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História Take My Sins - TKM - Capítulo 2


Escrita por: Uhum_okay

Capítulo 2 - De uma noite pra outra...


Park Jimim//Presente

Definitivamente o maior erro da minha vida foi virar para trás, uma silhueta enorme e peluda começou a se erguer das sombras rosnando, revelando seus olhos vermelhos. Minhas pernas balbuciaram e quase caí de novo enquanto dava passos pequenos para trás.

Estava assustado de mais para se quer correr, tenho certeza que minhas pernas não iriam aceitar correr comigo. O animal se pôs na luz colocando sua pata sobre a roda de iluminada que o poste da rua fazia no asfalto, fui ouvindo cada vez mais rosnados e cheiros repugnantes se aproximando, o que eu posso fazer? Vou deixar acontecer de novo, que nem da última vez??. Por mais que eu acredite que um lobo me rasgando no meio possa ser tão ruim quanto ser abusa---...dei mais um passo pra trás e o lobo revelou a face horrenda que lhe tinha, abriu sua boca que tinha tantos dentes, que acabei imaginando meus ossos quebrando só de olhar.

Engoli em seco e fechei meus olhos brevemente, tentei acalmar minha respiração e minha mente para que eu pudesse pensar no que fazer.

olho em volta rapidamente e como se fossem flashes passando na frente dos meus olhos, mostrando o futuro em questão de segundos, mas que para mim foi em minutos. Eu terei um final terrível se eu ficar onde estou, com o lobo cortando-me no meio fazendo tudo que tenho chamado de órgãos escorrendo para fora do meu corpo morto e sem vida. Agora se eu correr, pelo menos não terei esse final cruel, mais para a frente eu não consegui ver nada, os flashes pararam e eu olhei para o lobo que dava três de mim, um em cima do outro e bem mais forte...e com muito mais pelos, muito mais.

Obviamente não parei para pensar se aqueles flashes eram reais ou manipulação dos próprios demônios. Dei passos rápidos para trás olhando para o lobo que com seu focinho grande franzido, podendo me dar toda a visão de suas presas enormes e amareladas, pingando a gosma/baba do interior de sua boca. Logo virei meu corpo por inteiro e comecei a correr puxando minha mochila pra frente do meu corpo a abraçando, isso me daria alguma ajuda ao correr, pulei os buracos do meio da rua, molhei todo meu tênis nas poças de agua no meio do caminho e cada vez que olhava pra trás via mais olhos vermelhos e corpos correndo em quatro patas, me deixava apavorado em pensar que se eu errar meus passos e acabar caindo, vou morrer da forma mais cruel e dolorosa, ser mastigado vivo não é bem a forma favorita que alguém se imagina morrendo, certo?.

Meus pulmões estavam faltando o ar e estavam começando a doer com a frequência extrema da minha respiração, eu precisava parar, mas não conseguia despistar aqueles monstros de jeito algum, minhas pernas estavam perdendo velocidade que eu nem sabia que tinha tanta assim. Passei meus olhos pelo território a minha volta, tinham apenas prédios velhos em ruinas, pelo visto não corri tão longe quanto pensei. De tanto prestar atenção no mundo a minha volta tentando achar um jeito de escapar, enfiei meu pé em algum buraco do asfalto, a ponta do meu tênis prendeu na saída e assim eu também fiquei, caindo com tudo no chão, mas com a queda sendo amortecida com a mochila, resmunguei "aish, droga! " No chão tentando me recompor, mas lobos começaram a surgir formando uma roda e eu me puxei com os braços engolindo em seco olhando em volta. Realmente não tenho nenhuma chance de escapar, eles me rodearam.

--"você corre mais rápido do que eu pensava que correria...uh quase me venceu"—diz uma voz masculina enquanto os lobos se abriam para o ser passar, um homem comum? a claro que não...um hibrido, de cabelos claros, olhos amarelados e um semblante nada amigável. Abaixei minha cabeça o olhando debaixo enquanto tentava colocar minha respiração no lugar. —"Não fala? É mudo? "—indaga ele se agachando a minha frente inclinando sua cabeça para o lado olhando meu corpo, mas por pouco tempo, até subir a minha face.

