História Tão opostos quanto iguais - Capítulo 132


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Briga, Família, Gravidez, Jeiza, Jeizeca, Luta, Romance, Zeca
Visualizações 142
Palavras 814
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieee


Calma gentee!! Se eu matei alguém do coração eu nego viu😂



Boa leitura❤❤

Capítulo 132 - Cap.131


Fanfic / Fanfiction Tão opostos quanto iguais - Capítulo 132 - Cap.131




                      Zeca:

Era um número desconhecido.

— Alô?

Eu falo com José Ribamar do Carmo, marido de Jeiza Nascimento Rocha do Carmo?

— Sim. Por que?

Então, sua esposa deu entrada na maternidade agora à pouco, a mãe dela pediu para que tentássemos entrarmos em contato com o senhor de alguma forma.— Meu coração quase para.

— C-como assim? Minha filha nasceu? Como que ela tá?

Fique calmo, ela acabou de realizar os exames pré-parto. A bebê precisa ser retirada às pressas e sua esposa está em quadro febril e só chama pelo senhor.

— Eita! Eu já to aqui no Rio de Janeiro em uma hora mais ou menos eu chego aí.

— Tudo bem.

— Obrigado, viu.— Desligo e arranco com o caminhão. O trânsito estava à meu favor.

Chego correndo à maternidade.

— Oi, sou o José Ribamar do Carmo, minha mulher a Jeiza nascimento...

— Eu sei, eu sei... Ela já foi realizar a cesariana de emergência. Eu não sei se o senhor pode subir.

— Lógico que posso!— Saio sem que ela possa me impedir.

Procuro corredor por corredor, sala por sala até chegar em uma e ser barrado. Era aquela.

— Por favor, eu preciso entrar! Eu sou marido dela!

— Desculpe mas ela entrou com a mãe e já está sendo realizada a cirurgia. Desculpe o senhor vai ter esperar aqui.

— Moça ela precisa de mim...

— Desculpe.

Na mesma hora uma moça sai de lá com cara assustada.

— Doutora Marta a paciente está com a pressão muito elevada a gente ta tentando mas isso está agravando a cada minuto, fora a temperatura que não cede. Não podemos dar continuidade e a bebê não pode esperar.

— Me deixa entrar!

— O senhor é o Zeca?

— Sou, sim!

— Doutora deixe ele entrar! A paciente só chama por ele! E os agravantes podem ser emocionais... Deixe-o entrar! — Ela suspira.

— Vá se trocar!

Depois de fazer todo o procedimento o mais rápido que posso a doutora Mariana me acompanha até sala de cirurgia onde troco de lugar com a mãe dela.

Ela estava deitada e ao seu redor haviam muitos médicos. Ela abre os olhos e sorri estendendo a mão. Seguro e aperto forte, passando segurança.

— Você consegue, amor... Vamo lá... — O monitor cardíaco aos poucos vai normalizando e a cirurgia começa. Um a um vai fazendo seu serviço, o monitor as vezes acelera e uma enfermeira aplica uma injeção e logo se normaliza.

— O cordão está enrolado no pescoço!

— Desenrole com calma.

— Quase não há líquido. O bebê não deve está respirando!

Eles continuam falando, Jeiza me olha assustada e logo seus olhos se fecham e o monitor para.
— Amor! Amor acorda, por favor! Jeiza!— Começo a me desesperar.

Eles começam a agir rapidamente, um coloca o balão de oxigênio enquanto outra injeção é aplicada, disparando o "bip" do monitor.

— A criança já está aparecendo!

— Os batimentos estão voltando.

As batidas voltam ao normal mas Jeiza continua desacordada.

—Consegui, é só retirar a criança. — Em poucos segundos escuto um chorinho fraco e rápido. Meu coração bateu mais forte e as lágrimas começaram a cair.

— UTI neo natal agora! Ela não está respirado! — A doutora grita e logo minha filha é levada.

— Como que ela tá? Onde é isso?

— Fique calmo senhor. A criança vai ser examinada mas ficará bem.

— Aonde ela tá?

— Os médicos estão cuidando dela, não se preocupe.

Eles terminam o procedimento de Jeiza e depois ela é levada para uma UTI também. Onde ficaria em observação.

Fico inquieto na sala de espera junto com dona Cândida e os outros.

— Marido da paciente Jeiza?

— Eu!

— Ela está acordada e quer te ver. Vocês podem entrar depois, sim?— Eles concordam.

— E a minha filha?

— UTI neo natal. Mas você já pode ve-la também.

Ela nos guia até a sala, eu entro primeiro.

— Oi, amor... Como que você tá? — Digo beijando seus lábios.

— Cadê minha filha?

— UTI. Você quer ver?

— Quero.

A enfermeira nos leva até lá.

— É aquela alí! — Ela aponta e vamos chegando mais perto.

Ela estava com as mãozinhas amarradas e olhos tampados.

— Por que ela tá desse jeito?!?— Jeiza pergunta assustada.

— Calma. É porque ela está retirando os aparelhos, mas não vai machuca-la... Ela bem desenvolvida pro tamanho dela. Ela está ótima, só terá que ficar encubada até completar dois quilos, não falta muito ela tem 1 quilo e 480 gramas. — A enfermeira que cuidava dela respondeu.

Me aproximo do leito e coloco minha mão no buraco que havia, chegando até seu corpinho.

— Cadê a princesa do papai?— Digo baixinho e ela se vira na minha direção como se estivesse procurando a voz conhecida. As enfermeiras ficaram bestas com a atitude dela.

— Minha guerreira... Você vai vencer meu amor... Vai sair daí. — Jeiza diz e ela esboça (ao meu ver) um sorriso.

— Como vamos chama-la?


Notas Finais


Alguém está assistindo muito Grey's Anatomy. Seria eu? 😅


Obrigada por ler💜💜


Bjs da Maah 😚😚


não é minha intensão matar vcs kkk


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