História Talentosos - Um lugar para você (Interativa) - Capítulo 18


Escrita por: e MalenEvoug15_17

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Debates, Dor, Drogas, Futuro, Guerra, Interativa, Loucura, Morte, Personagens, Poder, Preconceito, Talento, Vicios, Vingança, X-men
Visualizações 31
Palavras 2.742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Primeiramente, me perdoem pelo atraso da postagem mas meu computador ficou péssimo, perdi os capítulos e tive que começar a reescrever pelo celular e o computador de my Daddy (bem raro nesse último) então está difícil.

Segundo. O técnico de informática perto da casa de vocês também é gostoso? Acho que tem fetiche por técnicos e por nerds. (Nada haver isso que estou falando)

Enfim... Aproveitem

Capítulo 18 - 14. Provocando


Lino atravessou a porta aberta por Toshiro. A parte de trás do galpão dava acesso a uma rodovia pouco movimentada. Tendo sentido ao centro da cidade e ao aeroporto internacional da capital. 

A mais nova do grupo estava inquieta no colo de Toshiro, querendo voltar para os braços do mais velho. Pelo pouco tempo que tiveram contato, poderia notar o quanto Sun estava apegada ao visionário.

Chelsea olhou para uma poça de água parada, devido a um antigo vazamento de água do galpão. Ela fechou os olhos e direcionou as mãos para o local onde o líquido estava. Mesmo não acreditando que conseguiria fazer a água se mover, ela conseguiu. O líquido estava levitando a sua frente, como uma pequena bolha desordenada. Conduziu a água para a tranca da porta e aos poucos que fechava os punhos, o líquido ia solidificando. Gelo se formou, na intenção de impedir que os policias ultrapassassem. 

-Excelente- Lino sussurrou, com um breve sorrindo, colocando uma de suas mãos sobre o ombro da menina.

-Legal, qual é o plano agora?- Govert perguntou, cruzando os braços.

-Fugir- Disse Toshiro, colocando Sun no chão.

A pequena menina correu para o mais velho, que a recebeu em seus braços de uma maneira protetora. Sun declinou a cabeça sobre o ombro do visionário. 

-Para onde?- Matt questionou, puxando a atenção de todos para si.

-Lá- Lino apontou para a floresta, do outro lado das quatro pistas da rodovia.

O primeiro solavanco foi escutado, Chelsea que estava perto da porta se afastou. 

-Eu não vou para aquela mata- Govert bateu o pé e entrou na primeira pista da via, sentido ao centro da cidade. 

Um Chevrolet Spin, cor prata e janelas transparentes, vinha em sua direção. O visionário chegou a dar dois passos, mas foi impedido de prosseguir pelo Toshiro. 

O gêmeo de Chelsea apoiou os joelhos e as mãos sobre o asfalto e seu corpo começou a se expandir, tomando dimensões estranhas na concepção de Lino. Pelos começaram a crescer e aparecer pelo corpo de Govert, seu rosto se esticou e as roupas foram rasgadas. O motorista, único passageiro do veículo, parou o carro a poucos metros e se assustou com o urso em sua frente.

Ali se revelou o talento de Govert, sua capacidade de se transformar em um urso de pelagem marrom.

Toshiro foi o próximo a ajudar e segurou no para-choque dianteiro do veículo, impedindo que o motorista fizesse ré. O asiático era um forte. 

Lino não sabia de sorria pelo empenho dos garotos em ajudar ou ficava preocupado pela situação. 

-Somnus- O visionário sussurrou e piscou duas vezes. 

O motorista caiu em um sono profundo e bateu a testa na buzina do carro. Os outros passageiros dos carros que passavam, observavam aquela cena totalmente assustados.

-Você poderia ter feito isso antes, sabia?!- Disse Matt e correu na direção do carro. 

Chelsea acompanhou o visionário e ambos se aproximaram do veículo prata. Sun ainda continuava com a cabeça declinada. Certamente estava cansada ou ainda com sono.

-Alguém sabe dirigir?- Toshiro perguntou, encarando o visionário.

-Eu- Matt ergueu a mão timidamente. 

Lino estava pronto para responder, mas foi cortado pelo comunicador.

-Então vai- Govert disse ainda em forma animal. 

-Não tem como você entrar aqui, sendo urso- Toshiro informou- Talvez um animal menor.

-Gatinho- Sun falou, animada.

Chelsea e Lino sorriram da pequena inocência da criança perante a situação.

-Por que você não se transforma em humano novamente? 

-Você quer ver ele nu?-Chelsea questionou. 

Govert tornou-se um cachorro, parecido com um labrador, ignorando o pedido da mais nova. O carro tremeu e o motor voltou a esquentar. Matt fazia sinal para todos entrarem, depois de colocar o motorista desacordado no lado mais afastado da rodovia. 

