História Take Care Now - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Grey's Anatomy
Tags Calzona, Cristina Yang, Crowen, Grey's Anatomy, Owen Hunt
Visualizações 103
Palavras 2.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey! Mais um capítulo pra vocês. Agora que o divórcio da Amelia e Owen finalmente saiu, ele está livre, não disse pra quem srsrs

PS: Olhem a imagem dessa capítulo,é muito amor pra um casal só <3

Boa leitura <3

Capítulo 10 - Por favor, me deixa te amar.


Fanfic / Fanfiction Take Care Now - Capítulo 10 - Por favor, me deixa te amar.

Cirurgiões não podem ser preguiçosos.
Os riscos são muito grandes.
Na hora em que paramos de nos esforçar
Ago terrível acontece
Algo que não esperamos.

 

NARRADOR 

 

Cristina acelerou os passos, procurando com os olhos pela figura ruiva e masculina de Owen. Quando finalmente o viu entre as pessoas, a cirurgiã sorriu. O ruivo estava acompanhado por Meredith, Elizabeth e Zola. 

 

- Mamãe!! - Elizabeth exclamou, soltando a mão de Owen e caminhou em passos desajeitados na direção de Cristina, que abaixou, abraçando a filha. - Eu senti saudade! Trouxe um presente? - Yang sorriu, beijando a testa da filha. 

 

- Eu te amo tanto. - murmurou, ficando um tempo curto em silêncio, apenas olhando o rosto de Liz. - E sim, eu trouxe um presente. - Elizabeth abriu um sorriso grande, olhando para trás e acenando positivamente para Zola, confirmando que tinha sim, presentes. - Vocês vieram. - Cristina se aproximou dos outros, soltando a mão da filha e envolveu o rosto de Zola com as duas mãos, beijando a testa da menina. - Tem presente pra você também. 

 

- Eu sei! - Zola respondeu, como se fosse óbvio. - Sempre tem. - deu de ombros. 

 

Já Owen, apenas observava as ações de Cristina com Zola, Elizabeth, Bailey, Ellis e Sofia. Com as crianças da vida dela. As crianças que os pais haviam confiado em Cristina para ser madrinha, e ela era maravilhosa. Ali, com as crianças, ela nem parecia a intocável cirurgiã cardiotorácica Cristina Yang, a médica indicada a prêmios importantes muitas vezes, também vencedora de muitos prêmios. Ali era apenas Cristina, a mulher que não gostava e nem sabia cozinhar, que gostava de ficar na cama quando não era dia de trabalho. Ali era apenas Cristina. 

 

- Owen?! - o ruivo despertou de seus pensamentos com Cristina parada bem na frente dele, acenando. - Qual o problema? 

 

- Oh, nada. - sorriu, um pouco constrangido, Meredith também o encarava, confusa. - Que bom que voltou! - envolveu Cristina em um abraço rápido, soltando-a em seguida. 

 

- Eu trouxe! - Yang voltou a falar, entregando uma pequena sacola para Meredith. - Eu comi alguns no caminho. 

 

- Você sempre come. - Meredith deu de ombros e Owen apenas olhou as duas. Elas não haviam se abraçado em nenhum momento, mas Cristina segurava no braço de Meredith, enquanto a Dra. Grey abria a sacola, pegando dali pequenos chocolates, oferecendo para ele e para as crianças. 

 

- Como vamos fazer? - Owen se enturmou na conversa novamente. - Quer que eu a leve em casa, Meredith? 

 

- Quero que me deixe no hospital. Bailey e Ellis estão na casa da Callie.  - respondeu. - Tenho cirurgias hoje. 

 

- Será se eu posso assistir alguma? - Zola sorriu animada. 

 

- Claro! - Mer sorriu orgulhosa pra filha, gostava que Zola se interessasse por cirurgia, a menina teria um futuro brilhante. 

 

- Pode assistir alguma minha também. - Cristina falou, sorrindo. - Você vai ver que Cirurgia Geral é legal, mas não tem nada mais incrível que a Cardiologia. Nós somos deuses e ali é só para os fortes. 

 

- Pare de tentar convencer Zola a se apaixonar pela Cardiologia. - Meredith gargalhou, encarando Cristina. - Ela já disse que vai ser da Neurologia. Nós perdemos, Cristina. 

