História Sympathy for the Devil - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 3.219
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, gente!

Está é minha primeira Fan Fic, Estou nervosa, pois estou adorando escrevê-la, mas não sei se terá sucesso. Eu já escrevi boa parte dela, mas vou postando aos poucos. Quem tiver a oportunidade de lê-la, deixem seus feedbacks aqui!

Muito obrigada! <3

Beijos!

Capítulo 1 - "Please allow me to introduce myself"


Fanfic / Fanfiction Sympathy for the Devil - Capítulo 1 - "Please allow me to introduce myself"

Sofya Viatcheslav

Acordei assustada, olhando o ainda ambiente estranho que me cerca. Mas que droga! Sempre o mesmo maldito pesadelo... por que ele é sempre tão real, como uma lembrança viva na mente? Me lembro de quando acordei naquela noite, há dezessete anos atrás, quando ela me deixou. Lembro de chacoalha-la, pois ela não acordava, de gritar para que ela me ouvisse, de chamar por ajuda, de rezar para que ela voltasse para mim, mas isso não aconteceu. As sirenes da polícia e da ambulância ecoando no fundo de minha mente quando uma moça de branco me falou o que eu me recusava a acreditar... “sinto muito, querida, mas ela se foi”, e ali, meu mundo desmoronou. Adoraria dizer isso é só um pesadelo, mas a realidade é muito cruel... o meu passado é muito cruel e faz questão de nunca esquecê-lo.

Lá se vai mais uma noite de sono, não só pelo fato destes pesadelos virem sempre quando meu emocional está aflorado, mas, também, por está ser a primeira noite em meu novo apartamento. Eu ainda não me acostumei com meu novo lar e a bagunça que em todo o lugar está me dando nos nervos. Fui para a cozinha e enquanto esquentava a água para meu chá, relembrava novamente de meu pesadelo, que de novo não tem nada. Minha mãe me deixou quando eu havia acabado de completar oito anos de idade. Eu a amava tanto, e continuo a amando, mas seu coração quebrado acabou a levando de mim.

Posso dizer que ela morreu de amor... não literalmente, mas foi. Meu pai nos deixou quando eu tinha apenas cinco anos de idade e, desde então, ela não soube suportar esta perda. E quando falo “perda” e “nos deixou”, isso sim, foi literalmente. A real é que ele nos abandonou, e o motivo eu continuo não sabendo, mas tenho alguma noção pelas brigas que ele e minha mãe estavam tendo um pouco antes dele sair de nossa casa, como no dia em que o vi agarrando os ombros de minha mãe, gritando “você não entende, isso não é o eu quero, nunca foi o que eu sonhei!”. Ao longo dos anos, deduzi que a vida que nós tínhamos não era o suficiente para ele. Eu amava aquele filho da puta, amava muito! Mas isso se transformou em raiva e amargura a partir do momento em que ele nos abandonou, pois foi depois disso que eu vi minha mãe definhar até a morte. Ela sempre foi muito doce, alegre e romântica, até ele ir embora... foi aí que ela se tornou outra pessoa, uma pessoa fraca, alcoólatra que, quando a bebida já não bastava, recorreu as drogas. Ela bebia dia e noite, até que exatamente três anos depois da partida de meu pai, ela sucumbiu a tudo isso, me deixando sozinha.

Eu nasci e cresci em Nova York, para ser mais exata no bairro de Little Ukraine. Depois da tragédia com minha mãe, sem parentes próximos nos EUA e com um pai sumido por aí, acabei indo para um orfanato no Brooklyn. Claro que as famílias nova-iorquinas não iriam escolher uma criança de oito anos para adotá-la e assim foi! Hoje tenho vinte e cinco anos e sobrevivi a tudo o que passei. Não foi fácil, mas também não foi tãaao difícil assim crescer por lá, principalmente ao lado de minha melhor amiga-irmã, Shantell Whitaker. Pouco antes de completarmos dezesseis anos, uma tia distante de Shantell a procurou, dizendo que sempre procurou pela irmã drogada, porém, o que achou foi somente sua sobrinha em um orfanato e, então, Shantell foi embora, me deixando sozinha lá até meus dezoito anos. Ela e sua tia, Tina, sempre iam me visitar, o que me ajudou bastante na época, já que estávamos longe uma da outra e estudávamos em escolas diferentes.

