História T h r e e - Capítulo 8


Escrita por: e Funetrea

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bissexualidade, Drama, Gravidez, Hjope, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Lemon, Lgbt, Namjoon, Nudes, Rapmonster, Revelaçoes, Romance, Seokjin, Sexo, Suga, Tae, Taehyung, Taekook, Threesome, Traição, Vkook, Yaoi, Yoongi
Visualizações 394
Palavras 2.269
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI CARA DE BOI, TURUBOM?


Estamos bem próximas de alcançar os 300 favs, então não esqueçam de panfletar a fanfic pras amiguinhas, viu?

Provavelmente eu só volto no sábado que vem, estou trabalhando denovo e eu chego morrendo e acordo tarde e aí vira um ciclo vicioso de leseira

me desculpem ;-;


BOA LEITURA <3

ps: tem pornô

Capítulo 8 - VIII - Fallin' for him was like fallin' from grace


Fanfic / Fanfiction T h r e e - Capítulo 8 - VIII - Fallin' for him was like fallin' from grace

Apaixonar-me por ele era como cair em desgraça

Tudo envolvido em um, ele tinha tantos pecados.

Teria feito tudo, qualquer coisa por ele.

E se você me perguntar, eu faria novamente.

 

Julia Michaels - Heaven

 

 

(...)

 

Minha viagem até Suwon terminou no domingo à noite; despedi-me de meu ex-padrasto e ele me deixou na rodoviária, para que eu pudesse pegar um ônibus e voltar até o campus.

— Volte sempre que quiser, Thalia. Você será sempre bem vinda — Chung Hee, esposa de Seungkwang me abraçou brevemente, afagando meus cabelos por alguns instantes antes de se afastar, abrindo espaço para que eu me despedisse de seu marido.

O abracei, recebendo de suas mãos um pequeno envelope, lembrando-me de que ele havia pedido que eu o levasse para minha mãe quando retornasse aos Estados Unidos, já que se tratava de um documento importante. Concordei, reverenciando-o e caminhando em direção ao ônibus que eu tomaria para Seul.

A viagem era relativamente rápida, aproximadamente quatro horas, então nem me preocupei em tirar um cochilo, optando por passar o tempo postando as fotos que eu havia tirado na Coreia do Sul, além de editar algumas informações do meu Facebook — como o local onde eu morava, por exemplo —, e conversar com algumas amigas de Richmond, através de mensagens de texto.

 Em meio a minha viagem de volta, as palavras de Ana não saíam de minha cabeça, principalmente agora em que eu já estava com as coisas em relação a meus sentimentos um tanto quanto claras. Eu adorava Taehyung, mas isso não significava muita coisa pra ele, então eu não permitiria que significasse algo para mim também, por mais que o desejo que eu sentia por ele e a vontade de tê-lo por perto fossem maiores do que eu gostaria, tal situação era algo com o que eu precisaria me acostumar, já que, infelizmente, eu não poderia ter tudo o que eu quero.

Mesmo que, naquele momento, Taehyung fosse tudo o que eu queria.

 

A viagem de volta fora relativamente mais rápida do que a de ida, então logo adentrei o dormitório, colocando a pequena bolsa em que eu havia levado algumas roupas e pertences dentro de meu roupeiro, optando por arrumar tudo quando eu estivesse devidamente descansada. Era aproximadamente uma da manhã e Yura ainda dormia, portanto, sem fazer qualquer tipo de barulho proposital, escolhi um pijama qualquer, caminhando até o banheiro no intuito de tomar um banho quente e me deitar para dormir, já que, no dia seguinte, eu teria aula.

Enviei uma mensagem para minha mãe brevemente, informando a respeito do envelope e perguntando como minha avó estava. Preocupei-me ao saber que ela estava com um pequeno surto de gripe na última semana, então ao desejar melhoras, bloqueei o aparelho, me permitindo ser engolida pelo sono. 

