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História Taken- Satzu (G!P) - Capítulo 52


Escrita por:


Notas do Autor


An? Eu ouvi alguém pedindo 2Yeon?

Capítulo 52 - Especial


Pov. NaYeon


A noite estava agradável, conversas engraçadas, bebidas e uma fogueira. Eu observava JeongYeon, desde que esclarecemos as coisas no avião vínhamos tendo uma convivência agradável.


Isso me fez começar ter alguns sonhos muito reveladores com ela. Eu estava consciente de como minhas coxas friccionavam, apertando carne e músculos.


Também estava hiperconsciente de cada movimento que JeongYeon fazia, suas mãos movendo os gravetos, como eram grandes, fortes e calejadas. Como elas seriam sobre a minha pele, áspera, dura e poderosa.


Eu estava ciente de seu rosto, a forte mandíbula e as maçãs do rosto altas, o castanho de seus olhos, os finos fios de cabelo caindo sobre seu rosto. 


Ela não era linda, não como Zhou, que era insana e desumanamente bonita. Descomedidamente bonita para o meu gosto.


JeongYeon era rude, forte e resistente. Bonita, mas nesse sentido rude e grosseira. Um romance fumegante descreveria suas feições como "escarpada". 


Elegante e clichê, mas é verdade. Ela parecia tão rude e forte, que poderia ter sido lascada do granito, esculpida de algum lugar nas profundezas da crosta da Terra.


Era magra, afiada como uma navalha, não excessivamente musculosa, mas rápida e ágil. Se JeongYeon tivesse um espírito animal, ela seria um puma.


Eu quase ri em voz alta para mim mesma, com a comparação. Mas isso me surpreendeu verdadeiramente. Ela era um predador.


Astuta, capaz de se mover em silêncio absoluto, irradiando ameaça e letalidade, escorrendo graça equilibrada e ferocidade enrolada.


Eu a queria.


Eu não queria desejá-la, mas a queria. 


Deus, eu queria fazer com ela.


Era apenas tesão acumulado, certo?


Muito tempo sem sexo, deixa as pessoas carentes e insanas. Eu tinha lido isso em algum lugar ou talvez visto em um filme.


Controle-se. Não pule nela.


Controle-se. Não pule nela.


Repeti sem parar em minha cabeça. Felizmente perdi o foco na mulher ao meu lado quando Zhou levantou-se abruptamente com Sana nos braços. Aparentemente minha amiga dormia.


Mesmo com o tesão nublando meus pensamentos, percebi à algumas semanas que minha amiga estava estranha. 


Não era ruim mas fora do seu normal, talvez fosse o casamento. Ela só deveria estar cansada.


Foi uma distração momentânea minhas mãos ficaram inquietas e com coceira. Voltei a me focar na segurança.


Eu queria agarrar a camisa de JeongYeon e passar minhas mãos por seu abdômen, sentir sua bunda dura e firme em meus dedos, queria agarrar seu pênis e senti-lo pulsar. 


Queria saboreá-la, tocá-la, lambê-la, sugá-la e foder com ela. Roubei outro olhar, quando JeongYeon voltava sua atenção para Hiroshi. Ela havia olhado os meus seios.


Observei discretamente e compreendi totalmente. Quer dizer, eles estavam muito destacados, especialmente porque a excitação os deixaram tão duros que doíam.


Cruzei os braços sobre o peito, mas isso não ajudou. Meus próprios braços esfregando em meus mamilos sensíveis, me deixavam contorcendo, dolorida. 


Meu centro pulsava e cruzei uma perna sobre a outra, mas isso ficou mil vezes pior. Eu não conseguia respirar, pelo quanto precisava de sexo... por quanto precisava de JeongYeon.


Olhei para a esquerda novamente e desta vez o meus olhos chamaram os seus. Ela fitou Hiro brevemente, apenas o tempo suficiente para assentir uma vez e então voltou a me olhar. 


Segurei seu olhar, levantei meu queixo. Desafiadora. Ousada. Era um fato. Não conseguia respirar, não podia aguentar mais um segundo de desejo insaciável. Puro desejo ardente por Yoo JeongYeon.


Seus olhos pousaram em meu rosto e deslizaram lenta e deliberadamente para meus seios, então recuou. 


