História Sympathy for the Devil - Capítulo 19


Escrita por: ~

Visualizações 195
Palavras 3.021
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente!

Me desculpem pela demora, eu sei! :(, queria ter mais tempos para atualizar a fic, mas tá bem complicado. Vou atualizando sempre que eu puder, isso é fato!
Já estamos quase no meio da Fic! Ou seja, momentos bem decisivos para Sofya e John!

Obs.:
Ryan Murphy - Joe Manganiello (não tem muita importância na história, mas achei legal colocá-lo no casting).

Espero que gostem, pois hoje o capítulo em John e Sofya!

Beijos <3

Capítulo 19 - Novos sentimentos


Fanfic / Fanfiction Sympathy for the Devil - Capítulo 19 - Novos sentimentos

John Neeson

O outono estava começando a dar as caras na cidade, o que pra mim é ótimo já que eu detesto calor, já Sofya não. Ela não parou de reclamar desde quando saímos do mercado e tudo isso porque o vento e as folhas voavam nela, claro, me fazendo rir. Ao chegarmos em seu apartamento eu estava ansioso pelo jantar que ela havia me prometido antes de eu viajar e ficar cinco dias fora em Miami. Além de trabalhar, eu usei algum tempo para espairecer e tentar tirar Sofya da minha cabeça... para ser franco, eu tinha esperanças de que, com a viagem, eu percebesse que com a distância, eu não iria mais pensar nela. Tentei até mesmo sair com uma latina gostosa – eu amo mulheres latinas – em meu tempo livre por lá, mas não passou de alguns beijos, tudo isso porque eu não consigo tirá-la de minha cabeça. Resumindo, não adiantou nada, surtindo o efeito contrario, me fazendo sentir saudades dela.

Enquanto ela tirava algumas coisas dos pacotes na pia, eu guardava outras na geladeira. Assim que fechei a porta da mesma percebi que ela tinha colocado a nossa foto pregada lá, que é praticamente um mural de fotos. Shantell havia tirado aquela foto há alguns sábados atrás, sorri ao me lembrar do momento. Ela estava sentada de lado em meu colo e sua cabeça estava tombada para trás, dando aquela gargalhada que eu adoro escutar e com sua cerveja na mão. Já eu a olhava com um sorriso bobo e também estava com minha cerveja na mão... um dos nosso muitos bons momentos juntos, mas que havia sido registrado, por sorte Shantell havia dado uma cópia da foto para mim também. Meu sorriso se desfez quando olhei mais para o lado e vi que aquela foto dela com aquele inglês metido ainda estava ali. Será que ela iria perceber se aquela foto sumisse misteriosamente? Veja bem... eu não fui com a cara daquele cara desde o nosso encontro no corredor. Apertei a foto em minha mão de raiva, só de lembrar... Furby pfff! Quem ele pensa que é?

Não, pfff, claro que não estou com ciúmes, isso é ridículo! Não pense que isso é ciúmes, pois não é... é só... é só precaução, oras! Não poderia deixa-la andando por ai com qualquer cara... bem, posso ter exagerado algumas vezes em minha precaução, tipo usar meu distintivo para obter as imagens das câmeras de segurança da boate em que ela foi com os amigos quando eu estava viajando – ela não pode nem imaginar que eu fiz isso! Já não basta Preston me julgando por conta disso. Eu precisava saber se algum babaca ficou em cima dela e para meu espanto muitos babacas ficaram em cima dela. Para o meu alivio, ela dispensou todos, mas isso até ver a outra imagem, onde aparece ela de papo com um cara por um bom tempo e, ao invés de voltar com seus amigos, ela entrou no carro dele. Eu quase surtei quando vi aquela imagem hoje e isso está entalado em minha garganta até agora, mas estou sem saída, pois sei que se eu questiona-la sobre “quem era aquele idiota?” ela iria me encher de perguntas e, por ser muito inteligente, ligaria os pontos na hora e então eu não poderia mais “vigia-la”. Não me julguem! Pois eu tinha prometido a ela somente que não iria mais investigar seu passado, e não prometi nada sobre investigar seu presente.

Ela tinha notado algo diferente em mim. Aquilo está me remoendo, mas eu não poderia deixa-la descobrir se não ela iria me matar, sem antes, claro, me xingar muito. Eu estou puto! Por isso mandei a equipe de inteligência e T.I. da Agencia rastrear aquele cara pela placa de seu carro. Se eu não posso tirar satisfação com ela, eu tiraria com ele. Não bastava isso, o seu amiguinho inglês voltou a minha mente e a foto estava quase amassada em minha mão, até que me ocorreu: será que ela ainda mantinha contato com ele? Argh!

- Por que essa foto ainda está aqui? – Disparei sem pensar. Ela virou, me olhando com o cenho franzido.

