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História Swinger's Diary - The End of the Beginning! (Temporada 02) - Capítulo 24


Escrita por:


Notas do Autor


NOTA:
Todos os nomes dos personagens são fictícios e escolhidos pelos integrantes.
Todas as histórias divulgadas são com a confirmação e conhecimento das personagens inseridas. (Okay, nem todos...)
Estas histórias são baseadas em factos verídicos com diálogos parecidos ou imaginados, para dar coesão aos acontecimentos narrados.
Imagem meramente ilustrativa!
Remake completa: Paulo 18-01-2020
Respost pela a Marta: 08-02-2020

Capítulo 24 - Surpresa!


Fanfic / Fanfiction Swinger's Diary - The End of the Beginning! (Temporada 02) - Capítulo 24 - Surpresa!

SURPRESA!

 

CAPÍTULO XXIII

 


DOMINGO (MANHÃ)

Quem vem da Pederneira a caminho da praia da Nazaré, existe um bifurcação pedonal que vai em dois sentidos diferentes.
Um deles tem umas escadas com degraus largos e acompanhado por um muro e eucaliptos. E o outro caminho é por onde viemos desta vez, pelo o interior do parque. Junto à capela, é o primeiro e junto à estrada, é o segundo.
O que os separa um do outro, é um parque com piscina que eu presumo que seja um parque de campismo ou, até de um hotel, mas eu não tenho a certeza.
Nunca lá entrei, mas vejo sempre pessoas lá a banharem-se ao sol e as crianças na piscina na altura do verão. No inverno, está abandonado às moscas.

-(Mara) …e agora, subimos por aqui até ao topo. Só que o caminho é por terra. Não existe nada a indicar que é um miradouro.
-(Tonho) Okay… por acaso é bem escondido e um pouco degradado. Se eu viesse sozinho, nunca descobriria que estava aqui um.
-(Paulo) Olha que novidade… Tu só gostas de andar é de carro.
-(Mara) Este é um dos vários miradouros da Nazaré, tirando os do Sítio e da Pederneira. Este é o único rodeado com árvores.
-(Tonho) Tem um vista muito bonita… como tu, prima!
-(Mara) Ah ô, temos engatatão? - Rindo-se, quase que derretendo-se toda.
-(Paulo) Hmmm… Onde está a porcaria da surpresa? Se for esta vista, que se foda, podemos ir já embora.
-(Mara) Ah primo, mas tu hoje estás armado em estúpido ou quê? Não sabes ter um pouco de paciência? Vê lá se queres é ficar a perder!
-(Tonho) Fónix, pá. Tu hoje estás mesmo todo fodido. - batendo-me no ombro esquerdo - Eu gostei muito da tua surpresa, prima. Tem umas ricas vistas.
-(Mara) Ah primo Tonho, a surpresa não é a vista sobre a praia. A surpresa sou eu com vocês os dois, mas agora já não tenho tanta certeza com o meu primo, pois está armado em parvalhão desde que saiu do café.
-(Tonho) Mas prima, eu estou a portar-me bem, não estou?
-(Mara) Tu estás. Mas ele? Nem parece o mesmo!
-(Tonho) Ele é que perde, mas ganho eu!
-(Mara) Eu estava a pensar em fazer sexo com vocês os dois ao mesmo tempo. Queria que o meu primo fosse o primeiro a comer o meu cuzinho.
-(Paulo) Huh?? Comer o quê?
-(Tonho) Prontos. Remédio santo e milagroso! Já ficou bom, queres apostar?
-(Paulo) Ô-ô prima, huh… eheh… Desculpa lá eu estar daquela maneira de ainda há bocado, mas este zunido na cabeça não para, que até parece que tenho a cabeça a vibrar.
-(Tonho) “A cabeça a vibrar”?!
-(Mara) Agora é que vens com as desculpas? Não sei se vais ter direito alguma coisa. Agora vai ser tudo do Tonho.
-(Tonho) UHUUU!!! Deixa lá ver a bateria disto… 45 minutos ainda… vou por aqui no chão, para não me incomodar.
Vou comer o choco à priminha Mara e tu vais ficar a olhar. Vou comer o choco à priminha… - Cantando, todo contente.
-(Paulo) Prima… Tu não vais deixar este panasca do Tonho comer-te o choco com tinta, pois não? - abrindo-lhe os olhos - Isto deve ser mesmo um sonho a converter-se num pesadelo. - Dando chapadas na cara.
-(Mara) Choco”?! Ah primo, no meu cu, tu tens que ser o primeiro. Foi isso que eu prometi ao meu Valter.
-(Paulo) “Valter”?! Quem é o Valter?
-(Tonho) Não vou ser eu a comer o choco? Ora porra…
-(Mara) É o nome do meu namorado. Ele está ali escondido! - Apontando para uns pinheiros mais ao lado.
-(Paulo) O quê? O teu namorado está aqui? Ai o meu canário… Onde? - Ficando assustado, ao mesmo tempo que olhava para o Tonho.
-(Tonho) Ô porra, agora já não sei se quero alguma coisa contigo, Mara. Ele não nos irá empurrar lá para baixo?
-(Paulo) Cagão, não te preocupes com isso. É o quartel dos bombeiros que está na parte de baixo. Com um pouco de sorte, ele empurra-te para o interior de uma ambulância.
-(Tonho) Mara, ‘tás a falar a sério? O teu namorado está ali escondido? Não estou a ver ninguém…
-(Mara) Claro que está. Olhem ali! - Apontado mais uma vez.