Quando Chelsea, a última a entrar no carro, sentou no assento confortável a porta do galpão foi arrebentada.

-Sai logo daqui- Toshiro falou, encarando as mãos trêmulas de Matt sobre o volante.

-Faz tempo que não dirijo. 

-O que?- Govert emitiu um latido depois- Você não disse que sabia dirigir?!

-Eu sei, mas... Mas...

-Eu confio em você- Chelsea tocou o ombro de Matt e menino buscou os olhos de Lino, depois de olhar para ela. 

O visionário apenas assentiu. 

O carro cantou pneu na pista, tendo uma aceleração assustada por Sun. Os policias não chegaram a tempo de impedir que o veículo partisse e os tiros disparados foram repreendidos pelo capitão.

O labrador encarava a parte de trás do veículo tendo a certeza que não estavam sendo perseguidos. Toshiro voltou a ter a respiração controlada a medida que iam se afastando. Lino depositou um beijo leve sobre os cabelos curtos de Sun e Chelsea encarava Matt, disfarçadamente. 

Como o visionário desejava que aquilo não estivesse acontecendo, como desejava ter contado tudo para Charlotte e talvez nada tivesse acontecido, como desejava não ter o talento de prever o futuro. 

Ver morte, dor, perda, tristeza nunca lhe fez bem. Sentir-se preso a visão e incapaz de fazer algo para ajudar quem amava e quem precisava. Um talento a qual iria carregar até sua morte, tendo o peso de ter que deixar grande parte das coisas acontecer, mesmo tentando evitar.

Lino queria chorar, mas estava evitando por causa de Sun. A pequena empata estava colada com seu corpo e estava sentindo o que ele estava sentindo. Uma lágrima não seria muito bem recebido naquele momento. 

Quando escutaram um estalo na parte de trás do veículo, todos foram tomados pelo medo repentino.

-O que foi isso?- Chelsea perguntou. 

-Acho que foi o pneu- Disse Matt..

-Acho que temos companhia- Govert falou e alguns olharam para trás.

Cerca de quatro carros da polícia estavam com as sirenes ligadas e acelerando ao máximo. 

-Vai mais rápido- Toshiro bufou. 

-Eu estou tentando- Matt informou. 

Os talentosos passaram pela placa que dizia cerca de alguns metros para o centro da cidade. Lino sentia que daria uma grande confusão, mesmo sem ter uma visão sobre o que aconteceria. 

A medida que a rodovia acabava, o solo subia, dando início a uma ponte que direcionava ao centro da cidade. Os quatro carros da polícia ocupavam as duas vias e cortavam os outros veículos para se aproximar do Chevrolet.

Logo os talentosos perceberam a atenção que levavam das pessoas.

-O sinal vai fechar- Disse Toshiro- Matt, olha o sinal. 

O comunicador apenas acelerou mais o veículo, tomando um impulso que chegava a incomodar os passageiros do banco de trás. Govert sentiu um breve enjoo e Chelsea ao perceber, abriu a janela do lado do cachorro. 

-O sinal Matthew.

A luz vermelha acendeu, o carro flutuou com o desnível da rua e alta velocidade que estava. Todos eles deram um pulo em seus assentos. Sun quase saiu dos braços do visionário, porém Lino a segurou no momento em que se deu o afrouxamento do abraço.

-Eu acho que conseguimos- Chelsea falou, sorrindo. 

-Acho que não- Matthew observou os carros da polícia avançando o sinal e prosseguindo a perseguição.

-Lino, precisamos da sua magia- Govert encarou o visionário com aqueles olhos de cachorro carente.

-Ok- Confirmou mesmo não querendo, estava se sentindo fraco ainda- Entre na próxima esquerda- Entregou Sun ao Toshiro.

E Matt obedeceu. 

Os passageiros foram levados com o movimento intenso, fazendo Govert parar no colo de sua irmã. Sun soltou uma risada tão gostosa que começou a bater palminhas. 

-Volvuntur- Lino colou as palmas de sua mão e fechou os olhos- Potens- Distanciou as mãos- Turben- Ele as girou, colocando uma embaixo da outra, com as palmas viradas para dentro.

Assim que abriu os olhos, um brilho azul saltou de suas mãos. Chelsea e Govert olharam para trás e encaram desacreditados no feito das palavras mágicas.

Um tornado surgiu do nada, jogando dois veículos dos policias, os que estavam mais ao fundo da perseguição, para o alto. O carro que tinha três policiais parou no terraço de um prédio comercial e o outro voou para trás, acertando outros carros que estavam na mesma direção, sem machucar os passageiros.

-Faltam dois- Toshiro informou- Alguém? 

-Eu- Chelsea se ajeitou no assento- Eu posso. Só preciso de água.