--"porque quer saber? Você guarda as últimas palavras das tuas vítimas? "—digo em tom cínico, erguendo meu rosto um pouco mais podendo ver melhor o rosto do homem a minha frente, ele não tinha o cheiro tão forte quanto dos outros, mas ainda assim era possível sentir a quantidade de poder que habitava ele.

Vi o riso incrédulo e baixo do homem a minha frente. —"Talvez, quer descobrir? "—diz ele deixando seu sorriso nos lábios, não demorou para que se erguesse, ele inclinou minimamente sua cabeça para trás eu acho que para falar com algum dos lobos ali, fiquei parado no mesmo lugar, olhando para aqueles cachorros a minha volta, tentando achar alguma brecha, mas nada. O homem virou seu rosto para a frente de novo e eu o fitava com os olhos, mas os dele pararam em outra coisa, algo que o fez suspirar e revirar os olhos, quando iria me virar senti uma energia muito forte e ruim se aproximar do meu corpo, engoli em seco de novo e fiquei olhando para o cara a minha frente.

--"oque foi? "—indagou ele arqueando uma sobrancelha olhando para o ser atrás de mim. —"Não está rolando nada de errado".

--"ah não está? Imagina se estivesse"—diz primeiramente em tom irônico, mas acabando com um sussurro e um suspiro cansado. —"...ouvi rumores que você estava fazendo furdunço com seu bando pela área, já falei muitas vezes que não se caça a essas horas, muito menos aqui pelo meu lado da cidade. Se quiser caçar vai para o lado do anjo, não me arrume problemas namjoon''. —Diz o ser bem atrás de mim com uma voz calma mas autoritária ao mesmo tempo.

O lobo bufou revirando os olhos novamente. —"Certo...me desculpe senhor sabe tudo, vamos gart-, ei! "—enquanto o lobo mantinha a atenção igual aos outros, eu fui me afastando lentamente, puxando meu corpo com as mãos auxiliando com os pés lentamente o mais rápido possível. Me puxava de costas para os lobos atrás de mim, enquanto cuidava dos homens ali, acabei pechando minhas costas em algo peludo e fedia a....cachorro, o lobo rosnou para mim e eu dei um pulo e voltei rapidinho para onde eu estava. —"Porque quer fugir? Não te fiz nada...ainda"—indaga ele curioso levando sua mão a meus ombros, mas eu o rebato.

--"não toca em mim! "—grito com ele e abracei minha mochila, olhei para o outro homem ali, o da energia ruim. Ele apenas nos observava de forma neutra como se uma situação dessas fosse normal.

--"você é daqui? "—indagou o cara com a maior calma, colocando suas mãos nos bolsos frontais da calça. Namjoon negou com uma risada sem jeito dizendo "não, não, ele é de for-" mas foi cortado pelo outro. —"eu perguntei a ele, fecha a boca que eu estou sentindo teu bafo daqui"—diz ele no mesmo ritmo do começo deixando o olhar a mim.

Olhei para o lobo e voltei ao homem, minha respiração se embaralhou e minhas mãos tremeram mais ainda. Como não sabia qual resposta me salvaria, liguei o assunto de antes sobre ser a área do gangster ali então acabei assentindo rapidinho engolindo minha saliva com dificuldade.

--"é nada! Estava entrando na cidade quando te encontramos"—disse o lobo revoltado com minha reposta, abaixei minha cabeça me encolhendo mais ainda. —"é mentira Jungkook".

