História Takahashi - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Mistério, Original, Terror
Visualizações 11
Palavras 1.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Templo de Shirata Daijin


Fanfic / Fanfiction Takahashi - Capítulo 4 - Templo de Shirata Daijin

Continuei andando e para a minha surpresa para chegar ao templo eu teria que passar por uma estrada cheia de lama, tomei coragem e segui em frente.

A medida em que andava minhas pernas doíam, como se a cada passo algo me beliscasse, me mordesse, como se algo estivesse me sugando, a chuva estava começando a doer em minhas costas, o que era estranho.

Enfim cheguei em uma parte rasa da estrada, olho para as minhas pernas e grito de nojo. Ali estavam sangue-sugas sob a minha perna, eu tirava elas cheia de nojo. Minhas pernas estavam marcadas, justamente a onde elas estavam sugando.

Logo chego no templo. passando por ele eu consigo ver uma casa, quase igual ás outras, só que mais estranha e assustadora. Não perco as esperanças e sigo em direção dela correndo. Quando chego lá começo a dar batidas na porta gritando por ajuda. Dei treze e pouco batidas mas ninguém apareceu.Começo a lacrimejar, me sentando encostada na porta,

 

|a porta se abre sozinha|

 

Caio para trás, enfim alguém abriu a porta.

Aqui é escuro e empoeirado. Como alguém pode viver num lugar assim?

"Alguém aí?" pergunto, mas ninguém me responde. Me levanto e dou três passos para frente. A porta detrás de mim, fico com medo e retorno para a porta para tentar abri=la, mas falhou, ela emperrou, e eu não tinha forças para abri-la. Fiquei com medo e comecei a lacrimejar, eu tenho medo de escuro, e aquilo era assustador, que nem os filmes que eu assistia com o papai em Tokyo.

Olha para a minha esquerda e ali havia uma janela quebrada, parece que dá para eu passar por ali. Devagar vou até a janela quebrada, e quando chego lá fico mais confortável. Me resta passar. . .

 

|o vidro da janela se parte|

 

O vidro caiu e acabou cortando meu rosto e meu braço direito, caio de dor no chão, cacos de vidro estavam sob meu rosto, eu tento tirar mais quando tento tocá-lo dói... Porque eu saí da escola? Porque não esperei o papai? Começo a berrar de dor e arrependimento.

 

|algo acaba caindo|

 

Escuto algo cair, olho ao arredores, até que algo chama a minha atenção. Na parte mais escura da casa, ajusto a minha visão e assim consigo  ver algo..... alguém ali, tentando se esconder, fico feliz e me levanto mesmo sentindo dor

 

“O-oi?” “Pode me ajudar?” “Pode me levar pra casa?”

 

Digo, mas a pessoa não responde, a medida em que me aproximo percebo que não era um adulto, e sim uma criança igual a mim.

Eu estava na frente dele, mas não coseguia ver seu rosto. Uma trovoada cai sobre nós, nos iluminando, eu fiquei assustada olhando diretamente para a janela, já estava escurecendo.

A criança segurou meu braço com força, logo o braço em que me cortei, eu grito de dor, mas ele não solta, peço para ele me soltar mas não adianta, ele me puxa para um correor mais escuro, eu estou com medo.

Ele abriu uma porta, ali tava mais iluminado, pude então ver o rosto dele.

Era um menino de cabelo preto todo bagunçado, ele estava usando uma roupa suja de lama, ele também estava molhado, ele deve ter estado na chuva também, nos braços dele havia manchas e corte, ele parece ter a minha idade, ele tem o meu tamanho... mas eu fico tímida perto de meninos. . .

Ele me solta e eu me afasto. Logo ele volta com faixas sujas

 

|menino| Vem aqui

 

Nego e ele se aproxima de mim, logo, com as faixas ele cobre meu braço, digo para ele eu estavam sujas, e que podia infectar, mas ele não fala nada. Logo ele olha para meu rosto e tira os cacos de vidro, eu sentia dor, mas ele tirava muito rápido, o que fazia com que elas não doessem tanto como antes. Ele sai e pega um copo com água e joga no meu rosto, depois ele se afasta e se senta no chão encostado na parede. Tomo coragem e sento do lado dele.

 

“Quantos anos você tem?”

 

Ele olha pra mim e repete a minha pergunta, eu respondo dizendo a minha idade, logo ele fala a dele

 

|menino| cinco e meio, hoje é meu aniversário

 

Olho para ele sorrindo e digo parabéns, mas ele não sorriu e nem disse obrigado. Pergunto sobre os pais dele, e ele diz que eram maus, e que morreram por que mereciam, eu me assustei com a resposta então mudei de assunto, perguntei o nome dele, e ele disse que não sabe, que não se lembra, depois mais perguntei se ele morava ali, e ele disse que também não sabe...

Ficamos calados por alguns minutos, já era noite, logo ele faz perguntas pra mim.

 

|menino| Porque está aqui?

 

Digo para ele que eu precisava me proteger da chuva, e ele sorriu e disse que sou fraca, isso me irritou e tento bater nele e dizer que não, mas ele desvia e me chama de criança.

“Você também é, tens cinco anos apenas!”

Ele sorri e se levanta dizendo “Eles chegaram”, pergunto “quem?” e ele aponta para a janela, algo estava iluminando lá fora, pareciam luzes de lanterna

 

|vozes podem ser ouvidas|

 

Escuto a voz da mamãe, e contente grito “aqui!”, olho para o menino, mas ele sumiu, ele deve ter corrido na minha frente, corro para a porta, e percebo que ela estava aberta, ele conseguiu á abrir?!

Vejo a mamãe e um monte de adultos com ela, ela me vê e vem correndo até mim e me carrega num abraço quente.

 

|mamãe| oh minha querida, finalmente!

 

Depois digo a ela para ela sobre o menino, mas ela fala que não viu nenhum menino, o homem que estava do lado dela me olhou estranho, até que um velho apareceu gritando com a gente

 

|velho| MAS QUE POHA  É ESSA? O QUE ESTÃO FAZENDO NA MINHA PROPRIEDADE?

 

O velho diz palavrão e eu abraço a mamãe com medo

 

|velho| SAIAM!SAIAM! huh? QUEM QUEBROU A MINHA JANELA! FOI UMA CRIANÇA?

 

Ele olhou para mim e veio na nossa direção com uma pá

 

|velho| FOI ESSA MENINA? FOI? FOI ESSA PUTA?

 

A mamãe fica com raiva e dá um tapa nele, os outros adultos começam a brigar com ele também, ele fala um onte de coisas que não entendi, pois a mamãe estava tapando meus ouvidos, logo a mamãe e os outros me levaram para o carro, pergunto dela onde estava o papai, e ela fala que está ainda me procurando em outra parte da vila, e disse que iria ligar pra ele. Me lembro do menino e digo para parar o carro, pois o velho iria brigar com o menino, mas o homem que estava dirigindo disse que não mora nem uma criança ali, só aquele velho. Olho para a janela de trás do carro e vejo o menino na estrada, ela estava sorrindo e acenando para mim, eu sorri de volta e acenei para ele.


Notas Finais


Bim, hj o capiulo foi mais longo, 1.162 palavras desta vez, espero que tenham curtido, embora eu duvide um pouco disso, e é aquela coisa que sou obrigada a falar nesta fanfic, pelo menos de acordo com que minha irmã falou, comentem, favoritem, compartilhe, se quiserem, é claro ^^
Lembrando que a opinião e sugestão para a história sempre me ajudam ^^"


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