História Talvez... Na hora certa - Capítulo 9


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino
Tags Adrienette, Adrinette, Miraculous
Visualizações 30
Palavras 745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteiii unicórniooosss.
Turu bom? Espero que sim.
O capítulo ficou bem curto, me desculpem.
Mas eu tenho uma notícia para vocês... Leiam as notas finais para descobrir.
Sub: Coitados, vão ficar curiosos.
A: Quieto, eu mando aqui.
Boa leitura.
Até

Capítulo 9 - Capítulo nove: "Adeus inocência"


Fanfic / Fanfiction Talvez... Na hora certa - Capítulo 9 - Capítulo nove: "Adeus inocência"

POV'S Narradora

Alguns quarteirões antes da casa da mestiça, onde Marinette e Adrien, neste momento se encontravam aos beijos, Ana corria desesperadamente, quase tropeçando em seus próprios pés, preocupada com o estado de sua amiga.
Após ter recebido aquela mensagem de despedida, não soube fazer outra coisa além de correr para a casa da azulada, e respirar, mesmo que involuntariamente devido a falta de ar que já sentira.
Quando já estava na porta da casa de Marinette, abriu a porta correndo e foi em direção ao quarto da Franco-chinesa. Porém, se deparou com uma cena muito esperada por ela, e por mais que por fora estivesse ofegante por causa da corrida, por dentro estava dando gritos histéricos de fã girl.
Ficou alguns segundos observando os amigos sem que eles percebessem, e aproveitou para tirar uma foto para guardar de recordação.
Após isso, pronunciou em um tom brincalhão:
- Se querem se comer, fechem a porta pelo menos, não é adequado uma criança tão fofa e inocente como eu chegar aqui para ver como minha amada amiga está, e se deparar com duas pessoas se engolindo - o casal se separou em um pulo pelo susto, e olharam para o pequeno ser que entrara ali sem que eles percebessem - Adeus inocência, depois desta inadequada cena acho que não posso mais conviver ao seu lado, foi bom conviver com você cara amiga - dramatizou a menor, que logo depois pôs-se a rir da expressão dos outros jovens.
O Agreste e a Dupain-Cheng realmente estavam envergonhados, foram pegos no flagra, e teriam que implorar para a morena não contar para a Alya.
Com o som das risadas da baixinha, que por sinal eram super escandalosas, o jovem Agreste resolveu pronunciar:
- Quando foi que você entrou aqui?  - colocou a mão na nuca. Céus, nunca se envergonhara deste modo - Digo, não percebemos a sua presença e... - deixou sua frase no ar assim que foi interrompido.
- Relaxa Agreste,  eu entrei faz uns cinco minutos, fiquei um tempo admirando meu OTP interagir e resolvi atrapalhar um pouquinho - disse divertida - Mas se estava tão bom, eu posso voltar outra hora - fez menção de sair, mas uma mão agarrou seu pulso, e quando se virou para olhar quem lhe agarrara, se deparou com olhos azuis.
- Não - murmurou a mestiça - fique por favor - disse um pouco mais alto desta vez.
- Tudo bem então - a morena disse e olhou ai redor, vendo sangue e algumas lâminas jogadas pelo local, depois disto, olhou para os braços da mestiça e viu cortes profundos e suspirou.
- Vamos cuidar destes probleminhas - soltou um murmúrio apontando para as feridas no braço a amiga - Adrien, pegue um kit de primeiros socorros, por favor - o menino acenou a saiu para pegar o que Ana havia pedido.
Alguns minutos depois, o Agreste mais novo voltara com o Kit em mãos, e uma toalha, provavelmente para limpar os cortes da menina.

[... ] Um tempo depois

Após ter limpado os ferimentos da Cheng, e limpo o local, os amigos se sentar no divã ali existente e começaram a colocar seus pensamentos em ordem.
A azulada e o loiro tinham pensamentos semelhantes, o ocorrido minutos antes.
Eles pensavam no modo que suas bocas se encaixaram perfeitamente, a dela com gosto de morango, e a dele com gosto de menta. Combinação perfeita.
Já a menor, pensava na evolução do casal. O primeiro beijo já tinha acontecido, só restava fazer eles perceberem que se amam, mas aquilo não seria fácil.
Devido ao sofrimento que tiveram por um longo tempo, eles não queriam ocupar suas cabeças com esse sentimento tão complicado.
Oh, céus. Seria muito difícil fazer aqueles dois cairem na real. Tanto a mestiça, quanto o loiro eram cabeças duras, e não iriam mudar de idéia.
Seria um desafio e tanto.
Mas ao mesmo tempo se perguntara " O que é amar? "
Será que amar é querer o bem, e a felicidade do outro antes da sua?
Ou apenas um sentimento de conforto, uma mera ilusão da nossa mente? 
Ela acreditava na segunda opção, mas não sabia, ainda, o que os amigos pensavam.
Precisava que eles se abrissem para poder oferecer-lhes ajuda.
E é isto que ela fará..
Que comece a "Operação Cúpido".


- Reflexão -

Sempre vai ter alguém que te fará sorrir como nunca. Acredite, por mais raro que seja, ainda existem pessoas que saibam amar e cuidar. 


Notas Finais


Koé rapaziada? Gostaram?
Deixe nos comentários a opinião de vocês, isso me incentiva muito.
E o que vocês acham que é amar?
Eu estou pensando em fazer uma nova fic.
Se vocês quiserem uma nova história, em breve trago-lhes mais detalhes.
Beijos da Tia e TCHAU!


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