Shantell foi fundamental para me ajudar com toda aquela merda que estava minha vida. No orfanato aprendemos a nos defender das outras crianças mais velhas que insistiam em ficar no nosso pé e sempre ajudávamos uma a outra, pois sabíamos o quão era difícil estar ali, naquele lugar. Diferente do que aconteceu comigo, a mãe de Shantell a abandonou nas ruas e seu pai está na cadeia, cumprindo perpétua por homicídio. Alguns anos depois de ir para orfanato, Shantell descobriu que sua mãe havia sido encontrada morta em uma rua de Nova York. Ela disse que não tinha se importando tanto, pois sua mãe nunca havia cuidado dela como uma mãe realmente deveria, mas sei que no fundo isso sempre a magoou. E assim como eu, Shantell era pobre e teve uma infância difícil, então vimos a oportunidade de nos reerguer com nossa amizade.

No fim do ensino médio, ganhei uma bolsa para cursar jornalismo na Columbia University e, modéstia à parte, sempre fui muito inteligente e esforçada, além de bonita, claro. Com isso, assim que entrei na faculdade e sai do orfanato, ganhei algum dinheiro trabalhando no próprio jornal da faculdade. Foi aí que pude chamar Shantell para dividirmos um pequeno apartamento no Harlem. Shantell, por sua vez, sempre amou dançar e tentava, desesperadamente, uma bolsa na Juilliard. Enquanto tentava ganhar sua sonhada bolsa, seu emprego de garçonete nos ajudou com o aluguel. No ano em que me formei, fui chamada para estagiar em uma das maiores revistas de moda dos EUA, a Glam Magazine. Eu amo o seguimento da moda, mas ainda não é o meu objetivo. Quando eu me formei já era uma repórter especial e, na mesma época, Shantell finalmente conseguiu a bolsa no seu sonhado curso de dança na Juilliard. Ela se mudou para Midtown Manhattan com alguns amigos de seu curso e fiquei com aquele apartamento só para mim, até dois dias atrás.

Com nossas vidas finalmente tomando o rumo que sempre almejamos, Shantell está trabalhando com os melhores dançarinos de Nova York e eu finalmente fui promovida a editora executiva da revista, por isso consegui comprar um apartamento melhor e mais perto do trabalho! Eu realmente precisava achar um apartamento só para mim, em que o orçamento coubesse no meu bolso e de fácil acesso ao meu trabalho, mas isso foi uma tarefa extremamente difícil no bairro de Upper West Side, mas consegui! Graças a Shantell e seu namorado misterioso, que ainda não conheço... isso é outra coisa que também está me deixando nos nervos. Bem... mas tudo bem, por que aqui estou eu, no meu novo apartamento! Ele é bem rústico, com paredes de tijolinhos e assoalhos de madeira... é um pouco antigo, mas espaçoso e perfeito para mim, com uma suíte; um pequeno escritório; cozinha; sala; e sala de jantar. 

Sim, perfeito, mas eu estou completamente cansada e estressada com tudo isso... o apartamento está uma bagunça, por conta da mudança, e o serviço de caminhão de mudança ainda não havia entregado boa parte dela! Caixas e mais caixas; mais trabalho com a minha nova posição de editora executiva; contas; planilhas e... são tantas coisas! E daí aquele pesadelo, que me deixou pior ainda. Estou cansada e não consigo pregar o olho. Peguei meu celular na bancada da cozinha enquanto tomava meu chá... que quase o cuspi todo no chão quando a tela acendeu. Mais outro problema, um problema não tão difícil de lidar, mas que estava me deixando muito irritada nestas últimas semanas: Chris Pattvish, o cara não entende que eu não quero nada além de sexo e agora está me aporrinhando dia e noite. Ele pode até ser extremamente gostoso e nota 7, 7,5 na cama, mas totalmente chiclete e achou mesmo que conseguiria fazer com que eu mudasse de opinião sobre só ficar no sexo... isso até semana passada, quando perdi a paciência em nosso jantar e mandei ele ficar longe de mim de uma vez por todas. Aquela melação tinha que parar e eu dei meu jeito, porque não tenho tempo para isso. Mas ele não vem aceitando muito bem e fica me ligando e mandando mensagens todo o tempo desde então. Isso me cansa demais.

