História Take Off Your Skirt - TaeGi - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Amor, Bts, Investigativo, Policial, Taegi, Taehyung, Yoongi
Visualizações 102
Palavras 3.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEIII!!!!

E com um capitulo bem grandinho meu povooooo (≧∇≦)/

Compensando aqueles que foram curtos o(╥﹏╥)o desculpem

Espero que gostem, boa leitura!

Capítulo 4 - Sempre no corredor


Fanfic / Fanfiction Take Off Your Skirt - TaeGi - Capítulo 4 - Sempre no corredor

Min Yoongi — Escola, 11:50 da manhã, segunda-feira do mesmo dia.




— Eu disse que isso não daria certo. — Jungkook resmungava ao meu lado e de Jimin. — Era óbvio que iríamos pegar detenção. — o moreno jogava o cabelo para trás de um jeito nervoso. Mania que eu percebi ser mais do Jimin do que dele.

Os dois estavam a quase meia hora se xingando e querendo matar um ao outro por um ocorrido na semana passada que envolvia matar aula, uma janela quebrada e a mochila esquecida na sala.

Se eu estivesse com a farda e não aquele raio de saia, provavelmente teria dado um bom esporro nesses marmanjos.

— Da pra vocês ficarem quietos por apenas alguns minutos? — massageando minha testa, eu falava caminhando ao lado deles, a saia balançando com o vento e fazendo cócegas na minha coxa.

Sem contar que estava lutando contra o desejo de morrer e uma dor de cabeça desgraçada que não sumia de jeito nenhum, e os dois não ajudavam em nada.

— Estou tentando pensar.

Hwajaeeee... — Jimin ao meu lado manhava o nome da minha sobrinha e se chegava para mim, apoiando sua cabeça no meu ombro. Eu quase me afastei e perguntei se aquele cara era gay, mas ai lembrei que era eu usando a peruca ali. — por que tão grossa? Lembro que meses atrás você era mais doce.

— Concordo com o chiclete ai. — Jungkook disse e riu ao ver a expressão mau humorada de Jimin por conta da piadinha. — Você era mais delicada. Se eu não te conhecesse diria que era um cara.

Oi? Um cara? Eu? Que isso...

Senti meu corpo parar na hora, meu sangue gelou e todo o meu pânico me consumiu. Meu coração parecia uma bomba relógio prestes a explodir e levar tudo pelos ares.

Se eles descobrirem, deus todo o plano será jogado no lixo e eu vou ser demitido.

— Ei, o que foi? — Jimin se aproximou, me olhando sério. — Jungkook esta só brincando. Não precisa ficar tão séria.

— É, pequena. — o moreno chegou perto de mim e tocou no meu ombro, me fazendo respirar fundo. Só agora me dando conta de que estava com a respiração presa. — Vamos, temos que escolher nossa mesa antes que tenhamos que comer no terraço como antigamente.

E os dois riram, me fazendo ficar desconfortável e rir também.

Mas eles pareceram pensar que eu ria junto com eles e não de completo nervosismo.

Eu vou morrer...

[...]

O almoço foi tranquilo em relação ao resto. E eu pude conhecer e "relembrar" algumas coisas com eles qie até me fizeram esquecer que eu era Min Yoongi.

Ser tratado como uma mulher, não dizer "mano", "cara", "qual foi", a cada cinco minutos era muito estranho e eu tentava me lembrar toda hora que mulheres nunca falam assim. Sem contar na chatisse que era ser chamado de "pequena" por esses marmanjos.

Deus como era constrangedor.

Mas também não tão foi difícil se fazer de sonso quando me perguntavam se eu lembrava de algo, isso me fazendo querer correr para longe e ligar para Hwajae e perguntar sobre todo o seu ano escolar. E bem, não era uma má ideia.

Já estava em casa quando eram umas 13:30 , tinha tirado toda aquela roupa e reboco e estava em meus shorts jeans de novo, camiseta leve e os bons e velhos chinelos.

Com toda a investigação e meu novo trabalho nesse caso, meu horário de serviço tinha sido estabelecido para somente aquele período de manhã e mais meia hora de pesquisas e relatórios sobre o dia na escola e as informações que consegui coletar.

