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História Tais Quais Seus Pais - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Cara, eu me divirto demais escrevendo essa fic, cês não tem ideia! JAJSKAHSHA

Espero que vocês tenham o mesmo sentimento lendo, sério, essa história tá sendo tudo pra mim

Capítulo 4 - 4. Passado.


Janeiro, Quinta-feira – Konoha.

Já era fim de tarde quando Sasuke passou pela porta de sua casa carregando uma sacola de compras do mercado, recebeu uma breve olhada de Hana, que tinha a perna jogada sob a mesa de centro na sala e o seu tornozelo enfaixado. O fazia lembrar de quando chegou em casa no dia anterior e a viu daquela forma, com um atestado para que ficasse sete dias em repouso. Depois de ouvir a história por trás do acidente, cogitou voltar para a casa dos Haruno's e esganar o menino de cabelo rosado, mas respirou fundo e viu que a culpa não era dele, lesões em esportes aconteciam o tempo todo. Talvez a culpa fosse da escola, por colocar meninos e meninas no mesmo patamar de força física e resistência.

O ponto era que também havia se livrado do trabalho durante aquela semana, já que precisava ficar em casa e cuidar da filha. Estava sendo uma tarefa difícil, tinha que admitir.

— Não achei o chocolate que pediu… – ergueu a sacola. — Trouxe um branco.

— Jura? – fez bico e em seguida suspirou. — Tudo bem, chocolate é chocolate. Passa pra cá! – ergueu as mãos, recebendo a sacola em mãos assim que Sasuke se aproximou.

— Vou ver o que posso preparar para o jantar.

A mais nova assentiu e o Uchiha se dirigiu para a cozinha. Assim que chegou ao cômodo, sentiu seu celular vibrar em seu bolso. Ao olhar na tela, ficou surpreso ao ver o nome de sua mãe estampado ali. Não era comum receber ligações da casa dos pais.

— Mãe? – perguntou confuso ao atender

Oi, bebê! — a voz soava animada, e Sasuke fez uma careta pelo apelido. — Quase consegui te ver revirando os olhos agora… — brincou, soltando uma risada. — Vou ser breve, sei que não gosta de falar no telefone. A mãe da Sakura me ligou e me contou sobre a situação com a Hana. — Sasuke franziu o cenho com aquela informação. — Ela achou uma boa ideia marcar um jantar pra eles se acertarem, e eu concordei. Vai ser nesse sábado.

Ficaram em silêncio. Sasuke esperou durante alguns segundos que a mais velha fosse rir e anunciar a piada, dizendo em seguida que havia ligado somente porque estava com saudade, mas nada aconteceu.

— Espera aí, é sério? 

Seríssimo, meu amor. 

— Não vai dar. Vou estar trabalhando – negou com a cabeça. Não aceitaria aquela maluquisse.

Imaginei que diria isso, então eu liguei pro Obito e não, você não tá trabalhando essa semana. — O homem fechou os olhos, desejando mais do que nunca que Obito estivesse por perto para agredi-lo. — Sasuke, você sabe que é importante pro seu pai manter esse tipo de relação, e temos um bem maior em jogo. A Hana fez uma besteira e podemos consertá-la, não dá pra ficar mal com a família Haruno. – O Uchiha mal podia acreditar no que estava ouvindo. — E além do mais, você precisa passar mais tempo com a sua família, faz meses que eu não vejo a minha garotinha.

— As portas daqui estão sempre abertas pra você. Sabe disso.

Por favor, Sasuke – Mikoto pediu, em tom baixo. — Você precisa tentar uma última vez, ele é cabeça-dura, mas é o seu pai.

Sasuke passou a mão pelo seu cabelo e suspirou. Não era novidade que não se entendia com o chefe da sua família, sendo esse o seu próprio pai. Seus ideais não se entrelaçavam. Fugaku era um homem de negócios que preservava muito a imagem da própria família, foi um enorme problema ter engravidado uma garota de "classe baixa" e desistido de herdar a empresa dos Uchiha's.