--"Namjoon, eu vou repetir mais uma vez...cala a porra da boca"—disse o..Jungkook? Levando seus olhos levemente avermelhados ao Namjoon, não sei bem o que significava as expressões de ambos, mas dava medo. O tal Jungkook suspirou voltando seus olhos a mim e no reflexo eu apertei minha mochila automaticamente. —"Enfim...pode ir para casa, eles não vão fazer nada com você, anda! "—diz ele jogando sua cabeça para o lado esperando eu me mexer; não hesitei em assentir rapidinho com a cabeça e sair daquela roda o mais rapido possivel; ao conseguir sair de vez dali eu comecei a andar rápido, quem diria que eu teria um por cento de chance de alguém me salvar.

Continuei andando já encontrando alguns bares, restaurantes e ate festas no meio da rua, tudo tão livre...as pessoas pareciam se divertir de verdade, não pareciam oprimidas ou torturadas... minha mãe sempre disse que as pessoas sofriam na cidade dos pecados, que não tinham uma vida descente.

Com meus dedos da mão congelando e uma crise de espirros tomando meu pequeno nariz já vermelhinho, eu decido me sentar pra tentar me esquentar, haviam pessoas na rua conversando e rindo alto. Não vou dormir claramente tanto pelo barulho mas pelo trauma que passei a alguns minutos, não quero acabar por acordar sem uma perna ou muito menos nem acordar.

 Peguei minha mochila e me sentei em uma estreita e pouco iluminada divisória entre um prédio caindo aos pedaços quebrado totalmente e outro com o nome de "castelo da impureza".

Estando a um passo da entrada do beco, eu fiquei mais tranquilo, não havia ninguém ali além de ter uma luz amarela que iluminava pequena parte do corredor. Eu soltei um suspiro arrastado escorando minha cabeça na parede fechando meus olhos brevemente "porque eu me sinto culpado?.....eu deveria me sentir assim?" resmungo franzindo minhas sobrancelhas, passo minhas mãos sobre meus cabelos ondulados os jogando pra tras permanecendo com minhas pálpebras fechadas.

Com o passar dos minutos eu me encontrava com sono mas com a imbatível luta contra meu subconsciente para não dormir e o convencendo de que ambos não acordaríamos no outro dia.

Abraçado em minha mochila o cansaço tomou meus olhos e brevemente eu cochilei encolhido contra mim mesmo, sentado sobre o chão úmido e gelado daquele beco que emanava cheiro de comida e álcool, antes que eu pudesse sequer pensar em sonhar, um calor parecido com uma energia muito pesada se aproximou de meu corpo, não sentia cheiro algum pelo meu nariz estar totalmente congestionado, eu tomei consciência, mas meus olhos se recusaram a abrir e eu também não queria, seja o que for...que seja rápido.

Em um reflexo eu senti o toque de uma mão quente macia tocar a lateral do meu pescoço como se procurasse por algo, imagino que não tenha encontrado nada já que senti se afastar, aquela energia se afastou e eu abri uma fresta minimamente do meu olho direito para saber se estava seguro, não tinha ninguém ali, ninguém mesmo, eu abri meus olhos totalmente com uma certa vontade de levar meus olhos para a entrada do beco, assim fiz obedecendo ao que me levava a isso e acho que não queria ter olhada....definitivamente não queria.

Haviam muitas pessoas na rua mas com roupas igualadas as outras, apenas uma se diferenciava que era aparentemente um homem, de terno escuro com detalhes reluzentes dourados mas discretos, contornando seu corpo. Ainda de costas ele atravessava a pequena rua ali, meus olhos por algum motivo desconhecido por minha pessoa se vidraram em si com curiosidade. O homem tinha cabelos castanhos e a mão parecia estar nos bolsos frontais da calça também escura, sapato social preto com uma sola bordo escuro e silhueta contornada pela roupa, a cabeça do homem se virou lentamente em seguida sem parar de andar olhos vermelhos encontraram os meus me fazendo estremecer, uma sensação estranha tomou meu corpo como se eu tivesse bebido alguma coisa alcoólica que foi me deixando tonto e tonto até tudo apagar.