Depois do almoço no refeitório, eu havia conseguido escapar dos meus novos colegas grudentos de classe e dar uma passada na diretoria. Estava apenas com a secretária a almoçar e a sala do diretor vazia.

Amanhã iria checar de novo para saber se ele costumava realmente almoçar fora ou não. Isso me ajudaria a entrar na sua sala, já que não seria difícil por a secretária para fora com a ajuda da minha equipe.

Que milagrosamente decidiu mudar a base de operação para a casa de Seokjin com medo de que me seguissem ou algo assim. Mas deixaram a maleta de maquiagem e meus "adereços" para o disfarçe. E um bilhete muito afetuoso dizendo que eu deveria ser mais gentil ou saberiam que sou um cavalo.

E tenho certeza que o bilhete era do sem noção do meu parceiro.

Cansado e chateado por não conseguir nada de útil no "primeiro dia de aula" a não ser dor de cabeça e uma pulga atrás da orelha com essa relação do professor e minha sobrinha que era muito sususpeita. Decido ir a minha cafeteria favorita para relaxar a mente e o corpo.

Fazia dias que eu não ia lá comprar alguns pães de queijo e um expresso gelado.

E de repente o professor maldito e maléfico de música vem a minha mente e decido ligar para Hwajae e tentar esclarecer algumas dúvidas que estavam me matando.

Sempre fomos super próximos e ela jamais me disse nada sobre ele.

Sei que deve ter sido medo de repreensão, mas eramos tão abertos um com o outro... Aquela pirralha era como se fosse a minha irmã ao invés de sua mãe.

— Hwajae? — chamei ao ouvir sua voz do outro lado da linha.

Estava andando na calçada, algumas pessoas passavam a minha volta e estava ficando frio.

Devia ter colocado um casaco.

Tio Yoongi! Que bom que me ligou! — estava animada. Minha pequena sobrinha sempre se mostrava muito feliz quando nos falávamos. Pena que eu trabalhava muito e estava tendo pouco tempo para ela. — Mamãe me disse algo estranho sobre você roubar minha identidade e que agora seria difícil de nos falarmos e eu estou suuuuper confusa com isso... Poderia me explicar?

Droga. Minha irmã mais uma vez não mantem o bico fechado e conta tudo para Hwajae, que também não é mole e já manda o assunto sendo sempre bem direta.

E eu não queria falar nada disso com ela, não queria que soubesse sobre essa investigação.

Minha irmã não sabe manter segredo.

— Ah querida, não era assim que você deveria saber. Sua mãe é tão exagerada em relação ao meu trabalho. — ditei suspirando. — Eu estou só participando de uma investigação em campo na sua antiga escola e ...

MINHA ANTIGA ESCOLA!? — gritou do outro lado da linha.

— Sim, querida. Eu não posso te contar por telefone os detalhes da operação, mas o motivo de ter pego sua identidade é que como somos extremamente parecidos, o meu maravilhoso chefe teve a brilhante ideia de me colocar nesse caso usando sua aparência e dados. Assim eu iria chamar menos atenção, a matricula seria fácil de rackear e eu poderia focar na investigação sem nenhum erro, fora os outros detalhes que isso ajuda.

Então agora você usa saia é? — eu podia ouvir as risadinhas dela no fundo e diferente de Seokjin, eu só queria abraça-la.

— Uso sim, bobona. — gargalhei, era tão surreal que nem se quer eu acreditava nisso. — Deus... como conseguem usar sutiã todos os dias? É horrível...

Eu sei! corta, machuca, quando menos esperamos aquele ferrinho dos infernos ta furando nossas tetas! — eu podia ouvir a indignação dela do outro lado da linha e eu só pude rir.

A dias não ria assim.

Pelas duas estarem tão longe de mim, o trabalho, tudo, era difícil falar com elas ou tirar um tempo para ir visita-las. Nem se quer ei tinha uma vida particular ativa.

Era só trabalho e casa, casa e trabalho. Hwajae ainda era boazinha e falava comigo por mensagem todos os dias, mas sua mãe nunca foi muito de gostar da tecnologia então era bem raro nosso contato.

