História Take a Chance On Me - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Alice, Anna, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Daniel, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Marian, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Milah, Neal Cassidy (Baelfire), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Ouat, Regina Mills, Swanqueen, Swen
Visualizações 81
Palavras 2.896
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sorry i'm late!

Gostaria de começar pedindo desculpas pela demora do capitulo. Aconteceram algumas coisas que me deixaram desanimada e sem animo para escrever. Mas cá estou eu de volta e prometo não demorar tanto com os próximos capitos, ok?

Obs: Ao lerem a parte da Rose, imaginem a linda da Rose McIver

Boa leitura!!! ;)

Capítulo 2 - Capítulo 2


Henry estava sentado em uma pequena mesa. Seu olhar observava atentamente, cada canto da sala. As paredes eram brancas com três janelas, duas de vidro que davam para os corredores e uma janela que dava para o lado de fora da delegacia. A sua frente, uma pequena prateleira com alguns livros de histórias. Tinha folhas em branco e giz de cera sobre as mesas de madeira colorida e alguns brinquedos espalhados sobre o chão. Típico de um espaço infantil. Procurou dentro da caixa a sua frente, o giz de cor amarelo, abaixou a cabeça e voltou a atenção para o desenho que vinha fazendo. Era um dia ensolarado em que foi ao parque de diversão com Regina e Daniel, pouco antes de Daniel descobrir que estava doente. Foi um dos dias mais divertidos que o menino viveu ao lado dos pais e apesar da pouca idade, sabia de um jeito ou de outro, que não viveria mais momentos assim com os dois.


    Estava tão concentrado no desenho que não percebeu que estava sendo observado pelo vidro da janela.


    Ao ouvir batidas e logo porta da sala se abrir. Henry desviou sua atenção do desenho para a mulher loira parada olhando em sua direção.


   — Hey, não tem ninguém aqui cuidando de você? – perguntou a loira franzindo a sobrancelha enquanto esperava a resposta.


      Henry apenas balançou a cabeça negativamente, a abaixou e continuou a desenhar.


  — Entendi. – falou enquanto entrava e fechava a porta. – Posso te fazer companhia?


   Dessa vez, o menino nem se deu ao trabalho de olhar para a mulher. Apenas deu de ombros e a ouviu se aproximar dele.


  — Ei, não vai falar comigo?


  — Minha mãe disse, que não posso falar com estranhos. – Henry ainda de cabeça baixa, olhava de canto para a loira.
 

  — E sua mãe tem razão. Mas podemos ser amigos se você quiser. O que acha de ser amiguinho de uma policial? – ergueu a sobrancelha e finalmente, ganhou a atenção do menino. — Bom, eu me chamo Emma. Emma Swan. E qual o seu nome?

   — Henry. – sorriu. — O Henry andou com o carro da poicia hoje, Emma. – o menino finalmente se rendeu, puxou o desenho que havia feito antes e mostrou para a loira.


     Era um desenho dele vestido de policial em pé ao lado da viatura.


   — Poxa, que desenho lindo esse. E o que está desenhando agora, Henry? – Emma se abaixou e passou a observar o outro desenho.   


  — Minha mamãe, meu papai e eu. – o menino pegou o outro desenho e mostrou a Emma.


  — O que é isso aqui? – a loira apontou com o dedo.


  — É que minha mamãe diz que meu papai é um anjo agora, eu desenhei ele com asas.


  — Oh... – Emma engoliu seco antes de continuar. — Eu sinto muito, Henry. - entendeu perfeitamente o que aquilo significava.


   Emma pôde ver que a frase deixou Henry triste e pensativo. Não obteve resposta do menino. Passou a acariciar os cabelos escuros do menino enquanto observava o mesmo continuar o desenho. Logo ouviu a porta da sala ser aberta com rapidez e uma mulher morena de cabelos curtos entrar por ela.


 — Henry? – saiu da voz de Regina como um alivio.


 — Mamãe! – correu e abraçou e abraçou as pernas da mãe. — Você demorou muito, muito.


 — Meu bem, não faz isso de novo. Eu fiquei com tanto medo, pensei que... Que... Apenas não faça isso de novo, está bem? – abraçava o menino com toda a força que podia, o soltou e se abaixou para encara-lo.


 — Me desculpe, mamãe. É que o Henry queria fazer uma surpresa. Queria voltar para casa e não te deixar triste e sozinha. – Henry tinha a cabeça baixa e tinha seus olhinhos fixos em algum ponto no chão.


 — Henry, perder você seria a pior coisa do mundo para mim. – com dedo indicador, Regina buscou o queixo de Henry, fazendo-o levantar a cabeça e olhar para ela. — Essa seria minha maior tristeza e a pior solidão que eu teria que enfrentar. Então, me prometa que não vai fazer isso de novo porque eu não vou aguentar.


