História Take your gun - Capítulo 1


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Categorias Blake Lively, Harry Styles, One Direction
Tags Amor, Blake Lively, Festas, Gun, Harry Styles, Violencia
Visualizações 2
Palavras 720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Madness


- Por favor! Eu lhe imploro...não faça isso...
A garota gritava enquanto lágrimas pesadas desciam em seu rosto, jogada ao chão. Ela quase não acreditava no que estava vendo e seu coração estava cheio de dor, uma dor que com certeza não acabaria logo. Ele nem se deu ao trabalho de olhá-la, apenas levantou a máscara que cobria seu rosto, sorriu como se aquilo fosse natural e puxou o gatilho. Ouviram-se gritos, choros e desespero. Aquilo era loucura. 

Todo aquele sangue sujando o chão estava lhe dando agonia, dessa parte ele não gostava muito. Tornou a colocar a máscara e percebeu um olhar sobre ele: a mulher o encarava com ódio, e dor. Revirou os olhos e caminhou até ela, em passadas rápidas, levantou-a do chão com força e a virou, amarrando suas mãos e a levando consigo, enquanto ela esperneava e gritava, chorando. 
- Cala a boca, vadia. Eu poderia te matar aqui mesmo, mas eu iria acabar com minha reputação. 
Toda aquela calma em sua voz era no mínimo de deixar alguém confuso.

1 hora atrás 

- Sorria amor.. - ela fez um bico, que se não fosse tão fofo seria estranho. 

- Ok, eu posso fazer isso por você. - Ele disse sério e logo abriu um sorriso olhando para a tela do celular em sua frente. 

- Pronto, ficou ótima. 
Ela estava feliz em ter um tempo com ele, já que ultimamente ele andava muito ocupado em seu trabalho, pelo menos era o que ele dizia. O lugar onde estavam era o café preferido dela e coincidentemente foi onde o casal se conheceu. Ela sempre aproveitava a oportunidade de ir ali com ele, buscando uma forma de fazê-lo lembrar daquele dia. Exageradamente romântica, talvez? 

Tão perdidos um no outro que mal perceberam quando um grupo de homens mascarados entraram, todos armados. Ela ficou apavorada, ele nem tanto. Um dos homens caminhou na direção deles e jogou uma máscara de dormir pra ela, dizendo-a que precisava cobrir o rosto. Ela não o fez. O homem pegou o rapaz pelo braço e o jogou no chão, logo pondo-o de joelhos. A mira estava na cabeça dele e ela não sabia o porquê. Ele sim. 

- Por favor! Eu lhe imploro...não faça isso... - Ela gritou chorando. 

Agora 

O homem mascarado, agora sem máscara, jogou a menina no banco de trás do carro e entrou em seguida no veículo, dirigindo como se não tivesse acabado de matar alguém. Ela chorava, encolhida naquele banco, com medo e uma perda que não saberia como lidar. 
- Você é um doente.. - Ela sussurrou, numa altura suficiente para ele ouvir, enquanto ainda chorava, claro. 
- E você é uma vadia teimosa, que não fez o que lhe mandei. - deu de ombros. 
- VOCÊ MATOU ELE! - Exaltou-se, ficando sentada. Sua aparência agora pouco importava, seus cabelos emaranhados e molhados de suor e choro, seu rosto inchado e vermelho. 
- Ah, jura? Vê se fica quieta. 
- O que você quer comigo!? Me matar também? 
- Isso eu quero, mas não podia fazer lá. Acha mesmo que eu ia deixar você ali chorando por aquele merda e depois ir correndo dizer quem matou ele? Você me viu, viu meu rosto, idiota! - Ele se virou pra ela, empurrando-a para que se encostasse novamente no banco. - Agora cala a boca. 

Sabe aquela sensação de medo que te deixa paralisado? Era assim que Diana estava naquele carro. Seu corpo estava frio, seu peito doendo e as lágrimas escorrendo como se estivessem programadas, sem sentido. Eles estavam numa estrada de terra, que ela não saberia nem se quisesse como havia chegado ali, sua cabeça estava cheia demais para ter que prestar atenção no caminho que levaram. Sua bolsa também não estava ali, deixou na cafeteria. Ou seja, não havia muito o que fazer.  

Ele logo estacionou o carro em frente a algo que parecia um galpão abandonado e desceu. Um homem, bem mais velho, veio de lá e abriu a porta de trás do carro. Ela nem se moveu, então o rapaz a puxou devagar, tirando-a de dentro do veículo. Diana não levantou a cabeça, seu corpo estava mole, ela não aguentava ficar em pé, o que fez o homem pegá-la no colo. Ela reconheceu aquele cheiro e olhou quem a segurava.
- Pai? 
 

 

 


 


Notas Finais


oi, espero que gostem, faz tempo que não escrevo.
é isto, beijos =)


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