História Tales of The Lightwood-Bane Family - Capítulo 1


Escrita por: e morgenddario

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Tags Lightwood Bane, Malec, Sizzy
Visualizações 107
Palavras 2.213
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


tamo repostando a história né, ela foi excluída pela moderação por deixar implícita que os capítulos não eram parte de uma mesma história. Mas eles são!! não seguem uma ordem cronológica certinha mas se passam no mesmo universo e durante o mesmo tempo eh isto

boa leitura 💕

Capítulo 1 - 1: The Date of Rafael Lightwood-Bane


Fanfic / Fanfiction Tales of The Lightwood-Bane Family - Capítulo 1 - 1: The Date of Rafael Lightwood-Bane

— Por el Ángel por qué eso necesita ser tan difícil. ¡vamos a Rafael hasta parece que nunca se arregló en la vida! — Rafael apareceu na sala do loft usando um dos roupões azuis que Magnus havia comprado para eles, andando de um lado para outro e murmurando em um espanhol desenfreado — Y sólo un encuentro, ¿por qué estoy tan nervioso?


Max ergueu os olhos do seu celular para dar atenção ao irmão mais velho enquanto seus pais faziam o mesmo, Magnus deixando seu computador sobre a mesa de centro e Alec fechando o livro.



— O que houve, docinho? — Seu papa perguntou, os olhos felinos procurando algum problema na expressão desesperada do filho.


— Estou desesperado. — Rafael disse, ainda de pé no meio da sala.


— É. Ninguém percebeu. — Max rebateu, sorrindo em zombaria e recebeu um olhar de repreensão de Alec.


— Deixe seu irmão, Max. — disse Alec, voltando a olhar para Rafael, que ainda estava parado no meio da sala com os braços cruzados e uma expressão desesperada — o que houve, Rafe?


— Steven me chamou para sair... — Rafe respondeu um pouco mais calmo, mas logo desandou a falar rapidamente, e em espanhol, coisa que ele só fazia quando estava nervoso ou chateado. — y yo no sé qué vestir, es como si ninguna ropa se quedara bien, tengo que impresionar.


— Ei ei — Magnus balançou os braços em meio a uma risada — no nosso idioma filho, e devagar, por favor.


— Papa, só me ajude a encontrar uma roupa adequada — Rafe disse a Magnus com a voz controlada e se virou, correndo corredor a dentro de volta para o quarto.


— Porque ele pediu ajuda só para você? — Alec perguntou com uma sobrancelha arqueada para Magnus.


— Eu espero que você não esteja mesmo querendo uma resposta para isso, papai — brincou Max enquanto se levantava do sofá. Ele tirou um cacho de cabelo azul do rosto e disparou atrás de Rafe.


Alec revirou os olhos e se levantou, assim como Magnus. Os dois foram atrás dos filhos e entraram no quarto de Rafe, onde o mesmo estava parado em frente ao guarda-roupa aberto, e Max estava jogado na cama do irmão.


— Certo querido, para onde vocês vão? — Magnus perguntou já se enfiando entre os cabides de roupas do filho.


— Num barzinho. — ele respondeu, parecia um pouco mais calmo embora estivesse coçando sua barba em um gesto nervoso. Max sempre disse que ele tinha uma barba bonita demais para um garoto de 17 anos. — Não é nada muito grande ou chique, só vamos conversar e… nada de bebidas alcoólicas.


Max riu alto fazendo o irmão jogar uma camisa em sua cara.


— Ei! Eu não disse nada!


— Você não tem idade para beber, ninguém iria dar bebida para você. — Alec disse, se sentando ao lado de Max na cama.


— Claro que sim, pai. — Rafe deu um sorrisinho amarelo.


— Como é esse tal de Steven? — perguntou Magnus, tirando algumas blusas do armário e colocando-as na cama.


— Se não é nada tão chique por que está tão preocupado com o que vai vestir? — Alec perguntou, fazendo todos os três revirarem os olhos. — O que foi?


— Não me admira que você tenha ido no nosso primeiro encontro de camiseta — comentou Magnus, com a voz um pouco abafada por conta de estar quase dentro do guarda-roupa de Rafe.


— E você ainda pergunta porque o Rafe pediu ajuda para o papa — Max comentou com o olhar de volta em seu celular.


— Olhe aqui garoto, eu estou casado com o seu pai a vinte anos, então a camiseta não foi tão ruim assim — Alec disse com a voz divertida e deu um tapinha no ombro de Max que apenas riu. — nos conte sobre esse tal de Steven, Rafe.


Rafe desmoronou na cama, enquanto coçava freneticamente a barba de forma que já estava ficando vermelho. Alec se inclinou na direção do filho e abaixou a mão dele.


— Ele é lindo, legal, inteligente, tem olhos tão azuis que parece que vou me perder dentro deles — Rafe comentou com a voz vaga. Nisso Magnus se afastou do guarda-roupa e deu um sorrisinho para Alec, que retribuiu.


