa que morava sozinha nos fundos da loja e que, depois de ouvir o relato da nossa desgraça, caridosamente nos oferecesse um abrigo, comida e banho.

— Bom, eu nem sei por onde começar... Mas acho que o certo é pelo começo.

— Claro, conte-me.

— Saímos de Los Angeles ontem. Mas aconteceram tantas coisas pelo caminho que são dignas de filme, acredita?

— Mas o que?

— Estávamos muito bem felizes saindo de Phoenix. Bem, nem tanto, já que ninguém fica feliz de ressaca. E olha que eu só bebi uma latinha de cerveja! Sou fraca com álcool. Então completei minha taxa de bebidas da noite com muita Coca-Cola, mas ainda estava bem... – eu não ia dizer a ela que tinha fumado maconha. – Bêbada, sabe?

— Jovens! – ela deu uma risada.

— Sim, queríamos curtir. Por isso ficamos com ressaca. Então, à estrada novamente! E tudo começou a dar errado.

— Não acredito!

— O meu carro me deixou na mão!

— Te deixou na mão como?

— Eu lá sabia que tinha que trocar bateria de carro? Para mim é uma grande falta de eficiência não terem inventado ainda uma bateria que não precisasse ser trocada. Eu tenho coisas mais importantes para pensar do que se já está na hora de trocar a bateria do carro ou não.

— Certamente.

— Ficamos no prego, como a senhora já deve ter imaginado...

— Sim...

— E adivinha?

— O que?

— Não bastava ter ficado no prego no meio do nada, tínhamos que ser assaltados também.

— Meu Deus!

— É! Levaram nosso dinheiro, nossas coisas, só o que deixaram foi o que trazemos nessas mochilas que estão levíssimas. – Balancei a minha para ela. – E estamos aqui.

— Minha nossa senhora! Devem estar cansados.

— E com fome também – Mark se pronunciou, pela primeira vez depois que entramos ali. Já o Sr. Ford, como de praxe, estava em silêncio, observando tudo e aguardando o momento em que realmente achasse útil que falasse. Ou talvez ele só estivesse cansado mesmo.

A velhinha, a dona Mary, como ela se apresentou em seguida, compadeceu-se de nós, exatamente como eu tinha adivinhado. Ela disse que nós poderíamos ficar na casa dela. Eu contornei o balcão da loja e a abracei. Os rapazes também ficaram felizes. Uma coisa boa acontecendo depois de tudo o que passamos.

Harrison, para ser educado e não querendo incomodar, falou que só ficaríamos até o dia seguinte, que de manhã iríamos embora, mas dona Mary, também para ser educada, falou que podíamos ficar o tempo que fosse necessário. Ela morava sozinha. Os filhos e netos moravam em cidades grandes. Ela ficaria contente em ver a casa cheia de jovens. Jovens para ela, na verdade.

Aceitamos de bom grado, mas no fundo não pretendíamos ficar tanto tempo. Só o bastante para elaborar uma ideia de voltarmos para casa. Ou seguirmos para Miami mesmo assim. Eu não queria desistir da viagem. Ainda poderia valer a pena.

Não podíamos reclamar. Dona Mary era uma excelente anfitriã. Além de um banho necessário e relaxante, comemos bolo de milho, torta de frango e um ensopado delicioso. Estávamos sentados em volta da sua mesa redonda. Ela disse que tinha dois quartos que poderia oferecer para nós, que era onde seus netos ficavam quando vinham visitá-la.

— Vocês são namorados? – ela perguntou a mim e ao Harrison que estava sentado do meu lado.

— Que?! – dissemos juntos.

— Vocês são namorados? – ela repetiu sorrindo.

— Não – ele falou. E olhou para mim, esperando que eu confirmasse.

— Oh, não – confirmei. Senti o sangue concentrar-se nas minhas bochechas. Merda! Por que tinha ficado corada?

Olhei de soslaio para Mark, e descobri o desgraçado sorrindo de cabeça baixa, mexendo na torta com o garfo. Dei uma garfada na minha torta e meti um pedaço na boca, tentando agir da forma mais natural possível. Harrison, que era o mestre em fingir que nada tinha acontecido, bebericava o copo de refrigerante na sua mão, como se nada o afetasse. E parecia não afetar mesmo.

— Pois bem... – Mary falou então. – Pois você fica com um quarto e os rapazes ficam com o outro. Está bem assim?

— Está ótimo – Mark respondeu.

— Ótimo – Harrison assentiu.

— Obrigada, dona Mary. Está sendo um amor – eu disse.

— Não tem de quê, minha querida.

Recolhemos a louça. Mary insistiu que não precisava, mas queríamos ajudar. Lavei a louça, Harrison enxugou e Mark limpou a mesa. Ele terminou primeiro e depois foi se sentar com Mary, conversando sobre assuntos banais, enquanto eu e Harrison cuidávamos dos pratos. Senti o olhar dele sobre mim, olhei-o e ele estava mesmo me encarando com um sorriso de canto – o sorriso do Han Solo.

— O que foi? – Passei um prato para ele.

— Nós parecemos namorados? – Ele enxugou a louça e guardou-a no escorredor.

— Ela é uma velha. É claro que imaginou que ou você ou Mark fossem o meu namorado.

— Mas foi para mim que ela perguntou.

— Tanto faz, Harrison! – dei de ombros.

— Aparentemente, nós formamos um belo casal.

— Que diferença faz o “aparentemente”? Não somos um casal. – Também não sei o que somos, completei mentalmente. Terminei de lavar as louças e enxuguei as mãos no pano-de-pratos que ele segurava. Ele ficou sério depois da minha última frase. Virei as costas e me juntei a Mary e Mark.

— Como assim a senhora nunca ouviu falar de Star Wars, dona Mary? – Mark estava rindo.

— Meu jovem, o último filme que vi no cinema foi “Quanto Mais Quente Melhor”, com Marylin Monroe.

— Mas esse filme tem mais de vinte anos!

— Você está certo, Mark Hamill.

— E todo esse tempo a senhora não foi mais ao cinema? – eu entrei na conversa também.

— Ah, às vezes eu assisto os filmes que passam na tevê, mas prefiro as novelas e ouvir Elvis Presley na minha vitrola.

— Que incrível! – Mark falou.

— Então quer dizer que vocês são astros do cinema? Como é esse Star Wars? Talvez eu assista agora.

Nós conversamos bastante, até cada um ir se recolher. Mary me mostrou o que seria meu quarto naquela noite. Não vi quando os rapazes foram dormir, mas depois que eu vi a cama só tive tempo de tirar os sapatos. Capotei e dormi instantaneamente.

Não sei que horas eram, poderiam ser três ou quatro da manhã, quando ouvi a porta do meu quarto abrir-se. Estava entorpecida pelo sono, mas eu sabia quem era. Eu fingi estar dormindo enquanto Harrison caminhava devagar até mim.

— Sei que está acordada – ele disse.

Sorri e me sentei. Ele estava sem camisa. Suspirei com aquela visão do seu tronco banhado pela luz da lua que entrava pela janela. Liguei o abajur e depois ele deitou-se comigo.

— Por que eu sentia de algum modo que você viria?

Ele não respondeu. Não precisava de resposta. Ele só se inclinou e me beijou.


Notas Finais


O resto vocês já sabem, não é? rsrsrsrs

Nossos protagonistas tiveram um intervalo para reorganização. A simpática dona Mary resolveu ajudá-los. Eles ainda terão que decidir se voltam para casa ou se seguem para Miami. Será que a sorte deles irá continuar ou não?

Obrigada por terem lido ♥


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