História Take care of me - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Empregada, Mitty, Naruhina, Naruto, Sasusaku, Senhor, Shikatema
Visualizações 33
Palavras 2.777
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente eu consegui postar!

Capítulo 2 - Acolhida


Fanfic / Fanfiction Take care of me - Capítulo 2 - Acolhida

O sol já clareava a minha janela, e essa luz refletia em meu rosto, a sensação calorosa daquela luz me fazia acordar aos poucos, e os barulhos de roncos de motos eram altos, além das buzinas de carro que acordariam qualquer um, onde eu moro é muito barulhento, e é quase impossível dormir até tarde. Lentamente decido levantar, e o meu corpo eu começo a espreguiçar, o famoso bocejo de manhã é indispensável, ele mostra o quanto eu ainda tenho de sono, sinto dores em minhas pernas, mas é por quê eu acabei andando como uma louca ontem...

Já levantando da cama, as minhas macias e quentes pantufas me esperavam ao lado da mesma ,e no pequeno criado mudo, eu vi meu pequeno relógio de pulso, e ao ver a hora, deduzi que acordei um pouco mais cedo do que precisava para estar preparada para o meu primeiro dia de trabalho, um carro me buscaria as nove, e eu tinha alguns minutos o suficiente para estar pronta. Do meu quarto saí, e em direção há o banheiro fui, acendi as luzes e no espelho me olhei, minha cara estava um pouco amassada, e meus cabelos pareciam que estavam querendo fugir da minha cabeça, e essa cena de manhã é palco para eu dar risada de minha aparência.

Enquanto eu escovava os dentes, acabei reparando um pouco no meu banheiro, eu iria embora para outra cidade, e eu deixaria este apartamento, e o banheiro era até agora o lugar mais tranquilo da casa, o cômodo com menos barulho. Decido tomar banho, pois eu sou uma pessoa que não demora mais do que o necessário no banho, e a ansiedade me deixava mais apressada para terminar-lo.

A água passava pelo meu corpo e em meus cabelos também, os fios rosas ficavam facilmente grudados em meu rosto, e isso não impedia de aqueles fios invadirem minha boca... Eca. A toalha não faltou, e embrulhada nela fiquei, e de manhã a casa naturalmente amanhecia fria, e a água morna misturada com o ar frio do apartamento...

 — Frio, frio, frio... — Dizia enquanto encolhia os braços e até o quarto andava. 

No quarto, decidi usar um simples vestido de seda, uma seda branca , uma peça que valorizava minha cintura, eu queria deixar uma boa impressão para não parecer alguém não muito apresentável, meus cabelos molhados sequei com uma toalha, e com uma escova eu escovei até permanecer da forma que eu queria, perto daquele mesmo criado mudo, havia uma mala, uma mala que eu tinha colocado tudo que eu levaria, e essas outras coisas não ficaram aqui, tudo que é meu nesse apartamento, eu pretendo deixar com minha madrinha, ela tem uma grande garagem e algumas coisas daqui caberiam lá.

E sabe... Morar com minha madrinha nunca foi uma escolha para mim, ela tem um trabalho difícil, e eu não queria ficar na casa dela para simplesmente ficar de bobeira, enquanto uma pessoa tão maravilhosa suava para me sustentar, eu sou honesta, pelo menos acho... Fui em direção á cozinha, onde olhei no relógio de parede, que marcava exatamente 08:48, eu tinha apenas alguns minutos para levar tudo para baixo. Novamente eu olhei para minha cozinha, para a sala... E finalmente para a geladeira, ela foi uma companheira muito especial para mim, e eu espero revê-la algum dia.

Os minutos continuavam a correr, e com muita determinação eu corria para o quarto, onde eu pegaria a mala onde minhas coisas estavam, e dentro do guarda roupa retirei uma mochila, onde eu já tinha guardado algumas outras coisas, calcinhas cof cof... Nas costas coloquei e a outra mala comecei a levar, não deixei de dar uma última olhada para aquele quarto, ele estava todo arrumadinho e eu sentiria falta dele, mas eu terei que deixá-lo... 

Fechei a porta do quarto e com pressa fui até a saída, as chaves daquele apartamento eu segurava em minhas mãos, eu me lembro quando perdi ela inúmeras vezes, mas agora outra pessoa terá que perdê-las, na chave eu retirei um pequeno chaveiro de coelho que eu tinha colocado, e agora ele seria amiguinho de outra chave.