— Se você for começar a babar, avise que eu vou pegar um balde - Max disse a Rafe com uma risadinha.


— Cállate! — Rafe exclamou jogando uma calça na cara de Max, que dessa não conseguiu pegá-la no ar, pois continuava olhando no celular.


Max fez uma careta e jogou a calça de volta no irmão, fazendo outros cachos azuis caírem no rosto. Desde seus doze anos Max pintava seu cabelo cacheado de azul, chegava a ser estranho pensar nele sem o cabelo azul.


— Eu achei ele meio sem sal, mas quem sou eu para discutir seu mau gosto? — disse o mais novo.


— Max, seu irmão já está nervoso o suficiente, não precisa ajudar — Magnus repreendeu entregando uma camisa preta de botões para Rafe.



— Por que você não vai dar uns beijinhos na Emily ao invés de ficar me importunando?


— Quem é Emily? — Magnus perguntou, claramente chocado, as duas blusas em suas mãos quase caindo no chão.


— Emily é uma garota que estou ficando. — Max disse calmamente, se espalhando mais na cama.


— Como assim? Você é um bebê, não pode sair por aí beijando meninas. — Magnus disparou, enquanto Alec apenas o encarava com os olhos arregalados.


— Eu já tenho 15 anos, papa. Não sou um bebê.


— Aham. Max pega qualquer criatura viva. — Rafael zombou. — Se bobear..


O garoto de cabelos azuis soltou um som de indignação para ele. O moreno já estava vestindo uma das blusas que seu pai havia escolhido.


— Isso não é verdade!


— Na sua idade eu não tinha nem beijado ainda! — Alec murmurou para ele.


— Papai, nós vivemos no século XXI agora.


— E você acha que eu nasci quando? No século XV? — Alec perguntou incrédulo — me lembre de não te deixar passar tanto tempo na casa da sua tia.


— Porque não nos contou sobre essa garota? — Magnus perguntou se sentando na cama também, enquanto Rafe se trocava, sem vergonha alguma de sua família toda estar ali.


— Nós não estamos namorando, papa — Max disse dando de ombros como se fosse a coisa mais óbvia que já havia falado na vida.


— Mas você sabe que pode falar qualquer coisa com a gente, não é? — Alec deu um sorrisinho para o filho, enquanto bagunçava os cachos azuis dele.


Max assentiu com um sorriso satisfeito para os pais.


— No puedo ni decidir en cómo usar la camisa — bufou Rafe em frente ao espelho, abotoando e desabotoando os primeiros botões da camisa várias vezes.


– Rafe, querido, esse nem é seu primeiro encontro, por que está nervoso desse jeito? — Magnus perguntou se levantando e se aproximou do rapaz arrumando a camisa dele, deixando três botões abertos.


— É que... Ele é especial.


Magnus deu um sorrisinho e assentiu. Ele voltou para a cama, pegou um casaco que havia separado, com várias tachinhas na lapela e entregou para Rafe, que vestiu a peça.


— Que tal um pouquinho de maquiagem? Podemos esconder essa espinha nascendo no seu queixo.

Rafe fez uma careta.


— Maquiagem faz meus olhos coçarem. Só preciso de uma calça decente agora, eu acho.


— Não sei pra quê tanta preocupação com essa roupa. — Max comentou dobrando uma das camisas descartadas sobre a cama. — Sabemos que no final desse encontro você quer ficar sem ela mesmo.


Todos pararam no mesmo momento olhando para Max com expressões horrorizadas, Magnus quase engasgando com a própria saliva, o garoto levantou os olhos para eles e franziu as sobrancelhas.


— O que foi?


— Você nunca mais pisa na casa da Izzy. É onde você anda aprendendo essas coisas? — Alec questionou assustado, definitivamente Max estava passando tempo demais com sua irmã.


— A vida me ensinou essas coisas. — ele respondeu, Rafael rindo quase histericamente atrás deles. — Porque estão tão surpresos?


— Você é meu bebêzinho! — Magnus quase gritou. — Como você sabe dessas coisas?


— O seu quarto é do lado do meu, papa, e por mais que vocês não percebam ele não tem isolamento acústico.


Alec parecia a ponto de desmaiar, Max deu um risadinha ao ver a expressão dos pais.


— O QUE A ISABELLE FEZ COM O MEU FILHO?


— Nós não fazemos tanto barulho assim. — Magnus reclamou.


— Sinto informar vocês, papa, mas até eu que durmo do outro lado do corredor ouço às vezes.


Ele terminou de vestir as calças e então calçou um par de botas de combate que Izzy havia lhe dado de aniversário, estavam quase novas ainda, e felizmente combinavam com todo o resto da roupa.



