História Take Me To Church - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Anti-homofobia, Crítica, Fanfic Pesada, Homofobia, Kyravee, Minjoon, Namjoon!centric, Nammin, Violencia, Yoonseok
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Palavras 2.700
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


hey, capítulo novinho em folha para vocês, espero que gostem.

*não criem expectativas*


aonde o vento é brisa
onde não haja quem possa
a nossa felicidade, vamos brindar à vida meu bem
aonde o vento é brisa e o céu claro de estrelas
o que a gente precisa é tomar um banho de chuva
lalalalalalala

Capítulo 14 - Só então me torno puro.


Only then I am clean

 

O amor é paciente, o amor é bondoso.

 

As unhas afiadas cravadas em minha nuca prontas para rasgarem a minha pele; empurrando-me pela sétima vez para a água sanitária que fazia com que meus olhos ardessem. Sem ar, sem direito a respirar enquanto a “palavra do Senhor” era berrada, um louvor para que o demônio preso em nossos corpos saísse.

 

Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.

 

Minha testa se batia contra a privada diversas vezes, o rosto afundado em sua água, os braços envolvidos por uma camisa-de-força para que eu não pudesse me defender; para que nenhum de nós homossexuais, bissexuais, pansexuais, transexuais, travestis ou trangêneros pudesse se defender de tamanha agressão. O machismo, a homofobia, o ódio em seu mais belo e nítido esplendor, como se não machucasse; como se fosse o certo.

 

Não maltrata, não procura seus interesses.

 

Assim que nossa cabeça voltava a superfície nossos ouvidos tinham o azar de escutar gritos de dor entre versículos – inventados, muito provavelmente. Mulheres sendo estupradas para aprenderem seu papel básico e humilhante imposto por “Deus”. O salto alto acompanhado de trajes extremamente femininos e compostos de uma maquiagem exagerada, lésbicas deviam reforçar sua feminilidade.

 

Não se ira facilmente, não guarda rancor.

 

Jogado em um canto até que a ordem fosse me dada para me retirar e voltar ao trabalho exaustivo: horas embaixo do calor escaldante do sol, lindando com verduras e frutas, com a construção de alas para a clínica – exploração. Homens tendo de provar que são verdadeiramente homens. Não sou considerado um homem real aqui. Um pênis entre suas pernas não faz a menor diferença se usá-lo em outro homem. 

 

O amor não se alegra com a injustiça.

 

Tremo ao ouvir o som do chicote, eu apanhava. Apanhava porque para eles minha barba rala não era a figura de um homem viril, apanhava porque para eles meu corpo magro não representava a força masculina, apanhava porque quando me colocavam de frente com uma mulher para abusa-la eu não conseguia, eu era um homem humilhado sexualmente. Possuía todas as marcas que esse local podia me oferecer, um pastor as chamava de “cicatrizes de Cristo”. Cristo deve estar decepcionado com alguns fiéis!

 

Mas se alegra com a verdade.

 

Ao levantar minha cabeça com o olhar de temor, pude contemplar que desta vez não seria eu quem sofreria a agressão. Não senti alívio, não existia alivio naquele lugar. Só existia dor e palavras esbravejadas. A menina andava com as pernas bambas em direção de uma das cabines, sendo ajoelhada a força em frente de uma privada, a privada que eu estava anteriormente. A mulher tinha suas partes intimas sangrentas, havia acabado de ser estuprada. O cabelo em corte masculino apenas aumentava a ira dos comandantes da clínica, os que se auto denominavam “médicos”.

 

Tudo sofre...

 

A moça havia chegado aqui há pouco tempo, por isso seu cabelo se mantinha em um corte curto. Marcas roxas em seus braços deixavam claro todo o acontecimento anterior. E como o destino de todos ali presentes, sua cabeça fora afundada diversas vezes na água sanitária, uma mulher segurava em sua nuca sem medo algum de machuca-la e um homem lhe fincava um cabo de TV que eles preferiam chamar de chicote.

 

Tudo crê...

 

Suspirei assim que chamaram meu nome com um tom autoritário, estava na hora da terapia. Segui a mulher de cintura delineada até minha sala, passando por diversos homens e mulheres aprisionados beirando a loucura que aquele lugar causava. Como seríamos curados se a cura não existe? Essa era a pergunta de muitos, mas a única questão levantada pelos “médicos” era: como consegue escolher essa vida promiscua sabendo que Deus lhe olha com nojo?

 

Tudo espera...

 

Removeram de meu corpo a camisa-de-força, colocando-me sentado em frente a um terapeuta que eu conhecia bem. Desta vez todo o cenário parecia ser diferente, o homem tinha paz em seu olhar, dois homens atrás de mim seguravam duas bíblias e uma mulher ao seu lado possuía o rosário em mãos. O homem sorriu, apoiou-se sobre a mesa e apanhou a caneta de tinta preta para escrever em um papel.