— Isso é uma péssima ideia… — esfregou o próprio rosto.

Se não consegue fazer por ele, faça por mim – voltou a implorar.

Era difícil negar alguma coisa a Mikoto, e disso Sasuke sabia bem. Mesmo tendo certeza de que aquele jantar seria um desastre por diversos motivos, o mesmo se rendeu, simplesmente por não querer estender aquela conversa que o final seria o mesmo independente do que falasse.

— Onde vai ser?

Na casa dos Haruno's, às oito da noite. Aquela casa perto da escola, lembra? – resmungou um "uhum". — Ótimo, a gente se vê lá. — era possível sentir o sorriso no rosto da mulher enquanto falava. — Dá um beijo na Hana por mim. Amo vocês.

— Tchau, mãe.

E desligou. Não precisava ser tão rude com a mesma e sabia disso, visto que ela não tinha culpa pelas atitudes medíocres do pai, mas ainda guardava certo rancor por Mikoto compartilhar de alguns pensamentos iguais aos dele. 

Tentou esquecer aquilo, pelo menos por um tempo, mas ao se aproximar do balcão da pia, seu celular tocou de novo. Dessa vez, atendeu com impaciência.

— O que foi agora, mãe? 

Wow, calma aí, xerife.

— Kenji? — franziu o cenho. — Pois não? 

Bem… Na verdade… – o garoto mordeu o próprio lábio. — Eu menti sobre dar mais informações, eu não sei mais nada sobre aquele homem. – Sasuke assentiu, já sabia daquilo. — Mas você conheceu alguém importante pra mim… — houve alguns segundos de silêncio. — Lá na escola você adivinhou que o meu pai era o… — Kenji respirou fundo, não precisava terminar a frase para que Sasuke o entendesse. — Vocês eram amigos?

— Não exatamente. – riu fraco. — Ele não ia com a minha cara e no dia da formatura brigamos feio. Não o vi mais depois daquilo. 

Ah… — torceu o lábio, chateado. — Você se lembra como ele era?

— Quer saber como seu pai era na escola? — Sasuke arqueou a sobrancelha. — Ele fazia o tipo atleta encantador de garotas, sabe do que eu to falando? – sorriu. Sua história com Sasori não era exatamente de amizade, mas era engraçado lembrar.

Sei, eu queria ser esse cara… – lamentou.

— Eu também, mas acredite, depois da escola isso não serve pra nada — tentou consolá-lo. — Não éramos próximos, então não posso falar muito sobre ele porque não sei quase nada. Mais alguma coisa?

Você… Sabe onde ele poderia estar agora?

Se mantiveram em silêncio mais uma vez, nesse tempo, Sasuke olhou para os próprios pés. Com as informações que tinha até aquele momento, não era impossível fazer algumas deduções.

— Vocês não se conheceram… — concluiu, ouvindo um resmungo chateado do outro lado da linha.

Gostaria de ter fingido alguma surpresa para, pelo menos, o garoto pensar que Sasori não era aquele tipo de homem e que algo estava errado, mas foi impossível. Teria sido mais surpreendente saber que o ruivo havia formado uma família, e não o contrário disso.

— Desculpe, acho que não posso ajudar. Não tenho notícias do Sasori a anos.

Entendo — lamentou. — Sasuke… Você acha que somos parecidos?

— Definitivamente não — sorriu. — Mas não fique chateado por isso, é bem melhor ser parecido com a sua mãe.

Acha a minha mãe bonita, xerife? — o Uchiha arregalou os olhos pelo tom de zombação repentino que o garoto adotou, e também pela insinuação feita. — Quer que eu passe o telefone pra ela?

— Não! 

Não acha ela bonita? Eu deveria dizer isso pra ela?