- Qual foto?

- Sua com seu amiguinho inglês metido. – Continuei, mostrando a foto para ela e depois a pregando no lugar. Ela me olhou, arqueando as sobrancelhas.

- Porque ele é meu amigo! – Respondeu ela ironicamente e voltando a olhar para o que estava fazendo na pia.

- E você ainda tem contato com ele? Ele está mesmo na Inglaterra? – Indaguei, encostando a lateral do meu corpo na pia, a encarando. Ela me encarou de volta, surpresa.

- Por que tantas perguntas? Eu hein, pareço um suspeito para você me encher de perguntas assim?

- Você não respondeu a minha primeira pergunta. – Falei, seriamente.

- Sim, eu continuo tendo contato com ele! Não tanto como antes, mas ainda nos falamos sim. – Trinquei a mandíbula com sua resposta. Ela entortou sua cabeça, ainda com o cenho franzido, e vi um sorriso travesso brotar de seus lábios. – Está com ciúmes, Agente? – A olhei, assustado com sua acusação.

- O-o que? Você é mesmo louca, não é? É claro que não. Eu só... não gostei daquele cara. – Me defendi, a fazendo revirar os olhos e voltar ao que estava fazendo.

- Entendi. Então não há nenhum problema nisso, não é?

-Sim! Quer dizer... não. Não ligo para isso, é só que não é legal você sair por aí com caras assim?

- Assim como, John? – Ela me olhou, desafiante, com suas mãos na cintura.

- Ué... assim... como ele. Enfim, só quero te proteger.

- Não preciso disso, já sou bem grandinha e você sabe que eu posso muito bem me cuidar sozinha. – Disse ela. Sim, eu sei bem que ela se vira muito bem... bem até demais para o meu gosto. – Além disso, até aonde eu sei, ele está namorando. – Continuou ela, virou-se novamente. Fiquei em silêncio e eu voltei a olhar nossa foto... aliás, se ela colocou nossa foto ali significa que eu devo ser importante para ela. Sorri e peguei a foto novamente, dando um pigarro, chamando sua atenção para mim novamente. Ergui a foto para que ela visse, e assim que ela percebeu corou levemente.

- E por que a nossa foto está aqui? – Perguntei, entortando o sorriso. Ela está vermelha e sorriu, constrangida.

- Ué... você é meu amigo também! – Disse ela dando de ombros. AHÁ! Ela gostava de mim também! Eu sei muito bem reconhecer uma mulher que gosta de mim. Fui chegando mais próximo dela e meu sorriso está cada vez maior.

- Ah é? – Perguntei, usando a minha voz sedutora, ficando a centímetros dela. Em sua vitrola, tocava as melhores músicas do INXS, e neste momento, Beatiful Girl começou a tocar. Perfect Timing!

- É sim, ursão. – Sorriu ela. Envolvi sua cintura com minhas mãos e encostei minha testa na dela, enquanto nossos olhares não se desgrudavam. Começamos a balançar conforme o ritmo da música. Quando dei por mim, estávamos dançando no meio da cozinha, rindo e fazendo brincadeiras. Nenhum de nós precisou falar que sentíamos a falta um do outro dançando ali... isso estava tão claro quanto a luz para mim, assim como o meu medo desse sentimento, porém, eu decidi aproveitar isso e levar assim. INXS se encaixou muito bem naquele momento e, a partir de hoje, ainda mais depois disso, essa seria umas das minhas músicas preferidas.

***

EU SABIA! Eu sabia! Argh! Estou tão puto! Dei outro soco no saco de área.

- Hey, cara! Se acalma... você tinha me dito que você não estavam ficando sério e que até tinha pegado uma latina gostosa em Miami! Então achei que não tinha problema te contar... – Explicou Preston ao ver minha reação ao saber que Sofya tinha mesmo ficado com aquele cara! Eu tinha levantado a ficha daquele filho da puta ontem assim que minha equipe me enviou os dados da placa do carro dele. O nome dele é Ryan Murphy, tem 38 anos,  é advogado e tem uma Audi R8 cinza. O que eu sei também é que eu vou quebrar a cara dele! Não encontrei nenhum indicio suspeito em sua ficha, mas mesmo assim, aquele cara vai se ver comigo. Assim que vi a ficha dele ontem liguei para Preston para que ele pegasse algumas informações de Shantell. – John?

- Ela transou com ele? – Perguntei, socando com força o saco.

- Cara, qual é? Você fica me pedindo para que eu tire essas informações de Shantell e ela ficou uma fera comigo! E eu não estou te entende...

- Transou ou não?!

