História T3ddy - Aquele sorriso - Capítulo 38


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Categorias Christian Figueiredo, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Mauro Nakada
Personagens Lucas Olioti, Personagens Originais
Tags T3ddy B3ar Fanfict3ddy
Visualizações 36
Palavras 1.200
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá gente!!!

Se preparem para mais tiros! HAHAHAHAHHA

Boa leitura 💓

Capítulo 38 - Trinta dias.


Fanfic / Fanfiction T3ddy - Aquele sorriso - Capítulo 38 - Trinta dias.

Um mês depois de tudo aquilo, estava tudo ocorrendo bem, independente de tudo.

T3ddy ainda namorando, eu ainda sem saber o que fazer com os meus sentimentos por Paulo, que por acaso estavam aumentando. Mas eu estava tentando seguir.

Eu estava num dia bom. Estava tudo muito calmo, então, decidi ir para a biblioteca.

Entrei na seção de romance, peguei um livro qualquer e me sentei ali mesmo no chão.

Depois de alguns minutos, senti o perfume inconfundível dele, e ele se sentou ao meu lado.

– Romance? Achei que não curtia muito. – comentou. Eu ri fraco.

– Hoje decidi variar um pouco – afirmei o olhando. Ele sorriu.

– Ana...queria falar com você.

– Pode falar – autorizei olhando para o livro.

– Sem esse livro – ele pediu rindo. Fechei o livro e coloquei do meu outro lado e o olhei.

– Fala.

– Ok... – ele se ajeitou. Estava sem graça – sabe... Tem coisas que acontecem e que a gente não conta com isso. – continuei o olhando. Ele respirou e continuou – quando nos falamos a primeira vez. Eu juro, não sentia nada mesmo!

– Eu acredito – afirmei sorrindo. Ele assentiu

– Nem a segunda vez. Nem a terceira, e nem a quarta... – ele fez outra pausa e eu assenti. – você sabe o porquê de eu nunca ter te dado meu número!? – balancei a cabeça – a quinta vez que nos encontramos, eu pensei nisso. Mas primeiro: você namorava, eu respeitei isso. E segundo: eu não queria sentir nada porque você namorava. E terceiro: as pessoas não se apaixonam quando conversam todos os dias. Elas se acostumam um com o outro e depois acham que se apaixonam.

– Não é verdade! – eu disse. Ele fez um sinal para eu esperar.

– Muita gente se apaixona porque passa dias inteiros e semanas inteiras um falando com o outro.

– Assim que se conhecem.

– Não! – ele debateu – é assim que falam de mais e se enganam.

– Paulo, não é verdade.

– Ana, eu te conheço, você me conhece, e conversamos só aqui. – minha ficha caiu e eu apenas fiquei quieta esperando ele continuar. – Ana, quando vocês terminaram eu pensei em passar meu número, mas a convivência traz esses sentimentos que não são verdadeiros, que nem nós entendemos. Então, se fosse pra você gostar de mim, seria algo que eu fizesse, e não uma consequência de falar de mais. – ele riu fraco nessa última frase. Eu decidi tentar falar o que estava sentindo.

– Paulo...

– Espera! Daqui um mês eu volto pra São Paulo. E podemos conversar sobre hoje.

– Sobre hoje?

– Vou fazer o último treinamento para entrar na polícia – ele disse e sorri o abraçando

– Fico tão feliz por você.

– São trinta dias. E quero te fazer uma proposta.

– Ok. Mas deixa eu...

– Não! Espera. Quero falar primeiro. – assenti – se você passar estes trinta dias pensando nisso. Pensando em mim mesmo longe. Daqui a trinta e um dias, esteja aqui as 18h30. Neste mesmo corredor. E então, poderemos falar sobre isso. Mas se não pensar, se me esquecer... – ele tirou um papel do bolso e o olhei confusa – liga para esse número as 18h00 é do meu apartamento. Então vou saber que não vai querer nada.

– Mas "pensando nisso"? Nisso o quê?

Ele sorriu sem graça e se aproximou com a sua mão no meu rosto, e olhou nos meus olhos. Ele me beijou. Um beijo curto, calmo, sem nenhuma pressa.

Quando nos afastamos ele respirou fundo e se levantou. Me levantei logo depois.

– Se esse beijo perder a intensidade durante esses trinta dias. É só me ligar. – ele sorriu fraco e beijou meu rosto. Peguei na sua mão.

Ele me olhou esperando o que eu ia dizer. Muitas coisas passaram na minha mente:

'Eu gosto de você já faz um tempo.'

