História Take care - Capítulo 2


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Categorias Life Is Strange
Personagens Alyssa Anderson, Brooke Scott, Chloe Price, Kate Marsh, Mark Jefferson, Maxine Caulfield, Nathan Prescott, Personagens Originais, Rachel Amber, Samuel Taylor, Victoria Chase, Warren Graham
Tags Pricefield
Visualizações 55
Palavras 1.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey. Boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 2 - Im not gonna hurt you


Fanfic / Fanfiction Take care - Capítulo 2 - Im not gonna hurt you

Observo a mesa do computador do quarto de Chloe, o móvel estava repleto de caixa de remédio e eu precisava decorar tudo sobre cada um deles. De canto de olho pude ver Chloe abrir os olhos, levanto e vou em direção á ela. 

 -Olá-Digo com um sorriso simpático, ela parece um pouco surpresa em me ver ali-Dormiu bem?-Pergunto dando as costas para ela e indo até a mesa para pegar seu remédio, Joyce me explicou que Chloe precisa tomar um deles sempre que acordasse para dar um estímulo ao cérebro.

 -É...O outro-Diz, eu olho para ela e lanço um sorriso em agradecimento, pego a cartela do remédio. 

 -Eu vou buscar água-Aviso e saio do quarto, entro na cozinha e vejo uma garrafinha com canudo, pego a mesma e coloco um pouco de água, volto para o cômodo onde Chloe está e me aproximo da mesma. 

 -Não quero tomar ne...nessa garra..fa-Fala. 

 -Sua mãe me disse que é aqui Você toma tudo-Digo. 

 -Eu não quero-O tom dela parece meio irritada.

 -Tá legal-Falo e retiro a tampa da garrafa. 

 -O que tá...fa...fazen..do?-Seus olhos me fitam curiosa. 

-Um copo-Digo.

 -Não posso-Diz.

 -O que?-Indago.

 -To...tomar...ai. 

 -O que eu faço então?-Pergunto. 

-A garrafa....mi...minha mãe....Não te falou?-Fala e eu solto um suspiro. 

-Claro, eu me esqueci-Falo, fechando a garrafa novamente-Abra a boca, por favor-Peço e ela o faz, coloco o comprimido em sua boca e ela cospe-Chloe, não-Digo frustrada. 

-Me....Me...desculpa. Me...desculpa....desculpa-Diz Como se tivesse implorando e seus olhos imediatamente se enchem de lágrimas. 

-Tá tudo bem-Digo, em um ato involuntário toco seu braço e ela solta um gritinho de medo, retiro minha mão do local-Tá tudo bem-Falo-Eu sei que você tá um pouco traumatizada pelo que a enfermeira fez com você, mas jamais farei o mesmo. Eu não vou te machucar, okay?.

 -Okay-Fala. 

 -Vamos tentar mais uma vez?-Pergunto, mostrando outro comprimido, ela abre a boca e eu coloco o mesmo sobre sua língua, posiciono o canudo entre seus lábios e ela suga o líquido com dificuldade. 

 Meu celular toca, coloco a garrafa dela no criado-mudo e pego o mesmo, o visor indica que é William. 

 -Oi, senhor Price-Digo, Chloe me olha atenta. 

 -Está tudo bem?-Pergunta, seu tom parece preocupado. 

 -Está sim. Chloe acabou de acordar e eu já dei o primeiro remédio que ela precisa tomar-Informo.

 -E você teve algum problema? Normalmente ela tem algumas falhas de memória e um comportamento meio agressivo antes de tomar o remédio-Diz.

 -É, eu notei isso, mas não foi tão difícil-Digo.

 -Que bom. Qualquer coisa me ligue-Fala-Tchau, Max. E muito obrigado.

 -Magina-Falo e ele desliga-E então, o que a gente faz agora?-Pergunto, olhando para Chloe.

 -Pode me levar lá fora?-Pergunta. 

-Claro-Falo. Trago a cadeira de rodas dela mais para perto, ajeito seu aparelho respiratório e com todo cuidado pego ela não colo, e coloco ela na cadeira. "Não sabia que eu era tão forte assim". Empurro devagar a cadeira dela para fora do quarto, passamos pelo pequeno corredor até chegar na sala e logo até o pátio, percebo o olhar dela para o balanço. 