 

- Você ainda vai trabalhar hoje? - Owen encarou Cristina, surpreso. - Pensei que fosse descansar. 

 

- Eu tenho pacientes. E tenho também uma filha. - sorriu, enquanto segurava a mão de Elizabeth. - Não tenho tempo para descansar. 

 

- Lembra quando éramos internas? Você trabalhava com altíssimos graus de febre. - Meredith lembrou, com um pequeno sorriso no rosto. - Como você ainda não morreu? 

 

- Como eu ainda não morri? - Cristina devolveu a pergunta, um pouco surpresa. - Eu me pergunto como você ainda não morreu! 

 

- Vão falar de morte perto das crianças, jura?! - Owen interrompeu a conversa, tirando um sorriso culpado de Meredith e de Cristina. 

 

- Apenas vamos para o hospital, está bem? - Yang pediu, pegando a filha no colo. - Vamos para o hospital, isso aí. - brincou com a menina. 

 

Quando chegaram no hospital, tudo parecia tranquilo, passaram antes na casa de Meredith apenas para deixar as malas de Cristina por lá, mais tarde, ela pegaria.

As crianças ficaram acomodadas na creche, enquanto Cristina, Meredith e Owen, pegavam seus uniformes. 

 

- Dia calmo. - Cristina murmurou, andando lado a lado com Owen, pelo corredor, tinham acabado de checar alguns pacientes. - Não gosto de dias calmos. Gosto da adrenalina. 

 

- Eu sei disso. - Owen sorriu. - Eu me divorciei. - Cristina o olhou, interessada no assunto. - Amélia esteve aqui, nós assinamos os papéis. - suspirou. - Ela disse que sente muito por ter empurrado você. 

 

- Eu não estou chateada. - o ruivo assentiu, concordando com a cabeça, ele sabia daquilo. 

 

- Eu só achei que você gostaria de saber que eu estou divorciado. - Owen falou em um tom de brincadeira. - Que se eu quiser, por exemplo, beijar alguém agora,eu não vou estar mais sendo infiel. - deu uma passo para frente, se aproximando da doutora. 

 

- Isso é... - Cristina começou a falar, até ser interrompida. 

 

- Cristina?! - olhou para o lado, encarando a figura de Teddy parada no meio do corredor. 

 

- Teddy. - Yang sorriu, um pouco sem jeito ao ser abraçado pela Dra. Altman. - Que bom que está aqui! 

 

- Owen me atualizou de algumas coisas. - a loira sorriu. - Você agora tem um bebê? Uau! 

 

- Uma menina que adora ouvir corações. - Cristina orgulhou-se. - Tem alguma dúvida que ela vai ser brilhante?

 

- Eu não tenho! - Owen murmurou, se integrando na conversa, um pouco envergonhado por Teddy tê-los pegado naquele momento. 

 

- Eu ainda não tive oportunidade de falar com ela, mas quem sabe depois, não é? - Teddy sugeriu e Cristina concordou com a cabeça. 

 

- Tem que ir devagar com ela, Elizabeth não gosta de muitas pessoas. - sorriu. - Mas eu vou apresentar você, ela vai adorar. Gosta de todos que eu apresento. - Teddy sorriu, mudando  rumo da conversa logo em seguida. 

 

- Eu li o Método Yang, e ontem recebi um paciente que talvez nós podemos usar. - Teddy sugeriu. - Owen disse que você chegaria hoje eu resolvi esperar por você, podemos fazer juntas, se você quiser. - Cristina apenas concordava com a cabeça, enquanto Teddy falava. - Eu ainda não tive a oportunidade de usar. 

 

- Teddy,  é incrível! - Cristina animou-se, acelerando o passo com a doutora. - Você vai sentir toda a adrenalina que é! - garantiu. 

 

- Vem conhecer o paciente, ver se ele se encaixa. É um homem, já passou dos 40 e... - as duas seguiram andando e conversando, deixando Owen para trás que resolveu não segui-las, deixaria que as duas conversassem.