 Amo minha vida de solteira e pretendo continuar assim, sem nada barrando minha liberdade. Também adoro sair, beber e transar com quem bem entendesse. Não pretendo ficar igual minha mãe, definhando por amor e deixando o que realmente importava de lado, e isso vai indo muito bem, obrigada! Coloquei a caneca na pia, que também está uma bagunça, e decidi que amanhã passarei o dia todo tentado organizar tudo e cada detalhe, mas, para isso realmente acontecer, precisarei de uma boa noite de sono antes.

***

John Neeson

A Florida é um paraíso, mas não quando se está a trabalho, então é bom estar de voltar a Nova York, em casa novamente. Eu, meu parceiro, Preston, e minha equipe estávamos atrás de um traficante, no qual vinha dando muito trabalho ao nosso governo, para o qual eu trabalho e me paga muito bem por sinal. Por isso, precisava saber quem é o fornecedor daquele traficante; como a droga entra em nosso país; e para onde é distribuída, mas perdemos o rastro do infeliz em Tampa Bay. Ainda preciso saber o que está por trás de tudo isso, ainda mais depois de subir de cargo, no final do ano passado. Em meus trinta e cinco anos de vida e, depois de quinze anos servindo o FBI , eu finalmente havia me tornado chefe da agência de Nova York e pretendo ser o melhor, por isso eu dou o meu melhor, para continuar sendo o melhor. Isso vem de família; meu avô, meu pai e meu irmão foram agentes do FBI, então eu não tive muita escolha em minha profissão, porém, se fosse para ter escolhido, escolheria exatamente isso, pois eu nasci para isso.

É sábado de manhã e eu estou exausto. Foram cinco dias de investigações e trabalho árduo, além de quase 24h sem pregar o olho. Já no corredor de meu apartamento, ouvi alguns barulhos vindos do apartamento ao lado do meu, que antes estava vazio. Me lembrei que durante a semana a senhora Johnson havia me ligado, dizendo que havia encontrado um novo comprador para este apartamento, vizinho ao meu. Eu tinha deixado claro para que ela me esperasse para fechar o negócio, porém ela alegou que o comprador era de confiança e estava realmente precisando comprar um apartamento neste bairro, o que levantou um pouco minhas suspeitas, mas irei tirar isso a limpo amanhã de manhã. Eu sou o dono do edifício, por isso tudo precisa passar por minha aprovação antes. A família de minha mãe fez sua fortuna com aluguéis, compras e vendas de imóveis em Nova York ao longo de sua história. E esse edifício faz parte da Richard's Imobiliária, na qual pertence a família de minha mãe, por isso o escolhi, por ser ideal para mim, pois fica bem próximo a agência, além de termos uma velha amiga de confiança da família, a senhora Johnson, para administra-lo.

Estava colocando a chave na fechadura para abrir a porta quando notei que um dos barulhos vindo de lá era uma música... uma música bastante conhecida, por sinal. Sympathy for the Devil, dos Rolling Stones, tocava em alto e bom som, que ficou ainda mais alto quando a porta do apartamento vizinho se abriu, me surpreendendo com o que eu vi saindo de lá.

- ESTOU INDO! – Gritou uma voz feminina, se debruçando na grade do corredor. – Puta que pariu, que frio! – Continuou, colocando os pequenos braços em volta do corpo e descendo a escada correndo.

