História Tão opostos quanto iguais - Capítulo 223


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Briga, Família, Gravidez, Jeiza, Jeizeca, Luta, Romance, Zeca
Visualizações 73
Palavras 904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii

Boa leitura❤❤

Capítulo 223 - Cap.223


Fanfic / Fanfiction Tão opostos quanto iguais - Capítulo 223 - Cap.223


                     Zeca:

  Olho pra ela enquanto espero uma resposta. Seu semblante é tenso, ela comprime os lábios e nega com a cabeça.

— Tem certeza? — Pergunto olhando no fundo de seus olhos, eles enchem de lágrimas e ela nega mais uma vez.

Ela me conta a história toda. A versão verdadeira. Fico completamente chocado com tudo, a medida que ela me contava eu senti uma raiva tão grande que eu queria mata-los com minhas próprias mãos.

— Amor... — Eu não sabia o que dizer para conforta-la, qualquer coisa que me vinha na cabeça parecia pouco perto do que ela tava sentindo. Apenas a puxei mais para perto e deixei que chorasse, talvez seja apenas isso que ela estivesse precisando. Aos poucos o choro foi aumentando a intensidade e conforme ocorria, eu a abraçava ainda mais forte, lhe fazia carinho, beijava seu rosto, o topo da sua cabeça e dizia que eu estava alí com ela para o que precisasse, que eu a amava muito. Eu queria dizer que isso iria passar, mas nós dois sabíamos que não. Não tão cedo.

Quando ela finalmente parou de chorar e se deitou ao meu lado, eu não quis perguntar o por quê ela ter escondido isso de mim. A verdade é que eu jamais saberia o que é passar por isso e nunca poderei compreender seu corpo e mente nesse momento, por mais que eu tente, então não posso e nem vou julga-la por achar que essa era a melhor solução, a gente não pode prevê nossa reação à uma determinada situação, somente saberemos quando passarmos pelo mesmo acontecimento.

— Sabe o pior disso tudo?— Ela diz depois de um tempo.— É que talvez o vagabundo não vá nem preso. Vai voltar pra rua e pegar outro alguém desprevinido... Talvez esse alguém, assim como eu, seja mulher e não tenha dinheiro... Talvez ele consiga fazer com ela o que não conseguiu comigo...

— Ei, não fala assim...— A interrompo já sabendo o rumo de seu raciocínio.

— Eu só estou falando a verdade... — Ela diz sem me encarar.

— Gosto nem de pensar no que poderia ter te acontecido...— Digo antes de beijar seu rosto carinhosamente.

— Então não pensa... Vamo esquecer isso? Fingir que nunca aconteceu... Vamo?— Ela diz acariciando meu rosto.

— Você sabe que é impossível fechar os olhos para uma coisa assim, não é?

— Não dá pra me enganar... Mas eu não mais tocar nesse assunto, tá? E outra coisa: não conta pra minha mãe, não... Ela vai ficar preocupada.

— Ta bom... Se isso vai te deixar melhor, eu faço. — Digo e beijo seus lábios. — Desculpa não ter percebido... Mesmo...

— Você não tem culpa, eu não quis mesmo que você percebesse. Vamo dormir?— Concordo com a cabeça e a abraço.

Durante a madrugada acordei com Jeiza inquieta na cama, sua respiração estava ofegante e ela dizia coisas desconexas.

— Jeiza... Ei!— Digo e é só encostar a mão que ela levanta no susto e começa a me bater e empurrar, ainda acordando.

— Me solta!— Ela dizia e eu recebo um tapa. Vários, né.

— Ei, amor... Sou eu! Jeiza!— Digo um pouco mais alto e ela finalmente parece ter despertado, pois para e ainda com a respiração descompassada, me abraça. —  Sou eu...

— Desculpa... — Ela diz secando o rosto com as costas das mãos. A abraço novamente e sinto seu coração acelerado.

— Respira... Quer uma água, alguma coisa?— Ela nega ainda envolvida em meus braços. Lhe faço um carinho e ela logo volta a dormir.

                   *    *    *

Mesmo com a noite mal dormida, Jeiza levantou primeiro que eu e saiu antes do meu despertador tocar.

Papa!!— Lara diz ao me ver passar pela sala. Ela estava sentadinha com seu pônei de pelúcia no sofá, estava tão fofa que eu não resisti e tive que tirar uma foto.

— Oi, coisa linda! Deixa o papai tirar foto.— Digo e ela sorri. Mando para Jeiza, que responde com um emoji com cara apaixonada.

— Oh, Zeca! Bom dia!— Dona Cândida diz entrando pela porta que dava para varanda.

— Bom dia! Já tava arrumando a bagunça da Zana?

— Acredita que ela derrubou as plantas? — Ela diz e eu rio meneando a cabeça.

— Mas calma, daqui a pouco Jeiza coloca ela no eixo.

— Duvido! Essa aí tem vontade própria.

Termino de tomar meu café, me despeço delas e vou embora.

                         ( . . . )

 
   O dia foi extremamente puxado. Haviam três entregas, que por um engano, foram mandadas para outro estabelecimento, foi uma confusão danada ainda mais que eu estava encarregado de levar todas. Nem preciso dizer que a culpa foi toda em cima de mim e que eu ouvi tanta reclamação que estava com a orelha inchada.

Chego em casa e não vejo ninguém. Procuro por algum bilhete e já estava ficando preocupado quando Jeiza ligou dizendo que estava na academia com a Lara e era para eu ir lá. Me troco para ir busca-la, já que estava meio tarde e ela deveria estar cansada.

— Oi, Zeca! Quanto tempo!— Érica me cumprimenta.

— Oi, e aí! Tudo bem?

— Tudo ótimo e você?

— Tranquilo. E Jeiza com minha filha?

— To chegando agora, mas devem estar naquela outra sala.

Ela me guia até a tal sala e quando abre a porta, cai na gargalhada com a cena e como não entrei ainda, somente a encaro confuso.

— Você tem que ver isso!


Notas Finais


Obrigada por ler💜💜


Bjs da Maah😚😚


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