— Ah querida, queria tanto que podesse estar aqui e me ajudar com algumas informações e dicas de maquiagem. — ri.

Mas Tio, mesmo longo, eu posso te ajudar com algumas coisas da escola. Como com quem você pode falar e quem você deve odiar por mim. Não quero que suje minha memória nessa escola. — nojentinha como sempre, Hwajae me fazia rir com seus rancores infinitos pelas pessoas.

— Okay, okay. Seguirei a risca suas informações. Mas agora pequena, — pauso, olhando para a pista e indo atravessa-la para o outro lado onde se encontrava meu café favorito. — Preciso desligar. Estou indo naquele café perto do antigo teatro, mande por mensagem o nome de todos os seus amigos, inimigos, professores que você gosta, se tiver amigos próximos me mande momentos que passaram juntos e se der, me explica quem são Jungkook e Jimin.

Ouvindo mais uma vez sua risada fofa pelo telefone, Hwajae tagarelou por mais um minuto falando alguma coisa sobre "meu casal favorito" e prometeu mandar tudo bem organizado para mim e pediu que eu comece uma torta de morango por ela.

Desliguei o telefone e entrei na cafeteria tão bem conhecida por mim.

Seu interior rústico e cheio de verde era lindo. Eram tantas flores que no primeiro dia que entrei ali, pensei ser uma floricultura.

Mas estava um tanto vazia e fui direto fazer meu pedido. Cansado, me viro para procurar uma mesa e sem querer esbarro em alguem que acabou de entrar.

— Oh m-me desculpe! Eu sinto muito! — nervoso abaixo para pegar uma pilha de folhas que caiu junto com um óculos redondinho e muito familiar. — Perdoe-me por ser tão desastrado e... — pegando as folhas nas mãos, mal percebo que o conteúdo era mais familiar que os óculos e neles tinham as mesmas palavras que hoje mais cedo foram entregues a mim e aos alunos na sala de música.

Meu coração pulou uma batida.

Duas, três, quatro... Estava quase tendo um infarto quando olhei para cima e encontrei os olhos dele me encarando profundamente.

Kim Taehyung sorria de forma meiga.

Usando uma camisa social de um vermelho vinho escuro e um casaco de couro bege. Seus dedos longos pegavam os óculos e o colocava de volta ao seu rosto.

Ele realmente era um homem bonito. Tenho que admitir que Hwajae ao menos sabe escolher quem admirar.

— Esta tudo bem, jovem. — ditou, mal sabendo ele que sou tão velho quanto o mesmo. — Estou um pouco avoado, como pode ver. — riu, pegando da minha mão as folhas e as sacudindo.

Eu estava paralisado e só sabia pensar que estava tudo perdido e ele sabia que era eu que estava com ele essa manhã.

Meu coração ainda batendo tão lentamente e forte que eu estava me sentindo tonto.

— Festival de primavera em uma grande escola deixa qualquer um louco e... — de repente ele para de falar e ficou me encarando ppr um tempo. Seus olhos eram castanhos mas, tinham um tom de verde junto qie iluminava a cor e a fazia ser tão... Bonita? E seus dedos eram realmente longos, eles se erguiam em minha direção e o senti tocar meu rosto.

Tomei um susto ao notar o quanto seus dedos eram quente sobe meu rosto gelado, me fazendo me afastar de vez, seu toque sendo reconhecido por mim como quando hoje de mais cedo. Quente e macio, como um pão de queijo.

— Desculpe-me... — ditou, parecendo magoado e se afastando. — você parecia pálido e acabou por me lembrar alguém... perdoe-me por tocá-lo sem permissão.

— T-tudo bem... — consigo dizer por fim. Meu rosto começando a esquentar, eu sentia como se fosse explodir ali. — Eu só tomei um susto. Não sou acostumado com toques.

— Entendo. — sorriu se levantando e estendendo a mão para mim, me ajudando a levantar quando aceitei. — Bom, meu nome é Kim Taehyung e me desculpe pelo esbarrão.

