História Tão opostos quanto iguais - Capítulo 169


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Briga, Família, Gravidez, Jeiza, Jeizeca, Luta, Romance, Zeca
Visualizações 58
Palavras 843
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii

Boa leitura❤❤

Capítulo 169 - Cap.169


Fanfic / Fanfiction Tão opostos quanto iguais - Capítulo 169 - Cap.169

                     Zeca:

   As semanas foram difíceis, Jeiza estava extremamente irritada de tanto ficar em casa. Graças a Deus meu pé não ficou tanto tempo dolorido, dois dias e ele estava bom outra vez. Lara já está completando sete meses e como sempre incrívelmente esperta, reconhece todo mundo, aponta para o que quer, nega o que não quer... 

  Amanhã voltamos para nossa rotina normal, fui avisado que Carla foi transferida para outra cidade temporariamente o que causou um alívio em Jeiza já que não teria mais com o que se preocupar e nem eu.

                 ~   ~  ~

— Bom dia, amor!— Digo lhe fazendo carinho na bochecha.

— Hm... Bom dia!— Ela diz preguiçosamente.

Ela se espriguiça e depois me olha sorrindo de um jeito maravilhoso.

— Tu és tão linda...

— Eu acabei de acordar.

— Por isso mesmo. É linda até acordando. — Ela meneia a cabeça sorrindo.

Nos levantamos e enquanto eu preparo o café, ela vai pegar a Lara.

— Fala: bom dia, papai!— Ela vem até mim com a neném no colo toda descabelada. Ela balbucia sorrindo.

— Bom dia, meu amor! E esse cabelinho de leão? — A pego no colo e coloco no cadeirão para ela comer a fruta.

— Deixa eu amarrar essa peruca. — Jeiza diz fazendo um coque nela. — Tá linda.

mamã! — Ela diz com a boca cheia.

— Tá melecando tudo, sua bagunceira. — Ela sorri e depois cospe. — Não! Tem que comer um pouquinho.

— Deixa ela, amor... Já comeu a metade, depois eu vejo se ela quer o leite.

— Então vamo tomar um banho? Vamos? — Ela sorri.

Depois de uma algazarra na banheira, de me deixar mais enxarcado do que ela, acabamos o banho e a visto com um macacãozinho de frio verde que ela ganhou da minha mãe.

— Coisa mais linda do papai!

Papapa! — Ela diz aproximando seu rosto do meu. Arregalo os olhos pra ela e a mesma ri sem parar das caretas que eu fazia.

— Dá um beijo no papai!— Ela sorri e me beija na bochecha, direitinho. — Coisa linda!

Levo-a até a sala e deixo ela no tapetinho assistindo desenho.

— Lara!— Ela olha pra Jeiza, que joga um beijinho. — Quer? — Pergunta estendendo a mamadeira. Ela nega com o dedinho.

— Essa menina é uma mutante, eu to falando! — Brinco e Jeiza ri.

— Quero ver quando tiver maior o trabalho que essa esperteza vai nos dar.

Jeiza continua arrumando a cozinha enquanto eu ajeitava o quintal.

— Iron, não faça isso!— Digo ao ve-lo próximo à um vaso de planta. Ele me olha com a cara mais cínica antes de empurra-lo e sujar todo o quintal de terra que eu havia acabado de limpar. — Oh, amor! Teu cachorro tá doidinho pra ser devolvido!

— O que aconteceu, Zeca?

— Olha! — Ela corre os olhos pelo quintal e gargalha. — Tá rindo porque não é tu que vai limpar!

— Amor, é só um cachorro! Deixa ele brincar, ué. — Reviro os olhos e Iron senta e me encara com cara de santo.

— Cínico! — Digo limpando a bagunça que ele fez.

Volto pra sala e não vejo Lara onde havia deixado.

— A Lara dormiu?— Pergunto abraçando-a por trás.

— Não, tá na sala. Por que?

— Não, tá, não! — Ela arregala os olhos e corre pra lá.

— Lara?!? Lara!!

Mamã! — A voz dela vem do quarto de Ruyzinho. Vou até lá.

— Mas tu já tá engatinhando? Como assim? Vai devagar, neném! Não to preparado pra essa autonomia toda, não! — Digo surpreso a pegando no colo.

— To começando a acatar a ideia de que essa neném é uma anã disfarçada. — Jeiza diz pegando-a e colocando de volta no tapetinho e ligando a Galinha Pintadinha novamente.

— Como que ela conseguiu chegar tão rápido do quarto do Ruyzinho?

— O quarto dele é de frente pra sala, amor. E ela não foi tão rápido, a gente que se distraiu dela, o desenho acabou e ela foi procurar algo legal pra fazer.

— E agora tem que ficar de olho.

— Verdade, vou até afastar algumas coisas que ela pode alcançar.

— Já acabou, aí? — Pergunto passando a mão por seus quadris e unindo nossos corpos.

— Já... Por que? — Não respondo, apenas a puxo para um beijo longo. Desco até seu pescoço e dou leves chupadas, a fazendo arrepiar.

— Linda... — Sussurro em seu ouvido. Passeio minha mão até sua bunda e aperto por dentro do short.

— Ai... — Ele geme baixinho no meu ouvido. Encosto seu corpo na geladeira e vou beijando seu rosto, boca, pescoço; mordo seu ombro e abaixo a alça da sua blusa. Ela estava sem sutiã, o que facilitou tudo. — Marrento... A Lara ta acordada... Ela vai... Ai...

— Ela tá quietinha dá pra ver ela daqui... Eita!— Me afasto com tudo ao ver que ela não estava.

— Eu falei! Cadê ela agora? Lara!— Ela não responde.

  Procuro pela casa e nada de encontrar a neném.


Notas Finais


Sobre o aviso: é um dos marrentos🙊🙊

Obrigada por ler💜💜

Bjs da Maah😚😚


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