História T R A U M A - WonTaek - Capítulo 1


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Categorias VIXX
Personagens Hyuk, Leo, Ravi
Tags Leobin, Levi, Taekbin, Taekshik, Vixx, Wontaek, Woonbin
Visualizações 120
Palavras 865
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Policial, Romance e Novela, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sei que prometi não voltar com nada que não fosse oneshot, mas me perdoem.
Espero que gostem ♥️

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction T R A U M A - WonTaek - Capítulo 1 - Prólogo

Wonsik mal havia começado seu turno quando enfermeiros abriram a porta de emergência dos fundos. 

Ainda estavam lhe passando o plantão noturno, antes dele sair correndo, quando chegaram com um homem jovem, sangrando muito, na maca.

—Informe.— Perguntou acompanhando a passos rápidos enquanto eles o empurravam diretamente para o centro cirúrgico.

—Jung Taekwoon, vinte e oito anos. Sofreu uma queda enquanto treinava futebol. Ele é um jogador de futebol. Há fratura exposta na perna esquerda e costelas fraturadas. Estávamos cuidando a respeito de possíveis traumas. Ele se encontra inconsciente, pois segundo o amigo ele bateu a cabeça com muita força no chão assim que caiu. Seu pulso está fraco e ele está hipotérmico. Há uma hemorragia abdominal, o que é estranho, já que ele bateu com a cabeça...—Disse SangHyuk, um enfermeiro do serviço de socorros.

Wonsik se preparou instantâneamente e acompanhou o paciente para o centro cirúrgico posteriormente de ter feito a antissepsia da pele abdominal para parar a artéria que vazava sangue, causando a hemorragia.

Dia seguinte.

Wonsik havia entrado para aferir os sinais vitais de rotina, sendo de hora em hora pela gravidade do paciente, que esteve dormindo até então.

Ao levantar o braço do moreno para colocar o termômetro, viu por cima que seus olhos tremulavam. Olhando para o monitor, seu batimentos estavam abaixo do normal, mas batiam com ritmo. Sua cabeça, provida de cabelos negros de tamanho médio, se moveram lentamente de um lado para o outro enquanto ele gemia, provavelmente pela dor que sentia no momento, mesmo com analgésicos.

O enfermeiro sorriu ao ver um belo par de olhos se abrirem, mas que não foram direcionados para si, e sim para o objeto abaixo de seu próprio braço. Eles eram totalmente negros, assim como seus cabelos, pequenos e afiados. 

—Boa noite, Jung Taekwoon. Me chamo Kim Wonsik, sou um enfermeiro. Estou nesse momento verificando sua temperatura, claro, sem o seu consentimento, já que estava dormindo.—Riu leve.— E por falar em dormir, você dormiu bem?— Disse humorado, mas o ambiente continuou no silêncio de segundos atrás e o homem sequer o olhou.

Seguiu com os outros procedimentos avisando o paciente que a dieta logo viria, informando sobre a televisão, lhe dando o controle remoto e que, em hipótese alguma, poderia tentar levantar, já que estava com três costelas fraturadas e uma perna engessada, alertando-o para permanecer em repouso.

—Se precisar de qualquer coisa, aperte esse botão. Virei prontamente, tudo bem?— Deixou a campainha próxima de suas mãos e saiu da sala sem ouvir uma única vez a voz do paciente.

Horas mais tarde.

Wonsik estava para entrar no quarto, com sua caderneta, quando percebeu que havia uma mulher, pequena, sentada na cadeira ao lado da cama. Ela segurava as mãos do paciente, que estava dormindo, enquanto sorria aliviada.

O enfermeiro a viu silabar alguma coisa, e ele franziu o cenho ao ver a face de confusão que ela expressou ao abrir os lábios e olhos de um modo anormal, como se estivesse ouvido ou visto algo amedrontador. A senhora estava com os olhos úmidos quando Wonsik viu que o paciente havia tirado suas mãos da dela, após ter despertado, e a encarava sem expressão alguma ao se encolher e segurar as mãos contra o peito.

—Droga…—Murmurou adentrando o quarto rapidamente, com um sorriso no rosto para amenizar a possível preocupação da senhora.

—Enfermeiro, por favor… ele não me responde e não diz nada, e quando perguntei como se sentia… é como se...—

—Ele provavelmente está confuso, acabou de acordar de uma cirurgia longa. Os remédios analgésicos podem dar confusão mental e desorientação.—Tentou passar confiança para a senhora, mesmo sabendo que já era para tudo estar quase normalizado depois tanto tempo pós-cirurgia. —É a mãe dele?—

A senhora sorriu aliviada, agarrou as mãos de Wonsik e assentiu.

—Preciso mensurar os sinais vitais dele agora. Daqui a pouco daremos a dieta e o banho. Poderia…—

—Obrigada por cuidar dele. Mas ele realmente vai ficar bem? —Wonsik assentiu e ela sorriu grata.—Irei ficar lá fora, me avise quando acabar.—

Wonsik se aproximou do paciente, usando a lanterna de luz em seus olhos, se preocupando ao perceber que as pupilas estavam paralisadas.

—Pode me dizer o seu nome?— Questionou olhando para o homem na cama.—Sou Kim Wonsik, um enfermeiro e você é meu paciente.—Sorriu ao pegar o punho dele para aferir o pulso. Nesse movimento, o paciente se encolheu e tentou puxar as mãos levemente, mas Wonsik o segurou levemente também.—Não vou lhe machucar. Permite?—Disse levantando as mãos e mostrando estar sem nada que pudesse o ferir.

Taekwoon olhou para ao punho de Wonsik, enxergando algo brilhante e bonito. Moveu as mãos para o objeto e deu um sorriso quase imperceptível.

—Gostou?— O paciente retirou as mãos da pulseira rapidamente após ouvir a voz do enfermeiro. Wonsik abriu a pulseira e a retirou do pulso.—Você pode vê-la enquanto eu vou usar isso aqui em você.—Falou dando a pulseira em suas mãos e retirando o estetoscópio do jaleco.

Quando o objeto gelado tocou diretamente o alvo Taekwoon, ele sentiu um arrepio e tentou se mover para longe, jogando a pulseira no chão e empurrando Kim para longe, fazendo-o bater com o quadril no criado-mudo, totalmente assutado, mas não pelo motivo anterior, e sim porque o homem havia o olhado, diretamente, pela primeira vez desde que esteve internado.


Notas Finais


Este é nosso prólogo. Espero que tenham se interessado para que eu me anime e possa continuar.


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