História Tales of Yordle - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias League Of Legends
Visualizações 9
Palavras 645
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Cross-dresser, Heterossexualidade, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura e... Sorry demora, prox caps vai ser mais longo, fiz esse só para dizer que não morri.

Capítulo 4 - Cansaço


[Visão de Teemo]

— Eae, o que esse tal de aerolito é?

— É uma pedra feita quase toda por silicatos, além dessa pedra ser de origem do espaço sideral. — Gnar explicava.

— Isso quer dizer?

— Que demos sorte em achar isso! Sabe quanto vale um bicho desses?

— Não.

— Também não, mas provavelmente deve ser caro.

 Gnar foi até a pedra e tentou pega-la, mas visivelmente a pedra era pesada demais. Depois de várias tentativas, minha paciência se foi e tentei ajudar.

 Contundo, não adiantava. Nós estávamos fazendo cócegas na tal pedra.    

— A não, eu quero levar essa pedra para vender! — Gnar berrava.

— Calma! Dever haver alguma maneira. — Teemo pensava.

— Será que se eu chamar quem vende aerolito para cá, ele vem?

— Provavelmente.

— Então, pronto, é isso. Mas primeiro. — Gnar pegar um graveto do chão e começa a riscar na pedra — Vou colocar propriedade privada e meu nome.

— Meu Aurelion Sol... Ok, vamos logo embora, acho que os outros já fizeram suas tarefas.

— Está bem. — Gnar coloca o graveto em cima da pedra.

 Com isso, voltamos de onde viemos e fomos em direção a onde estavam os outros... Ainda bem que andamos em linha reta.

[Visão de Lulu]

 Lá estava, Veigar como um forte homem montando a barraca. Era tão príncipe...

— Chegaymos! — Gnar gritou.

— Meu Aurelion Sol, Gnar! Meus ouvidos. — Lulu falando enquanto acariciava suas orelhas.

— É que estou feliz da vida.

— Bipolaridade!

— Ah, Lulu, vai ter o que fazer.

— Eae, parece que foi longa sua aventura atrás de lenha. — Disse Tristana olhando para Teemo.

— É, claro, claro que foi. — Teemo olhava para o lado coçando sua nuca com um pouco de ruborização no seu rosto.

— Oh o casalzinho do ano ali. — Gnar cochichou para Lulu.

— Eu ouvir seu animal! — Teemo falou.

— Ouviu o que? — Tristana perguntou.

— Nada não, flo-, quer dizer Tristana. Besteira desse povo.

— É... “besteira” — Lulu fazia aspas com os dedos.

— Terminei, finalmente. — Veigar disse e logo depois deitou no chão.

— Veigar, você está bem? — Lulu gritou indo em direção a Veigar.

— Eu estou Lulu, só estou um pouco cansado.

— Gente, vamos cochilar um pouco. Nem conseguir dormir direito por causa que vocês dois nos sequestraram de madrugada. — Tristana disse.

— É verdade, Lulu. — Veigar falou.

— Ok, mas só porque eu também estou um pouco cansada.

 Entramos todos na barraca e ajeitamos nossos lençóis e fomos dormir.

 Porém, contundo, todavia eu como inteligente, fiquei bem perto de Veigar, olhando seu rosto lindo. Lulu, calma... É só a pessoa que você mais ama do mundo, só isso, só isso... Ei, tenho um plano muito bom para essa madruga. Comecei a rir baixo.

— Quem é o abestanhado ou a abestanhada? — Gnar fala.

— Vai dormir! — Lulu falou.

— Tinha que se-.

— Está bom, eu quero dormir. — Teemo disse.

 Ajeite-me para dormir, mas és que sinto algo tocando no meu ombro. Olhei para trás e vi que era Veigar, mas ele estava com os olhos fechados. Será que ele é sonâmbulo? Esquece isso, Lulu, ele está tocando seu ombro. Já posso morrer feliz.

— Lulu... — Veigar disse baixo.

 Não estou acreditando. Ele chamou meu nome, será que ele está sonhando comigo, acho que vou dormir também para ver se consigo sonhar junto com ele.

— Poderia pegar água na minha mochila?

 Olhei para Veigar e vi que ele abriu os olhos. Ah, claro, era mentira demais ele sonhar comigo.

— Ok, Veigar.

 Fui até a mochila dele e peguei uma garrafa com água e dei para ele.

 — Obrigado.

 Deite-me novamente e fui tentar dormir. Sinto que amanhã vai ser um dia bem longo.



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