— Não! – dessa vez, soou ainda mais indignado. — Quer dizer, eu acho a sua mãe bonita, mas não acho que você deveria dizer isso pra ela. Eu não quero falar com ela. Eu acho que-

Foi cortado pela gargalhada estridente do outro lado do telefone. Fez uma careta e revirou os olhos. Era inacreditável que havia caído na laia de um menino de quinze anos.

— Torce pra não esbarrar comigo na rua, garoto – ameaçou, e mais uma vez o Haruno riu.

É brincadeira, relaxa! — era incrível como o tom melancólico da conversa já havia sumido. — De qualquer forma, você não tem o que ela gosta.

— Ah, é? E o que ela gosta? – se apoiou no balcão da cozinha com a sobrancelha arqueada. Disse para si mesmo que não estava interessado nos gostos de Sakura, apenas queria saber o que faltava em si.

Dos musculosos, como os que aparecem nas capas de revista. — Sasuke riu e meneou a cabeça negativamente. Aquilo era a cara da Sakura que conhecia. — Você é um magricela fortinho.

— Você tá falando com um policial, sabia? — olhou com indignação para o celular.

Eu sou menor de idade… – gabou-se. — Okay, agora é sério... Desculpe pelo o que aconteceu com a Hana.

Ao mesmo tempo, ouviu a garota chamá-lo da sala. Com uma lâmpada acendendo em sua mente, Sasuke sorriu e deixou a cozinha.

—  Hana, tem alguém querendo falar com você. – sussurrou e pôs o celular no viva-voz antes de estendê-lo para a mais nova. — É o Obito.

A mesma abriu um largo sorriso e pegou o celular em suas mãos, levando-o para o ouvido em seguida. Sasuke riu baixo, de forma que passasse despercebido, e então voltou para a cozinha.

— Chefe! Estou com saudade! – começou em tom de empolgação.

Astrid? 

— Kenji? – juntou as sobrancelhas em confusão. — Astrid?! — seu rosto passou de surpreso para bravo em um instante.

Hana! — corrigiu-se.

Na casa dos Haruno's, o garoto quis se bater. Deveria ser segredo que ele e seus colegas ainda a chamavam daquela forma. Um apelido que havia surgido no quarto ano e que fazia referência a uma das personagens de Como Treinar o Seu Dragão, por ser pavio curto e mais forte que a maioria dos meninos, mas a garota detestava.

Está com saudade de mim, hm? –  provocou.

— Esse é seu maior sonho, né?

Foi o que você disse!

— Eu pensei que fosse outra pessoa, imbecil!

Vou fingir que acredito.

— Esqueci de avisar, sábado vamos jantar na casa dos Haruno's! – Sasuke gritou da cozinha, conseguia ouvir a voz de Kenji pelo celular estar no viva-voz, e podia dizer que era um entretenimento e tanto ouvi-los discutindo. Estava disposto a deixar que continuassem por mais alguns minutos.

— O QUE?! — a Uchiha mais nova berrou com indignação. 

MEU OUVIDO! — também gritou, e Sasuke mais uma vez se viu rindo dos dois.

— CALA A BOCA! – gritou próxima a entrada de áudio do celular, e o Haruno precisou afastar o celular do ouvido.

Cruzes! Ainda bem que eu não preciso ver a sua cara até a próxima semana.

— Porque você me fez torcer o meu tornozelo! — Falou alto, deixando clara a sua indignação. — Eu vou torcer o seu pescoço quando te ver de novo, eu juro!

— Okay, foi uma péssima ideia! — Sasuke voltou da cozinha correndo, a tempo de conseguir tomar o celular da mão de Hana. — Até sábado, Kenji! – desligou a chamada. — Talvez a gente precise mesmo desse jantar… 

Kenji olhou para a tela do celular com a sobrancelha direita erguida. Não havia entendido o que ele queria dizer com aquilo, e sendo sua curiosidade maior que tudo, saiu do quarto e desceu para a sala, onde Sakura estava. Encontrou a mesma com o notebook no colo, concentrada no que digitava.