-O hidrante- Govert latiu ao final.

-Deixem comigo... Bombardian- O visionário apontou o dedo indicador e o maior contra o hidrante, que explodiu em segundos. 

As pessoas envolta se assustaram e começaram a correr para se proteger da água.

O veículo passou acelerado pela água. Chelsea colocou os joelhos sobre o assento e moveu a água contra o asfalto. Mudou o estado líquido para gelo. O primeiro carro passou tranquilo, mas o segundo deslizou pelo chão e acabou batendo de frente contra um carro vermelho, modelo anos 70.

-Esse é persistente- Chelsea reclamou- Misericórdia, não larga do nosso pé.

Lino sentiu arrepio em seu pescoço e teve uma visão. Percebeu a ponte que se aproximava e eles conseguindo sair dessa perseguição ilesos.

-Curve a direita, AGORA!- O visionário exclamou. 

Matt girou o volante no susto, fazendo o carro derrapar. A sirene se intensificou, dando sinal de que eles estavam se aproximando.

Toshiro engoliu em seco, enquanto Sun apenas se divertia com a velocidade, lutando para ficar de pé sobre as coxas do garoto.

A ponte se aproximou e com ela a perseguição. Foi acionado o mecanismo que fazia a ponte subir. 

-Matt, não- Chelsea tocou o ombro do garoto- Matthew. 

Govert tampou os olhos com suas patas dianteiras.

-Matthew olha a ponte- Chelsea apontou- Matthew... 

Em momento algum o comunicador desacelerou. O carro de polícia não estava acreditando e contava que eles não fariam isso. 

-Vollant- Lino murmurou, segurando no assento e no teto, e o carro saltou pela ponte já erguida. 

O veículo saltou, o carro brilhou num piscar de olhos e flutuou sobre a distância entre as duas partes da ponte.

-Isso- Toshiro comemorou, quando as rodas tocaram o asfalto. 

XXX

-Mas o quê está acontecendo nessa casa?- Olívia perguntou, enquanto sentava no sofá da sala. 

Andrew estava ao lado dela, observando Giovanni andar de um lado para o outro, enquanto Ireland mantinha os olhos fechados para tentar se comunicar com o Theo. 

A intocável estava sentindo um pequeno aperto em seu coração. Só queria ter a certeza de que o rapaz estava bem, pelo menos fisicamente. 

-Eu faço uma viagem para ver meu pai e quando chego, tudo está uma zona- Ela respirou fundo- Sem condição.

-Olivia, reclamar não vai ajudar muito- Disse Eva, descendo as escadas. 

-Como ele está?- Giovanni questionou, parando de andar por um momento.

-Dormindo- A climática respondeu e sentou ao lado de Ireland, fazendo a loira abrir os olhos- Alguma coisa?

A intocável apenas balançou a cabeça, negando. 

O ilusionista fechou os punhos. Aquele momento de não saber o que estava acontecendo, como poderia ajudar, se Bella estava bem o incomodava bastante. Odiava quando as coisas fugiam de seu alcance. 

Eva por outro lado, com seus problemas internos e seus pesadelos que lhe retiravam a paz, a deixavam no ápice de querer explodir em qualquer segundo. Buscava ser forte, quando ninguém mais era, só que estava sendo difícil. Não tinha aonde recorrer.

Andrew, por mais novo que estivesse naquela casa, se apegou a cada um. Em pouco tempo se tornaram a sua família. Charlotte e Augusto agiam como os pais que nunca teve. Giovanni, como o primo certinho e Bella como a prima calada, que observava tudo. Ireland e Lino tiravam suas risadas e faziam cada momento tão feliz, como imaginou que irmãos de verdade fariam. E, Eva... Essa apresentou ser a irmã que sempre estava disposto a proteger.

-O que faremos?- Eva questionou. 

A pergunta impactou a todos como uma porrada sobre o corpo. Ninguém estava preparado. 

-Se Lino estivesse aqui...

-Mas, ele não está- Andrew interrompeu Olívia- E eu tenho a leve impressão que suas visões não ajudariam o bastante.

-Só estou dizendo que seria alguma coisa...

-É... Aposto que seria. 

-Qual é o seu problema?

-Qual é o seu problema?- Andrew rebateu.

-QUAL É O PROBLEMA DE VOCÊS DOIS!?- Ireland levantou de seu lugar- CHEGA... Chega- Suspirou, começando a dar sinal de que iria chorar- Não temos Lino, não temos Charlotte e nem sabemos quando Augusto poderá nos ajudar. Somos nós. Apenas... Nós. E eles precisam da gente. Muito mais do que podemos imaginar. Então se forem continuar a brigar que façam em outro lugar.

A loira deixou o local, subindo rapidamente os degraus da escada. Queria deitar em sua cama e chorar tudo que estava preso a dias. Todo o andar debaixo escutou a batida da porta de seu quarto.

