História Symphony - Capítulo 8


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Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Amor, Drama, Fanfic, Justin Bieber, Romance, Symphony
Visualizações 30
Palavras 1.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu queria avisar algumas coisas:
*A partir de hoje eu vou começar a colocar alguns capítulos, pois é o que eu consegui escrever durante a semana.
*Esse capítulo é um dos mais importantes para mim, pois é o capítulo onde o Justin narra, mas como eu queria colocá-lo no início da Fanfic, mas sem tirar a essência dela, ficou assim.

Eu espero que gostem e que entendam! Obrigada!

OBS: OUÇAM TAKE ME HOME ENQUANTO LÊEM. OU ENTÃO UNCOVER.

Capítulo 8 - Capítulo 7


— É impossível você ir embora. — falei colocando minha bolsa sob a mesa. Ao invés de estar triste por Justin ir embora, estava irritada. Há poucas horas havíamos falado sobre este mesmo assunto: e se ele fosse embora de novo? Eu teria de ficar e deixá-lo ir? Precisaria ser forte mais uma vez e aturar tudo como se fosse realmente capaz? 

— Talvez. Mas eu vou descobrir isso hoje. — disse como se estivéssemos apostando um com o outro. Fechei os olhos, sentindo fortes dores por toda a cabeça. Não sabia se a raiva era minha amiga ou inimiga naquele momento. Respirei fundo ainda de olhos fechados, tentando manter o foco no que importava: ele estava morto, e não tem como ele ir embora de repente. 

— Já parou para pensar que, talvez seja impossível você ir embora? Ou que, se você voltou então é porque há um motivo para isso? Alguma coisa mal resolvida, sei lá... — abri os olhos e bati com as mãos nas pernas. Justin arregalou os olhos, como se estivesse vendo um monstro. 

— Eu não sei porque eu estou aqui, caramba! Eu nem queria estar aqui, podia estar descansando a uma hora dessas! 

— Nossa... Que ironia isso vindo de alguém que já morreu. 

Ajeite meu corpo e pus a mão na boca, me dando conta do que havia dito. Justin não pareceu triste por ouvir aquilo de forma tão direta, mas seu corpo encolheu-se como se estivesse se protegendo. Olhei para o chão e então para os lados, voltando a realidade. Estava cometendo os mesmos erros novamente e ao invés de tentar consertá-los, estava os piorando. 

— Será que, antes de você ir... — levantei o olhar para Justin, vendo que ele parecia mais perto, mas ainda sim, não perto o suficiente. Ele me olhava com um ar curioso, como se tentasse adivinhar o que se passava em minha cabeça. — Você... Você... — tossi para disfarçar o nervosismo que me tomava conta. Podia sentir gotas de suor escorrendo por meu rosto. — Será que antes de ir, você poderia por favor, me falar o que aconteceu naquela manhã? 

— Na manhã em que... — só mexi a cabeça para cima e para baixo. — Eu posso, mas não garanto que você vá gostar. 

(A partir daqui é o Justin quem estará narrando) 

— Naquela manhã, eu levantei mais cedo que de costume. Eu sabia que você queria muito um anel de noivado, e apesar de eu não ter feito o pedido oficial, queria fazê-lo. — Elle pareceu nervosa quando disse aquilo. Seu corpo pareceu menor, e ela encostou-se na porta fechada. — Eu queria tanto ter você como minha esposa em poucos meses, que esqueci de viver o agora. Mas, estava determinado a tornar tudo real. Fui para a relojoaria mais próxima, naquela aonde você viu o anel. Eu comprei o mesmo que você havia pedido há alguns meses atrás... Ou há um ano e alguns meses. — olhei para cima como se procurasse as palavras, e então voltei a olha-la. Seus cabelos longos e bagunçados estavam sob seu rosto quando ela levantou os olhos para mim. Queria tanto poder arrumá-los, apenas para ter um motivo de tocá-la. — A chuva estava começando a ficar muito forte e eu estava mais do que atrasado. Comprei a aliança e a deixei dentro do carro. Quando fomos almoçar, eu tive a ideia de te pedir em casamento naquela mesma noite, assim de repente. Liguei para os seus pais enquanto ia te buscar para almoçarmos. Pedi a você que preparasse algo para comermos, apenas para não irmos a um restaurante e você desconfiar de algo. Depois que discutimos, — Elle apertou os lábios, e vi lágrimas ameaçando escorrer sob seu rosto. — eu não desisti de te pedir em casamento. Ali mesmo que eu fiquei determinado. Mas, às seis e meia, quando estava indo para a sua casa, a estrada estava molhada demais. Os carros deslizavam de um lado para o outro, e eu não consegui desviar quando um motorista perdeu o controle e bateu de frente. Consegui ficar acordado até a chegada dos médicos, mas então, eu dormi. Dormi pensando em você, em nós. — não sabia como, mas a dor em mim era tão forte quanto a dor de Elle. Seus olhos estavam fechados e pude ouvir seus soluços por debaixo de seus braços. — Eu queria tanto ficar, mas eu sabia que você seria forte sem mim, que você conseguiria. 