— Mãe, o que tem no sábado?

A mesma ergueu seu olhar para o mesmo, e então suspirou, deixando o aparelho de lado. Teria que falar alguma hora.

— Vamos a um jantar na casa dos seus avós. — anunciou. — Com o Sasuke e a filha dele.

— Hã?! – arregalou os olhos.

— Sua vó acha que é uma boa chance pra você se acertar com a Hana.

— Mãe, não tem como isso acontecer! – negou com a cabeça.

— Eu concordo! – os dois fizeram bico ao mesmo tempo. Mania passada de mãe para filho. — Como ficou sabendo? Eu pretendia te contar hoje.

— O Sasuke disse que a gente- – se auto-interrompeu, mas já era tarde demais.

— O Sasuke? Quando vocês se falaram? 

— Agora pouco… — passou a mão pela própria nuca. — Eu… Lembrei de mais detalhes sobre o cara q-que me assaltou e-e a-achei i-i-importante-te...

— Kenji…

Engoliu em seco. Já era naturalmente um péssimo mentiroso, mas se tornava ainda mais difícil quando Sakura o encarava daquela forma, tendo seus braços cruzados, uma sobrancelha erguida e um olhar sério. Qualquer tentativa de fugir daquilo seria falha, então o garoto abaixou os ombros e se jogou no sofá.

— Achei que ele pudesse saber onde está o meu pai.

Sakura ficou surpresa. Já sabia do interesse do mesmo em saber mais sobre o pai, mas não imaginava que ele iria atrás de Sasuke para ter alguma informação.

— Já conversamos sobre isso, certo? 

— Eu quero tentar conhecê-lo, mãe… — ajustou sua postura no sofá. — Você nunca fala sobre ele, eu nunca nem vi o rosto do meu próprio pai!

— Oh, meu bem... — a mulher olhou com certo pesar para o mais novo, e então avançou para se sentar a sua direita e abraçá-lo de lado. O mesmo se aconchegou nos braços da rosada. — Eu não falo com o seu pai há muitos anos, ele ficou um pouco… Assustado… Quando soube que teríamos você. — amenizou a situação, havia sido muito pior que aquilo, mas não fazia sentido estragar a imagem que Kenji tinha do homem. — Eu falaria se soubesse, sei que é importante pra você. 

— Acha que ele pode voltar algum dia? — fungou, fechando os olhos para a carícia que recebeu nos cabelos róseos. — Ou se a gente se encontrasse, acha que ele ficaria feliz em me ver?

— Tudo pode acontecer…

Mais uma vez, tentou aliviar a barra de Sasori. Jamais teria coragem de contar que ele tinha duvidado que o filho fosse seu – mesmo estando noivos – e que pediu para que a mulher abortasse, e quando Sakura não considerou aquela sugestão absurda, o mesmo simplesmente foi embora e nunca fez nenhuma questão de procurá-la de novo. Não tinha chance alguma de que ele voltasse, e com o tempo, Kenji o esqueceria, mas enquanto não chegasse a hora, podia saciar sua curiosidade de algumas formas.

— Vem cá. — segurou na mão do garoto. — Vou te mostrar uma coisa.

O puxou para que se levantassem e seguissem para o andar de cima. Ao entrar em seu quarto, Sakura abriu o seu armário e de lá tirou uma caixa. Kenji a esperava sentado na cama, e logo a mesma ocupou um espaço no colchão, sentada de frente para ele e com a caixa de papelão colocada no meio.

Ao abri-la, o mais novo olhou com curiosidade para os pertences dentro da mesma. Um chaveiro de ursinho, algumas fotografias, um pequeno caderno e alguns papéis soltos, que julgou serem cartas.

— Aqui. – recolheu uma foto de dentro da caixa. — Foi a única foto que sobrou. — entregou para o garoto, que a pegou com cuidado. — É esse que está no meio, de cabelos vermelhos. 