E, Jesus, ela está quase nua em pleno inverno de abril, vestindo apenas uma camiseta preta, um short jeans curto e calçando chinelos... aquilo é uma visão, e que visão! Não acredito que o mais novo comprador do apartamento ao meu lado é UMA compradora... uma mulher! O que me deixa preocupado, pois isso é um problema. Confesso que estava esperando um sujeito de meia idade, gordo e barbudo sair de lá, mas então a vejo... gostosa pra caralho, corpo escultural, com seus cabelos castanhos e longos presos em um rabo de cavalo, mas não consegui ver seu rosto. Fui me aproximando mais da beira da escada e da entrada do apartamento ao lado... observei as caixas e entendi o porquê da pouca roupa quando senti o ar quente, que vinha de dentro, batendo em mim. Escorei nas grades para tentar ver o que estava acontecendo lá embaixo.

- Até que enfim vocês chegaram! – Disse minha mais nova vizinha.

- Me desculpe, senhorita, mas tivemos muitas mudanças ontem. – Respondeu um homem na portaria.

- A senhorita gostaria de ajuda com estas caixas? – Reconheci a voz de James, o porteiro.

- Ah, minha querida, vejo que finalmente o restante de suas coisas chegou! Mas... é só isso? – Perguntou a senhora Johnson.

- Pois é, pelo visto só chegaram essas quatro caixas, não é mesmo? – Disse a vizinha misteriosa.

- Ahmm, tivemos alguns contratempos, mas até o final desta tarde iremos trazer o resto.

- Tudo bem, mas, por favor, que seja até hoje! – Respondeu ela, quando escutei o barulho nas escadas.

- A senhorita tem certeza que não quer mesmo ajuda? – Ofereceu James, novamente.

- Não, obrigada, James e senhora Johnson, eu me viro. Bom dia para vocês!

Escutei os passos ficarem mais perto e a vi equilibrando as caixas em suas mãos e braços com dificuldade, e confesso que foi uma cena engraçada, mas não posso ficar aqui parado só observando. Dei alguns passos na direção dela para ajudá-la.

- Eu ajudo você. – Disse firmemente. E não foi um pedido.

- Está tudo bem... – Ela parou de falar assim que nossos olhares se encontraram, quando peguei a primeira caixa da pilha amontoada em seus braços, revelando seu rosto.

Fiquei sem reação, parado, apenas a olhando. Deus... como ela é linda! Com grandes olhos cor de mel que destacam seu rosto de boneca. Um rosto tão lindo e angelical que tenho certeza que esconde bem mais coisas que nada condizem a ele...

– Oi! – Continuou ela, dando um sorriso tímido.

- Oi! – Respondi, pegando outra caixa de seus braços. – Nova vizinha, hein?!

- Ahmm, acredito que sim. – Respondeu ela, revelando um sorriso maior ainda.

Deus... olhe para esse sorriso! Lindo demais. Comecei a me mexer e parei em frente a sua porta.

– Ah, entre, por favor! Pode coloca-las no chão.

Coloquei as caixas no chão, ao lado de tantas outras, assim como ela fez. Levantei o corpo e olhei ao redor, voltando a olha-la depois. Que curvas, hmmm... olhe só essa bunda!

- Acabou de se mudar? – Perguntei, me arrependendo na hora de ter feito uma pergunta tão idiota quanto essa. Mas é claro que ela tinha acabado de se mudar!

- Sim! Tentado organizar essa bagunça, como pode ver! – Respondeu ela, gesticulando com os braços para o apartamento.

- Eu acabei de chegar de viagem, mas posso te ajudar nisso, se quiser.

- Não, tudo bem, não quero atrapalhar. A senhora Johnson me avisou que você estava fora... você é dono do edifício, certo?

- Sim sou eu, me desculpe por não ter me apresentado antes. – Estendi minha mão para me apresentar. – John, John Neeson, muito prazer. – Disse sorrindo.

- Sofya, Sofya Viatcheslav. O prazer é todo meu, John. – Respondeu ela, apresentando-se com um sorriso e pegando minha mão de volta.

Trocamos olhares e continuamos com as mãos juntas, nos cumprimentando. Hmm, mãos pequenas, macias e delicadas, porém, com um aperto bem firme, gostei disso. Desvencilharmos as mãos e ela continuou...

