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História T h e - B e a s t - Capítulo 28


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Capítulo 28 - Capítulo 27


(Kara)

Havia algo de diferente em Lena. Ultimamente parecia mais inquieta, sôfrega, e isso refletia no sexo. Ela me possuía com uma urgência abrasadora. Como se cada momento fosse raro. Como se ela tivesse medo de que nosso tempo acabasse. De início eu amava a sua avidez e correspondia com a mesma intensidade, expressando o desejo arrebatador que sentia por ela. No entanto, com o passar dos dias, percebi certa angústia em seus gestos. E não pude deixar de me sentir aflita, eu precisava saber o que se passava em sua cabeça. E, principalmente, eu precisava saber sobre seus pesadelos que voltaram a atormentá-la na madrugada.

— Lee — disse ofegante, acariciando suas costas  com as pontas dos meus dedos.

Nossos corpos suados ainda estavam unidos. Lena se apoiava nos cotovelos, afundando o rosto em meu pescoço e me sorvendo a cada inspiração. Embalava-me em seu calor enquanto me mantinha segura em seus braços, deslizando os dedos em meus cabelos e os puxando de leve a cada espasmo de prazer.

Eu sabia o quanto ela ainda precisava de mim. Sentia o seu membro pulsando e crescendo entre as minhas pernas, arrancando-me um suspiro de deleite. A sensação de tê-la sem barreiras era indescritível! Tudo era mais intenso. Mais prazeroso. Extasiante.Por isso, quando Lena respondeu com um murmúrio ao pé do ouvido, fiquei um pouco atordoada. Eu estava tão embriagada nas sensações que quase

me esqueci do motivo de ter chamado por seu nome. Resvalei as mãos do início das suas costas até a nuca e, segurando-a com cuidado, eu a puxei até prender meu olhar ao seu. Sua respiração morna afagava meu rosto, e precisei de bastante concentração para não me render à vontade de tê-la novamente.

— Calma — sussurrei ao senti-la se empurrando contra mim, buscando por meus lábios vorazmente.

— Eu não vou a lugar algum…

— Promete? — perguntou com a voz rouca, colando novamente sua boca na minha antes de se afastar procurando por meus olhos 

— Eu preciso saber, honey...

Uni as sobrancelhas, surpresa ao notar desespero em suas palavras.

— Lee... — a empurrei de leve, fazendo-a se sentar relutante. Aninhei-me em seu colo e abriguei o seu rosto em minhas mãos, encostando a minha testa na dela

— Prometo que ficarei até quando você me permitir. Seus lábios se curvaram em um leve sorriso, e suspirou de encontro aos seus.

— Então, se depende de mim, ficará comigo para sempre. — Enroscou os braços em minha cintura, reivindicando minha boca em um beijo ardente. Sua língua cálida valsava com a minha em uma melodia apaixonante. E eu me deixava ser conduzida, acompanhando cada compasso de sua coreografia. Desatamo-nos em busca de ar, meus seios se pressionavam arfantes de encontro aos, e quando enfim tomei fôlego,lembrei-me do que eu tinha de falar com ela antes.

— Precisamos nos arrumar — assoprei baixinho

— já estamos atrasadas.

Ela grunhiu, apertando o abraço e me aprisionando nela quando tentei me desvencilhar.

— Só mais alguns minutos... — suplicou, esfregando o nariz no contorno do meu pescoço. Um riso brotou em minha garganta e precisei agarrar seus cabelos com um pouco mais de força, a fim de fazê-la se afastar.

— Já disse isso faz uma hora, Lena! Precisamos correr se quisermos chegar lá a tempo. Lena se levantou em um rompante e me carregou nos braços, batendo em meu bumbum e me arrancando um gritinho.

— Então venha

— se a gente tomar banho juntas economiza tempo e eu consigo esses minutos a mais dentro de você...

[...]

O relógio no painel do carro marcava oito e quarenta da noite, Estávamos quarenta minutos atrasadas para o chá de revelação. Não bastava eu estar nervosa por encontrar oficialmente os amigos de Lena, meu corpo tremia de ansiedade por saber que seríamos os últimos a chegar. Chamaríamos mais atenção do que eu gostaria. Lena manobrou, saindo da estrada principal e adentrando a rua de em um lindo condomínio de casas, Meus olhos varreram o local, admirando os imóveis quando enfim chegamos Não havia mais espaço na garagem privativa da casa, por isso, tivemos de estacionar na estreita rua a alguns metros da entrada. Senti a mão morna de Lena apertar minha coxa e, ao fitá-la, encontrei seu olhar fixo ao volante. O motor já estava desligado, mas Lena não demonstrava sinais de que sairia do carro.