O namorado da Mara estava coisa de uns 50 metros (mais coisa, menos coisa) e atrás de uns pinheiros.
Surpresa! E de que maneira… E logo uma de que nem eu, e muito menos o Tonho, estávamos à espera.
O cornífero ciumento, iria ter uma transmissão desta vez ao vivo da sua namorada e futura esposa, a ser comida pelo o
s “primos”. E os dois ao mesmo tempo…

-(Paulo) Tonho… olha ali o cabrão escondido!
-(Mara) Ah primo, o meu namorado não é nenhum cabrão! - Ficando lixada com a minha observação.
-(Paulo) Olha, queres ver? Deves estar armada em Maria. Fazer broche a outros não é traição, queres ver?
-(Tonho) Ele não se importa com o que aconteça entre nós os três, Mara?
-(Mara) Claro que não! Foi ele que disse que queria ver ao vivo eu a ser fodida pelo o meu primo, como viu ontem em videochamada.
-(Paulo) Voyeur e cabrão! Sim senhor, está completo para um casamento feliz! Pelo menos nunca irás precisar de chatear-te com a árvore de natal ou o presépio.
-(Mara) Ah primo, eu estou a começar a ficar farta dos teus comentários. Era para ser uma surpresa especial para ti, pois irias tirar-me a virgindade do cu, mas agora…? Agora comes é merda! Agora vou dar é ao Tonho.
-(Tonho) Continua com essa conversa. Continua, por favor…
-(Paulo) Ô prima?? Fodasse, este gajo não… Tudo menos isso. E-eu faço qualquer coisa!
-(Mara) “Qualquer coisa”?!
-(Tonho) “Qualquer coisa”?!
-(Paulo) O que tu quiseres, prima. Mas esse gajo partir aquilo que é meu por direito, desculpa, mas isso eu não admito.
Então, eu tomei conta de ti, limpei-te esse rabinho tanta vez e seria agora ele a desfrutar disso? O caralho! Até mando-me já aqui de cima se isso acontecesse. Olha - fazendo pausa - para veres que eu estou a ser sincero naquilo que disse, até podes chamar o teu… huh… o Valter para aqui ao pé de nós.
-(Mara) E não te importas? Se ele estiver aqui, eu ficarei mais contente e excitada.
-(Tonho) Então e eu? Não tenho direito a dizer nada?
-(Paulo) Claro que não importo-me nada. Chama lá ele para aqui. Sem espinhas.
-(Mara) E tu fazes tudo o que eu pedir?
-(Paulo) Sim. Já tinha-te dito que sim. Palavra de escuteiro!
-(Tonho) Mas tu agora já és escuteiro? Nunca foste a uma igreja na tua vida.
-(Mara) Vou telefonar para ele então… - Agarrando o telemóvel e marcando um número.
Amor? Sim, sou eu, eles já sabem. Olha, anda aqui para ao pé de nós. Não tenhas problemas.
Ah amor, eu prefiro se estiveres aqui ao pé de nós. Serei mais feliz se estiveres aqui comigo nesta brincadeira com o meu primo e dares-me o apoio que eu preciso.
Não… já te disse que não há problema. E eu quero-te
aqui ao meu lado.
Até já. Amo-te muitomuitomuito!