- Eu não sei John! Shantell não me disse, ok? E se vocês não estão realmente juntos, como VOCÊ tinha me dito antes, então isso não é nenhum problema, não é? – O fuzilei com os olhos, ainda batendo no saco. Se Shantell não disse nada, então eu já tinha minha resposta, ela tinha transado com aquele filho da puta! – Relaxa, cara. – Falou, saindo da sala de luta. Ofegante, parei de bater, segurando o saco.

- Droga! – Gritei.

- Dia cheio, bonitão? – Me virei para trás e vi Marisa se aproximando de mim. Já havia algum tempo que eu não a via, mas ela continuava ainda mais gostosa, principalmente com aquela roupa de academia. A olhei de cima a baixo, descaradamente. Talvez ela seja uma saída para mim hoje, já que Sofya continuava a sair por aí com outros caras. – Precisando relaxar? – Perguntou ela, numa voz maliciosa.

- Hey, bela! Acho que é isso mesmo que eu estou precisando. – Respondi. Ela colocou seus braços em volta do meu pescoço e me deu um selinho rápido.

- Então vem comigo, porque eu estou com saudade. – Disse ela, pegando minha mão e me guiando para algum lugar. Sorri em resposta e deixei que ela me levasse. Que se foda.

Não, me recuso a pensar nela! Foco John! Percebi que Marisa me levava para o pequeno armário da limpeza, que fica ao lado da administração da academia. Assim que fechei a porta atrás de nós ela pulou em mim, me devorando. Fui parar do outro lado, com ela presa em mim. Retribui seu beijo e minhas mãos foram arrancando sua roupa.

- Uau, quanta pressa! – Ofegou ela, enquanto minha boca foi em direção aos seus peitos grandes. Os de Sofya são melh... cala a boca, John!

- Você trouxa camisinha? – Perguntei, tirando minha bermuda.

- Sim, hmmm... senti falta dessa boca! – Arranquei a camisinha de sua mão e rasguei a embalagem, a colocando no meu pau. Peguei suas pernas, as abrindo mais e, sem dó, enfiei todo meu pau nela, a fazendo gritar.

- Shhh! – Tampei sua boca. Comecei a estoca-la forte. Meu pau estava duro, mas não sentia vontade de gozar... ela não é apertada como Sofya. Marisa começou a falar coisas sujas, mas não prestava a atenção... só queria que ela gozasse rápido para que eu gozasse rápido também. Escutei a porta se abrir e me virei, assustado.

- Oh meu Deus, me desculpem eu achei que... – Não pode ser! Não pode ser ela. Rapidamente me desgrudei de Marisa, subindo minha bermuda. Ela nos olhava em choque. – Achei que era a porta da administração. – Disse ela, saindo apressadamente e batendo a porta.

- Merda! Sofya espera! – Gritei, apressado, indo atrás dela. Mas que merda! Eu realmente sou o cara mais idiota do mundo! E o preço que poderei pagar por essa idiotice me deixou em pânico, pois eu não poderia perdê-la assim. Droga, John!

***

Sofya Viatcheslav

Recebi uma mensagem de Dany falando que minha mensalidade da academia não havia sido paga neste mês, o que era verdade já que por um descuido meu eu acabei esquecendo de pagar algumas contas neste mês, por isso ele tinha me pedido para vir aqui hoje e pagar a fatura diretamente na administração da academia e assim eu fiz. Eu sabia que a administração ficava no segundo andar, mas não sabia onde. Abri uma das portas do corredor mas claramente aquela não era a administração, pois havia um casal se pegando loucamente ali.

- Oh meu Deus, me desculpem eu achei que... – Disse, chocada com a cena, mas perdi as palavras quando eu vi quem era. John colocava sua bermuda rapidamente e ainda não acreditava no que eu tinha visto. – Achei que era a porta da administração. – Continuei, amargamente e sai, apressadamente.

- Merda! Sofya espera! – O escutei e acelerei ainda mais o passo, saindo da academia. Eu ainda estava aérea, não sabia o que pensar... sentia o aperto em meu peito, um sentimento totalmente novo para mim. Mas que droga! E aqui estou eu, correndo feito um covarde, coisa que eu geralmente fazia quando ficava com medo em meus tempos de criança. A brisa do outono batia em mim, como se quisesse limpar minha mente. Sim, eu precisava pensar... reage, Sofya, você nunca foi assim! Seja racional, pelo amor de Deus! Parei de correr, inspirando e expirando o ar, e caminhando normalmente. Não escutava nada atrás de mim e não queria olhar para trás para ver se ele me seguia. Uma raiva tremenda emanou do meu corpo e mente... eu queria matar ele! Como ele pôde? Eu estava dispensando outros caras porque não me sentia à vontade com eles quanto me sentia com John. O ultimo foi Ryan que dispensei, no final de semana passado, tão lindo e gostoso... sim, eu tinha beijado ele, mas até aí foi só um beijo. Ele me levou até em casa, mas não rolou nada além daquilo. Em outros tempos eu o teria convidado para entrar sem hesitar, ainda mais se tratando de um homem lindo e gostoso como ele, mas não senti a menor vontade, o dispensando e o dando meu número de telefone errado propositalmente.