— Está tudo bem? — Toquei levemente em seu rosto. Ela fechou os olhos e se aconchegou mais contra mim, soltando o ar pelos lábios antes de se virar e beijar a minha palma.

— Sim. Vamos lá. — Saiu e deu a volta para abrir a minha porta, auxiliando-me a sair, Eu poderia me acostumar com aquilo… O portão basculante branco estava aberto, dando passagem para um pátio com piso revestido em pedras  e um amplo jardim. Havia meia dúzia de carros ali. O ambiente era iluminado por arandelas fixas nos muros pintados de branco. Logo à frente ficava a casa, também na cor branca, com uma ampla porta de vidro, colunas toscanas adornando a varanda, e telhado colonial. Lena entrelaçou seus dedos aos meus e então caminhamos juntas em direção à porta. Seguimos os barulhos de risos, atravessando a sala até os fundos da casa.

.

— Chegaram bem na hora! — Alguém exclamou e, quando percebi, já estava sendo embalada pelos braços finos da sam. Ela usava um cropped de renda creme, deixando a barriga arredondada à mostra, e uma maxi saia azul que quase arrastava ao chão. Ao me abraçar o seu ventre pressionou o meu e eu jurei ter sentido o chute do bebê contra minha pele.

— O bebê acabou de... — comecei a dizer, mas fui interrompida por ela e sua animação.

— Chutar! — Se afastou, pegando a minha mão e a pousando em sua barriga. Então aconteceu de novo, era bem de leve como pequeninos espasmos musculares, mas dava para sentir. Abri um sorriso largo e me virei para a Lena que observava a cena com um olhar distante. Sam então voltou sua atenção para Lena e deu lhe em um abraço lateral.

— Estou feliz que estejam aqui Lena — a morena murmurou, batendo no ombro do amiga.

— As apostas ainda estão de pé? — Lena perguntou e, ao passar os olhos pelas roupas de Mike que chegou ficando ao lado de sam,começou a rir, ele estava vestido um terno rosa bebê

— vem comigo Kara! — disse Sam Que Pegou em minha mão e me afastou deles,Levando-me até o grupo de pessoas ali, ela me apresentou à seus  amigo e de Mike.

Havia uma mesa grande revestida por uma longa toalha branca. Ela estava decorada por cupcakes azuis e rosas e balões infláveis com as mesmas cores. Centralizado na mesa estava um bolo branco de dois andares, adornado por dois sapatinhos de bebê, cada um de uma cor. E em frente ao bolo havia um envelope lilás lacrado por um adesivo em forma de interrogação. Minha atenção foi desviada da mesa para a pessoa atrás de mim. Lena circundou minha cintura e beijou o meu pescoço Ela parecia querer ficar ao meu lado o tempo todo. Percebi pela forma como me apertava contra si e o pelo ritmo acelerado dos seus batimentos cardíacos que ela estava agitada com algo. Talvez se sentisse ansiosa em eventos como esse?

— Sam, você está grávida de quanto tempo? 

— perguntei para a mulher do meu lado que bebia uma taça de suco de maçã, enquanto eu bebericava do champanhe. Estávamos celebrando a vida afinal de contas.

— Vinte e uma semanas

— Já decidiram os nomes? — escapuliu-me outra pergunta. Eu precisava me controlar para não ser a chata que fica querendo saber de tudo. Mas logo em seguida outras palavras saíam pela minha boca

— E vocês se importam mesmo com o sexo do bebê? Essas coisas a gente não tem controle…

Lena mergulhou a cabeça em meus cabelos e eu pude sentir a sua respiração arfante me assoprando. Ela estava me usando para abafar o riso! E ela estava rindo de mim! Dei um peteleco em sua mão que me pressionava firme ao seu corpo. Mas a verdade é que eu fiquei feliz em vê-la se abrir aos poucos comigo e os amigos.

— Matt se for menino e Ruby se for menina, A gente não se importa de verdade, mas é legal brincar um pouco de tentar adivinhar. Lena não acredita em mim quando digo que é uma menina.

— Como você tanta certeza? — Lena levantou uma sobrancelha,divertida com o comportamento da amiga. Sam suspirou profundamente, ponderando se contava ou não o seu segredo. Por fim ela assentiu, encolhendo os ombros.

— Tudo bem, eu digo!..  Tia Lilian me ligou assim que descobrimos a gravidez, ela disse que sonhou comigo segurando uma menina no colo. E você sabe que Lilian nunca erra…

— Minha mãe te ligou? — Lena perguntou surpresa — Vocês têm se falado?

— É claro que sim,Ela sempre foi como uma segunda mãe para mim.

Observei a conversa silenciosa que as duas estavam tendo através dos olhares. Então voltei minha atenção para Sam, ela elevou um dos cantos da boca em um sorriso melancólico por um instante e então mudou sua expressão para uma mais alegre.

