História Take My Breath Away - Capítulo 1


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Categorias Jonas Hofmann, Loris Karius, Olivier Giroud
Personagens Loris Karius, Olivier Giroud
Tags Hot, Jogador De Futebol, Romance Gay
Visualizações 81
Palavras 1.285
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Avisos importantes:
Terão três capítulos
É Hot Gay
Comentem para que eu continue postando.

Dedico a minha Marida s2
Boa leitura!!

Capítulo 1 - Não me desafie


Fanfic / Fanfiction Take My Breath Away - Capítulo 1 - Não me desafie

 

‘’O seu amigo é gato’’ digo mordendo o lábio. Estamos em um passeio com o pessoal do colégio.

‘’Qual deles?’’

Olho para o moreno abaixado tentando manter a fogueira acesa. Um acampamento com a turma campeã no torneio de vôlei.

Jonas percebe a direção do meu olhar e me fita enviesado fazendo uma expressão incrédula. Não o julgo, também ficaria passado se um amigo meu dissesse estar caidinho pelo novo professor de educação física.

‘’Ana Laura ta vindo ai, e ele não é meu amigo’’ Jonas toca meu braço e se afasta. Ana, minha namoradinha, ela é popular e líder de torcida. Estamos juntos desde o verão passado, ela tem um humor legal, gosto do jeito que sorri e vê as coisas ao redor.

Ela senta-se entre minhas pernas e me beija, olho em direção ao professor, ele já esta de pé analisando ao redor e se depara com meu olhar em sua direção. Não faço questão de desviar, ele é muito gostoso e eu to ficando excitado.

Nunca peguei homens, mas Jonas meu melhor amigo desde os dez anos, sabe muito bem que as vezes surto quando vejo um corpo masculino, ninguém mais sabe, nem mesmo Ana, ela me odiaria.

‘’Preciso usar o banheiro’’

‘’Vai ter que usar o matinho meu amor’’

Sorrio e me levanto.

‘’É o jeito ne’’ digo me afastando para o mato entre as arvores. Já esta noite e faz uns quinze graus. Não consigo urinar, estou excitado, merda. Dou mais alguns passos me distanciando e abro a calça pegando meu pau na mão fazendo movimentos apressados de vai e vem, fecho meus olhos e me vem à mente a imagem daquele homem alto, delicioso e eu não demoro a gozar. Eu poderia usar minha namorada, mas além de estar em grupo, não me parece justo fazer isso.

Quando volto Ana já esta na cabana deitada com o fone nos olvidos, não me nota, então prefiro ficar um tempo sentado sozinho enquanto todos já estão dentro de suas cabanas.

O professor não aparece como eu desejei profundamente, mas é loucura até porque não tínhamos nem se quer trocado mais de duas palavras, mas eu já me sentia completamente louco por aquele homem com sotaque francês.

Abraço Ana e pego no sono. No outro dia saímos para caminhar e ir ate a famosa cachoeira. Jonas caminha ao meu lado e Ana reclama por estar cansada de andar embaixo do sol.

‘’Vamos fazer uma pausa’’ diz o professor pegando uma garrafa de agua presa em sua mochila levando-a a boca e lavando o rosto de forma sensual. Ele tem que parar de agir assim ou vou ficar todo tempo de pau duro.

‘’Uau’’

Jonas percebe meu estado e ri balançando a cabeça.

‘’Cara você ta louco, com uma gata dessas a sua disposição, você ai olhando pra um marmanjo barbado desses.’’

‘’Se ta afim dela fala logo cara’’

Jonas ergue os braços.

‘’Não disse isso.’’

Afasto-me voltando para a trilha, caminho sozinho por um tempo, mas Ana me alcança.

‘’Estou muito cansada, vou voltar’’

Um grupo diz que vai voltar, o professor não se opõem.

‘’Quem quiser volte agora, porque daqui pra frente à caminhada vai ser mais puxada’’

Metade do grupo volta, ficamos em seis. Jonas volta, e eu fico sozinho, não sou muito próximo à galera me acham esquisito demais por ter muitas tatuagens e agir como um folgado na maior parte do tempo.

Nem ligo.

Mais um longo caminho pela frente e finalmente chegamos à cachoeira. É linda e me faz pensar que toda brisa que vem da água escorrendo em grande quantidade refrescando meu corpo realmente valeu a pena.

‘’Quer entrar?’’

O professor pergunta diretamente a mim, enquanto os outros e uma garota lavam os rostos no rio.