Olhei no fundo dos seus olhos quando retornaram para os meus. Segui para baixo e vi sua braguilha. 


Puta que pariu, merda, ela tinha uma protuberância. Enorme, contra o zíper da bermuda.


Engoli em seco e entrelacei os dedos no meu colo, para evitar rasgar sua roupa e fazer uma "garganta profunda" enquanto Hiroshi observava.


— Não olhe para mim assim, NaYeon. - Rosnou murmurando.


Seus olhos voltaram para o garoto bêbado a nossa frente, com as duas mãos apertando o graveto, se deslocou no tronco de madeira.


— Então não me olhe como quem quer me comer. - Me virei e tentei me concentrar na paisagem ou na história engraçada que Hiro contava.


— Eu não estou olhando para você ou qualquer coisa. - Respondeu.


— Nem eu. - Minhas palavras eram pura mentira pela maneira como roubava um olhar para ela, a obrigando a fazer o mesmo. Silêncio.


— É apenas porque você está carente. - Disse.


— Certo. - Suas mãos torciam o graveto, como se tentando sufocá-lo à submissão.


— Isso passará por conta própria. Não significa nada. - Tentei morder meu lábio com força suficiente para causar dor. Não. Isso não ajudará.


Cruzei e descruzei as pernas tantas vezes que provavelmente parecia que fazia a dança do xixi. Era apenas a dança "fingindo que não precisa de sexo".


E JeongYeon fazia uma das suas próprias. Olhei de soslaio e a peguei tentando se ajustar dolorosamente, quase arrancando o zíper de sua bermuda para aliviar a pressão de sua ereção.


Merda. Merda. Merda. Merda. Não pense em sua ereção, disse a mim mesma. Não pense em sua enorme e palpitante ereção. 


Não pense em acariciá-la. Acariciar seu pau grosso e cheio de veias. Não pense em lamber o pré-gozo de sua ponta ou passar os lábios ao redor da cabeça.


Porra. Isso não era bom. Nada bom. Agora era tudo que conseguia pensar.


Quer dizer, não era difícil me excitar na maioria das circunstâncias, mas nesta era esmagadora. 


Ondas de necessidade explodiram através de mim, desejo pulsando entre as minhas pernas, fazendo meus mamilos rijos e os meus seios doerem.


Eu não usava sutiã, o que significava que tinha "faróis acesos" aparecendo. 


Puta que pariu, eu a queria.


Não fazia sentido, mas estava lá.


Do ponto de vista de uma alfa, Tipo A, o tipo totalmente independente de mulher, uma outra mulher que podia assumir o comando era um espécime sexy para mim. 


Isso se traduzia em eu ser atraída fortemente por mulheres e homens no poder, por homens e mulheres que vestiam uniformes. 


Claro, aqueles eram geralmente idiotas, mas normalmente não me importava, porque estava apenas usando os seus paus.


Mas nunca em minha vida senti uma necessidade tão forte. Não assim. Eu precisava de sexo. Eu doía.


Quando Hiroshi finalmente parou de falar ficamos em completo silêncio durante vários minutos. 


Ninguém atrevia a olhar um para o outro, nenhum de nós atrevia cruzar a linha invisível traçada.


A tensão sexual na praia estava alta. Alerta. Nós roubamos olhares, cada um fingindo que nada estava errado. E, em seguida, uma faísca voou. Me levantei com pressa, queria ir para a casa.


— A noite está divertida, mas amanhã o dia é cheio. - Me aproximei de Hiro e baguncei seus cabelos. — JeongYeon. - Acenei, mas não foi um simples aceno e ela captou a mensagem.


Fui para meu quarto, tomei um banho relaxante vesti apenas uma calcinha vermelha bem pequena e um blusão branco fino. Queria provocar.


Escutei a porta ao lado ser fechada e sabia que era Hiro. Bom hora do plano. Caminhei lentamente até a cozinha. 


JeongYeon estava sentado de frente a ilha e tomava uma cerveja, tinha outra garrafa fechada a sua frente.


Me sentei no banco ao seu lado, ela descansou um mão sobre a bancada e fiz exatamente a mesma coisa, ao mesmo tempo. O que significava que minha mão ficou sob a sua.


