História Tabu - Capítulo 3


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Palavras 1.987
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Chegou o fim de semana!!

E nada mais justo que uma atualização, não é verdade?

Antes de mais nada, eu gostaria de agradecer - mais uma vez - pelo retorno que estou tendo com essa história. Não imaginava que uma fanfic com um tema desses renderia comentários e leitores tão bacanas!!

Vocês são uns amores, e acho que vou ficar me repetindo até o último capítulo porque eu realmente fico toda boba e animada com todo o feedback que isso aqui tá recebendo dsahjdkahsdahsk Obrigada pelo carinho com essa fic de premissa tão peculiar!

Pois bem, eis mais um capítulo, onde as coisas ficam MAIS molhadas, se é que isso é possível (spoiler: é possível sim).

Hidrate-se e boa leitura!

Capítulo 3 - Não ter medo de se molhar na chuva


Passou-se algum tempo desde a última vez que Zenitsu, Kaigaku e bebidas se misturaram, mas a lembrança daquela tarde continuava fresca e deliciosa na mente de Zenitsu.

Ao contrário do que aconteceu na noite de jogos, Kaigaku não ficou irritado com toda a bagunça que fizeram. Zenitsu inclusive se ofereceu para limpar a cozinha, coisa que fez com prazer, o pau ainda latejando de tesão.

Zenitsu já estava imensamente feliz só pelo fato de ter tido aquela experiência com Kaigaku, mas não deixou de notar uma outra mudança nada sutil nos hábitos do colega de apartamento.

Kaigaku começou a tomar banho de porta aberta.

Zenitsu já ficava morrendo de tesão só de poder ver e ouvir Kaigaku mijando, mas ainda assim aquilo era diferente de ver Kaigaku se expondo por completo. Questões temperamentais à parte, o desgraçado era muito gostoso: tinha músculos bem definidos, braços fortes, um peitoral de dar inveja, coxas grossas, bunda redonda… Uma tentação, ainda mais quando ficava todo molhado.

Zenitsu já sabia os horários dos banhos de Kaigaku por questões de convivência e praticidade - só existia um chuveiro no apartamento e precisavam dividir -, e como seu quarto ficava em frente ao banheiro, era muito fácil ser voyeur.

Não espiava os banhos de Kaigaku por completo para não deixar suas intenções muito óbvias, mas gostava de garantir algumas olhadas de vez em quando.

Foi assim que aprendeu que Kaigaku mijava no chuveiro.

Era sempre no começo do banho. No momento que ele ligava o chuveiro, Zenitsu fingia que estava estudando ou mexendo no celular quando na verdade estava de olhos atentos em Kaigaku, o coração batendo forte. 

Esperava por longos e demorados segundos, até ser recompensado com a visão do moreno mijando no chão do boxe, tão despreocupado e casual que deixava Zenitsu encantado com a pequena transgressão de regras sociais.

Algumas vezes durava pouco tempo, como uma provocação rápida que o fazia ansiar por mais. Outras vezes era mais demorado, ao ponto de fazer Zenitsu esquecer de piscar tamanho o desejo enquanto o assistia se aliviar, esperando o jato enfraquecer aos poucos, até que sobrassem apenas as últimas gotas na cabeça do pau.

Também teve uma vez onde Kaigaku chegou de um longo dia de aula e foi direto para o banheiro, onde despiu-se apressado e começou a mijar no exato momento em que entrou no boxe, sem nem ligar o chuveiro antes. Não apenas isso como também ficou parado até terminar, deixando que Zenitsu testemunhasse tudo: a poça crescente que ia até seus pés, como ele gemia de alívio, o som estrondoso do mijo batendo com força no chão.

Zenitsu quase esporrou na cueca naquela hora tamanho o tesão que sentiu ao ver a cena. Acabou transformando ela num excelente material de punheta, sendo revisitada por ele mais vezes do que gostaria de admitir.

Porém, independente da duração ou situação, Zenitsu gostava de todas as mijadas de Kaigaku.

Gostava tanto que acabou decidindo que, se Kaigaku deixava a porta aberta na hora do banho, Zenitsu podia interpretar como um convite para juntar-se a ele.

Optou por seguir com o plano no dia da semana que Kaigaku ficava mais tempo fora de casa. Zenitsu sempre chegava mais cedo, e ele aproveitou as horas livres para se hidratar quase como que num ritual de preparação; afinal, aquela seria uma boa oportunidade para investir no fetiche, e Zenitsu gostaria de aproveitar o momento ao máximo.

Quando Kaigaku chegou, Zenitsu estava estudando no quarto. Esperou Kaigaku ir até o banheiro, com a toalha e roupas, para então se aproximar dele como quem não queria nada.

“Tudo bem se eu me juntar?” Perguntou, o tom mais inocente que suas intenções. Kaigaku deu de ombros, o que Zenitsu considerou como sendo uma resposta permissiva de sua parte.

Despiram-se e entraram no boxe. Para a surpresa de Zenitsu, foi Kaigaku quem tomou a iniciativa de beijá-lo primeiro assim que ligou o chuveiro, prensando-o contra a parede.