Meus olhos se abrem, piscando lentamente minha visão foi voltando aos poucos, o embaçado foi se tornando mais nítido mostrando uma paisagem neutra ao meu redor. Ao tomar controle de mim novamente eu me sentei rapidamente a onde estava deitado a alguns segundos, uma cama? Espera isso é um quarto? Eu fiquei em um quarto ontem?.

Frazi minhas sobrancelhas e me levantei devagar, estavam com as mesmas roupas, minha mochila pendurada no porta casaco de madeira escura e mediamente alto com vários espaços livres. Continuei dando passos pequenos pelo quarto relativamente grande, haviam cortinas brancas enormes que voavam com a fresta da janela de vidro aberta, olhei em volta uma ultima vez antes de me inclinar pra frente e olhar pra suposta porta de entrada, nada ali.....eu paguei por esse quarto? Mas não me lembro.

Voltei a ficar ereto com as mãos encolhidas por cima do peito, andei ate minha mochila para encontrar meu telefone, abri o ziper da abertura principal, minhas roupas estavam ali, meu telefone jogado de canto como estava mas algo falta...minha bolsinha de moedas de ouro.

Comecei a jogar as roupas para fora da mochila, verifiquei os bolsinhos da mochila mais nada, como assim?!. Agora ajoelhado no chão com as mochilas em minhas coxas eu respirava choroso me culpando internamente por ter perdido moedas tao importantes, como vou me manter agora?....agarrei um moletom qual quer e olhei pra janela brilhosa pela cortinha branca em sua frente, apenas revelando um reflexo do ceu la fora, acinzentado.

Levantei e andei ate cortina a abrindo gentilmente enquanto meus olhos curiosos vasculhavam algo interessante para se ver, mas realmente nada, ninguém nas ruas praticamente, apenas crianças com bolas usadas e rasgadas nos pés jogando de um lado pro outro, outras com aviõezinhos de papel que logo caiam nas aguas empoçadas na beira da estrada esburacada. Ontem parecia tudo tão diferente, agora parece tudo tão triste e mórbido.

Cruzei meu braços sobre a parte livre e frente da janela, deixei meus olhos vasculharem as ruas enquanto minha mente procurava entender oque aconteceu ontem. Memorias temporárias passam e passam, mas só coisas que eu já sei, nada justifica eu ter vindo para um lugar como este, eu não tenho dinheiro e nem mesmo sei onde estou agora.

Me afastei da janela e fui ate minhas coisas no chão, as guardei de qual quer jeito na mochila e a prendi em meus ombros, um frio em minha espinha me percorreu inteiro fazendo os pelos do meu corpo se arrepiarem, dei de ombros apenas seguindo ate a porta de entrada, coloquei minha mão na maçaneta mas algo la fora a gira primeiro me fazendo recuar e segurar as alças da mochila, assim vendo a porta se abrir.

---"licença café da manha....oh! bom dia, esta de saída?"---foi dizendo um moço alto de cabelos ruivos mais puxado para um vermelho mesmo e orelhas de raposa bem peludinhas, os olhos dourados me fizeram o fitar por longos segundos ate o mesmo me chamar a atenção de novo.---"o senhor se sente bem? Olaa ~"--- assim eu pisquei rapidinho me afastando com alguns passos.

---"ham....ola, sim estava de saída.....podes levar o café para outra pessoa, não vou comer, me desculp---"---falo coçando a nuca sem jeito negando com uma mão ao vento, mas logo ele me cortou fechando a porta atrás de si discretamente.

---"mas hoje tem prato especial, foi feito com muito carinho pela nossa cozinheira...alem do mais, não vais encontrar nada la fora a essa hora"---diz ele se pondo a frente da saída de forma mais natural possível; ele gesticulou dando um sorriso adorável e amável que era repleto de bondade, eu apertei meus dedinhos da mão nervoso sem saber qual decisão tomar sobre isso. Infelizmente minha própria barriga responde um um ronco.---"acho que você não tem muita escolha....venha vou lhe servir"---diz o mesmo soltando um risada fraca, ele ergueu seu rosto em direção ao quarto novamente e me esperou seguir na frente, um pouco assustador se olhar mas eu segui já que não tinha saída e minha fome entregava tudo.