‘’Não acho uma boa ideia...’’

‘’Tem medo?’’

O moreno de olhos azuis sorri irônico.

Tiro minha blusa. Vou mostrar pra esse homem que não tenho medo de nada.

‘’Não seja tolo Loris, se pular aqui você morre.’’

‘’Não vou morrer’’ tiro os sapatos e o resto de roupa ficando apenas de cueca.

Incrédulos todos me olham e eu salto. Caio fundo na agua e sinto minhas costas doerem pelo impacto bruto, a correnteza me arrasta, estou no controle, agarro uma pedra e fico ali sentindo a deliciosa agua escorrer forte por meu corpo, meu coração esta a mil, mas sorrio.

‘’Você é maluco!’’ um dos meninos gritam lá de cima me fazendo rir.

‘’Vamos dar a volta e te encontramos, solte-se da pedra, mas nade para a esquerda entendeu?’’

Não respondo ao professor, mas faço o que ele pediu. Seria a única forma de ir contra a correnteza.

 

Sinto meus pés firmes na terra e caminho para trás da cachoeira e não demora em eu ouvir gritos do professor procurando por mim. Se eu morrer ou se algo me acontecer ele é o único responsável, me divirto um pouco com isso, mas decido dar as caras. Giroud parece aliviado, mas ao mesmo tempo irritado. Vê-lo irritado pode ser maravilhoso...

‘’Me avisaram que você era problema loirinho, mas não pensei que tanto. Por que fez isso?’’

‘’Você me desafiou’’

Giroud sorri e coça a barba, o sol brilha entre a queda d’agua a nossa frente e eu só consigo pensar no quanto estou nervoso por estar perto desse homem.

‘’Precisamos voltar’’ ele diz serio tomando a postura de responsável.

‘’Que pena... pensei que podíamos ficar um pouco a sós’’

Seus olhos azuis me fitam e ele ergue uma sobrancelha.

‘’Do que você esta falando?’’

Olho para seu peito e molho o lábio, a agua ainda escorrendo de uma parte menos forte da cachoeira. Seu peito molhado e desnudo, usando apenas uma bermuda molhada e uma ereção ali que eu adoraria provar.

Seus olhos me fitam novamente agora vidrado e provocado com certeza. Desde que chegou eu observo o jeito que me olha quando ninguém esta reparando.

‘’Não, isso não pode acontecer’’ ele diz e volta para a beirada do rio se afastando de mim.

Respiro fundo e o sigo sem dizer nada encontramos o grupo e voltamos pela trilha antes do sol se por. Ao chegar comemos em volta da fogueira. Giroud esta sentado do outro lado, mas sempre olha para mim, correspondo. Ana passa seu braço sobre o meu e encosta a cabeça em meu ombro.

‘’Como foi lá? É legal?’’

‘’Eu pulei lá de cima.’’

Ana ergue a cabeça.

‘’Você o que?’’

‘’Não quebrei nenhum osso’’

‘’Mas poderia ter se machucado, e ate morrido. Quando vai parar de agir como um idiota irresponsável!’’

Sem entender por que ela ficou tão brava a deixo se afastar indo para a barraca.

Não faço questão de ir atrás, cruzo meus braços tentando me aquecer, apesar de dia fazer sol, a noite é quase congelante.

Jonas não está muito próximo e nem falando comigo, se juntou a uma garota loira e parece estar cantando-a. fico feliz por ele, espero que consiga uma foda.

Pego uma cerveja no isopor e fico olhando para o nada quando sinto alguém pisando no gramado e se aproximando.

‘’Você é foda’’

Olho tentando não demonstrar surpresa ao ouvir aquela voz dizendo que sou foda. Mordo o lábio tentando conter o desejo em meu corpo.  Mas o moreno proibido se aproxima e para atrás de mim respirando contra minha nuca.

‘’E eu admiro meninos foda’’

‘’Não sou um menino, tenho dezessete anos’’

‘’E eu tenho trinta’’

‘’E dai’’ dou de ombros.

‘’Quer mesmo isso?’’

‘’Você não?’’

Sinto-o passar uma das mãos para frente do meu corpo segurando meu peito por baixo da camiseta e deslizando-a ate meu membro sobre a bermuda. Solto um gemido vergonhoso quando sua mão pressiona ali.

‘’Não aguentaria’’

‘’Vai me desafiar de novo?’’

Sinto-o sorrir.

 

 

 

 

 

 

 

 



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