 

Tudo suporta.

 

–Bom dia, Kim. O mesmo exercício que fizemos semana passada será realizado hoje novamente. Precisamos obter um real resultado. Alguns dos pastores que trabalham aqui começaram a desconfiar que você possa estar dominado por um suposto demônio. É eficiente no trabalho, porém não consegue ao menos se excitar com um belo corpo feminino. Não dorme durante a noite, e pelo monitoramento de seus aposentos o senhor ao menos fecha os olhos, fica somente olhando para o teto sem se mexer. – O “doutor” escrevia rapidamente em uma folha tudo o que dizia. – Está pronto? – Assenti. – Com quantas pessoas você já se relacionou?

–Cinco. – Na outra consulta eu já tinha respondido a mesma pergunta.

–Quantas dessas pessoas eram do sexo oposto?

–Nenhuma. – Falei sem expressão.

–Diga seus nomes em tom alto e claro.

–Taehyung, Matheus, Rodrigo, Maître, Jungkook. – Era a primeira vez que eu dizia seus nomes. Da outra vez me neguei a dizer, fiquei quieto olhando para o moreno e tentando adivinhar o que o fez parar aqui.

–Cinco dias de açoitamento. Essa será sua punição por não ter vergonha de pronunciar cinco nomes masculinos. – Anotou. Da outra vez eu não tinha sido punido, tive a “decência de me envergonhar”. – A leitura diária da bíblia iniciará em instantes, deixe-nos a sós por um momento. – Ordenou às pessoas presentes na sala, que saíram de imediato. – Fale. Diga algo que me faça ver que não tem um demônio o dominando.

–...Há quanto tempo estou preso aqui?

–Primeiro erro: você não está preso, está no processo de cura. – Abaixei a cabeça. – Durante a noite por que não consegue dormir?

–Os remédios tem um efeito estranho em meu corpo. – A voz fraca. – Me sinto cansado mas não consigo me sentir seguro para dormir. – O maior sorriu, novamente fazendo suas anotações.

–Eu tenho uma notícia que talvez te deixe mais confortável para conseguir dormir. E, aliás, você está seguro aqui. – O homem mexeu em algumas pastas, enquanto a minha mente perambulava em lembranças, lembranças traumáticas do que vivenciei nesse lugar. – Sua mãe mandou uma carta. – Tive o sentimento confuso de sentir meu coração se aquecer. – Nós a revisamos devidamente e você poderá lê-la e guardá-la consigo, a mesma não viola nenhuma de nossas normas de “segurança”. – Arrastou o envelope rasgado até mim, o peguei. – Alguma pergunta?

–...Por favor, há quanto tempo estou aqui? – Lembro que o homem bufou com a minha pergunta.

–Pouco comparado aos outros. Nós vamos curar você, Kim Namjoon! Não deixe de acreditar!

 

 

 

Dias desperdiçados em total sofrimento. Um sofrimento desnecessário.

Aquelas pessoas, monstros, creem plenamente em seus ideais, algo desesperador. É tanta certeza de que estamos errados, perdidos em nossos desejos e fadados a viver em um eterno pecado contra as regras “religiosas” que nos regem.

Meu coração está adoecido. Minha mente inteiramente derrotada. Estou exausto e, desta vez, não há muito que eu possa fazer para conseguir consumir com esses sentimento.

Vazio.

Despedaço.

Sem memórias claras de quando foram meus últimos segundos de felicidade.

Gostaria de pelo menos uma última vez sentir um sentimento além da angústia, para as pessoas daqui a angústia se associava ao prazer. O prazer se ligava a satisfação em nos ver sofrendo e pagando pelos nossos atos.

 

 

–“Mas no princípio da criação Deus ‘os fez homem e mulher’. ‘Por esta razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne’. Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém o separe.” – Li acompanhado de um pastor, que sorria em pleno orgulho de minha leitura. – Marcos 10:6-9.

–Você conseguiu entender, Namjoon? A bíblia não contém apenas versículos que lhe ditam regras, a bíblia é um livro inspirador sobre valores importantes, sobre o ideal de família e amor que deveríamos seguir. – Respirei profundamente. – Leia mais um pouco. – Sorriu gentilmente, folheando o livro sagrado com total alegria. Às vezes eu acho que ele não sabe o que se passa com todos nós. Não sabe o quão atordoante é estar aqui. E talvez realmente não saiba, ele só fica na capela da clínica, estrategicamente distante das “celas”, nunca o vi sair de lá para nada e ele nunca participou das punições. – Este aqui, Provérbios, 23:15.

–“Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á o meu coração, sim, o meu próprio.”

–Compreendeu? – Indagou fechando a bíblia e a colocando sobre sua mesa.