 — O Henry promete de dedinho não fazer de novo, mamãe. – mostrou o dedinho para Regina e a mesma deixou um sorriso de canto escapar.


  É claro que ainda tinha muita coisa para falar ao filho. Ainda teria a famosa bronca e o “castigo” para que o menino entenda que não pode andar sozinho por ai. Mesmo que tenha um motivo, não tem idade suficiente para tal atitude. Mas lógico, que não faria isso ali, conversariam melhor quando chegassem em casa. Não tinha se recuperado totalmente do susto e ela tinha um outro assunto a resolver na delegacia.


 — Certo, meu amor.  Agora vai lá esperar com a tia Zelena, que logo nós iremos para casa.


 — Ei, Henry. – Emma que até então estava apenas assistindo tudo, pegou o desenho sobre a mesa e entregou ao menino. — Não esquece o seu desenho. Até logo e foi um prazer conhecer você.

 

 — Esse é pra a Emma. – o menino devolveu o desenho em que ele estava ao lado do carro de polícia. Arrancando um sorriso de Emma. – Até logo.


   Henry correu e sumiu da sala.

 
   Assim que estavam completamente sozinhas na sala. Regina se virou para Emma, olhou fixamente nos olhos verdes que lhe pareciam tão parecia familiar.

E eram.
 
 — Oi, Regina. – Emma quebrou o silêncio.


 — Então quer dizer que resolveu voltar, Swan? – o olhar de Regina era sério. Um olhar carregado de ódio e desprezo. — Não pense que por encontrar meu filho, algo mudou. 


  — Regina, eu... – tentou começar, mas sua voz morreu ao encarar os olhos castanhos a sua frente.


  Emma queria explicar tudo o que havia acontecido em sua vida. Sentia vontade de justificar os motivos pelo qual agiu errado com ela. Mas achava não ser o momento. E realmente não era. Regina jamais a deixaria começar a falar sobre os erros do passado, sem reduzir a loira em pedacinhos. Ainda se sentia furiosa, traída e abandonada. E Emma compreendia isso, pois, nem ela mesma havia se perdoado.


  Além do mais, pelo que entendeu com o desenho de Henry. Regina tinha perdido o marido recentemente. Imaginou que a situação não estava fácil para a morena, ainda mais com um filho. Queria abraça-la. Parece que mais uma vez, a vida tinha dado uma rasteira em Regina.


  Fechou os olhos e tentou de novo.


  — Sei que não e entendo seus motivos. Sei que cometi um erro com você, Regina. Eu sinto muito. – Emma tentava, mas não conseguia tirar toda aquela escuridão dos olhos da morena. Respirou fundo e continuou — Não foi eu que encontrei o Henry, foram os policiais que estavam atendendo a um chamado perto da escola. Eu só fiz companhia a ele, não imaginava que fosse seu filho.


— Então não tenho mais nada o que falar com você, senhorita Swan. – Regina se virou indo em direção a porta.

—  É detetive Swan agora. – corrigiu.


 Antes de sair pela porta, Regina se vira e olha mais uma vez nos olhos de Emma.


— Que seja. Não a quero mais perto do meu filho. – foi a última coisa que disse, antes de cruzar a porta e sumir da visão da loira.



  Assim que parou o carro, no estacionamento do prédio que morava. Emma ficou um tempo parada com os olhos e as não ainda fixas no volante. Ainda não podia acreditar que tinha reencontrado Regina. Sim, Regina Mills. Uma pessoa que fez parte da sua adolescência, que lhe trazia lembranças de uma época que não gostaria de lembrar. Perdeu a noção do tempo que ficou ali, com seus pensamentos passando como flashes do passado em sua cabeça.


   Assim que se deu conta do tempo que tinha ficado ali. Pegou sua bolsa e umas pastas com alguns arquivos que estavam no banco ao lado e saiu do carro.


   Emma adentrou o saguão do edifício, seguindo em passou lentos enquanto arrumava as coisas no braço. Apertou o botão do elevador e esperou, torcendo para que o elevador estivesse vazio, tinha tido um dia difícil e não estava muito disposta a socializar com os vizinhos. Tudo o que queria, era apenas chegar em casa, tomar um longo banho, deitar na sua cama e dormir por alguns minutos, ou quem sabe por algumas horas. Queria esquecer os acontecimentos e as emoções que tivera naquele dia. Quando as portas do elevador se abriram, agradeceu mentalmente por estar vazio, entrou e apertou o sexto andar. Enquanto o elevado subia, Emma abriu sua bolsa para procurar pelas chaves. Mas ela era Emma Swan, o ser humano mais desastrado do mundo e claro, deixou os arquivos cair e se espalhar dentro do elevador “Porra, Emma” sussurrou. Ao se abaixar para ajuntar os papéis do chão, encontrou o desenho que o pequeno Henry lhe deu, entre a montoeira de arquivos.


