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História Talk to me! - Capítulo 2


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Notas do Autor


Sem avisos por enquanto, boa leitura! 🐢

Capítulo 2 - I'm Shoto...


Aquele garoto novo é estranho. Mal falou durante a aula toda e andava sempre sozinho — Pensava Izuku, no caminho para sua casa dentro do condomínio.

— Izuku, bem-vindo de volta meu bem. Como foi o primeiro dia? — Inko Midoriya, mãe de Izuku pergunta.

— Foi bem, mãe. Foi bem... — Dizia fechando a porta e entrando para o quarto.

Izuku joga sua mochila na cama, pega seu celular do bolso e vê as notificações. Nada de muito interessante no momento, já ía desistindo quando o celular fez um barulho. Voltou para vê-lo e, estava num grupo, recebendo várias mensagens de pessoas diferentes. Quase clicou fora quando viu o nome dos membros ali. Pôs o joelho na ponta da cama e a mão esquerda nas costas.

— Mina Ashido... Ochako Uraraka... Shoto Todoroki? — Fez uma cara estranhanhando. Esqueceu a ideia de sair do grupo e foi visualizar as mensagens sendo enviadas. Uma parte por perguntas pelos alunos e outra, respostas do professor — Esse Denki Kaminari é um chato! Fazendo pergunta besta o tempo todo... Nah, quer saber? Vou desligar essa bosta e tomar banho.


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Depois de certo tempo, Izuku foi ver as mensagens do grupo. Nunca viu gente pra falar tanto! Povo tagarela...

— Matéria nova... Matéria nova... Pergunta idiota, nha! — Afundou o rosto no travesseiro. Olhou uma última vez as mensagens e notou que Todoroki não falou nenhuma vez, então, dormiu com o celular no silencioso.

Acordou no dia seguinte atrasado, sem o celular carregado e sem fones de ouvido. Saiu correndo às pressas a fim de chegar na escola, mas no caminho esbarrou sem querer com um garoto mais alto.

— Perdão! Não te vi... — Quando Izuku levantou o olhar, viu que era Shoto lhe observando com sua expressão normal e sem vida, digamos que neutra.

— Me desculpe, eu que não te vi. Você está bem? — Estendeu sua mão. Izuku pegou e sentiu como era quentinha e grande. Sorriu minimamente e agradeceu.

— Somos da mesma sala, não é? — Puxou uma conversa descontraída enquanto caminhava ao seu lado.

— Sim. Sou Shoto...

— Izuku! Soube que é novo aqui. Se precisar de ajuda, só me chamar! — Finalizou sorrindo.

— Okay — Respondeu sem emoção nenhuma, seguindo o resto do caminho para a sala que lhes faltavam. Izuku até tinha esquecido que chegou atrasado, adentrando a sala de aula com a maior cara de felicidade do mundo por ter falado com o garoto novo que tanto chamou atenção.

Enquanto sentava em seu lugar discretamente, parou para pensar em como Shoto era quieto. Possivelmente timidez? Mas a voz dele era calma, mas os olhos não pareciam ter tantas emoções. Pareciam vazios e sem vida, ao redor de tanta gente animada e emotiva. Shoto era diferente, isso chocou Izuku internamente e queria descobrir um porquê.

As aulas passaram normalmente como já esperado. Shoto não havia percebido, mas foi observado atentamente por Izuku o dia inteiro, principalmente na educação física. Foi observado como joga, movimenta e respira. Desviava ou era atingido no jogo de queimada. As garotas estavam só olhando e suspirando feito idiotas, Izuku por sua vez, parecia estudar cada ação de Shoto. Parecia um videogame, onde você teria um alvo e precisaria de toda informação dele que fosse necessária. Loucura? Não para ele. Faltava apenas ter contado o número de vezes que mexeu nos dois lados do cabelo... Cristo!

— Deku-kun, vamos para casa juntos hoje ou vai ir ouvindo as aberturas dos seus animes? — Perguntou Ochako, apoiando no ombro direito de Izuku ao caminharem portão a fora.

— Ah? Tá, pode ser... Mas onde estão os outros? — Pergunta, e a amiga aponta para os dois conversando com alguém da sala de aula — Já sei, quer ir logo embora?

— Sim. Eles ficam ali conversando e demoram pra caramba! Parecem até minha mãe, aí quando perdem a hora do ônibus acham ruim! — Ela bufou irritada e Izuku riu baixo. Foram somente eles dois sozinhos até metade do caminho, que foi quando nosso otakinho viu uma garota da mesma sala que ele. Como um ótimo aluno e colega, resolveu ser antisocial e fingir que não viu ninguém e que era invisível. Tudo para não falar com Kyoka Jiro, já que nem se falavam mesmo.

O resto do dia poderia ser bom, já que falou com o garoto novo e viu como era gasoso como coquinha gelada, mas então um certo "alguém" passa na frente do portão. Não bastava ter que encontrar com Katsuki na sala, precisava rever aquele maldito rosto de novo.

Com as pernas bambas, respiração ofegante e a vista ficando embaçada para não acabar com o ser que passou, se escondeu atrás do poste que estava perto e esperou passar. Aqueles malditos cabelos agora curtos ainda chamam atenção e deixam mais bonito que já foi. Maldito coração... Por que escolhe sempre as pessoa erradas?



Notas Finais


Obrigada pelos favoritos no último capítulo. Não pensei que fosse bem, fiquei até sem esperança depois de passar tanto tempo sem escrever um Tododeku.

Postei meio às pressas por conta da falta de criatividade, sério, ela tá demais! Mas o próximo vou compensar, prometo!


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