-(Paulo) Com que então, eu nunca fui a uma igreja? Ô nabo, eu sou batizado, pá! E onde é que achas que esta temporada começou, huh?
-(Tonho) Tu nem o símbolo da cruz sabes fazer!
-(Paulo) ‘Pera aí! Mas eu preciso de fazer figuras tristes para ser escuteiro agora?
-(Mara) O meu namorado vem aí. Primo, não é para chamares-lhes nomes, percebeste?
-(Paulo) Ô Mara, tu até pareces a Alexia a dizer essas coisas… Claro que eu não vou chamar nomes ao rapaz.
-(Tonho) Não são figuras tristes. Tu é que não respeitas o que é mais sagrado…
-(Paulo) O caralho! Para mim, o mais sagrado neste momento, é aquele cuzinho virgem que eu vou comer e não tarda nada. Eu depois faço o sinal da cruz quando estiver com o “zéquinha” lá dentro abençoar a comida. E se estiver mal, tu corriges-me. - Mostrando um dos meus melhores sorrisos a ele.
-(Mara) Ah primo, quem é que disse que isso iria acontecer?
-(Tonho) Já te fodeste.
-(Paulo) O quê? Ô prima, que porcaria de conversa é a tua agora? Então, tu disseste que se o teu namorado cabr… huh… o Valter, se viesse aqui para ao pé de nós, que eu poderia abençoar o Santo Graal para ele ver e agora, estás a cortar-te?
-(Mara) Eu não disse nada disso. O que eu falei foi: “que o primo Tonho ia comer-me o cuzinho...”
-(Tonho) Boa…
-(Mara) “… mas, que se o Valter viesse para ao pé de nós, isso não iria acontecer…”
-(Tonho) Então…?
-(Mara) “… e tu disseste que irias fazer tudo o que eu quisesse”. Primo, quem sabe, talvez tenhas sorte no fim.
-(Paulo) Tudo o que tu quiseres, priminha. Um escravo ao teu dispor.
-(Tonho) Fónix, estava quase…
-(Paulo) Quase, o caralho. Querias aquilo que é meu? Tens aqui entre as pernas!
-(Valter) Olá! Sou o Valter, o namorado da Mara!

Porra, que este gajo é grande!

-(Mara) Ah amor, estes são os meus primos.
-(Paulo)
-(Tonho)
-(Valter) Os dois?
-(Mara) Sim, os dois.
-(Valter) E com qual deles é que tu traíste-me ontem?
-(Paulo) Foi este gajo que está aqui ao meu lado. - Apontando para o Tonho.
-(Tonho) Huh? O quê? N-n-não fui eu… - Ficando branco como a cal.
-(Paulo) Mentiroso de um raio. Cheira-lhe os dedos, para ver se eu estou a mentir.
-(Valter) És tu o Paulo? - Chegando-se ao pé do Tonho.
-(Mara) Primo?! O que é que estás armar?
-(Tonho) Huh… S-s-se eu disser que não… huh… t-t-tu vais acreditar?
-(Paulo) Primo, o caralho! Esta parte eu não cheguei a vivenciar ou a sonhar. Sei lá o que é que vai acontecer. E mais vale ele receber a surpresa do que eu!
-(Valter) Paulo?! - Mostrando uma cara de poucos amigos.
-(Tonho) Huh… S-s-sim?! - Respondendo e olhando para mim.
-(Valter) O primo da Mara, que a comeu ontem no mato ao pé do NorPark? O tal a quem eu pedi mais que uma vez para não fazer isso?
-(Tonho) Errr… N-n-não…? - Começando a transpirar por todos os lados.

CONTINUA...



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