Minha cabeça girou e meu olhar fixou em nossas mãos, a sua encima da minha e então fitei seus olhos e vi que seu olhar era ousado, desafiador.


Você move sua mão primeiro, seus olhos diziam.


Eu não. Nunca recuo de um desafio. Essa é a regra número um com NaYeon: nunca se atreva a me desafiar, porque tenho zero de senso comum. Não recuarei.


Rodei meu pulso, virando a palma da mão para cima sob a sua. Ela estreitou os olhos indo de mim para nossas mãos. 


Então seus dedos abriram, serpenteando entre os meus. Quando foi a última vez que isso aconteceu, na escola secundária?


Claramente, porque o meu coração batia acelerado como um tambor tribal, porra, inocente, ridículo, infantil contato de sua mão sobre a minha, seus dedos nos meus.


Nós estávamos de mãos dadas. DE MÃOS DADAS.


Eu nunca fico de mãos dadas. Pulei essa fase inocente, bonita e boba da minha sexualidade. Se você quiser mais detalhes, o primeiro pau que chupei foi na sexta série e fiquei muito experiente na posição de base missionária até o final do sétima. 


Pela nona série, eu estava à espreita. Ficar de mãos dadas não era exatamente o itinerário, se entende o que quero dizer.


Seus olhos se fixaram nos meus, para avaliar a minha reação, me senti estranhamente tonta quando segurou minha mão. 


Espero não ter demonstrado nada disso em meu rosto. Ou talvez tenha, porque sua boca formou um pequeno sorriso satisfeito.


De alguma forma, ao longo dos próximos dez minutos, a minha posição no banco mudou. Não sei como ou por que, mas estava cada vez mais perto de JeongYeon. 


Então ela soltou a minha mão, mas apenas para descansar a palma dela no meu joelho. Isso tornou difícil respirar e impossível engolir.


Quando seus dedos encontraram a pele macia da minha coxa logo abaixo da bainha da blusa quase transparente, tive que me concentrar, forçando cada respiração e expiração.


Perdi a noção da minha mão esquerda, depois que a coloquei em sua coxa.


O que estava acontecendo?


Estávamos em uma cozinha. A praia e o mar eram vistos à distância, proporcionados por causa daquela casa espetacular.


Eu estava ciente da maneira como sua camisa branca grudava em seus ombros, a forma como cada movimento de levar a garrafa aos lábios parecia ter um propósito específico.


Estava consciente que a protuberância na parte da frente da sua bermuda, havia diminuído um pouco.


Estava ciente de seus antebraços com bíceps esculpidos e de seus olhos no meu peito, enquanto respirava, com intensidade, antecipação e excitação me fazendo ter falta de ar, o que significava que meus seios inchavam com cada respiração. A protuberância em sua bermuda ficando maior enquanto se aproximava.


— Onde você conseguiu essa roupa? - Perguntou.


— Algum ex esqueceu na minha casa.


— Elas não cabem em você. - Concordei com cabeça.


— Não, não realmente. - Um momento de silêncio, como se isso fosse tudo o que conseguia dizer.


Eu vi seu peito se expandir com uma respiração profunda, que segurou por um momento e então liberou lentamente. 


Suas mãos se fecharam em punho e seus olhos se fixaram nos meus, conflituosos e aquecidos.


E então, com um grunhido, JeongYeon se moveu nos colocando de pé para que ela estivesse pressionando sua ereção dura em minha barriga, rosto abaixado, sua boca a centímetros da minha.


— Me diga não. - Murmurou. Eu deveria. Mas não pude. — NaYeon. - Era uma exigência, uma urgência.


— Yoo? - Ela pressionou seus dedos em minha camisa.


— Última oportunidade, NaYeon. Me diga para parar. - Porra. Eu queria isso. 


Não pensava além do momento, porque é assim que funcionava. Eu não pensava em nada além do desejo, exceto a dor entre as minhas coxas, a forma como os meus mamilos pulsavam e meu núcleo ficava úmido e quente. 


Eu não poderia ter dito a ela, mesmo que fosse capaz de convocar as palavras. Que, aliás, não podia.