— Eu que me desculpo, senhor Kim. — digo, me amaldiçoando por chama-lo como o chamei na escola, seu olhar sendo de confusão. Minha alma torcendo para ele não reconhecer. — Digo, Hyung. — vamos deixar ele pensar que sou um estudante. — E eu me chamo Min Yoongi.

— Min Yoongi? — seus olhos pareceram receber um novo brilho, o qie me assustou para um caralho. Me fazendo ficar nervoso e assumir uma postura especial. — O policial investigativo, Min Yoongi? — merda... — Tio de Min Hwajae?

Drogaaaaaa! Mil vezes droga! Por que Deus? Por que? Agora tudo vai ficar ainda mais confuso. Como assim ele sabe meu nome? Nem sou um policial famoso.

— Er... Me conhece? — tento me fazer de demente nessa situação constrangedora.

— Sim, sim! Min Hwajae era minha aluna a um tempo atrás e ela falava bastante de você. Agora ela voltou para a escola na qual trabalho como professor de música e nunca imaginei encontrar dois Min em um único dia. E nossa! Vocês são idênticos! — Taehyung parecia admirado com o "milagre do destino".

Coitado, mal sabia ele que eu sou as duas pessoas.

— Que mundo pequeno, não? — estava tão nervoso que eu só sabia rir e coçar o pescoço, sentindo a corrente fria do cordão que Hwajae me deu anos atrás arrepiar meu pescoço. — Dizem que parecemos gêmeos mas não tem como já que eu sou gêmeo da mãe dela e não dela. — estava falando sem parar, o suor escorrendo da minha testa. — sabe como é, deve ser por isso que somos tão parecidos.

Taehyung ria com meu desespero, a pasta em seus braços, ele parecia totalmente diferente de hoje cedo.

Tão chateado e tenso, querendo ficar a sos comigo.

Não! A sos com Hwajae!

E antes que eu pudesse cometer algum erro sinda pior, a mulher do caixa chama pelo meu nome dizendo que meu pedido estava pronto.

— Ah, que pena... — sorri sem jeito, por dentro agradecendo a Deus. — meu pedido esta pronto e eu tenho que ir agora. Muito trabalho na delegacia... — dizia caminhando para trás lentamente.

— Ah, entendo... — Taehyung demonstrou um pouco de chateação, suspirando um pouco mas logo voltando a sorrir. — gostaria de ter conversado mais com você, Min Yoongi. — seus olhos viajavam pelo meu rosto, me deixando tenso. — Sua sobrinha tinha razão ao dizer que você é engraçado. No entanto foi ótimo te conhecer de qualquer jeito e quem sabe não nos encontramos aqui amanhã, hm?

— Er... C-claro! Por que não, ne? Vai ser ótimo! — ainda andando de costas, tropeço em uma mulher, ouvindo ele rir de novo e minha cara esquetar mais uma vez, pegando a sacola com meu pedido no balcão eu me viro rápido para ele. — A-até a próxima.

Com vergonha, apenas andei rápido até a porta, ouvindo um "Até" rouco ao passar por ele. Meu coração quase parando de bater.

[...]

Antes de apagar por completo e descansar aquele dia tenso, passei o resto do meu tempo livre estudando os casos abertos das meninas que sofreram abuso pelo diretor, enquanto comia pão de queijo e bebia meu expresso gelado e bem amargo. Como eu gostava.

Notando que a maioria se encaixavam nas mesmas descrições, percebi serem os mesmos padrões de uma pessoa um tanto sádica.

Todas as meninas tinham marcas roxas na cintura de apertos e arranhões, algumas tinham os pulsos machucados e outras escondiam as marcas de asfixia no pescoço com maquiagem, até que os pais descobriam e denunciavam.

Mas um padrão que percebi além desse, era que cada uma delas tinha os machucados sempre no mesmo lugar e somente ali.

Enquanto uma era o pescoço, a outra eram os pulsos, a outra as coxas e assim por diante. Até as nádegas não esescspavam. E nunca tinham machucados em outros lugares, só em um específico lugar do corpo.

O que era calculado de mais para meu gosto. O diretor era um homem asqueroso.

Após rever tudo varias vezes e separar tudo em pilhas, recebi a mensagem de Hwajae me explicando varias coisas sobre sua antiga vida naquela escola.