— Eu não sou... Não faz sentindo, Justin. — sua voz estava baixa e rouca. Ela levantou o olhar para mim, e vi seu rosto vermelho por debaixo das lágrimas que o molhavam. Elle colocou a mão sob o peito, como se tentasse arrancar o que sentia. — Não faz sentido viver sem você, não faz sentindo viver sem ter alguém para amar... Como, — ela levantou as mãos e olhou para elas. — alguém vive sem amar ou sem ser amado? Sabe, eu nunca pensei que seria capaz de amar tanto alguém como eu te amo... E quando eu te perdi, eu senti que perdi todo o amor que eu tinha. 

— Você não perdeu todo o amor que você tinha. 

— Então porque eu me sinto tão vazia? 

Elle apertou ainda mais sua mão sob o peito. Era como se eu fosse capaz de sentir toda a dor dela e a minha junto. Suas lágrimas vinham uma atrás da outra, e eu pude ver que aquilo a destruía todos os dias. 

— Eu lutei até o último segundo. E o meu coração te amou até o último momento. — Elle balançou a cabeça concordando. 

Dei passos em sua direção e senti como se uma barreira se quebrasse entre nós. Aquela mesma barreira. Abaixei-me e vi seus olhos de frente para os meus. Estava mais perto do que podia. Estendi a mão em seu rosto e pude tocá-la. Elle moveu seus braços ao meu redor e eu os senti. Seu corpo encostou-se no meu e nos envolvemos como se fossemos um só. 

— Eu posso... Eu posso... — Elle disse tremendo, e pude ouvir uma pequena risada. Meu sorriso se abriu e a apertei ainda mais, sem a intenção de soltá-la. 

— Eu sei meu amor, eu também. 

Valeu cada segundo que esperei por aquilo. Todas as vezes em que eu não pude, a espera dos dois. Era como estar a abraçando pela primeira vez, mas a sensação era ainda melhor. Elle me olhou e eu sabia que pensávamos na mesma coisa. 

— Eu tenho medo de tentar e não conseguir. 

— Mas podemos tentar. — falei sorrindo. 

A segurei pela cintura, sentindo minhas mãos envolvê-la. Aproximei-me ainda mais, e pela primeira vez senti sua respiração em minha frente. Nossos olhos se encontraram e então fecharam-se. Seus lábios pareceram ainda mais perto do meu, então os toquei. Ainda tinham a mesma maciez de quando nos beijamos pela primeira vez. Juntei nossos corpos e os levantei de uma vez, aprofundando nosso beijo. Aproveitei cada segundo que tive para tocá-la. Nossas línguas pareciam brincar uma com a outra, e a felicidade era tanta, que precisei parar para poder sorrir e a observar mais um pouco. 

— Se isso for um sonho... — falei. 

— Espero que não. 

(a partir daqui a Elle estará narrando) 

Tudo pareceu se acabar em questão de segundos. 

Quando meus olhos se abriram, eu estava deitada no chão de casa e Justin estava ao meu lado, ainda distante. 

— Justin... O quê... — olhei para os lados e ao tentar levantar, senti uma forte dor atrás da cabeça. 

— Você desmaiou. 

— Mas eu... Você... — deitei me sentindo destruída. Minha cabeça doía e meus olhos não mantinham o foco. 

— Foi um sonho, Elle. 

— E como... 

— É a minha forma de me despedir. 

— Justin, para com isso. — apesar da dor, consegui me sentar e encostar na porta. Minha cabeça ainda latejava, mas aquela dor já não se comparava com as outras. 

— Elle, eu não sei se eu posso ou não ir embora. Eu não sei se eu tenho algum objetivo aqui, mas se eu tiver, vou fazer sozinho. Você só merecia uma despedida de verdade. 

— Isso é tão egoísta. 

— Isso é o contrário. 


Notas Finais


Era isso... Eu espero que tenham gostado!
Obrigada pelos favoritos e pelos comentários!
Em breve terá novidades...
Até.


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