'Eu gosto de você, mas não sei se estou preparada.'

'Me passa seu número de celular, porque já estou apaixonada por você.'

'Nao precisa esperar. Eu já quero você.'

Mas nada dessas coisas me passava a segurança que eu precisava, então decidi dizer apenas quatro palavras:

– Até daqui trinta dias. – sorri soltando sua mão. Ele sorriu e foi embora.


Chegando em casa contei tudo a Rebeca, que dizia que tinha certeza que aquele beijo não sairia da minha mente. Mas o problema não era só aquilo.

– O problema maior, é que não sei se estou pronta. Não sei se gosto dele com a mesma intensidade. – disse a ela. Ela apenas assentiu.

– Entendo. Mas só esperando um mês para descobrir. – Também assenti e ficamos ali na mesa da cozinha pensativas.



Trinta dias se passaram:

Já eram 17h55 e eu estava desesperada sem saber o que eu faria.

Se aquele beijo perdeu a intensidade? Não!

Se eu deixei de pensar em Paulo um dia sequer? Não!

Mas por que eu estava confusa!? T3ddy tinha terminado seu namoro. E por mais que estavam correndo boatos que estava ficando com outra garota, eu estava confusa porque ouvir o nome dele ainda mexia comigo.

As 18h00 depois que eu já estava arrumada, por precaução, meu celular tocou do nada. Era um número desconhecido. Atendi

LIGAÇÃO ON

– Ana?

Meu coração pulou pela boca ao ouvir aquela voz.

– T3ddy? Por que...

– Noventa dias, lembra?

Lembrei imediatamente. Me sentei na cama confusa.

– Lembro. – ri fraco

– Tá tudo bem?

– T3ddy... Eu não sei... Ainda não sei se dá para sermos amigos.

– Aconteceu alguma coisa?

– Você quer mesmo ser meu amigo?

– Eu era seu melhor amigo. Lembra? Você era minha melhor amiga. Se você disser que prefere que sejamos amigos, perfeito. Só não quero você longe.

Respirei fundo. Olhei no relógio, e a hora estava passando. Comecei a querer chorar de tão nervosa que estava.

– Lucas. Quer ser meu amigo mesmo? – perguntei

– Claro.

– Sem ressentimentos?

– Sem nada!

– Preciso da sua ajuda. Me desculpa se eu for muito vaca em te pedir ajuda nisso.

– Nossa, calma. O que houve?

Contei tudo a ele. Contei sobre como Paulo estava mexendo comigo todo esse tempo. Em como ele me fez pensar nele este mês inteiro. Eu estava perdida. Não sabia o que fazer. E me arrependi no mesmo segundo que terminei de contar tudo. O que eu estava fazendo? Mas respirei para ficar calma e quando terminei apenas perguntei:

– O que eu faço?

Houve um silêncio do outro lado. Até eu escutar T3ddy tomando fôlego.

– Uau! Ele é bom – ele riu fraco.

– O que eu faço, T3ddy?

– Liga pra ele. – me assustei com a resposta.

– Como?

– Já são 18h20, Ana. Liga e diz que vai chegar atrasada. – aquilo me assustou ainda mais.

– P-por quê?

– Achou que eu ia dizer o quê? Ana, eu amo você. Mas infelizmente, não tenho cabeça o suficiente para te dar o futuro que você tanto quer. Não temos os mesmos planos. Não é certo eu te prender. Vai atrás dele.

– T3ddy... – eu estava chorando neste momento. Ouvi a risada dele do outro lado. Ele estava calmo

– Vai logo! Ele é perfeito pra você. Desliga esse celular e liga pra ele logo, maluca. Não perde essa. – sorri fraco ouvindo a voz dele do outro lado animada. Desliguei.

LIGAÇÃO OFF

Parei olhando para o celular. Ou eu ligaria para T3ddy de volta dizendo que não seria arriscar com Paulo. Ou ligaria para Paulo avisando que me atrasaria.

Então, decidi de uma vez: não faria nenhum dos dois.

Peguei minhas coisas e corri para a biblioteca.


Notas Finais


Comentem o que estão achando do Paulo?
Comentem!
Gente, por favor, não odeiem ele 🙏🏻😂 criei ele com muito carinho para vocês ficarem confusos. Please! KKKKKKKK

Obrigada por ter chegado até aqui ❣️
Comente e favorite!! 💓
E me sigam no Instagram: @itsawriter


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