Ela rosnou e desta vez foi um gemido de necessidade. A mandíbula de JeongYeon apertou e senti seus punhos tensos em minha camisa. 


Um puxão e ouvi o tecido rasgar. Seus braços ficaram rígidos e o colar da gola desgastada rompeu. Puta merda, a mulher estava literalmente rasgando as minhas roupas?


O tecido branco caiu no chão e fiquei nua da cintura para cima. Meus mamilos apertaram, levantei meu queixo, ela deu um passo para trás.


O olhar de JeongYeon vagueou sobre mim e fui recompensada por um gemido que escapava pelos seus dentes cerrados, enquanto tocava em meu corpo.


— Merda, NaYeon.


— O quê? - Perguntei, embora tivesse certeza que sabia exatamente o que queria dizer.


— Você... é a coisa mais sexy que já vi, porra. - De alguma forma, vindo dela, significou mais do que qualquer elogio que já recebi e isso me assustou muito. 


Empurrei aquela caixinha de emoção muito, muito baixo, fechei a tampa, a tranquei e a enterrei. Não. Não. Não. Não vou lá. Não com ela, não com ninguém.


— Olho por olho. - Disse, passando minhas mãos sobre meus seios. — Minha camisa... pela sua. - Cruzei o minúsculo espaço entre nós e agarrei a borda de sua camisa.


Eu arranquei-a com um puxão áspero, todos os botões voaram e JeongYeon tirou a peça, deixando-a cair no chão. 


Agora estávamos nuas da cintura para cima. Corri minhas mãos sobre o seu peito, esfreguei as palmas em seus mamilos.


Passei minhas mãos em círculos sobre o peito, dei um beijo em seu ombro, onde não era bem ombro ou peito. Outro, sobre seu esterno.


— Eu gosto disso.


Ela deslizou as mãos para cima da minha barriga e segurou meus seios em suas mãos grandes e ásperas.


— Fico feliz que pense assim. - Havia um sorriso em suas palavras, mas estava muito ocupada traçando as ranhuras de seu abdômen, a concavidade das suas laterais, o planalto suave de suas costas largas, para realmente vê-la.


Uma respiração, outro beijo em seu peito, logo acima de seu mamilo e então JeongYeon estava ajoelhada na minha frente.


Encontrei seu olhar. Ela tinha as duas mãos em minha bunda e seus lábios pressionados ao meu osso ilíaco esquerdo. Logo abaixo do meu umbigo. 


Então para o meu quadril direito e na minha coxa, alto, logo abaixo da cinta fina da minha minúscula tanga vermelha, a um sopro de distância de onde a seda cobria a minha boceta.


Ela olhou para cima quando enfiou os dedos nas laterais da calcinha fio dental, se preparando para rasgá-la. Peguei a mão dela.


— Não. Ainda estamos na cozinha.


— Não tem problema. Hiroshi está desmaiado e aposto que Zhou e Sana estão ocupadas. - Disse e então, de qualquer maneira arrancou o fio dental para longe.


Você já deve ter lido sobre uma mulher lu homem bruto sexy que rasga as roupas íntimas de uma garota, mas a realidade é um pouco diferente. 


É algo que dói um pouco, onde a alça do lado oposto escava em seu quadril com a pressão da tração.


E depois há o fato de que tipo cria um pouco de marca de dedos. Mas, em seguida, você está completamente nua. 


E foi o que ela fez, apenas arrancou, rasgou minha calcinha. Me deixou sem ar. Sim, é exatamente isso, sexy.


Então sua boca estava sobre o meu centro, sua língua dentro mim e precisei segurar em seus ombros para me equilibrar.


— Puta merda, Jeong. - Fui de excitada ao orgasmo no espaço de um piscar de olhos. 


Um golpe de sua língua em meu clitóris e estava pronta para gozar, dolorida, latejante, uma intensidade crua me dominando.


— Goze, NaYeon. - Falou.


Ela estendeu a mão e torceu o meu mamilo bruscamente e então deslizou três dedos de sua outra mão em minha boceta. 


No acúmulo, não os adicionando um de cada vez, apenas um impulso áspero, rápido e me rasguei em milhões de pedaços. 


Chupou meu clitóris entre seus dentes, torceu meu mamilo, retirou seus dedos e me fodeu novamente.