 -Você costumava andar?-Pergunto, ela nega devagar com a cabeça. 

 -Sem...pre...achei...que fosse velha demais, mas...agora sinto falta-Conta. 

 -Nunca somos velhos demais para fazer alguma coisa-Falo. 

 -Eu tô velha...pra ter babá-Fala e me olha.

 -Eu não sou sua babá-Digo, olhando para ela. 

 -Você disse...que só tinha sido babá-Ela me lança um sorrisinho debochado.

 -Então tá, já que sou sua babá vou preparar sua mamadeira-Brinco e ela solta uma risadinha-É  sério, preciso mesmo fazer alguma coisa pra você comer-Falo.

 -Pudim-Fala. 

 -Quer que faça pudim?-Pergunto. 

-Não, pudim-Olho para a direção que ela está olhando e vejo um gatinho marrom. 

 -Você que deu esse nome para ele?-Ela assente devagar. Pudim se aproxima da gente e pula no colo da Chloe-E ele é seu?-Questiono e ele nega.

 -Tira-Ela me olha de uma forma triste. -Quer que eu tire ele do seu colo?-Ela assente e eu tento espantar ele-Eu tenho medo de gato-Confesso e ela franze a testa-Não me olhe assim-Digo. Para minha sorte, um cachorro late e o Pudim corre. 

 -Medrosa-Fala. 

 -Ei-Reclamo.

 O dia até que não foi tão difícil, pelo que William e Joyce me falaram, Chloe estava em um dia calmo, que eu havia dado sorte. Confesso que me deu um certo medo de imaginar como seria ela em dia agressivo. "E se tudo isso for demais para mim?" 

 Dia seguinte 

 -Chloe, você presica tomar-Digo, tentando manter a calma-Por favor-Suplico. Ela nem se quer olha na minha cara-Chloe-Chamo e nada, suspiro-Você quer ir lá para fora ver o pudim?-Pergunto, ela me olha e volta a encarar o nada-Ele deve tá com saudade. Tome o remédio e a gente vai lá ver ele-Ainda não obtenho nenhuma resposta.  

 Saio do quarto e me enconsto na parede do corredor, pego meu celular e procuro o contanto de Joyce, em seguida ligo para ela.

 -Olá, Max-Diz-Aconteceu alguma coisa?-Questiona.

 -Chloe não quer tomar os remédios-Digo. 

 -Qual deles?. 

 -Nem um deles-Falo.

 -Eu odeio ter que fazer isso, mas diga que deixará ela falar com a Rachel-Diz.

 -Quem é Rachel?-Pergunto. 

 -A ex namorada da Chloe. Mas ela não vai ligar para ninguém, essa garota não merece minha filha. Só tente, por favor. 

 -Pode deixar-Digo, nos despedimos e ela desliga. Volto para o quarto e me aproximo da cama-Eu falei com a sua mãe e ela me disse que se você tomar o remédio pode ligar para a Rachel-Ela me olha.

 -Mesmo?-Indaga. 

 -Aham-Falo. Ela finalmente toma um dos remédios.

 -Liga pra ela-Pede.

 -Tenho que esperar sua mãe mandar o número-Minto. 

 -Mentirosa-Ela praticamente grita-MMENTIROSA-Desta vez, ela grita em um tom de fúria.

 -Eu sinto muito, mas foi o único jeito de você tomar-Digo.

 -Me deixa falar...por favor-Pede com os olhos marejados. 

 -Eu realmente não tenho o número e sua mãe me disse que não é pra você falar com ela-Conto.

 -ME DEIXA SOZINHA-Grita.

 -Não posso.

 -VAI. 

 -Chloe, eu não posso-Digo e então ela começa a chorar-Ei, não chore, por favor-Peço. Ver ela daquela forma me doeu, odeio ver as pessoas chorarem.  

William teve que voltar para casa para poder tentar acalmar Chloe, eu voltei para minha e me tranquei no quarto. "Talvez realmente seja demais para mim. Eu não tenho experiência nenhuma com essas coisas. Talvez eu ache outro emprego"


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Até o próximo.


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