   Sorriu. Lembrar do seu momento com Henry na delegacia, fez Emma ver que o dia não tinha sido tão ruim assim, ao menos conheceu alguém especial naquele dia. Terminou de guardar os papéis, quando a porta do elevador abriu no sexto andar.


   Saiu do elevador e caminhou pelo enorme corredor do edifício, até parar na frente do apartamento 605. Colocou as pastas embaixo do braço e voltou a procurar as chaves dentro da bolsa, mais uma vez falhou.


   — Porcaria de chave. – Emma lutava com a bolsa todos os dias para achar as chaves de casa. — Preciso de um chaveiro maior ou talvez um que faça barulho. – falava consigo mesma.
— Acheeei!!!


   Quando ia colocar a chave na fechadura. Emma ouve um barulho vindo de dentro do seu apartamento. Girou a maçaneta e contatou que a porta estava aberta, puxou a arma da bolsa e entrou no apartamento de fininho. Assim que entrou, viu a luz da cozinha acesa e uma voz conhecida cantando desafinada. Abaixou a arma e respirou fundo.


  — Ruby.


   Caminhou até a cozinha, encontrando Ruby e Rose cozinhando em meio a cantoria de uma música que Emma julgava ser Jazz, mas não tinha certeza.


   Sorriu. Ficou ali parada observando a animação das duas. Emma gostava de ter toda aquela alegria em seu pequeno apartamento.
Ruby vestida com um suéter vermelho que se destacava por baixo dos cabelos castanhos e os detalhes verde, combinavam com a cor dos seus olhos. Estava na ponta dos pés, pegando um pacote de macarrão no armário em cima da pia. Já Rose, era loira e tinha seus olhos azuis fixos na cebola que estava cortando, usava uma camiseta branca e uma calça de moletom. Ambas acompanhavam a música que vinha do celular em cima da pia. Elas ainda não tinham dado conta da presença de Emma na porta da cozinha.


 — Se não reconhecesse essa desafinação toda, já estaria ligando para a polícia e denunciando essa invasão de domicilio.


 — Você já é a polícia, garota. – Ruby revirou os olhos. — Em minha defesa, a ideia foi da sua namorada. Você é doida deixar uma chave com ela. – dizia enquanto jogava o macarrão na panela. — E faz o favor de guardar esse negócio. Me dá arrepios. – apontou para a arma, que Emma nem se deu conta que ainda segurava.


 — Você quem manda, Ruby. – dizia enquanto atendia o pedido da amiga.


  — Eu acho sexy. – Rose se aproximou de Emma, enlaçando os braços envolta do seu pescoço. — Como foi seu dia? – se aproximou dos lábios de Emma, deixando um selinho demorado neles.


 — Cansativo como sempre – Emma acariciava os cabelos de Rose, enquanto olhava naqueles azuis que tanto gostava. — Louca por um banho e descansar.


 — Mas hoje é a noite das meninas, não lembra?


 — Rose, Emma sempre esquece nossos encontros de sexta-feira a noite na casa dela. Não sei como ainda consegue ficar surpresa com isso.
 
                                                                                                                                                                                                                                     — Eu... Eu não esqueci – Emma gaguejava, tentava desesperadamente contornar a situação, mas não encontrava palavras para tal. — Eu só... Ok, eu esqueci mesmo. – sorriu fraco, enquanto encarava os olhares a sua frente. — Então, qual vai ser a programação de hoje? – Emma tentou mudar o assunto.


 — Macarronada, pipoca e um filme de romance. – Ruby olhou para Emma e sorriu de canto, sabia que a amiga não era muito fã de romance. Levantou os ombros de modo suave, pedindo desculpas, apesar da ideia ter sido todinha de Rose, mas no fundo, Ruby se divertia com a situação.


   Emma revirou os olhos.


   Estava totalmente contrariada, o que menos queria naquela dia, era um filme meloso. Até pensou em sugerir um filme de ação, suspense ou quem sabe um de terror? Não, sua vida já andava aterrorizante demais com alguns casos no trabalho. Uma comédia com certeza lhe traria boas risadas. Mas Emma conhecia a namorada que tinha, sabia que não iria conseguir fazer Rose mudar de ideia. E Ruby ficaria no lado de Rose para rir da cara dela. Duas contra uma, ou seja, Emma sairia perdendo.


  Sorriu vencida. Parece que o plano de deitar e dormir até o dia seguinte, estava oficialmente cancelado.


 — Certo, vou arrumando a mesa então.


          *


— Está delicioso, Ruby. – Emma falava de boca cheia, enquanto comia mais um prato da macarronada que a amiga tinha feito. 


— Que bom que gostou, Ems. Rose, já falou com Emma sobre aquele assunto?


