História Endangered Love - Capítulo 2


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Científica, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capítulo Um


Instituto Baker. Há 25 dias e 15 horas antes


Sua paciência estava no limite. "Como alguém com diploma conseguiu fazer uma merda dessa?" A pequena Baker sabia não tinha como reverter a situação, não agora, porém ela tem um prazo e definitivamente, ele não gosta de atraso.

- Podem me explicar como fizeram isso?- o homem em sua frente fazia todos no laboratório temerem com um simples olhar, menos a garota que, está realmente preocupada com as horas. Sua mãe tinha combinado um jantar em família, só que no momento está trabalhando, como seu pai sempre fazia.

Ninguém respondeu. Todos, exceto a Baker, estavam com medo do homem.

- Antes de mais nada meu horário acabou há muito tempo, tenho que ir para casa. Se me der licença…- o homem a olhar com raiva. Como uma adolescente consegue ser tão importuna como o pai.

O pai, Henry Baker. Acreditava que pessoas como ele já estavam mortas, assim como ele. Afinal, era o melhor cientista e influência no mundo, tanto na área da medicina quanto na biogenetica. Com a morte do seu rival, o Conselho passou o Instituto para seu comando, não tinha mais nada no seu caminho, somente uma criança metida a gênio e a moralista. Assim como o pai.

- Você não vai à lugar nenhum, Emily. Antes explique o que aconteceu.- a menina riu debochada e se virou indo em sua sala no final do corredor, sendo seguida pelo homem.

- Dr. Bernardi, o senhor estava ciente dos riscos e mesmo assim queria fazer o mais rápido possível- o homem se sentou em sua cadeira e a observou impaciente.- Um funcionário sem a sua autorização entrou na ala 13 e, aparentemente, está infectado.- apenas com essa explicação o homem se levantou bruscamente da sua cadeira e se dirigiu à porta.

- Irá fazer hora extra hoje.- à contragosto caminhou até o corredor.

Entraram na área mais obscura do Instituto, o departamento de testes. Porém, não são cobaias autorizadas pela lei, como animais de laboratório. São humanos, como o homem sua frente gosta de dizer, voluntários.

Viraram a esquerda, no último corredor, talvez o único corredor com " voluntários" vivos.

Bernardi parou horrorizado e sorrindo ao mesmo tempo.

- O que houve?- Baker parou e passou na frente do cientista e, simplesmente, travou.- Meu Deus!

- Está acontecendo. O Pro-13 funcionou. - a menina não poderia acreditar no que está aconteceu.

Ela correu até a ala 13, onde estava o hospedeiro com a mutação, porém, só viu o seu corpo, faltando alguns membros.

- Ele não pode sair do Instituto.- Emily rapidamente chamou a segurança.

- Por que?- Bernardi sorriu irônico.

- Porque o Pro- 13 foi a única mutação em que o hospedeiro morre e o protozoário assume seu corpo.- ele travou . Sabia que o Conselho não ficará nada contente com o resultado.

-Então faça alguma coisa.- saiu raivoso e empurrando os seguranças que acabaram de chegar.

- Eu quero o funcionário que esteve aqui mais cedo, em duas horas no meu laboratório.- eles estavam horrorizados com o aconteceu na ala 13.- AGORA- saiu de lá em passos largos.

No meio do caminho esbarrou em alguém.

- Desculpa, Dra. Moura- se levantou e seguiu em direção ao laboratório, mas foi impedida.

- Soube o que aconteceu. Pode deixar que cuido do infectado e do Albert- sorriu e na mesma hora sentiu um corpo se chocando ao seu.

- Desculpa. Desculpa, eu falhei. Não mantive a promessa e agora tudo está perdido - chorava como criança, mesmo sendo uma criança na visão da Dra.- Tia Laura, o que eu fiz?!- a mulher a olhou com compaixão e suspirou.

- Não foi sua culpa, apenas vá para casa e fique com sua família. Já está tarde irei mandar alguém te levar.- com a mesma gruda em seu corpo, caminhou com ela até a entrada e ordenou ao porteiro que á levasse para casa.

Emily não disse nada, apenas obedeceu. Um segurança logo apareceu e entregou sua mochila.

Acenou para Dra. e entrou no carro. Laura, entrou novamente no Instituto e dirigiu-se rapidamente a sala do seu chefe.


Chegou logo em casa, claro, onze da noite não tem trânsito, sem aquele barulho dos carros, somente o som das ondas do mar.

Andou lentamente até o elevador, estava cansada. Queria caminhar um pouco na beira da praia, afinal, mora em Ipanema. Nunca gostou de praia, mas quando sua mãe a fez voltar para o Rio de Janeiro, sua irmã pediu um apartamento de frente para a praia. Até que, não foi uma má ideia, a calmaria das ondas ajudava-lhe a organizar a mente.

Assim que colocou os pés na sala, avistou sua mãe, sentava naquele sofá de couro caríssimo que, sua irmã a obrigou a comprar. Sabia que estava encrencada, queria dizer a verdade, sua mãe é seu ombro amigo, poderia chorar no seu colo a noite inteira e ainda recebia um carinho. Como iria dizer?

" Assim mãe, tipo, eu meio que criei uma mutação que pode gerar uma pandemia, mas tudo bem logo vou achar uma cura". Não, definitivamente não, não queria ser uma decepção para sua mãe, sua irmã, sua família. Já fez o bastante por uma noite.

A senhora simplesmente se levantou e caminhou em direção ao quarto.

- Quando estiver pronta para contar estarei aqui, sempre filha, eu amo você.- se virou e acenou para filha, andando de volta ao quarto.

Emily não respondeu, apenas pensou em como a mãe sabia que esta escondendo alguma coisa.



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