Andei em direção ás escadas e com cuidado eu as desci, chegando no térreo, eu vejo um dos responsáveis pelo local me olhar com seriedade, nesse momento eu senti um pouco de receio em entregar aquele lugar, mas era preciso. Me aproximei do homem e as chaves coloquei sobre sua mesa.

 — Tsunade virá para retirar algumas coisas, depois disso você já conseguirá colocá-lo para aluguel. — Falei recuando um pouco.

 — Entendo senhorita Haruno, você fará falta nesse lugar. — Ele disse recolhendo a chave e colocando ela em uma das gavetas, isso me deixou com o coração um pouco apertado, isso era realmente um adeus para a minha casinha...

 — Até então... — Me virei e saí pela porta de vidro, logo já estava para fora de meu antigo lar.

Perto dali vi o carro que me levaria, ele tinha um modelo bastante recente e se destacava pela cor preta e pelo brilho que o sol fazia ele ter, fui em direção ao automóvel e algumas batidas no vidro dei, o vidro então foi baixado, e um rosto um pouco mais velho se revelou, ele tinha cabelos alvos e eu via um bigode branco, ele parece ser uma pessoa... Legal.

 — Com licença, eu sou a Haruno Sakura... Imagino que trabalhe para os Uchihas. — Falei um pouco receosa, o senhor me olhou nos olhos e com serenidade balançou a cabeça assentindo.

 — Sakura Haruno... É um nome bem feminino, o quê está esperando menina?, devemos ir logo... — Ele abriu a porta e um sorriso calmo me mostrou, eu nunca vi uma pessoa tão relaxada dessa forma...

 — E o senhor é?.. — Falei entrando no carro e minhas coisas puxando para dentro, o carro é bastante espaçoso e imagino que pela pressa não colocaremos as malas no porta malas...

 — Ah... Eu tive muitos nomes.. — Ele disse dando partida. — Não esqueça do cinto. 

 — Ah, é ...  — Me apressei para o cinto colocar, e antes de tudo pensei em fazer algo, e o cinto na mala acabei colocando, é apenas para me certificar de que a mala ficaria segura.  

 — Você parece ser uma pessoa tranquila... — Ele disse, os seus olhos nãos desgrudavam da estrada, isso era o que me deixava mais segura.  — Deixe eu adivinhar... Você tem mais ou menos 17 anos.. — Ele disse fazendo alguns sinais com uma das mãos.

 — Passou perto, na verdade eu tenho 18. — Fechei as pernas e tentei me acomodar olhando para uma das janelas.

 — É uma adulta imagino... Sabe, á alguns anos atrás eu tinha um tipo de admiração pelas coisas mas coloridas , e certa vez eu me deparei com uma muda de... De... Acho que foi de cerejeira, ela estava com um preço bastante em conta, e eu até pensei em comprá-la para fazer uma surpresa para minha neta, ela é apaixonada pela cor rosa. — Ele disse, algumas pessoas vivem bastante para contar histórias, eu espero viver muito para contar esse tipo de história, eu tenho certeza de que meus netos ficariam enjoados de minhas histórias...

 — Você a comprou? — Perguntei.

 — Não... Eu estava com muita pressa, naquele dia o meu chefe tinha pedido para eu dirigir... Dirigir para longe, foi um dia terrível... Eu não consegui aquela árvore, e... — Ele parou por um tempo, eu fiquei curiosa para saber o que ele terminaria de dizer. — Como é mesmo o seu nome? — Ele perguntou.

 — Sakura... — Falei respirando fundo..

Demorou um tempo, mas finalmente eu conseguia ver a outra cidade, eu já tinha vindo aqui algumas vezes, mas foram raras as vezes que consegui pelo menos aproveitar um pouco dela, o senhor que dirigia o carro... Que nem ao menos o meu nome conseguia se lembrar, permanecia calado, ele dirigia em direção á um condomínio mais fechado, onde provavelmente a casa se localizava, tudo que eu conseguia ouvir, era a música calma que estava no rádio, é algo bem antigo... Na minha opinião, mas é algo confortável de ouvir..

Entramos em uma rua e de frente com uma grande casa demos de cara, ela é uma das primeiras da esquina, e é uma das mais chamativas e perfeitas, o senhor acabou parando em frente ao portão da casa, e em alguns segundos o mesmo foi aberto, o senhor então acelerou o carro e dentro da propriedade entrou, de mais perto a casa era mais perfeita ainda, eu já sentia um pouco de nervosismo por logo pensar que ficarei de frente com o meu novo chefe.