— Eu preciso ter uma conversa muito séria com a Isabelle — Alec disse inerte, com os olhos arregalados. De súbito, ele se virou para Max — você é virgem?


Max, que até agora estava se divertindo com a situação, ficou completamente tenso, olhando de um pai para o outro e em seguida para Rafe, que ria descaradamente.


— É claro que ele é, quem iria querer transar com ele? — brincou o mais velho, virando novamente para o espelho.


Max coçou a cabeça, completamente embaraçado com a situação. Ao perceber isso, Alec apenas deu de ombros e encerrou o assunto, sabia que Max falaria quando estivesse pronto.


— Contanto que usem camisinha... — Magnus comentou dando de ombros.


As bochechas de Max ficaram vermelhas e Rafe continuou arrumando seu cabelo em frente do espelho como se não fosse com ele. Alec deu uma risadinha.


— E não esqueça de usar lubrificante, Rafe — Max disse por fim, com um sorrisinho devasso. Apesar das bochechas vermelhas, ele não perderia a oportunidade de deixar Rafe mais nervoso.


— Já chega, Max — Alec repreendeu sério — isso não é coisa que se fale.


— Eu sei, é coisa que se use.


— Max! — Magnus fuzilou o filho com os olhos.


— Só estava brincando — Max levantou as mãos em rendição, fazendo um biquinho adorável.


Magnus se inclinou para bagunçar os cabelos do filho mais novo, era um pouco difícil de entender que eles estavam crescendo.


— Tudo bem, vamos esquecer esse assunto por hora. Rafe, vire para vermos como você está.


Rafael se virou para eles, estava realmente muito bonito. Naturalmente, ambos haviam aprendido o bom gosto de Magnus, era comum vê-los usando roupas parecidas. A blusa preta um pouco aberta e colada com a jaqueta de tachinhas haviam deixado ele com os ombros largos e marcava levemente seus braços.


— Você está muito bonito, filho. — Alec sorriu. — Apesar de que minha opinião não conta muito.


— Obrigada, papai. — ele riu, mexendo nervosamente nos cabelos, Max assobiou.


— Preciso admitir que ficou bonito mesmo. O sem sal do Steven vai ficar babando, não que ele já não faça isso.


O irmão se contentou a apenas revirar os olhos e se virou para o pai.


— E então?


— Os meninos tem razão, você está muito bonito. — Magnus deu um sorrisinho e se virou para o marido. — Ele não parece comigo nessa idade?


Alec assentiu, ainda sorrindo para seus meninos.


— Ei, vamos tirar uma foto sua! Preciso atualizar as fotos que eu mostro para me gabar de vocês.


Eles riram, seguindo juntos para a sala onde Magnus fez Rafael tirar algumas dúzias de fotos no seu celular.


— Ok, ele tá lá em baixo. — ele disse, olhando o celular. — Eu estou indo.


— Divirta-se! — gritou Alec da cozinha. — Mas não muito! — ele ainda estava traumatizado com seus filhos tão maduros.


Max veio correndo do corredor e foi até Rafe, que já estava na porta. Ele abriu a mão do irmão e apertou algo nela.


— Eu peguei no quarto dos nossos pais — Max disse baixinho tentando abafar uma risada.


Rafe abriu a mão e quase gritou ao ver um par de camisinhas. Ele olhou incrédulo para Max, mas acabou guardando as camisinhas no bolso interno do casaco.


— Acho que você está realmente passando muito tempo com a tia Izzy.


— Eu estou te ajudando seu ingrato! — Max colocou a mão no peito para fazer drama — vá logo, divirta-se e não estrague tudo.


— Tchau, Max — Rafe riu baixo e bagunçou os cabelos azuis do irmão antes de sair.


Max deu um sorrisinho satisfeito e fechou a porta. Quando se virou, quase gritou de susto ao ver os pais atrás de si com os braços cruzados.


— O que foi? Eu estava desejando boa sorte a ele.


Magnus e Alec se entreolharam com um sorriso e negaram com a cabeça. Alec cerrou os olhos mas logo abraçou Max pelo ombro, puxando-o para si.


— Vamos jantar seu pestinha.


                                      * * *


Quando Rafe chegou em casa, o relógio já marcava duas da manhã. Ele estava quase agradecendo a todos os anjos por todos estarem dormindo, quando a luz da sala se acendeu, revelando um Rafe com o casaco na mão, camisa amassada e com apenas um único botão fechado e cabelos bagunçados. O moreno teve que piscar algumas vezes para se acostumar com a claridade e finalmente enxergar Max, que estava encostado em uma das colunas da sala, sem camiseta, com uma calça de moletom, cabelos desgrenhados e um sorrisinho malicioso nos lábios.


— Viu? Eu disse que você iria ficar sem roupas no final desse encontro.




OoOoOoOoOoO


Notas Finais


perdemos todos os favoritos e comentários então ajudem duas autoras desoladas com a perda de uma filha ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...