— Ok, Vocês venceram. É uma menina, nem precisamos conferir o envelope!

— Espere, como assim? — perguntei confusa. Lena então colou os lábios ao pé do meu ouvido e murmurou:

— Kara, a minha mãe é... Como posso explicar? —Acariciou meus cabelos lentamente, como se estivesse distraída, buscando pelas palavras certas

— Ela é sensitiva, consegue sentir ou prever algumas coisas. Mamãe costuma dizer que é descendente Celta.

— Sério?! — Virei-me em seus braços, encontrando a verdade em sua expressão sincera

— Pelos deuses, Lena! Que coisa maravilhosa! Um dia gostaria de conhecê-la... — Fechei a boca de supetão, percebendo tarde demais o quanto eu parecia gananciosa. E se ela não quisesse que eu a conhecesse?

— Um dia,honey. — Sussurrou ao pé do ouvido, jogando fora os meus receios.

Não muito tempo depois o envelope foi aberto, confirmando sim se tratar de uma menina. Sam soltou um urro de vitória, e mike se ajoelhou para beijar o ventre da esposa. Já estava ficando tarde e as pessoas começaram a se despedir para ir embora, restando somente Lena e eu. Mike e Lena começaram a arrumar algumas coisas, enquanto eu ajudava a Sam a guardar as sobras de comida no refrigerador.

— Sam, posso te fazer uma pergunta?

Coloquei a última vasilha dentro da geladeira e me virei, ficando de frente para ela que acabara de se sentar em uma das cadeiras dispostas no balcão.

— Claro, Kara! — ela respondeu espontânea, mas ao perceber minha hesitação, assentiu e gesticulou para que eu me aproximasse. Pus-me ao seu lado, conferindo rapidamente o corredor vazio. Não queria que me ouvissem.

— Você acha estranha ou errada a minha relação com a Lena? — Inspirei fundo e continuei

— Seja sincera, por favor.

sam franziu o cenho, inclinando a cabeça para o lado e pegando as minhas mãos nas suas.

— Por que me pergunta isso? O que eu poderia achar de errado? Soltei o ar pelos lábios e sorri trepidante, sentindo-me tola e vulnerável. Não entendia aquela ligação que sentia por Sam, como se eu pudesse confiar nela.

— Eu sou a empregada... — desviei os olhos para o chão — As pessoas podem pensar que estou me aproveitando dela, ou que ela pode estar se aproveitando da minha posição para ter o que quiser de mim.

— Não seja boba, querida. — Ela apertou os meus dedos de forma acolhedora, fazendo-me voltar a fitar seu rosto

— As pessoas não devem ser estimadas pelo que fazem ou pelo número que têm na conta do banco. Nada disso tem relevância para os assuntos do coração. Um pequeno riso brotou na minha garganta, e apertei os seus dedos em agradecimento. Eu não conseguiria formular palavras naquele momento.

— Além do mais, você sabe como eu e mike nos conhecemos?. Balancei a cabeça em negativa ao que Sam levantou as sobrancelhas e abriu um lindo sorriso.

— ele foi contratado para ser meu estagiário na empresa — sussurrou em segredo

— E você acha que eu me importei em ser ou não a chefe dele, ou do que os outros diriam? — Piscou antes de olhar para um ponto atrás de mim.

— Do que vocês estão falando? — mike perguntou risonho, aproximando-se da gente e estalando um beijo nos lábios da esposa.

— Ah, ! Eu estava dizendo para Kara como a gente precisa passar mais tempo juntas. Vamos marcar algo logo, antes que Ruby nasça e roube todo o nosso tempo e vida social.

— Por que vocês não passam lá em casa amanhã? — Lena entrou na conversa, apoiando suas mãos  em meus ombros

— Eu estava mesmo pensando em levar Kara para um passeio de iate podíamos ir juntos.

— Lena, você leu meus pensamentos! Comentei ainda hoje com mike que fazia um tempo que não passeamos em alto mar. Meu queixo caiu.

— Vocês duas têm um iate?

sam assentiu, mas Lena negou com a cabeça.

— Na verdade é uma lancha luxuosa, mas quando a compramos éramos novas e ingênuas. Então sempre a chamamos de iate.

— Então tá combinado?

— Combinado! — Sam e mike responderam em uníssono.

[...]

Sábado amanheceu com o céu limpo e a brisa do oceano refrescando o tempo quente. Eu deveria ter voltado para casa, mas ontem à noite eu mal pensei sobre isso. No entanto, ao chegarmos à mansão, lembrei-me de como a minha mãe precisava de mim e me arrependi.

lena tentou me acalmar, dizendo que recompensaria esse tempo com ela. Pegou o celular e ligou para minha mãe, e eu não pude conter um riso histérico quando a ouvi convidando minha família para passar um tempo  aqui na mansão, Logo em seguida ela me pediu para entrar em contato com Lucy, e se propôs a pagá-la para que cuidasse de mamãe hoje. Também pediu para chamá-la também para vir a mansão.