Gentilmente o senhor acabou abrindo a porta para mim, e com a mochila nas costas e a mala nas mãos, acabei descendo do carro, fiquei determinada em entrar naquele lugar e com um pouco de coragem, fui na frente para naquela casa entrar, bem... Estava tudo bem, já que eu trabalharia lá, e agora eu sou uma funcionária.

O senhor permaneceu do meu lado e me incentivou á porta abrir, e de uma vez só resolvi fazer isso. A casa por dentro era simplesmente incrível, havia dois grandes sofás de couro e um tapete felpudo que dava um toque a mais naquele ambiente, e o cheiro daquele lugar era simplesmente muito diferente, os móveis estavam simplesmente impecáveis, e eu estava com um pouco de receio em até pisar no chão... A minha frente passou o senhor, que tinha retirado os sapatos e em um lugar especial colocou, eu tentei fazer o mesmo e minhas sandálias coloquei em um dos cantinhos vagos, espero que não tenha problema em colocar bem nesse lugar.

Deixei minha mala na entrada e apenas comigo levei a mochila, talvez eu volte para buscá-la depois, tentei seguir o senhor que já tinha andado na frente, mas acabei me perdendo naquele gigantesca casa... Ou eu deveria dizer mansão... Eu me sinto uma formiga, e mais quando eu sou pequena desse jeito. Observando bem a casa, eles tem um bom gosto para decoração, e alguns vasos da casa devem custar muito mais que um apartamento...

De repente eu escuto vozes altas vindo de um cômodo mais á frente, senti curiosidade em saber de quem eram essas vozes, e para matar minha curiosidade, eu apenas deveria dar uma olhada, por isso resolvi ir até aquele lugar. Chegando bem na porta, me deparo com duas pessoas distraídas, elas conversavam como se o mundo só durasse hoje, senti um pouco de vergonha em ir até elas, mas eu acho que eu não deveria sentir isso daqui para frente.

 — Olá?.. — Dei alguns passos, entrando para dentro do cômodo.

As duas pessoas olharam para mim e permaneceram em silêncio. A primeira pessoa estava em cima do balcão sentada, e ela tinha um longo cabelo loiro e olhos que pareciam duas grandes piscinas, ao lado dela, tinha uma garota que fazia uma careta bem diferenciada para mim, os cabelos presos em dos coques, e os mesmos em um tom cativante de marrom.

 — Você a conhece Ino?. — Perguntou a morena que tentava falar baixo, mas mesmo assim eu conseguia ouvir claramente..

 — Eu não. — Disse a tal de Ino descendo do balcão, logo ela olhou para mim com um pouco de seriedade. — Tá legal, quem é você?, não é nenhuma invasora tentando roubar a casa, não é? — Ela se pós a minha frente e cruzou os braços.

 — O quê?!, não... Eu estou aqui á trabalho. — Falei me afastando um pouco da loira que me deixava desconfortável.

 — Trabalho?, é encanadora? — Perguntou a tal de Ino, que se virou bruscamente para a morena. — Era para vir um encanador homem ou mulher?.

 — Que mané encanador!, pergunta direito!. — Disse a morena vindo em nossa direção.

 — Certo!, você é trans!? — Perguntou a loira.

 — Não... — Falei me afastando mais uma vez, eu estou seriamente me arrependendo de ter entrado nesse lugar.

 — Atriz?, daquelas que ficam nuas? — Perguntou a morena, me senti invadida com essa pergunta, eu estava prestes a sair correndo, estava sempre dando um passo para trás. Eu então neguei com a cabeça várias vezes. — Quem é você então?.

Quando eu estava próxima da saída, senti duas mãos em meus ombros, e algo grande atrás de mim.

 — Empregada. — Escutei uma voz perto de mim, e ao me virar eu acabei dando de cara com um homem alto e moreno, ele tinha olheiras fundas e um cabelo comprido, seus olhos eram pretos como a noite.

 — Senhor Itachi?!. — As duas falaram ao mesmo tempo, e logo as duas se afastaram e a postura mudaram, foi algo muito rápido.

 — Queria ter dito algo, mas eu não tive como falar logo,mas, está será a nova colega de vocês, Sakura certo? — Ele perguntou olhando gentilmente para mim, é um homem muito bonito e cheira muito bem.