 

(...)

 

No dia seguinte, ao chegar ao campus, à primeira coisa que eu pude notar era a figura imponente de Jungkook caminhando entre os corredores, com seus cabelos com um tom mais escuro do que eu vira pela última vez, tão escuro quanto às roupas que ele vestia, segurando em suas mãos uma câmera fotográfica. Limitei-me a permanecer o observando enquanto se afastava, até optar, por fim, em realizar uma aproximação. De acordo com o caminho percorrido por ele, deduzi que ele estava indo até o laboratório de informática, onde ele costumava ficar com bastante frequência, criando modelos de edifícios para seu curso, já que este estava na reta final. Meus passos foram rápidos então logo o alcancei, segurando seu pulso para ter um pouco de sua atenção.

Jungkook encarou o aperto em seu pulso por alguns instantes, então logo o soltei, cruzando meus braços abaixo de meus seios.

— Algum problema?

— Sim, eu tenho.

— É uma pena, mas não estou interessado.

Jungkook 1 x Thalia 0

 — Eu quero conversar com você — falei brevemente, mordendo a parte inferior de meus lábios.

— Talvez em algum outro dia — girou os calcanhares no intuito de sair dali, então me coloquei em sua frente rapidamente, aproveitando a diferença entre nossos tamanhos para encará-lo de baixo, observando um pequeno sorriso surgir entre seus lábios. — Inacreditável...

— Só preciso de alguns minutos — insisti, ajeitando uma das alças de meu vestido quando a mesma caiu por meu ombro. Jungkook riu brevemente e eu logo voltei à posição inicial, cruzando meus braços novamente. — Em um lugar mais tranquilo, por favor.

— Sobre o que você quer conversar, Thalia?

— Não pode ser aqui — resmunguei, olhando acima de seus ombros para ver se alguém estava naquele corredor. Jungkook rolou os olhos, retirando do bolso de seu jeans preto as chaves de seu carro.

— ‘Tá. Vem comigo — o segui pelos corredores, me esforçando para que ninguém nos visse e torcendo para que Jimin não nos flagrasse juntos, pois isso provavelmente causaria um problema de reputação e isso era tudo o que eu menos precisava naquele momento. Após alguns instantes chegamos até o estacionamento, caminhamos entre os veículos até ele destravar o alarme de seu carro, uma Ferrari preta com os vidros escuros. — Entra aí.

Fiz o que ele pediu, sentando-me no banco de couro claro e vendo-o fazer o mesmo no banco do motorista, fechando a porta e jogando as chaves no porta luvas.

— Jungkook...

— Pode falar agora, ninguém vai ver a gente aqui.

— Eu queria pedir desculpas por ter sido tão grossa com você...

— Desculpas aceitas. Ajudo em algo mais? — Coçou a ponta de seu nariz, tamborilando seus dedos a cima de suas coxas, fazendo-me notar o quão evidente seus músculos ficavam abaixo daquele tecido. Ainda em silêncio, meus olhos percorreram a extensão de seus dedos, observando as veias tão aparentes na pequena parte de seus braços que não eram cobertas pela camisa de mangas longas que ele utilizava, estando estas dobradas até a altura de seus cotovelos.

Cada detalhe de Jungkook parecia ter sido esculpido a mão.

A sensação de estar tão próxima a ele era a de estar entre o céu e o inferno, um meio termo, um pé de cada lado, entre o cheiro de frutas e as chamas que me causavam uma espécie de combustão a cada vez em que eu respirava e era surpreendida por seu cheiro.

— A culpa é toda sua! — O acusei, franzindo o cenho. — Se você não tivesse se aproximado de mim naquele dia nada disso teria acontecido.

