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História Swordman's dream come true. - Capítulo 1


Escrita por: PieceWriter

Notas do Autor


Fanfiction publicada também no Nyah Fanficiton.
Tenham uma boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Swordsman's dream come true

Capítulo Único.

Eu acordei novamente ofegante. Não conseguia esquecer o que senti. Me sinto num buraco vazio e sem graça. Bagunçando um bocado minhas madeixas verdes, me dei conta de que só me senti assim uma vez, quando ela se foi. - Kuina, ainda sinto sua falta... - Balbucio antes que fosse capaz de me deter.

Minhas mãos se movem até minha testa, tentativa boba de afastar mais uma de minhas distrações de minha mente sombria. Ela era boa demais, excitante demais para se misturar com pensamentos relacionados aos meus objetivos, ela era gloriosa demais e devido a isso, facilmente se fazia presente em minhas reflexões.

Saio do quarto dos homens sem ar, cambaleando pelas paredes, suando em demasia. Meu cenho franzido representava meu esforço em negar reações óbvias em meu corpo. Eu detestava pensar nas cenas repetidas, no cenário improvável que minha mente insistia em criar continuamente. Ainda podia claramente ver suas pernas abertas, sentindo seus fluídos escorrerem devagar, sua expressão luxuriosa e promíscua, complementada por espasmos fortes no corpo delineado, o rosto ruborizado com fios alaranjados grudados nele... Ela ansiava que algo a preenchesse, mas não chamou a ninguém, ela só queria ser independente em seu momento único de deleite, então por que minha cabeça insiste em dizer que poderia ser eu a complementá-lo? Eu estava sendo consumido pelo meu desejo por essas mulheres.

Há muito me contive, neguei-os e enterrei-os dentro de mim, bem lá no fundo, mas meu corpo me mostrava que seus estímulos, neste momento, eram mais fortes que minha determinação enquanto espadachim. Até mesmo em meio a toda aquela penúria, podia sentir minha ereção dar espasmos fortes que se propagavam por dentro, me consumindo até as entranhas. Até meu corpo me traía.

Sigo batendo os ombros por onde esbarro, me arrastando sem forças. Era tudo culpa dessa ereção. Havia me esquecido de como era a sensação de ser satisfeito, e essa lacuna era algo que ansiava por ser preenchida. Me arrasto até o convés, ainda me contendo de loucuras que rodeavam a minha cabeça e percorriam o meu corpo por meio de impulsos luxuriosos. Eu não era forte o bastante para conter uma ereção... Uma morena de mechas longas, pernas sedosas, olhar sedutor e cintura desenhada massageava meus braços fortes. Sua língua tocava meu peitoral, e eu arqueava todo o meu corpo como um reflexo rápido para a volúpia que ela fez brotar em meu interior. Dou algumas piscadas, observando minha calça preta ensopada ser abocanhada pela arqueóloga faminta. O volume era capturado pela boca quente, os dentes mordiscavam meu membro, contido apenas pelo tecido preto, os olhos semicerrados me instigando um pouco mais.

Eu mordia o canto dos lábios, usando as mãos para tentar tocar em seus cabelos negros e esvoaçantes. Nesse ato, senti apenas o ar tocar as minhas mãos e sua imagem se desfazer como uma nuvem de fumaça. Para a minha surpresa, uma imensa frustração se apossou de meu rosto. Na medida em que percorro o navio, sinto o ar cada vez mais pesado. Mesmo com a boca aberta era difícil respirar, meu corpo me sufocava, minha excitação me condenava a uma penúria intensa, a uma tortura interminável, ele me forçava a resolver isso, não me oferecia escolhas.

Ele, esse corpo traíra, responsável pela minha tortura, me oferecia a escolha que me enfraqueceria, ao mesmo tempo em que me renderia tanto prazer. Embora eu não conseguisse raciocinar muito, naquele convés, numa noite quente e estrelada, algo dentro de mim se alegrava por dar a mim mesmo, essa oportunidade de aliviar toda essa tensão acumulada e reprimida dentro do meu corpo musculoso e cheio de cicatrizes. Sinto os cabelos voarem repetidamente, enquanto ponho meu membro para fora lentamente. Doía não ser satisfeito, doía não satisfazê-las. De todas as dores, a pior: ser visto pela navegadora, nessa posição, indefeso, buscando me satisfazer.