 

Durante o resto do dia, Owen não teve a oportunidade de rever Cristina. Um cano de gás acabou estourando em uma escola, pegando fogo em alguns pontos. Deixando muitos feridos, deixando o hospital lotado de Crianças e pais preocupados. No fim do dia, quase no início da madrugada, os pacientes já haviam sido atendidos e a creche do hospital, já estava fechada. E Cristina, já tinha ido embora. Dr. Riggs era o cardiologista de Plantão. Owen pensou em ir embora, já que Kepner ficaria de Plantão, mas decidiu que iria na casa de Cristina, dizer Boa Noite para a filha, e talvez, conseguir conversar um pouco Cristina sem interrupções. Hunt ainda não sabia o deveria dizer, mas ele saberia quando olhasse para Cristina. 

 

- Eles adoraram! - Meredith murmurou, olhando os três filhos e Elizabeth, brigando no quarto de Zola, com os brinquedos que Cristina tinha dado para eles. 

 

- É, acho que sim. - Cristina murmurou, quase como um bocejo. - Eu estou tão cansada que poderia dormir em pé. - resmungou, descendo as escadas ao lado de Meredith. - Acho que já vou. - sentou-se em uma das cadeiras do balção da cozinha. 

 

- Eu beijei o Nathan. - Meredith confessou, vendo Cristina arregalar os olhos. - Eu o beijei. Não sei o que eu estava pensando! 

 

- Quando isso aconteceu? - Cristina perguntou alerta, esquecendo todo o cansaço que sentia. - Ele beija bem? Tem cara de que beija bem. - Mer olhou feio para a amiga, assentindo em seguida com um sorriso.

 

- Aconteceu ontem. Mas não sei se isso foi algo bom. - Grey confessou, servindo-se um pouco de café para ela e Cristina. - Nós trabalhamos juntos e agora ele me olha com cara de quem já me beijou! 

 

- Mas ele já beijou você. - Yang rebateu, óbvia. - Qual o problema? Ele é bonito e é bom. É um bom cardiologista, não é como eu, mas ele está na média. - Meredith ficou em silêncio, e Cristina logo entendeu o que perturbava Meredith. - Você não está traindo o Derek. - murmurou, encarando a amiga. - Ele é o amor da sua vida, mas está morto e você, viva. E, a não ser que você tenha um tumor, não pode voltar a se relacionar com ele. - Mer gargalhou, lembrando-se de Izzie em seguida. 

 

- Isso foi engraçado por um momento. - engoliu um seco. 

- Você merece uma outra oportunidade, Meredith. - garantiu. - O Derek, infelizmente, morreu, mas você pode viver, e jovem e precisa viver!

 

- O que meus filhos vão pensar? 

 

- Eles são crianças. Vão pensar o que você disser pra eles. - Cristina levantou-se, deixando a xícara no balcão. - Preciso ir agora, Mer. 

 

- Gente? - Zola apareceu no topo da escada, sorridente. - Elizabeth e Ellis dormiram no meu tapete! 

 

- Deixe ela aqui, amanhã eu a deixo na creche junto com Ellis. - Meredith falou, observando Zola descer a escada. Cristina apenas concordou com a cabeça, estava tão cansada. 

 

- Tchau, Zozo. - beijou o topo da cabeça de Zola. - Hoje foi um grande, não foi? - perguntou, referindo-se ao dia da menina no hospital. 

 

- Eu me diverti muito! - sorriu. 

 

- Isso é bom. - Cristina murmurou. - Leite quente e maça para Elizabeth! 

 

- Cristina, eu sei! - Meredith resmungou, fingindo estar irritada. - Vá embora! 

 

Cristina saiu, aos risos da casa de Meredith. E em poucos minutos, estacionou seu carro em frente sua casa, logo atrás do carro de Owen, que já estava parado lá. 

 

- O que aconteceu?! - Cristina desceu um pouco preocupada, subindo os pequenos degraus que davam acesso a porta de entrada. 

 

- Nada. - o ruivo sorriu, notando Cristina sozinha. - Onde está Elizabeth? 

 

- Dormiu na Meredith, não quis acordá-la. - murmurou, se aproximando da porta para abrir. - Eu estou tão cansada que poderia dormir no chuveiro. - o ruivo riu, entrando logo atrás de Cristina, que fechou a porta em seguida. - Não sabia que você queria vê-la. - referiu-se a filha. - Está aí tem tempo? 