Eu estava terminando de vestir a saída de praia por cima do meu biquíni quando Lena me agarrou por trás.

— Eles chegaram, honey — Mordiscou minha orelha — Está trazendo o protetor solar? O sol está forte lá fora.

— Sim... — gemi ao sentir sua boca resvalar a pele da minha nuca, arrepiando meus pelos e aquecendo o ponto entre as minhas pernas. Quase caí quando ela me soltou, sentindo as pernas vacilarem com a perda do seu contato. Ela encaixou o meu braço ao seu e pegou a minha bolsa em cima da cama, conduzindo-me para saímos.

[...]

Lá estava atracada uma imponente lancha branca. Sam acenava da popa, vestindo somente um shorts branco e o top do biquíni de crochê. Mike estava no volante localizado no cockpit, eu só conseguia ver o vulto dele através do vidro fumê. Ao entrar na lancha notei ser bem maior por dentro do que eu imaginava. Lena se juntou ao mike e Sam se encarregou de me mostrar todo o ambiente.

Na popa da embarcação havia um pequeno espaço gourmet, chuveiro e uma escada em aço inox para quem quisesse se aventurar nas águas cristalinas. Uma porta de vidro de correr separava a parte interna, que consistia em um salão e cozinha com estofamento branco e móveis laminados. Fiquei pasma ao descer a escada da proa que dava para a suíte da embarcação, onde ficava uma cama de casal e o banheiro.

— Nossa, eu morava aqui de boa! — exclamei, deitando-me na cama para testar a maciez do colchão.

— Foi o que eu disse quando vi  pela primeira vez.

— Para onde será que estão nos levando? Levantei-me preguiçosa, querendo curtir um pouco mais do conforto.

— vamos a uma ilha não muito longe daqui Lá é lindo, a gente pode aproveitar o mar e o sol enquanto deixamos Mike e Lena prepararem o almoço.

E foi o que fizemos, passamos o dia desfrutando do sol e do frescor do mar. Lena apareceu à proa, trazendo o frasco do protetor solar e espalhando uma boa camada em minha pele alva. O cheiro de comida nos foi levado pelo vento e logo se pôde ouvir o ronco vindo da barriga de Sam. Comemos salada de macarrão e os hambúrgueres preparados na grelha, sem pressa alguma. E quando o sol começou a descer no horizonte, pincelando o céu e o mar com seus raios alaranjados, resolvemos voltar.

A primeira coisa que fizemos ao chegarmos à mansão foi tomar um banho. Decidimos então aproveitar da noite estrelada no jardim, saboreando vinho e fondue de queijo. Sam, no entanto, desfrutou de um suco de uva. Nunca conversei com tanta facilidade em companhia de outros, com exceção de lucy é claro. Naquele momento, testemunhei o nascimento e fortalecimento de uma grande amizade.

— Já volto — Lena se levantou da cadeira, depositando um breve beijo na minha bochecha. sam a seguiu com o olhar, sua expressão se transformando de alegre para séria em questão de instantes, logo Sam também se levantou e adentrou a casa.

Tentei entender o motivo para a sua preocupação e notei que Lena já havia ido ao banheiro umas quatro vezes nas últimas horas. Será que estava passando mal? Pedi licença para mike e rumei até o interior da casa. Vozes vindas da escada chamaram minha atenção e, quando me aproximei, percebi que estavam discutindo.

— voltou a fazer isso? Por que diabos não me procurou quando sentiu vontade? Porra, Lena... O barulho dos meus passos as alertaram da minha presença, e sam parou de falar abruptamente.

— Está tudo bem? — perguntei hesitante. Lena assentiu ao que Sam a lançou um olhar melancólico e encolheu os ombros.

— Eu já estava me despedindo, Kara. Está ficando tarde. — Desceu os degraus e beijou minhas faces espero poder te ver em breve.

— O-o prazer foi meu. 

Ela assentiu e sumiu jardim afora. Voltei os olhos para cima, flagrando Lena com os olhos marejados e esfregando o nariz.

— Lena... — subi os degraus restantes e enrosquei os braços ao seu redor

— você está bem?

Fechou as pálpebras com força e me puxou para um abraço apertado.

— Sim, nada com que você precise se preocupar. As suas palavras, entretanto, não tranquilizaram o meu coração. Ele batia inquieto contra o peito, tentando ser ouvido. Mas eu, como não era descendente Celta nem nada, não soube como era importante seguir o meu instinto e o quanto ele estava certo.

Algo estava errado com Lena.



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