— Porra. Merda, Yoo. Porra. - Tentei afastá-la.


— Agora... eu lhe disse para gozar, NaYeon. - Rosnou.


— Eu estou... oh... puta que pariu, vou gozar, Jeong. - Senti tudo apertar, meus músculos contraírem, senti o calor explodir em mim, um gemido sem palavras escapou dos meus lábios. 


Apertei forte meus músculos , tão forte quanto podia sobre os seus dedos, os aprisionando dentro de mim. Ela gemeu com a pressão, me olhando com um brilho nos olhos.


De repente, ela estava em pé na minha frente e me beijava, com a minha boceta em sua respiração e língua, exigindo a minha, comandando e insistente. 


Seus dedos afundaram em meu cabelo, tentando tirar a borracha que o mantinha no lugar.


— É uma banda de borracha forte. - Murmurei, sem fôlego, de seu beijo. — Será difícil soltar. - Ele enfiou a mão no bolso e ouvi o barulho de um canivete quando puxou minha cabeça.


— Fique quieta. - Ordenou.


Ao invés disso, caí de joelhos e comecei a tirar sua bermuda. Senti que ela brincava com o coque em minha cabeça, procurando o melhor local. 


Eu desabotoei e ela caiu no chão aos seus pés com um baque. JeongYeon estava totalmente focado, e tinha que lhe dar crédito por isso.


Mesmo enquanto puxava sua cueca preta e desnudei o seu pênis, JeongYeon estava concentrada em meu cabelo, cortando a faixa de borracha aos pedaços até que pudesse soltar o meu cabelo totalmente.


Só quando o meu cabelo estava ao redor dos meus ombros, ela dobrou a faca e olhou para baixo.


— Ainda estou com sapatos. - Falou.


— Verdade. - Me inclinei ficando mais perto o provocando, a boca perto o suficiente de seu pau para que pudesse sentir minha respiração, enquanto desamarrava as botas, uma de cada vez e ajudava a tirá-las de seus pés.


Ela tirou as meias com os dedos, chutou a pilha de roupas para longe e jogou o canivete ali. E então esperou.


Levei um momento para admirar o seu pênis, era um belo órgão, longo e grosso, com uma curva interna muito ligeira e estava encostado na sua barriga.(N/A: De novo descrição de pênis alheio)


Essa curva, eu não podia esperar para tê-lo dentro de mim, empurrando contra meu canal apenas para a direita, atingindo esse ponto quando empurrasse...


Envolvi as duas mãos em torno dele e o acariciei, depois me inclinei e passei meus lábios em torno da cabeça. Dei uma boa chupada e então ela me levantou.


— Mais tarde, NaYeon. Preciso de um banho. - Me virou no lugar e me guiou até o banheiro do seu quarto, ligou o chuveiro, ajustou a temperatura para que ficasse morna. 


Normalmente gosto de banhos escaldantes, mas meu corpo já estava quente o bastante. Aqui está uma coisa: sexo no chuveiro não é sexy. 


É difícil ter um bom sexo de chuveiro sem que ninguém se machuque e alguém é sempre deixado de fora do fluxo de água ou na água fria, e não há realmente nenhuma boa posição que não envolva proezas de um acrobata ou levantamentos básicos, especialmente se considerar que não sou exatamente delicada.


JeongYeon parecia reconhecer tudo isso. Ela empurrou as minhas costas na parede e a água bateu contra a minha frente. 


Pegou o sabonete na mão e começou a me esfregar, em toda a parte. Começou com o meu rosto, me dizendo num sussurro rouco para fechar os olhos, me lavou e enxaguou com cuidado.


Depois passou para o meu pescoço e ombros, me puxou para lavar minhas costas, enquanto me beijava entre os seios. 


Em seguida, vagou sobre os meus seios com a barra de sabão e Deus, era sexy, íntimo, suave... demais para suportar.


Fechei os olhos e deixei que me lavasse. Coxas, boceta, bunda, tudo, me beijando e limpando em todos os lugares.


Estava sem fôlego quando acabou e tentei tirar o sabão de sua mão, mas ela me deu um tapa de leve e me puxou para debaixo da água para lavar meu cabelo. 