Os olhos esverdeados percorreram pelo grupo de pessoas presentes na imagem, conseguindo identificar algumas delas. Ino e Tenten estavam uma ao lado da outra, seguidas por Gaara e Temari. Mais pela esquerda, viu o pai de Boruto e a mãe do mesmo, eles timidamente trocavam um sorriso quando a foto foi tirada. No centro, entre outras pessoas, estava Sakura, abraçada a um garoto de cabelos ruivos que erguia uma taça nas mãos e tinha um sorriso enorme no rosto. Todos usavam uniformes de cheerleaders e do time de futebol da escola, em versões mais antigas.

— Sasuke tinha razão quando disse que não éramos parecidos. — Kenji sorriu fraco. — Ele parecia ser um cara legal. — observou, e Sakura assentiu brevemente. — Vocês se amaram de verdade?

— Bem… Sim. — ter aquela conversa estava sendo mais difícil do que imaginava, lhe trazia de volta lembranças terríveis. — Você foi o melhor presente que ele poderia ter me dado. – acariciou o rosto do mais novo e o mesmo corou.

— Sasuke disse que meu pai e ele brigaram no último ano… – lembrou. — Por que?

— Eu e Sasuke tentamos selar um tratado de paz naquele dia, já que era o último e nunca mais nos veríamos, e o Sasori… – respirou fundo, tendo flashbacks indesejáveis. — Eles tinham bebido um pouco, e ele era um pouco ciumento, só isso.

Mais uma vez, tornou a história menos pior do que realmente era. Lembrava daquela briga com detalhes, e não havia sido tão simples quanto estava contando. Se descrevesse da forma correta a personalidade de Sasori, magoaria Kenji, e não era isso que queria.

— Por que você odiava o xerife, mãe?

— Por que você odeia a Hana?

— Porque ela implica comigo desde o início, eu só retribuo. – deu de ombros e a mulher o fitou com divertimento, como se aquela fosse a resposta para a pergunta que havia feito. — Entendi. – riu. — Mas eu não consigo imaginar ele sendo alguém detestável, ele só é meio bobo. Vocês deveriam tentar ser amigos agora.

— Uh, uh. Eu quem deveria estar falando isso, não? — cruzou os braços. — A Uchiha mirim tem um temperamento difícil, eu sei, mas você precisa se esforçar também. Pode tentar isso?

— Ela disse que vai torcer o meu pescoço! – protestou, mas se rendeu perante o olhar sério de Sakura. — Tá. Eu posso tentar...

— Ótimo. — sorriu e beijou a cabeça do mesmo, entre seus fios de cabelo. — Agora, vamos pedir uma pizza, não estou com saco para cozinhar. – se levantou da cama.

— Pode pedir uma de calabresa, por favor?

— Claro..

Trocaram um sorriso carinhoso e então Sakura deixou o quarto, sobrando apenas Kenji e a caixa. O mesmo esfregou o próprio rosto. As informações que havia tido de Sasori não eram exatamente boas, e não era burro a ponto de não notar que seu pai havia sido alguém problemático, mas isso havia sido na adolescência. Hoje em dia ele podia ser alguém melhor, correto? Tentaria dar um jeito de descobrir. Queria mesmo conhecê-lo.

O garoto pegou o pequeno caderninho de dentro da caixa, estava meio velho, e constatou que fosse por estar muito tempo guardado. Passou a mão pela capa e leu o que estava escrito na mesma. Era um diário, o diário de Sakura, possivelmente de sua época de escola. Talvez tivesse mais informações sobre Sasori. Talvez devesse lê-lo..


Notas Finais


Adolescente é muito merdeiro, mano

E nada disso teria acontecido se a Sakura e o Sasuke tivessem terminado o ensino médio namorando, falo mesmo

Acho que consigo continuar nesse ritmo de um capítulo por dia, quem amou?


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