Retribuiu o ato com gosto, deixando Kaigaku mordiscar seu lábio e entrelaçar suas línguas. Foi capaz de sentir as mãos grandes do moreno segurando-o firme, apertando em vários lugares para atiçá-lo; em resposta, Zenitsu colou o corpo no dele para que pudesse sentir todos os seus músculos sem qualquer barreira ou restrição.

Continuou a beijá-lo, já começando a ficar ansioso - uma hora, Kaigaku precisaria mijar. Zenitsu estava torcendo para que fosse nele, e tinha disposição para fazer isso acontecer.

Experimentou passar a mão pelo abdômen de Kaigaku, como que mandando um sinal. Sentiu o parceiro estremecer de leve, afastando-se de Zenitsu logo em seguida de forma a quebrar o beijo.

“Tenho que mijar.” Era aquilo que Zenitsu queria ouvir, e era o que precisava fazer também; toda a água que tomou realmente teve algum efeito em seu corpo, e o chuveiro ligado só servia como influência, uma tentação constante para ele relaxar e acabar mijando ali mesmo.

Mas não queria que fosse daquele jeito.

Zenitsu empurrou Kaigaku para a outra parede, mordiscando-lhe o ombro. Aproveitou a distração para desligar o chuveiro - se era para mijar e ser mijado, queria que fosse tudo o mais sujo possível - mantendo o corpo de Kaigaku ainda colado no seu. Desceu com as mãos pelas laterais de Kaigaku, e aproveitou para sussurrar em seu ouvido.

“Somos dois.” A frase foi dita no mesmo momento em que Zenitsu pôs a mão entre as pernas de Kaigaku, segurando-lhe o pau. Abaixou o prepúcio, passando o polegar lentamente pela cabeça; Kaigaku suspirou e Zenitsu lambeu os lábios ao sentir as primeiras gotas de mijo saindo, devagar, mostrando que Kaigaku ainda estava se segurando.

Zenitsu guiou a mão de Kaigaku para que ele pudesse retribuir o contato. Deixou que Kaigaku o envolvesse com os dedos, para então soltar um jato de mijo forte, porém rápido, parando e sorrindo matreiro logo em seguida.

“Podemos nos ajudar com isso.” Zenitsu afirmou, ganhando de volta uma mordida no pescoço. Gemeu de prazer, especialmente quando Kaigaku lambeu as marcas de dentes, para logo então ser surpreendido com o calor do mijo de Kaigaku batendo em sua pele num jato contínuo.

“Você é um pervertido.” Kaigaku murmurou, fazendo Zenitsu arrepiar-se por completo - havia sonhado tanto tempo com aquilo, e se não estivesse mijando naquele exato momento, provavelmente teria gozado.

Kaigaku estava certo: Zenitsu era um pervertido de primeira.

Tanto que já havia experimentado antes sozinho no chuveiro, mijando em si mesmo antes de tomar banho. Adorava se sujar daquele jeito, saber que estava fazendo algo proibido, passar a mão onde o mijo caía e espalhá-lo porcamente pelo corpo inteiro como se estivesse se lambuzando de óleo. Também gostava de experimentar com a força e direção do jato - quanto mais imundície conseguia fazer, mais excitado ficava.

Algumas de suas melhores punhetas foram realizadas naquele chuveiro, com Zenitsu sentado - às vezes até deitado - na própria poça de mijo. O mesmo chuveiro onde Kaigaku tomava banho e também mijava, todos os dias. E agora, o mesmo chuveiro onde estavam mijando um no outro.

E se ele já gostava de sentir o próprio mijo batendo na pele, quando se tratava do mijo alheio a experiência se tornava espetacular.

Redirecionou o jato de mijo de Kaigaku que antes batia em seu abdômen para o peito, sem segurar o suspiro de prazer que veio em seguida. Já havia tido contato antes quando tiveram a competição na cozinha, mas agora que estavam sem roupas tudo era mais intenso.

Zenitsu podia sentir como cada gota descia pelo seu corpo, como que acariciando cada centímetro de sua pele, cada curva de seus músculos, como parecia envolvê-lo numa carícia quente e libertadora, prazerosa ao mesmo tempo que era obscena.

Começou a mijar também, e sorriu quando Kaigaku apontou o jato para o próprio peito, unindo-se a Zenitsu naquele ato tão libertino. Zenitsu tocou no peitoral bem definido de Kaigaku, agora todo molhado com seu mijo, e espalhou o máximo possível com a mão, querendo sujá-lo por completo.

Kaigaku fez o mesmo com a mão livre, passando-a pela barriga e peito de Zenitsu do modo mais grosseiro possível. Zenitsu estremeceu, soltando um gemido de mais pura entrega.

Nunca havia feito aquilo com alguém antes; Kaigaku era o primeiro.

Zenitsu praticamente implorava com o corpo e com o olhar para que Kaigaku o marcasse com o mijo dele, estabelecendo-o como seu. Podia não ser como namorado, talvez nem como amante, mas para Zenitsu bastava mesmo se fosse apenas como um brinquedo.