Eu me sentei na cadeira estofada a frente da cama e o carrinho com o café da manha em cima foi empurrada ate mim, ele pediu minha mochila com a mão e eu entreguei, cruzei minhas pernas o observando colocar minha mochila onde estava antes, no exato lugar.

Ele voltou ate mim e retirou o cloche de cima dos alimentos, revelando torradas, ovos e uns três tipos de geleia em pequenos recipientes brancos. Minhas sobrancelhas se arquearam sobre aquilo, uau que lindo. Um copo de suco d Laranja e uma xicara de café preto eu suponho, também estavam ali.

---"esta servido senhor Park"--- Diz o moço a mim, meus olhos desceram a comida ao ouvir meu sobrenome.

---"só Jimim"---digo a ele em uma voz embargada de ressentimento, esse sobrenome é de minha mãe que não quis de fato acreditar na minha historia e revidou com uma bela surra por estar difamando nosso anjo supremo. 

O meu dito parece ter trazido curiosidade da raposa ali que inclinou a cabeça por lado já me questionando:

---"Porque? Park é um sobrenome divertido e bem conhecido...."---diz o mesmo com as mãos para tras do corpo me observando revirar os ovos e o ignorar, pude ouvir uma risada anasalada baixa e logo seu dito.---"tudo bem, só jimim..."

Apenas peguei uma das torradinhas e coloquei ovo em cima, mesmo sem olhar pro cara parado ali eu sentia ele me encarar com aqueles belíssimos olhos amarelos. pego o copo com suco de laranja e tomo um gole mínimo apenas para ter uma brecha para olhar pra ele discretamente, e sim estava realmente me encarando, e na cara de pau ao ver meu olhar sobre si ainda deu um sorriso fechado a mim. Larguei o copo de vidro e limpei a garganta demonstrando desconforto com aquilo.

---"hmm....qual..qual seu nome?"---decido falar algo já que ele apenas me encarava de uma forma assustadora e não falava nada, o cara arqueou as sobrancelhas minimamente após me ouvir em seguida responder de uma forma gentil abaixando suas orelhas.

---"meu nome é Taehyung, Kim Taehyung para ser mais exato....."---ele acena com a cabeça quase como se estivesse se curvando, eu retribui acenando devagar, meus olhos percorreram suas vestimentas e pareciam de muito boa qualidade, contornavam sua silhueta chamativa e cheia de curvas, sapatos de couro brilhante sem cadarço; muitas perguntas vinham em minha mente, será que ele me viu ontem a noite? sabe de algo que eu não lembro?.....aish.---"me pergunta oque quiser...sei mais desse hotel do que imagina"---.

Diz o cara me tirando de meus pensamentos mais uma vez, meu olhar voltou rápido a si e depois voltou a torrada que ate agora não tinha sido mordida.

Ele arqueou as sobrancelhas a mim apontando a uma das cadeiras a minha frente como se perguntasse se poderia sentar, eu assenti com a cabeça, finalmente dando uma pequena mordida na torrada. E mais uma vez o silencio se fez presente naquele quarto, os olhos dele agora estavam sobre suas mãos e eu era quem o encarava de forma indiscreta enquanto comia minha torrada pouco a pouco demorando um século para chegar ao seu final. Os olhos amarelos voltaram aos meus , diretamente em meus olhos me fazendo engasgar com o suco do qual eu tomava e acabou por sair pelos orifícios nasais em um espirro, que sensação terrível, uma ardência tomou conta daquela região me fazendo reclamar alto pegando um guardanapo de papel ali secando o suco escorrido.
 

Jimim você é um exemplo de desastre.



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