 

- Quase uma hora. - Owen sentou-se no sofá da sala. 

 

- Como foi esses dias, entre vocês dois? - Cristina sentou-se ao lado, passando a mão na nuca. Sorrindo. 

 

- Foi incrível, Cristina! - Owen a olhou, animado. - Nós brincamos, eu fiz penteados nela. - Yang gargalhou, imaginando a cena em sua cabeça. - Ela falou de você boa parte do tempo, mas foi divertido. Me contou algumas coisas que aconteceram com vocês no Instituto. - os olhos do ruivo brilhavam ao falar da filha. - Me falou sobre sua mãe. Eu aprendi tanto sobre ela. 

 

- Acho que está na hora. - Cristina murmurou, fechando os olhos um pouco, deitando a cabeça na própria mão. - Quando eu estava indo com ela pra casa da Mer, ela me perguntou se poderia chamar você de Titio, como faz com a Meredith. - Owen ajeitou-se no sofá, surpreso. - Você não é tio, é o pai. E está na hora dela saber disso. 

 

- Você tem certeza? Acha que ela está pronta?! - Owen envolveu a pequena mão de Cristina na sua, em um ato involuntário. - Meu Deus! - exclamou. 

 

- Está na hora. - Cristina garantiu, sentindo-se arrepiar pela mão de Owen segurando firme na dela. - Se você estiver pronto. 

 

- Eu estou! - o ruivo aproximou-se mais. Suspirando. - Eu estou mais que pronto, estou ansioso. - Owen soltou a mão de Cristina, levando a mão até a perna da doutora, em um movimento firme. - Me divorciei. Eu estou pronto pra tudo agora, pra tudo, você entendeu? 

 

- Owen, eu não sei... - Cristina fez menção de se afastar, mas Hunt fez um pouco mais de pressão na perna de Cristina, mantendo-a ali. 

 

- Não me afasta agora, não vou deixar você me jogar pra escanteio! - afirmou, levando a outra mão até o rosto de Cristina, fazendo um carinho suave ali. - Por favor, me deixa te amar. Nós podemos agora, você não enxerga isso? Eu não estou disposto a perder você de novo! - Owen queria tocar Cristina. Mais do que abraços rápidos, toques suaves de mãos, ele queria mais. Muito mais. Ele não só queria tocá-la, mas precisava tocá-la. Era uma necessidade. - Vou lutar por você, vou lutar por nós! - aproximou um pouco mais, ainda mais. - Como você acha que eu posso continuar vivendo vendo você todos os dias no hospital sem poder tê-la? Se você consegue viver com isso, eu não consigo! - garantiu, subindo um pouco mais o toque de sua mão, na perna de Cristina. - Não vai embora e não me manda embora, eu estou pedindo. - encostou a testa na testa de Yang, que suspirou, sentindo os toques do homem da vida dela, mais uma vez. - Eu imagino uma vida tão imensa para nós. Vamos vivê-la!

 

- Tudo bem, tudo bem... - Cristina murmurou, sem saber exatamente o que dizia, estava entorpecida. - Vamos, vamos. - repetiu, quando Owen a puxou para um beijo. 

 

Um beijo que de início, foi calmo, e permaneceu calmo até que Owen colocasse as mãos na cintura fina da cirurgiã, puxando-a para seu colo. Iniciando um processo mais desesperado, tanto tempo sem tocar Cristina, sem beijar Cristina, era cruel. Era tortura, e ali, beijando-a novamente, Owen sentiu-se em casa. 

Beijá-la, era como, finalmente, voltar pra casa. 

 

Podemos não ser sempre vencedores.
Mas não somos preguiçosos.
Arriscamos, corremos atrás, fazemos nossos cercos.
E às vezes, sim, nós fracassamos.
Mas, às vezes, conseguimos uma bela vitória.
- Grey's Anatomy.


Notas Finais


E O BEIJO SAAAAAIU! Finalmente, vocês estão prontxs para o próximo capítulo? Porque eu não estou Hahaha Comentem, pessoal, o que acharam? Me deixem saber. Até logo <3


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