— Então você quer dizer que eu sou o culpado por você ter adquirido um ódio mortal de mim? — Riu em escárnio, aproximando-se de mim. Permaneci vidrada em seu olhar por um tempo que julguei indefinido, até que seu hálito quente batendo contra meu rosto me despertou do meu transe. — Ficaria um pouco menos ridículo se você admitisse pra si mesma que não quer se aproximar de mim por que sabe que não vai resistir, por que tem medo de se machucar.

Jungkook 2 x Thalia 0

Além de lindo, o filho da puta aparentemente sabia ler mentes.

— N-Não é nada disso — gaguejei, gesticulando no intuito de parecer segura do que eu dizia, o que claramente não havia funcionado. — Eu estava num relacionamento, não estou mais. E era como...

— Traição?

Isso.

— Eu disse que não me incomodaria com isso.

— Mas eu me incomodava, Jungkook.

— É realmente incrível ver você falando sobre isso no passado.

— O que exatamente você quer dizer com isso? — Questionei, me endireitando no banco e curvando meu corpo alguns centímetros à frente, encarando-o com o cenho franzido.

— Estou querendo dizer que estou feliz por você ter me procurado após o fim de seu relacionamento, pois isso quer dizer que você aceitou minha proposta.

— Que proposta?

— De aceitar que eu te mostre que eu não sou qualquer um.

— Seu discurso ficou cansativo — rolei os olhos, fingindo um desinteresse que claramente não existia. — Só te procurei por que eu quis demonstrar toda a gentileza que eu ainda não havia demonstrado.

— Thalia, chega de jogos. Você não deve nada a mim. Seria ridículo caso me procurasse apenas ‘pra me fazer um pedido de desculpas que eu não teria por que receber.

Jungkook 3 x Thalia 0

— Por que você não... Argh! — Exclamei, bagunçando meus cabelos pela frustração de ver que algo que deveria ser utilizado a meu favor estava claramente contra mim. — Eu quero ficar com você, Jungkook. E acredite quando eu digo que é ridículo ‘pra mim ter que admitir isso e... Que merda eu ‘tô’ falando — ri de mim mesma, sentindo minhas bochechas esquentarem e sacudindo a cabeça de forma negativa, antes de juntar meus dedos no dispositivo que abriria a porta. — Eu vou sair daqui, nós conversamos em outro dia, de preferência quando você esquecer que eu te falei tudo isso.

— É uma pena, por que eu quero muito te beijar agora — as palavras saíram de sua boca deixando-me um tanto quanto afoita. Talvez eu ter feito tudo aquilo não tivesse sido a melhor ideia do mundo, e eu realmente não estava preocupada com isso, independente de ter sido algo planejado e pensado com clareza, ou não. Por este motivo, eu me aproximei dele lentamente, juntando minha boca na dele, sentindo a textura macia de seus lábios quando os nossos se tocaram. A princípio, Jungkook parecia confuso com o que acontecia, porém correspondeu, então aprofundei o beijo, colando minhas mãos em sua nuca e pedindo passagem com minha língua.

Jungkook cedeu, beijando-me fervorosamente, utilizando uma de suas mãos para apertar vagarosamente a parte interna de minhas coxas, causando-me arrepios da cabeça aos pés. Meus dedos apertavam o tecido da camisa social que ele vestia, desejando que esta estivesse fora de seu corpo, dando-me livre acesso a seu corpo e a tudo o que eu mais queria aproveitar.

Jungkook me tocava da maneira certa, suas mãos passeavam por meu corpo como se soubesse exatamente onde cada área queria ser notada, como se tivesse sido ele a mapear cada milímetro de pele que cobria o meu corpo. Aquilo era tão excitante que eu não me senti nem um pouco intimidada pela ereção que cresceu próxima as minhas mãos conforme eu o toquei em seu ponto vulnerável.

Mas Jungkook era um bom jogador.

