História Tão opostos quanto iguais - Capítulo 221


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Briga, Família, Gravidez, Jeiza, Jeizeca, Luta, Romance, Zeca
Visualizações 110
Palavras 1.095
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii

Boa leitura❤

Capítulo 221 - Cap.221


Fanfic / Fanfiction Tão opostos quanto iguais - Capítulo 221 - Cap.221


                      Zeca:

  Ela só pode estar de brincadeira comigo, não é possível...

— Não vou nem te responder...— Digo virando para o lado oposto ao dela.

— Por que? É um nome bonito... Eu gosto.— Ela diz brincando com os dedos em meu ombro.

— Tu que sabes... — Digo, irritado. Ela ri.

— Tá bom... Vítor, então.

— Tu não é nem besta de colocar esse nome no menino! — Digo e me levanto estressado para dormir na sala. Ela gargalha alto.

— Eu to brincando, seu bobo! — Ela diz se levantando e caminhando até mim.

— É bom que esteja mesmo! — Digo ainda com um pouco de marra. Ela sorri e me beija carinhosamente.

— Vem deitar...

                       *    *    *

Acordo sentindo beijos pelo meu rosto e a sentir pequenos dedinhos em meus olhos tentando abri-los percebo que é a Lara. Checo o relógio e eram seis e meia.

— Bom dia, vidinha... — Digo e ela sorri, orgulhosa por ter me acordado.

Papa! — Ela diz puxando meu lençol e colocando em seu rosto.

— Cade o neném? — Ela sorri, eufórica e depois abaixa o lençol, gargalhando. — Achou!!

— Êh!— Ela diz batendo palmas.

— Vem, bora tomar café que o papai vai trabalhar daqui a pouco.

Vou até a sala e encontro dona Cândida terminando de fazer a vitamina de Lara.

— Acordou o papai, Lara?— Ela diz a retirando dos meus braços e colocando no cadeirão.

— Tava lá enfiando o dedo no meu olho.

— Coloquei ela lá pra você não atrasar. — Ela diz enquanto eu pego o leite e coloco café.

— Oh, dona Cândida! Tu preferes Theo, Luís, Murilo ou Miguel? — Ela fica pensativa.

— Theo.

— Já temos um favorito, então... Vou falar com Jeiza quando ela chegar.

          
                         ( . . . )

Não teve muitas entregas hoje, então antes das cinco eu já estava em casa. Encontro Jeiza brincando com Lara, Iron e Zana na garagem. Os cachorros faziam a maior farra para a neném enquanto ela ria descontroladamente.

— Oi! — Digo abrindo o portão, a cachorra vem me cheirar e depois volta a brincar.

— Oi, amor! — Jeiza se levanta e vem me beijar. — Chegou cedo, tá tudo bem?

— Tá. Só não teve muito serviço, hoje.

— Papa!— Lara diz vindo até mim.

— Oi, princesa do papai!— Digo a erguendo lá em cima.

— Vamo entrar, todo mundo?— Jeiza diz abrindo a porta para os cachorros passarem. Iron entra tranquilamente mas Zana faz pirraça correndo para o lado oposto toda vez que Jeiza tentava pega-la. — Zana! Para com isso!

— Entra com a neném, amor. Deixa que eu coloco ela pra dentro. — Digo e entrego a Lara pra ela.

Eu tentei. De todas as formas e de todos os jeitos, mas Zana só entrou quando ela bem quis.

— Gente, ela não obedece ninguém! — Jeiza diz quando a cachorra foi lá para seu cantinho, quando estávamos jantando, três horas depois.

— Igualzinha a dona dela. — Digo levando a primeira gargada à boca.

— Engraçadinho... O Iron tá morrendo de ciúmes, nem chega perto, olha lá! — Ela diz e eu olho para a porta.

— É mesmo! É só ela se aproximar e ele se afasta. — Digo e ela sorri ainda olhando para o lado de fora, depois voltamos a ficar em silêncio. Jeiza ora comia, ora dava na boca da bebê.

— Eu falei com alguns amigos hoje, com sua tia, sua mãe e seu pai sobre o nome do bebê e "Theo" ta ganhando em unanimidade.

— Falei com tua mãe e ela também gostou desse.

— Então tá decidido. — Ela diz, sorrindo. — vai ser Theo.

Terminamos de jantar e Lara nem dava sinal de que dormiria, estava mais elétrica que o normal.

— Bebê! Sossega, vem tomar banho...— Digo, enquanto ela já estava de cabeça pra baixo no colo de Jeiza, rindo.

Nã... Mamã! — Ela dizia enquanto gargalhava.

— Vai com seu pai. — Jeiza me entrega e ela faz bico.

Mesmo de banho tomado, ela continuava a pirraçar para dormir, rolando no berço e mexendo nas coisas (ela não previsava mais de colo para dormir, a própria deitava e dormia sozinha eu somente batia de leve em seu bumbum e cantava musiquinhas até ela pegar no sono)

— Égua, neném! Deite direito... — Ela nem ligou, continuou a rolar de um lado para o outro. Tomo o pônei de suas mãos para ver se ela para, mas só consegui faze-la abrir o berreiro.

—  Deixa ela, amor!— Jeiza diz, entrando no quarto. — Vai dormir que eu fico aqui.

— Égua! Eu só fiz isso pra ela parar e se aquietar, são dez horas da noite e nada.

— Eu sei. Deixa que eu coloco ela pra dormir— Ela diz e beija meu rosto, enquanto Lara finalmente bocejou e coçou os olhinhos depois que parou de chorar.

— Olha aí! Vai eu não tomar o pônei pra ver se ela não continuaria com a farra. — Digo e Jeiza meneia a cabeça.

Lara dormiu pouco tempo depois.

— Tá vendo? Rapidinho... — Jeiza diz deitando ao meu lado na cama.

— Rapidinho contigo, né! Eu fiquei quase uma hora com ela lá!

— Vou perguntar pra minha mãe o que ela deu pra essa menina comer, hoje.

— O que você come, né! Desde que tava na sua barriga que é desse jeito.

— O Theo já é mais quietinho, só chuta a mamãe de vez em quando.

— Puxou a quem esse poço de calmaria?

— A você é que não foi! — Ela diz mostrando a língua.

— Nem tu! — Digo e ela me empurra de leve, depois se levanta para trocar de roupa.

Ela retira a blusa mais para o lado escuro do quarto e coloca um casaco por cima.

— Você vai passar calor!

— Eu to com frio.— Estranho pois está bem quente, mas não falo mais nada.

Ela se deita ao meu lado e eu a abraço e ela se encolhe e contorce o rosto, como se eu tocasse em algum ferimento.

— O que foi?

— Nada. — Ela diz mas eu levanto para olhar o que tinha em suas costas.

— Deixa eu ver!— Digo já que ela se levanta e se afasta.

— Não é nada.

— Se não é nada deixa eu ver! — Me levanto e vou até ela e retiro seu casaco devagar, vejo um hematoma pequeno mas bem vermelho e arroxeado ao redor em seu ombro. — O QUE É ISSO?!?





Notas Finais


Obrigada por ler💛


Bjs da Maah😘😘


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