— Que assunto? – Emma ficou tensa.


 — Ah sim, a doutora Mills, pediu para que você me acompanhasse na próxima consulta. Se for possível, claro. – Rose sorriu, insegura.


  — Por que? Aconteceu alguma? – preocupada, passou a prestar mais atenção em Rose do que na comida que mastigava.


 — Não, é que ela quer conhecer você. Disse que é importante conhecer as coisas que são importante para mim e você é uma delas. Ela perguntou se você poderia comparecer na próxima consulta e eu disse que falaria com você. A próxima seria nessa segunda-feira. Caso não possa, eu entenderei perfeitamente. – Rose se sentia insegura, estava nervosa pois sabia que as chances de Emma não aceitar era grande, não estavam juntas a tanto tempo para uma situação como essa.


    Emma respirou profundamente e lhe deu um sorriso largo, que logo encheu Rose de coragem e felicidade.


  — Tudo bem. Eu vou com você. – Emma pegou a mão de Rose por baixo da mesa e a apertou. Tentava passar toda a segurança que podia e para mostrar que independente de tudo, poderia contar com Emma em qualquer situação.

 
   Após terminarem de jantar e limpar toda a cozinha. Foi a hora de começar a estourar a pipoca e escolher o filme que iriam assistir. Decidiram por assistir “Diário de uma Paixão”, aliás, Rose quem escolheu.


   Emma revirou os olhos mais uma vez, pensou em dormir durante o filme, enquanto as duas estivessem distraídas assistindo. Deixou as duas lendo a sinopse do filme e foi para a cozinha para pegar a pipoca, que o micro-ondas já tinha apitado e sinalizando estar pronta.


   Ao voltar da cozinha com a pipoca, ouviu a companhia tocar e Ruby brotar do nada a sua frente, para abrir a porta.


  — Deve ser a Belle. – Ruby dizia enquanto observava pelo olho mágico.


  Emma levantou a sobrancelha, não entendeu nada. Voltou para a sala e se sentou ao lado de Rose.


  — Quem é Belle?


 — Uma amiga da Ruby que trabalha com ela, Ems. Ela falou que a tinha convidado para o nosso encontro hoje, onde você anda com a cabeça? - Emma percebeu que era uma pergunta retórica, fazendo com que qualquer tentativa de defesa morresse em sua garganta.


    Logo, Ruby surge na sala com uma morena de longos cabelos ondulados e olhos azuis que se destacavam na sua pele clara.


  — Olá, me perdoem o atraso. – a moça de aparência simpática sorriu. — Tive que resolver uns assuntos para minha chefe antes de vir para cá. – parecia um pouco tímida. — Enfim, me chamo, Belle e agradeço o convite.


  — Olá mais uma vez, Belle. Sou Rose, já nos vimos algumas vezes lá do instituto, e essa é a Emma. Espero que Ruby tenha falado bem de nós para você. – Rose brincou, queria ajudar Belle a se sentir mais à vontade.
   

    Belle aprofundou o sorriso, ficando mais confortável com a simpatia de Rose com ela.


   — Eu sempre falo. – Ruby piscou para as duas e voltou seus olhos para Belle. — não se preocupe com o atraso, estávamos escolhendo o filme.


    Ruby puxou Belle pela mão e a fez sentar no sofá junto com ela.


 — Só me tira uma dúvida antes. É verdade que a sua excelentíssima chefe, vai voltar ao trabalho na segunda-feira? – Ruby fitou Belle com olhos desconfiados, cerrando-os, pensava se deveria perguntar ou não, mas já havia feito.


 — Ah sim, o instituto para sem ela. Não aguento mais debater os métodos que a doutora Mills usaria no tratamento de seus pacientes, com o doutor Hopper. Ele parece louco. – Belle segredava para elas, como se houvesse chance daquelas palavras saírem dali.


 — Eu acho que o ambiente fica mais leve sem aquela cara amarrada dela. Parece estar sempre de mal com a vida e descontando isso nas pessoas. – Ruby revirou os olhos, pensar em ver a mulher andando pelos corredores novamente lhe dava arrepios.


 — Doutora Mills? A mesma com quem a Rose faz tratamento? – Emma tentou se enturmar no assunto.


 — Não, não, essa é a Zelena Mills, eu quem trabalho com ela. A Belle trabalha com a irmã dela, a doutora Regina Mills.


 — Oh, elas são irmãs? Eu nem sabia. – Rose se surpreendeu.


  Ruby nem se deu conta, do impacto que as palavras causaram em Emma, estava concentrada na conversa que continuava com Belle e Rose.


    Emma congelou na mesma hora que ouviu aquele nome.
  

     O QUE? Regina Mills? 

     Teria mesmo que reencontra com Regina Mills?

 


Notas Finais


Regina Mills e Emma Swan se encontrando novamente?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...