Suas mãos apertaram minhas coxas e caminharam por cima de minha calcinha rapidamente, até que sua mão deslizasse para dentro da minha calcinha, encontrando minha intimidade encharcada pela expectativa de tê-lo se enfiando dentro de mim. Separei o beijo com um arfar leve, afastando minhas pernas para dá-lo um pouco mais de acesso a meu ponto de prazer, sentindo-o deslizar seus dedos por toda a extensão de minha vagina enquanto sustentava um sorriso travesso nos lábios.

— Você quer que eu te foda aqui? — Sussurrou, aproximando-se de mim e mordendo suavemente meu maxilar, enquanto penetrava lentamente um de seus dedos em minha entrava. O “uhum” murmurado por mim foi o estímulo que ele precisava para engatar a chave no veículo com sua mão esquerda, ajeitando seu banco rapidamente antes de dar partida, saindo do estacionamento mais rápido do que eu pude perceber, ainda sem afastar seus dedos de mim. — Vou te levar ‘pra outro lugar.

— Para onde? — Não contive um gemido, conforme os movimentos feitos por ele se intensificaram, fazendo-me arquear meu tronco no intuito de me colocar uma posição mais confortável... — Jungkook...

— É delicioso te ver gemer meu nome assim...

— Então me deixa... — coloquei uma de minhas mãos sobre a dele, fazendo-o diminuir a intensidade dos movimentos que ele fazia para me masturbar, enquanto o observava me encarar confuso.

— Deixar o quê?

— Eu fazer você gemer o meu nome — mordi meu lábio inferior sorrindo, sendo retribuída por seus olhar que me encarava nublado, até lançar um meio sorriso, retirando seus dedos de mim completamente.

— Sinta-se à vontade.

Ao término de sua frase, meus dedos automaticamente foram em direção aos botões de sua calça, desatando-os com um pouco de dificuldade devido ao tamanho de minhas unhas e pelo carro em movimento, que caminhava em alta velocidade pelas ruas de Seul. Jungkook arfou logo quando meus dedos tocaram a seu pênis, apalpando-o para retira-lo da cueca, logo recebendo-o com um carinho feito por meus lábios ao longo de todo o seu comprimento.

A posição não era das mais favoráveis, então me ajeitei no banco o suficiente para que eu não o atrapalhasse dirigir, sentindo-o passar um de seus braços acima de minha cabeça quando eu abocanhei seu membro por completo, provavelmente para apertar o volante em suas mãos e não correr o risco de perder o controle do carro. Jungkook era tão delicioso que eu tinha certeza que seria capaz de chupá-lo para sempre, todos os dias, sentindo o sabor de sua pele enquanto o líquido pré-gozo aos poucos escorria pelo topo rosáceo de seu membro, conforme minhas mãos o masturbavam com facilidade, deslizando por toda a sua base com movimentos de vai e vem.

A textura das veias que cobriam seu pênis em contato com a minha língua enquanto eu o sugava era alucinante; os gemidos de Jungkook eram músicas para meus ouvidos, principalmente quanto meu nome surgia entre as sílabas e palavras desconexas que ele proferia enquanto se deleitava com o prazer que eu o proporcionava.

 Meu nome.

Eu estava tão ocupada e concentrada no que fazia, que mal pude perceber quando o carro parou, fazendo-me separar-me dele apenas quando ele me chamou, forçando a levantar minha cabeça e beijá-lo, enquanto mantinha os movimentos firmes realizados por minha mão.

— Vamos descer.

Ajeitando meu vestido sai do veículo, encarando o local onde estávamos por alguns segundos, até que minha ficha caísse por fim.

— Onde nós estamos?

— Na minha casa, Thalia.

 

Girei meu corpo observando tudo aquilo, percebendo que aquele local parecia muito mais familiar do que eu imaginei, até que, por fim, minha memória alcançou algo em específico.

 

Aquilo só podia ser brincadeira.

 


Notas Finais


ONDE SERÁ QUE O JUNGKOOK LEVOU ELA ? HIHIHIHI


Quem acertar a minha idade ganha um spoiler

tchau


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...