-Desculpa- Pediu Olívia. 

-Me desculpe também- Andrew murmurou.

-A senhorita Pech está correta- Giovanni falou, sentando em uma cadeira ao lado da janela- Precisamos ajudá-los.

-Como faremos isso?- Eva balançou os ombros- Não temos ideia de onde Lino, Bella e Theo estão, não sabemos por onde começar. Não temos uma direção. Estamos atados.

-Em partes, tua afirmação é correta, querida Eva- O ilusionista a olhou profundamente- Todavia, a senhorita Pech poderá nos ajudar, não nesse estado, óbvio. Enquanto ao Lino, teremos que nos direcionar a Charlotte. Acredito que ela é a única que poderá nos ajudar.

-Augusto não vai gostar disso- Olívia falou. 

-Acho que não temos outra opção- Andrew encarou Giovanni, recebendo um leve balançar de cabeça em concordância.

-Não estou gostando disso- Olívia murmurou.

XXX

Charlotte se arrependeu de ter aberto a porta de seu quarto, no instante que viu Yanna parada do lado de fora do cômodo. A verdadeira ostentava um sorriso cínico que foi entendido pela Reconhecedora, como um aviso de perturbação. 

-O que você veio fazer aqui?

-Conversar com uma velha amiga, não posso?- A verdadeira ergueu uma das sobrancelhas. 

-Não. Por favor, faça um bem a humanidade e a mim... Se joga da janela da torre mais alta. 

A Reconhecedora tentou fechar a porta, mas Yanna colocou o pé na frente, mantendo o objeto de madeira aberto.

-É melhor você retirar esse seu pé da aí. Ou eu...

-Ou você o quê?

-Ou eu vou quebrar ele, assim como vou quebrar essa sua cara de vagabunda mal acabada. 

Pela primeira vez Yanna sentiu um medo das palavras ditas por Charlotte.

-Você está se achando porque voltou- Yanna deu um passo a frente- Acontece que não vou deixar você se dar bem com o seu plano.

-Do que você está falando? 

-Charlotte, eu não preciso usar meu poder para saber que você está mentindo- A verdadeira cruzou os braços- Esse seu teatro pode ter enganado a Richard e todos os outros, de menos a mim. 

-Cala a boca.

-Eu estava pensando em uma coisa, ir fazer uma visita ao lar Francês... Será que Augusto preciso de um colo amigo?

-Cala a boca!

-De uma boca amiga, de um seio amigo... E aquelas crianças, coitadas, todas idiotas e incompetentes.

-Cala a sua boca, por favor.

-O que foi que aconteceu putinha? Cansou do pau do seu marido e veio dar para o nosso líder. 

O tapa que Charlotte acertou no rosto de Yanna foi tão rápido, que a pele da verdadeira ardeu e tomou um tom avermelhado.

-EU. PEDI. PARA. VOCÊ. CALAR. ESSA. SUA PORRA. DE BOCA. VAGABUNDA- Charlotte a puxou pelo cabelo, fazendo com que a Verdadeira a encarasse.

-Solta o meu cabelo. 

-Eu não quero mais ouvir você falando do Augusto, de mim ou das crianças. Você me entendeu? 

Yanna gemeu de dor. 

-Você me entendeu, vagabunda?!- Deu mais um tapa- Ein?!- Mais um tapa- Eu estou falando com você, cachorra. É disso que você gosta- Deu mais um tapa e a empurrou para fora de seu quarto- Nunca mais. NUNCA. Ouse falar deles novamente ou eu vou encher essa sua cara de porrada. 

XXX

Andrew ficou surpreso quando Eva entrou em seu quarto. A menina tinha os olhos vermelhos e se não fosse pela claridade da lua, não teria visto seu rosto inchado. 

-Não estou bem.

-Isso eu já sei- Andrew abriu um espaço em sua cama- Quer conversar? 

-Não- A menina apenas se aproximou do rapaz e sentou ao lado dele, colocando a cabeça sobre seu ombro.

Os dois ficaram olhando para a porta a espera de algo. Era evidente que o rapaz queria que ela falasse alguma coisa, mas não iria insistir e ela queria apenas sentir alguém lhe dando o suporte que precisava. Charlotte, Lino e Ireland, as vezes Bellatrix a ajudava. Faziam esse papel. Só que ninguém estava em condição.

XXX

Theo encarou Terumi e Bella. Todos estavam com sangue em seus dedos, vendo os corpos sem vida. 

-Vocês fizeram um ótimo trabalho- Scarlett gargalhou.


Notas Finais


Bom, espero que tenho agradado depois desse tempo sem postar. Tentarei atualizar mais vezes e mais rápido.
Um grande beijo e um abraço. Até...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...