E eu só sabia rir com seus comentários abaixo de cada textinho.

Descobri que aquela Naja de hoje mais cedo era a "inimiga" dela desde o jardim de infância, que Jungkook e Jimin eram seus melhores amigos e que sentia muita falta deles, mas sua mãe não deixava ela manter amizades por telefone por medo de pervertidos.

Que eu também não devo fazer amizade com a professora de inglês, pois ela é grudenta e que o professor de música pode ser chato e que eu só devia manter distância.

Confesso que tentei perguntar o por que mas Hwajae só ficou irritada e disse que não era necessário entrar em detalhes. Fugiu do assunto mais algumas vezes e disse que ia dormir. Mas que era para ficar longe dele e figiar Jungkook e Taehyung com toda a minha atenção.

Se achei tudo muito vago e estranho?Sim. Mas tinha sido muita informação para um dia só e minha cabeça já estava explodindo.

Eram quase meia noite e meia quando consegui dormir e sem notar o despertador gritava na minha cabeca, marcando 5:50 da manhã. Seokjin me ligando e dizendo que iria me buscar as 6:50 para me levar a escola.

Gritei com ele dizendo que eu sabia muito bem dirigir mas ele me lembrou que agora eu tenho dezesseis anos de novo e sou mulher.

Me levantei na base do ódio, me arrumando com raiva e seguindo cada parte do tutorial de arrumação do "personagem" que a maguiadora tinha deixado para mim em um papel.

Segui tudo a risca e estava eu de novo, todo produzido e aquecendo minha voz para ficar parecida como a de Hwajae.

Arrumado e odiando mais ainda aquele gloss labial, quase espanco o Júnior por ele querer se levantar logo agora.

Ereção matinal é o caralho! Fica quietinho ai Júnior!

Usando aquela maldita cueca boxer feminina, dei Glória a Deus por hoje ela ser preta. O que me deixou menos nervoso.

Seokjin me buscou e me deixou no portão da escola. Minha alma agradecendo ele ter vindo com seu carro ao invés do da polícia.

Já na escola, estava prestes a checar de novo o corredor do diretor quando reconheço o toque dos dedos quentes e longos do professor de música no meu pulso mais uma vez.

Atrasada, Hwajae? — sua voz estava perto do meu ouvido. Arrepiando até minha alma.

— N-não é da sua conta. — falei tentando sair de seu aperto.

Me esquecendo dos bons modos.

— Como não? Sou seu professor, pequena. E bem... Não acho que deva falar assim comigo, não acha? — seu sorriso era de quem estava se divertindo muito com isso, rindo de mim.

Imbecil.

— Perdoe-me pela falta de respeito, senhor Kim. Mas estou ocupada no momento.

— Ocupada com o que? A diretoria esta trancada e não vejo nada que possa fazer aqui. — dizia olhando em volta. Droga. — E pode me chamar de Taehyung... — sua voz estava saindo doce novamente, rouca, me atraiando para seus olhos bicolores. — como fazia antes.

N-não é certo. — tentei dizer, a voz falhando miseravelme. Finalmente me soltando de seus dedos. O local parecendo queimar com a lembrança de seu toque. — Por favor, volte para sua turma e me deixe em paz.

Respirei fundo e mais uma vez o deixo sozinho naquele corredor.

Meu coração batendo em disparada.

Correndo para a aula que estava atrasado, sinto minha mente viajar entre tudo o que Hwajae disse, todo o meu trabalho na investigação de pistas, todo o plano a ser seguido, aquela alça do sutiã caindo por debaixo da blusa, o estresse que era ter que parar tudo por causa de uma aula e... Taehyung.

Aquele professorzinho de música estava mexendo de mais comigo.


Notas Finais


Aaaaaaaah eu me esforcei muito para trazer algo legal para vocês.
Sei que ainda não teve nada muito chocante, mas é porque esta no início.

Prometo trazer algo mais legal na próxima!

Opinião são sempre bem-vindas e me ajudam a saber se estou me saindo bem.

Obrigada por lerem (≧∇≦)/ até o próximo!


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