 — Sim!, muito prazer! — Me virei para olhá-lo de frente, e minha nossa... Ele é tipo muito alto. — Espero não errar em nada!.  — Me mostrei uma pessoa determinada, que é algo que eu sinceramente sou.

 — Espero ver seu desempenho logo, seja bem vinda á casa dos Uchihas, mas antes eu gostaria que você me acompanhasse, devemos acertar algumas coisas. — O moreno se virou e fez um sinal para que eu o segui-se, e sem ao menos pensar comecei a segui-lo.

Acompanhei o senhor Itachi até onde identifiquei ser um escritório, durante a curta caminhada até lá, eu observei bastante a casa, e o que mais me chamou a atenção, foram os grandes quadros que estavam expostos, neles tinham pessoas que apresentavam as mesmas características, olhos negros e uma cara séria...

Subimos uma grande escada de madeira, e em frente á uma porta ficamos, ele entrou primeiro e gentilmente esperou eu entrar, e com um pouco de dúvida acabei entrando e me acomodando na cadeira que ficava á frente á sua. Ele logo se sentou na cadeira de couro e soltou um longo suspiro.

 — Está quase tudo resolvido, mas para validar o contrato, você terá que assinar bem aqui, e á todos os anos que se passarem você deverá por sua escolha, assinar se gostaria de continuar conosco. — Ele disse me estendendo uma folha com algumas coisas que eu já tinha lido e re-lido, e bem abaixo tinha uma linha onde eu deveria assinar. — Se quiser, eu posso te dar um tempo para ler os termos ou.. — Ele terminaria de falar mas.

 — Está feito. — Falei entregando o contrato, já assinado por mim.

 — Ah, claro, sim.. Entendo. — Ele recolheu a folha e a guardou em uma pasta, e logo em seguida a deixou em cima de sua mesa. — Está oficialmente contratada Haruno, espero que se acostume conosco e que consiga seguir nossas regras. — Ele disse se levantando da cadeira.

 — Será um prazer!. — Não contive meu sorriso de felicidade, há alguns dias eu estava completamente afundando, e agora eu estava prestes a ter um recomeço, isso é algo maravilhoso de se acontecer, e mais com uma pessoa azarada como eu, isto até parece ser surreal...

Agora oficialmente eu estava contratada, agora oficialmente eu teria uma segunda chance!, me levantei da cadeira e caminhei até a porta, logo saindo para fora, onde finalmente consegui respirar calmamente. Naquele mesmo andar, havia muitas portas, eu me perguntava se meu quarto seria uma delas, mas eu acho que vou evitar fazer alguma merda, hoje é só o meu primeiro dia...

Resolvi voltar na cozinha, talvez as meninas pudessem me ajudar, á pelo menos conhecer mais a casa, ou para eu não cometer nenhum erro daqui para frente. Desci as escadas e refiz o caminho, e ao chegar na cozinha vejo as duas na mesma situação que eu as encontrei primeiramente. Eu poderia dar um " Oi ", ou simplesmente chegar falando " Eae...".

 — Oi, eae. — Falei dando um pequeno aceno para as meninas, que mais uma vez me olharam, mas agora de uma forma diferente, a loira mostrou um sorriso travesso, e a morena me cumprimentou usando uma das mãos.

 — Sara... Sandra... Como é seu nome mesmo?. Ah!, já sei, é Samanta!. — Disse a loira apontando para mim, o seu sorriso se mantinha aberto em seu rosto.

 — Sakura. — Tentei esconder o meu incômodo.

 — Ah!, é Sakura, eu sabia... — Ela desceu e veio até mim. — Prazer Ino, e aquela é a Tenten, espero não ter te dado uma má impressão — Ela pegou na minha mão e a chacoalhou. 

 — Ah, está tudo bem, você parece ser uma pessoa muito amigável.

 — Eu sei que sou, mas emfim, você deve querer conhecer nossa " Humilde " residência, me siga por favor. — Ino segurou minha mão mais forte e me arrastou para fora daquela cozinha.

 — Esperem por mim!, bando de... — Tenten veio correndo atrás de nós..

 — Nossa primeira parada, será ao seu, ou.. Nosso quarto. — Ino falou pegando juntamente na mão de Tenten. — Finalmente aquela terceira cama terá outra função. — Ela disse por fim.

 

 


Notas Finais


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