–Sim, mas acho que é mentira. – Sussurrei. – Mesmo que meu coração for sábio, minha família não se orgulhará dele. – O homem franziu o cenho. – Talvez meu coração seja considerado estúpido, e algumas pessoas não aceitam que existem diferentes formas de inteligência.

–Você é muito inteligente, possuí as próprias opiniões. É admirável visto que está em um retiro religioso.

–O senhor acha que estou em um... retiro? – Perguntei hesitante. O homem assentiu. – O senhor sabe o quanto sofremos aqui?

–Estar em paz é sofrer para você? – Arqueei as sobrancelhas. – Talvez precise de ar puro, pode estar sentindo-se sufocado. – Abracei minhas pernas. – O verei amanhã de novo?

–Me verá por bastante tempo. – Nunca conseguirei me curar.

–Então, até amanhã. Respire um pouco, jovem rapaz...

 

 

Caminhei entre a horta que cultivávamos, o campo extenso era a única beleza desse lugar. Apanhei de meu bolso a carta de minha mãe, era a primeira vez que eu conseguia me comunicar com a mulher. Pensando melhor, era a primeira vez que eu me comunicava com alguém do lado “externo”.

Suspirei, abri a carta e de imediato notei que o canto inferior da carta no lado direito estava rasgado. Ali continha a data, minha mãe sempre a escrevia naquele local.

Minhas mãos tremeram; a vista nublou-se com minhas lágrimas. Eu já estava habituado ao local, já estava acostumado com os castigos, com as orações extensivas, com o trabalho explorador, com as palavras gritadas, com a respiração impedida por ser afogado em água sanitária quase todas as manhãs, eu estava devidamente adaptado as inúmeras humilhações, e por este quesito, eu não chorava mais porque minhas lágrimas haviam cansado de existir. Mas naquele momento, ao ver a letra de minha mãe, meu peito apertou e tudo o que consegui foi derramar as devidas lágrimas que umedeceram o papel rosa-bebê, a cor que minha mãe tanto amava.

Fazia algum tempo que eu não chorava por Jimin, por Jeon, pelos meus amigos de Porto Alegre. Eu tinha esquecido o sentimento de saudade há um tempo considerável. Só que... é a minha mãe. É a única pessoa que apesar de tudo eu sempre vou amar. Tenho consciência de que muitos aqui dentro não pensam dessa forma e ao menos sentem isso pela mãe, porque eu sei que para alguns o que ocasionou estar preso neste local foi a própria mãe.

 

Tentei ler as palavras de minha mãe sem ter o choro como companhia, mas ele era meu único consolo.

 

 

Nammie, aqui é a sua omma!

 

Serei breve, ok? Sei que não há muito tempo para ler essas palavras, mas tente as compreender.

Se tiver algum erro de português me perdoe, você sabe que essa não é a minha primeira língua e eu lido muito mais com o inglês escrito do que com o português.

Enfim, estou com saudades. Meu coração parece adoecido com a sua perda. Sei que não o perdi, mas me sinto desta maneira, como se você não pertencesse mais aos meus braços!

Uma mãe nunca deixa de ser mãe, mesmo se o filho partir; mas você não partiu, somente está longe de todo o meu carinho. O carinho que eu não lhe dei devidamente. Eu peço perdão por todos os meus erros, eu o amo imensamente!

Nada justifica meus atos, nada justifica os atos de seu pai. Não tenho certeza se ainda quer chamar aquele homem de pai, mas de qualquer maneira, tente nos perdoar. O rancor só fará mal unicamente a você, não afetará seu pai.

Saiba que você é meu anjo. Em todo lugar que eu olho, estou cercada pelo seu abraço; pelo seu carinho. Lembro-me de sua infância e fico obcecada com o desejo de voltar atrás, de mudar as coisas...

Você sabe que é a minha graça salvadora? Você é tudo que eu preciso, e mais. Você é meu filho, representa tudo que eu sou com beleza, com pureza. Isso está escrito em todo seu rosto. Querido, eu posso sentir sua aura! Rezo para que ela não desapareça, oro para que o sorriso volte a brilhar em seus lábios e eu possa finalmente contempla-lo.

Nammie, eu te amo e amor de mãe é o amor mais puro e sincero, portanto acredite em mim quando digo que lhe amo e que te aceito de todos os modos. Eu tenho orgulho de você ser o meu filho!

 

Com todo o amor do universo, a omma do menino mais precioso do mundo!”

 

 

Respirei com extrema dificuldade, cuidando a carta ao coloca-la no bolso do abrigo. Permaneci a atravessar o campo, adentrei a ala de alimentação. Mulheres sendo obrigadas a aprenderem a cozinhar e a servirem os homens. Sequei minhas lágrimas, pedindo a uma das garotas um copo d’água.