Kaigaku redirecionou o jato de mijo de Zenitsu diretamente para o pau, pernas e pés antes de voltar a mirar no peito, suspirando antes de abrir a boca para fazer uma pergunta.

“Gosta tanto assim do meu mijo?” Zenitsu certamente estava com uma expressão muito óbvia - e talvez muito vergonhosa - de prazer para garantir aquele tipo de questionamento. Mas que culpa tinha se estava realizando uma de suas fantasias, ainda mais com alguém tão desejável quanto Kaigaku?

A resposta estava na ponta da língua.

“Gosto…” Zenitsu afirmou, e Kaigaku por um instante fez com que seus jatos se cruzassem. Pôs a mão no meio, espalhando ainda mais mijo tanto nos dois quanto pelo boxe, antes de descruzá-los.

“Me deixaria mijar em você sempre que eu quisesse, então?” Ele questionou, o polegar indo para a cabeça do pau de Zenitsu, circulando e pressionando por breves instantes. Então, subiu e desceu brevemente, como que punhetando-o, e Zenitsu foi incapaz de segurar a resposta carregada de desejo.

“Sim!” Não houve hesitação alguma em sua voz: Zenitsu adoraria que Kaigaku o usasse daquele jeito sempre que tivesse vontade. Podia ser no chuveiro, na sala, no quarto, com roupas ou sem - ele adoraria receber todas as mijadas de Kaigaku, e não sentia vergonha alguma em afirmar isso.

Kaigaku deu várias mordidas no pescoço de Zenitsu, e usou a mão molhada para dar uma palmada forte em seu traseiro. Zenitsu arfou, agarrando-se em Kaigaku com a mão livre, o rosto tocando por instantes o peitoral encharcado. Inspirou, quase enlouquecendo com o cheiro de mijo fresco, o pau pulsando na mão de Kaigaku.

“Safado.” Mesmo falando dessa maneira, Zenitsu também conseguia sentir o pau de Kaigaku começando a endurecer. Apertou-o, dando um risinho quando escutou Kaigaku suspirar logo em seguida.

“Você também é.” Com a mão livre, Zenitsu, apertou a bunda de Kaigaku. Aquilo bastou para que Kaigaku o puxasse para ainda mais perto, colando os corpos molhados novamente; naquele momento, Zenitsu agarrou-se a Kaigaku com as duas mãos, enquanto Kaigaku decidiu segurar seu pau e o de Zenitsu com uma mão só, punhentando-os enquanto se mijavam.

“Mas quem tem cara de santo aqui não sou eu.” Aquela provocação fez Zenitsu soltar um gemido obsceno. Kaigaku aproveitou o momento para beijá-lo novamente; Zenitsu retribuiu, guiado pelo tesão.

Continuaram se esfregando mesmo depois que terminaram de mijar, passando as mãos por todos os lugares possíveis, apertando, explorando e provocando. Kaigaku chegou até mesmo a segurar os cabelos de Zenitsu, e o loiro sentiu o pau latejar pela audácia. Quando Kaigaku passou a mão pelo rosto de Zenitsu, ele praticamente vibrou com a imundície do ato.

Remexeu-se no lugar, movendo os pés brevemente. Havia tanto mijo no chão que Zenitsu não sabia quanto era dele e quanto era de Kaigaku.

De qualquer forma, adorou pisar na sujeira que ambos fizeram. Da mesma forma, também adorou quando Kaigaku deu mais tapas na sua bunda, fazendo-o gemer alto e se esfregar ainda mais em Kaigaku como um animal no cio, deleitando-se com todos os sons molhados e indecentes que indicavam a sujidade ali presente - tanto que estava pouco se lixando se Kaigaku acabaria xingando-o por agir assim, tão lascivo.

Na verdade, queria mesmo ser xingado: garotos bonzinhos não gostavam de refestelarem-se no mijo.

Zenitsu não era um garoto bonzinho.

Kaigaku ligou o chuveiro de novo quando o mijo esfriou, deixando a água aquecer seus corpos.

Tiveram uma foda inesquecível.


Notas Finais


Era só questão de tempo até rolar um golden shower... E como tudo que é bom fica melhor em dobro, é claro que o lance foi recíproco!!

Até porque eles finalmente resolveram brincar no chuveiro, que é o lugar mais adequado pra esse tipo de coisa por razões óbvias dsajhdsakjdsa Fizeram uma bagunça, mas ao menos foi mais fácil de limpar. Zenitsu finalmente interpretou os sinais que o Kaigaku tava mandando também, até porque tava muito óbvio fjahlkjadk E que bom que ele tomou a iniciativa.

Não só isso, como eles de fato transaram!! Nos outros capítulos era só amassos, masturbação... Mas agora passaram de mais um limite, e não falo só do fetiche aqui c; Se bem que ajudou pra caramba pra que isso tenha acontecido!

Me sinto meio sacana por ter narrado toda a mijada mútua e não ter narrado a transa de fato mas não se preocupem: a história não acaba por aqui.

O golden shower não é a etapa final. Não pra eles, pelo menos.

Mas qual será o próximo passo? Não posso falar agora. Terei que manter segredo...

Até o capítulo 4! <3


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