Ela usou shampoo e condicionador aplicando um de cada vez no meu cabelo, lavando e massageando meu couro cabeludo.


Inverti as posições com Yoo e fiz o mesmo para ela, lavando-a da cabeça aos pés, mas tendo a certeza de evitar suas zonas erógenas em primeiro lugar.


Ou seja, lavei o cabelo primeiro e depois passei o sabão sobre seu corpo magro, duro, tonificado, tocando seu pênis apenas no final. 


A essa altura, sua ereção tinha diminuído, estava semi-ereto, mas tive muito pouco trabalho com esta triste realidade.


Ensaboei minhas mãos e trabalhei em seu pau e bolas, massageando suavemente, apenas lavando, no início, mas depois comecei a lhe acariciar para uma ereção completa.


A mulher tinha um belo pau. Sério. Tenho visto e manuseado um monte de paus e o seu era, objetivamente falando, o melhor que já tive em minhas mãos.


Quer dizer, não se tratava apenas do tamanho. Eu vi maiores. Há realmente alguns muito grandes, em minha opinião, pelo menos.


É mais sobre a forma geral. No fator tamanho, claramente, Jeong tinha tamanho em espadas. 


Ele não estava pendurado como um cavalo, em qualquer sentido literal, o que era perfeito para mim. 


Quando explorei o seu pau com as mãos, sabia que me encheria o suficiente para que me sentisse prazerosamente esticada.


Grande, grosso, longo, perfeitamente em forma, principalmente em linha reta, mas com uma ligeira curva e que curva...


Eu tremia só de imaginar quando estivesse dentro de mim, que bateria para a direita e estava ansiosa por isso. Gosto, muito.


Posso ter sido um pouco levada, deixando ele me fazer um oral na cozinha. A água esfriou, mas não me importei. Me senti bem com a água fria em minha pele.


Tinha ambos os punhos ao redor de seu pênis e o acariciava, não tentando tirá-lo, apenas... brincando com seu comprimento, parando aqui e ali para segurar e massagear suas bolas pesadas, rolando-as em minhas palmas. 


Nenhuma boca, desta vez, apenas toquei. Aprendendo. Explorando. E ela deixou. 


Observou, com a cabeça encostada no azulejo, com as mãos sobre os meus ombros, polegares circulando em minha pele em um carinho ocioso. 


E aquele toque, foi o suficiente para me deixar quase em pânico, porque inconsciente, era o tipo de toque que significava muito, mais do que qualquer coisa sexual.


Era da mesma forma que tinha tocado o polegar em meus lábios. Suave. Carinhosa. Significativa.


Quando a deixei respirando com dificuldade e seus quadris vibrando com as carícias suaves e lentas dos meus dedos ao redor dele, Yoo me levantou, desligou a água e indicou com um empurrão que me queria fora do chuveiro. 


Ela nos secou rapidamente e então me levou para o quarto. O ar quente e úmido imediatamente revestiu minha pele. Os olhos de Jeong vaguearam pelo meu corpo e deu um sorriso faminto.


— Agora estamos limpas. Sem mais desculpas.


— Desculpas? - Perguntei. Ela não se incomodou em responder. Só me empurrou na cama. 


No entanto, antes que me preenchesse se apertou contra mim, com a ereção aninhada entre minhas nádegas, me puxou para trás de modo que minha cabeça descansou em seu ombro e me beijou, traçou meus lábios com o polegar. 


Ela se inclinou na altura dos joelhos, com a mão cobrindo minha garganta, me segurando contra ele e seu pênis cutucou a minha entrada.


— Oh, Deus. Jeong...


— Você quer isso, não é? - Balancei a cabeça. 


— Sim, sim.


— Diga, NaYeon.


— Eu quero o seu pau dentro de mim, Yoo. Eu quero que me foda. - Me beijou mais uma vez, então seu pênis me encheu com um impulso forte e gritei. 


Oh, puta que pariu! Isso era incrível.



Notas Finais


O hot fica pra imaginação de vocês, me perdoem se alguém erro passou despercebido, na fanfic original JeongYeon na verdade é um homem.

Enfim, cOMENTEM MUITO QUE EU VOLTO RÁPIDO


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