Eu ainda arcava o corpo encostado no castelo da proa, sentindo gotículas escorrerem por cada canto de meu corpo. Meu rosto não muda, eu não sou capaz de negar meus instintos. Seu olhar vívido me engolia com voracidade, nossos corpos se encostam num movimento impensado dos dois. Eu queria satisfazê-la. A dama de palavras sujas, corpo sinuoso, se arcava conforme era tocada por mim. A sensação de mantê-la entretida me causava arrepios, aumentava minha ereção. Meus braços podiam encostá-la, ela era real. Nami estava tocando minha coxa, enquanto observava o movimento repetido de minha mão, o vai e vem em ritmo lento, arrastado e tão lascivo. O corpo sensual respondendo aos meus estímulos me faziam arfar e suar, enquanto chupava os seios cobertos de suor e saliva.

O busto ainda coberto pela camisola branca e fina, podiam ser vistos facilmente por mim, movimentando-se conforme os espasmos no corpo de cintura fina gradativamente intensificavam-se. Uno as sobrancelhas quando a sinto tocar meu peito de cicatrizes fundas, meu olhar cai sobre os seios eriçados sob a peça que me encarreguei de deixar transparente, após depositar tanta saliva ali. Eu nem sabia o porquê, como havíamos chegado naquele ponto, mas eu a comandava, realizando meus desejos sujos, que eu considerava tão inúteis e agora, me gerava satisfação tamanha que me forçava a agradecer ao corpo traíra por tal contribuição. Era ensurdecedor, inebriantes seus gemidos sendo ampliados dentro de minha cabeça, eu quase não conseguia enxergá-la, tamanho turbilhão de sentimentos que me invadiam.

Eu a esfregava em meu corpo, sentindo seu suor se fundir com o meu, os seios redondos e fartos de mamilos extremamente rijos tocar a minha pele. Me limitei a exibir meu pescoço, minha vulnerabilidade, para que a dama de rosto rubro e fios alaranjados me agraciasse com o toque de sua boca macia. Meus lábios abertos exclamavam meu prazer em forma de uivos e seus gemidos vibravam em sua língua que tocava a minha pele com delicadeza. Meu gozo não demoraria a vir. Pude sentir minhas bolas serem tocadas pelas mãos macias e mais uma vez soltei arfadas longas quando isso intensificou drasticamente meu deleite.

Ela me implorava entre gemidos para que eu desse a ela minhas sementes. Meu corpo se enrijecia por inteiro toda vez que seus miados invadiam meus ouvidos, juntamente a sua língua em meu lóbulo. E assim, minha mão ficou cheia daquele líquido espesso, pegajoso, toda a minha força extraída, expelida por mim daquela maneira. Eu nunca poderia estar mais satisfeito por me sentir fraco. A figura de cabelos longos gemia num tom abaixo do de antes.

Ela se apoiou no castelo de proa após tateá-lo com clara dificuldade. Os lábios rosados se apertando conforme ela sentia o próprio prazer escorrer pelos dedos. Mesmo sendo durão do jeito que sou, não fui capaz de me conter ao ver a figura desmantelada se satisfazendo junto a mim daquele jeito. Os cabelos laranjas bagunçados por cima do volumoso busto ainda não era capaz de ocultar tamanha formosura. A outra mão ela usava pra tampar a boca, embora não pudesse esconder a faceta de prazer externado pela coloração rubra na pele alva, os olhos oscilando e as sobrancelhas finas unidas. A perfeita expressão de satisfação.

Antes que eu pudesse notar, senti o impacto veloz se infiltrar em meu corpo outra vez. Podia senti-lo até mesmo em meus ossos. Minha boca precisava se apossar daquele corpo. Quando me movi para concretizar o desejo, senti o vazio, outra vez. Ela havia fugido de mim e cambaleando pelo chão de madeira do convés, a vi entrar no navio. Me peguei ofegante e excitado outra vez. No fim das contas, precisaria me aliviar de novo, entretanto, desta vez, era algo que eu faria por vontade própria.

 



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