- Espero que não tenha problema em eu não ter esperado sua volta para me mudar pra cá. – Disse ela, colocando as mãos no bolso de trás de seu short. – Eu realmente precisava de um novo apartamento.

- Sem problemas. Confio no julgamento da senhora Johnson. – Menti... mas o que eu poderia fazer, não é mesmo? Ela é uma delícia e agora é minha nova vizinha, além de ela ter mesmo cara de confiável, como a senhora Johnson havia me dito no telefone, e tenho certeza que ela usou isso para dobrar a senhora Johnson.

- Que bom, obrigada! – Sorriu ela, sem jeito, e eu preciso sair daqui logo, pois meu pau já estava ficando duro.

- Não por isso. Bom, se não se importa, eu acabei de chegar de viagem e preciso ir agora. – Disse, indo em direção à porta e tentando disfarçar a ereção que já estava começando a fica evidente.

- Sem problemas, não quero tomar seu tempo. Muito obrigada pela ajuda!

Ela foi me acompanhando até a porta e ficou escorada no batente, até eu chegar em minha porta, a abrindo.

- E se você precisar de alguma coisa... – Disse, apontando para minha porta. – É só chamar. – Continuei, a jogando uma piscadela e entrando aos poucos em casa.

- Com certeza. – Sorriu ela de volta.

- Bem... seja bem-vinda e até logo, vizinha! – Disse, dando uma entonação a mais no “vizinha”.

- Obrigada! Até logo, vizinho. – Respondeu ela, igualmente no meu tom, voltando para seu apartamento.

Fechei a porta e encostei-me nela logo depois, dando um grande suspiro. Meu cansaço foi substituído por uma ereção e uma excitação louca. Espero que ela não tenha percebido o jeito em que fiquei, mas, meu Deus, o que é aquela mulher?! Aquela bundinha redondinha, aqueles peitos maravilhosos, que não são fartos, mas que cabem direitinho em toda palma de minhas mãos as preenchendo por completo. Só de lembrar me deixa com água na boca... aquelas pernas torneadas, aqueles olhos grandes de boneca, seus cabelos... que belo conjunto para uma pessoa de 1,60 de altura! Mas confesso que estou um pouco preocupado, pois aquilo é um problema para mim. Eu sigo aquela regra que "onde se ganhava o pão, não se come a carne", ou coisa parecida, e isso se aplica no trabalho e, agora, pela primeira vez em anos morando aqui, irei precisar aplica-la aqui também... ou pelo menos tentar.

Eu sou um cafajeste e não tenho vergonha de assumir isto. Amo mulheres... todas as mulheres, independente da cor, etnia, religião, tamanhos... mas amo ainda mais suas curvas, ou seja, as voluptuosas com um corpo legal... por isso não sosseguei atei  hoje, pois tem muita mulher por aí e pretendo experimentá-las, uma por uma, enquanto tiver a oportunidade. Já tive muito problemas com elas claro, como mulheres melosas que ficavam no meu pé depois de uma transa, namorados e maridos furiosos... e o pior, mulheres que acharam realmente que fossem “a escolhida”, que acharam que conseguiriam mudar minha vida, pensando que eu poderia lhes dar algo sério. Não, não quero isso pra mim... ainda não, não agora. Estou bem vivendo assim, com uma para cada semana.

E se minha mais nova vizinha fosse mais uma das malucas que vivem no pé depois de uma transa? Não posso arriscar e, por isso, será um problema para mim. Merda... nesse momento eu realmente queria que o mais novo comprador no apartamento ao lado fosse um homem de meia idade, gordo e barbudo mesmo. Seria tão mais fácil! Sou extremamente fácil para as mulheres, o que deixa meu lado predador sempre alerta, e como inibir isso com aquilo bem ao meu lado? Eu preciso, de agora em diante, tentar pensar mais com a cabeça de cima do que com a de baixo em relação aquele pedaço de mau caminho, pois se não, entrarei em um grande problema.


Notas Finais


Me diga se gostaram <3


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