E agora, o bonitão estava lá! Mandando ver na sua amiguinha de foda, Marisa! Pfff... tudo bem que não chegamos a discutir os temos de nossa “amizade”, mas ele tinha me feito uma pergunta a algum tempo atrás:

- Você tem saído com outras pessoas?

- Como assim? – Respondi, olhando para o teto de seu quarto.

- Sair de transar...

- Não, não sinto vontade... – Respondi, sinceramente, ainda sem olha-lo.

- Hmmm, eu também não...

- Você? O cafajeste de carteirinha? Duvido! – Ri, o olhando, o fazendo rir também.

- É sério.Também estou bem assim... – Disse ele, me olhando.

Mentiroso! Claro que ele não estava bem daquele jeito transando somente comigo! Pfff, ele é realmente o pior tipo de cafajeste e eu me sinto uma idiota agora! Mas... espera... nós não temos nada sério, quer dizer, nós não temos um relacionamento. Eu não posso chegar nele e enfiar minha mão em sua cara, como eu quero fazer agora. Isso Sofya, seja racional! Não, eu não vou ser mais uma de suas vítimas, John Neeson, não mesmo! Ergui minha cabeça e por mas que eu me sinta traída e enganada, tenho que encarar os fatos: não temos nada sério, ele é solteiro, lindo de morrer, tem centenas de mulheres atrás dele, é um cafajeste, nunca teremos algo sério e eu não posso cobrar nada dele. Isso, seja a Sofya racional que você sempre foi! Esqueça essa dor em seu peito! Então é assim que é ter sentimentos por alguém? É por isso que minha mãe morreu?

- Sofya! – O escutei atrás de mim, mas não o encarei. O senti se aproximando do meu lado, ofegante por sua corrida e se juntando a mim na caminhada até em casa. – Não é o que parece... – Ri, ironicamente com suas palavras.

- John, pelo amor de Deus, você não me deve explicações. Mas aquilo era realmente o que era. – Disse, com a voz seca. Ele parou, colocando a mãos em meus ombros para encará-lo. Foi difícil não recuar.

- Olhe para mim... eu não queria ter feito aquilo...

- Ah, John! Pfff, pare com isso! – Olhei para o lado, gesticulando, incrédula com suas palavras.

- É sério! Eu fiz aquilo por sua causa! – Disse ele em um tom sério. Mas o que?

- Mas o que? Você está de brincadeira, né?

- Não! Se você pode sair por aí com outros caras, porque eu não posso fazer o mesmo? – Disse ele em voz alta, gesticulando com as mãos para cima. Eu estava desacreditada com tudo isso, minha boca estava aberta e eu queria lhe dar um soco! Percebi que estávamos no meio da calçada, discutindo, e haviam algumas pessoas nos encarando, curiosas. Balancei a cabeça negativamente, trincando minha mandíbula. Eu preciso sair daqui antes que eu voe nele.

- Você é realmente um idiota. – Disse, voltando a caminhar e virando a esquina de nossa rua.

- Pensei que estivesse “à vontade” comigo! – Ele estava ao meu lado de novo, cuspindo as palavras.

- E eu pensei que você “estava BEM assim”! – Exclamei, o olhando. Paramos novamente e ele me olhava, e ali eu vi o medo em seus olhos. – E acima de tudo, eu pensei que éramos amigos! Sabe, Agente, você pode descobrir as coisas de alguém conversando também... não só o investigando. Fica a dica. Seu idiota. – Disse, me virando novamente e andando mais rápido.

- Sofya... Sofya por favor, espere! – Dessa vez não tive o trabalho de respondê-lo. Eu estava quase chegando na escada de entrada do prédio, quando eu vi um homem descer do taxi logo em frente. Congelei na hora ao ver quem era. Oh meu Deus, porque tudo tem que acontecer de uma só vez?

- Olá, Furby! – Disse Jax, me olhando com seu sorriso charmoso. Ele veio em minha direção, me abraçando em um abraço apertado no qual me tirou do chão e, logo depois, me dando um beijo estalado na bochecha. – Senti tanto sua falta!

- Jax... – O abracei de volta. Ele me colocou de volta no chão, me olhando com aqueles olhos azuis em seguida. – Mas... o que está fazendo aqui?

- É, o que você está fazendo aqui? – Escutei John rosnar atrás de mim, e me virei para olha-lo. Ele estava matando Jax pelo olhar e sua cara está assustadora. Péssima hora para isso acontecer! Jesus, o que eu vou fazer agora?


Notas Finais


E agora, hein? Hahaha, me digam o que estão achando!


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