A garota, mais baixa e nitidamente mais nova que eu, sorriu pequeno e enfraquecida. O olho esquerdo estava roxo e inchado, os pulsos rasgados pelo açoite, igualmente aos meus, o cabelo quase a bater na cintura, os lábios cortados e as olheiras. A mesma me entregou a água, fitei seus olhos verdes por alguns segundos.

–Você é o garoto que me negou aquela vez, certo? – Murmurou, fingindo secar a louça próxima a mim. Apenas assenti. – Obrigada. Mas se quer um conselho, pare. Senão ficará aqui pelo resto de sua vida. – Se distanciou, mordi meu lábio inferior e bebi a água, voltando ao meu posto: limpar os corredores dos quartos.

 

 

Um arrepio percorreu meu corpo assim que cheguei ao corredor de meus aposentos, gotas de sangue manchavam o chão acinzentado mal iluminado da clínica. Ouvia os gritos másculos vindo de um dos quartos, o que era preocupante é que no meu corredor, Jung Hoseok se situava. E a direção dos gritos davam diretamente para o seu quarto.

Não tive tempo o suficiente para me preocupar e sentir meu coração acelerado pelo nervosismo, minha mente foi ocupada pelo sentimento de sufoco. Um dos cabos fora colocado envolta de meu pescoço, me enforcando e me arrastando para o meu quarto com rapidez.

Um murmúrio em meu ouvido enquanto o homem apertava o nó feito em meu pescoço.

–A polícia descobriu esse lugar. Estão fazendo uma inspeção no local, se você gritar eu vou meter um taco de beisebol em você, seu viado de merda. – Ele me soltou sobre a cama, eu não sentia as minhas pernas.

 

 

Permanecia sem ar. A visão se perdendo aos poucos. Eu ouvia os gritos dos pacientes em meio a merda ocorrendo lá fora, correria, bagunça, desordem, berros agoniantes que aos poucos ficavam mais baixos por eu estar perdendo a lucidez, perdendo a vida.

 

A homossexualidade foi desconsiderada pela OMS uma doença mental no dia 17 de maio de 1990. Entretanto, no Brasil, a homossexualidade deixou de ser considerada doença em 1985. Portanto clínicas de cura gay no Brasil são ilegais. Permitir que psicólogos promovam a cura gay pode trazer consequências muito mais sérias do que a maioria da população pensa.

Consequências como o estupro de menor, overdose, morte, suicídio, abuso moral, opressão, machismo, homofobia como uma ação normal – ou sentimento, como algumas pessoas apelidam – e inúmeros outros problemas, uma cadeia trágica.

Eu aprendi isso na prática, foram dois anos e três meses em uma clínica que promovia a cura gay escondida no estado do Amazonas. A nota da polícia sobre a clínica explicava que o local fora fundado por cidadãos do Equador com apoio de brasileiros e venezuelanos extremistas que viviam no local.

Não me lembro como me destrancaram do quarto, como fora toda a ação da polícia. Só lembro que meu coração não aguentou o momento, ele já vinha dando pontadas há alguns dias devido à violência.

 

 

Acordei sob uma maca, enfermeiros desesperados, e um desfibrilador cardíaco em meu peito.

 

Only then I am clean


Notas Finais


*espero que não tenham criado expectativas muito altas porque eu não sei se essa porra ta boa*

>>> novamente a carta fora inspirada em uma música, halo - beyonce

hey girls and boys and... whatever, postei hoje mesmo planejando postar ontem. novamente a moça aqui estava embriagada e triste em postar capítulo novo. os últimos dias tem sido amplamente difíceis no quesito do meu psicológico e do meu emocional, mas eu estou tentando em manter forte ♡ não que isso importe KKK eu só quis avisar caso aconteça algo.

quero avisar que a história está perto do seu fim e no mesmo dia que eu postar o final eu posto o primeiro capítulo da namkook ♡ obs: a yoonseok tá em hiatus pq a criatividade me mostrou o dedinho do meio e me mandou pra puta que pariu

sobre as clínicas de cura gay: há um site que fala sobre isso, e uma fotógrafa que fez todo o relato de como é lá dentro. as clínicas geralmente se situam em países de baixo orçamento onde a religião tem predominância, por isso no Equador é tão comum haver esses clinicas por ai. sobre o padre que não sabe o que está acontecendo: eu li um relato, há muuuito tempo atrás, que realmente, tinha um padre trabalhando na clinica que não tinha ideia dos abusos e da exploração, ele realmente achava que só estava ajudando pessoas a terem fé.


twitter: https://twitter.com/ihateyoufdp
instagram: https://www.instagram.com/vee_kv/?hl=pt-br
nyah: https://fanfiction.com.br/u/656609/
wattpad: https://www.wattpad.com/user/KyraVee


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