História Tão opostos quanto iguais - Capítulo 224


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Briga, Família, Gravidez, Jeiza, Jeizeca, Luta, Romance, Zeca
Visualizações 76
Palavras 993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii

Boa leitura❤❤

Capítulo 224 - Cap.224


Fanfic / Fanfiction Tão opostos quanto iguais - Capítulo 224 - Cap.224

                       Jeiza:

O dia foi incrivelmente tenso. É hoje que eles irão invadir o morro. Como eu não posso subir com eles, ficarei no comando de rádio local dando as coordenadas e sendo ouvida e ouvindo através de um ponto.

Foi difícil, muito trabalhoso, mas conseguimos capturar o arsenal de armas e de quebra, um dos meus colegas reconheceu os caras que me assaltaram e eles foram levados. Me senti mais aliviada por isso, não só por mim, mas como por outras que poderiam passar por algo pior.

                   ( . . . )

  Minha mãe me liga assim que fecho a porta do carro para ir embora.

— Oi, mãe!

Oi, filha! Você vai demorar muito? É que eu tenho médico daqui a pouco...

— Ih, mãe... Por que a senhora não me avisou? Eu sairia mais cedo, eu ainda to no pátio.

Pois é, garota... Nem eu tava me lembrando, fui limpar as coisas aqui em casa e a Lara derrubou minha caixa de documentos e eu vi que era hoje. Mas tudo bem, eu remarco.

— Não, não vai remarcar nada! Eu ligar pro Allan e perguntar se ele pode ficar com ela pelo menos até eu chegar, eu já retorno pra senhora.

— Ta bom...

Depois de falar com Allan eu aviso minha mãe que ele passará para busca-la.

   
                ~   ~    ~

  Estaciono o carro perto da academia e conforme vou me aproximando da sala de treino posso ouvir os gritinhos de Lara vindos de lá.

— Oi! — Digo entrando.

— Oi, campeã! — Allan vem me cumprimentar. — E esse meninão, aí?

— Tá enorme! Daqui a pouco não vai mais me deixar treinar. — Digo passando a mão na barriga e sorrindo.

Mamã! — Lara diz e fica batendo na grade do octógono tentando sair.

— Oi, filha! — Digo e ela fica parada próximo à escada esperando que eu a pegue. — E aí, como se saíram?

— Muito bem. Foi tudo ótimo por aqui, quem sofreu foi o Bob, coitado.— Ele diz se referindo ao boneco que usamos pra treinar. — Levou uma surra daquelas.

— Você bateu no Bob, amor? Não acredito!— Digo e ela sorri apontando o boneco.

A deixo no chão de novo e vou trocar de roupa.

Mamã, mamã! — Escuto sua voz fofinha e batidas leves na porta quando já estava saindo. Abro e ela entra com um embrulho em mãos.

— Onde você pegou isso?— Digo e Allan vem até nós, quando saímos do vestiário.

— Eu comprei pra ela!

— Olha, neném! O que será? — Digo e a coloco no chão para que ela abrisse.

— Óh, mamã! — Ela me mostra um pequeno quimono.

— Ai, que gracinha! Obrigada mestre! Dá um abraço nele, neném!

— Êh, lindona!— Ele diz e esmaga suas bochechas em um beijo enquanto ela sorri.

— Vamo colocar pra você treinar com a mamãe?

Levo-a para o vestiário e coloco a vestimenta por cima roupa que ela já estava, depois ligo para Zeca vir busca-la para que ela não fique cansada.

Subo no octógono com ela. Allan ensina algumas coisas simples e ela realizava direitinho, fiquei toda boba com minha neném.

— Cumprimenta, mamãe. Assim!— Digo mostrando como faz e ela repete. — Isso! Coisa linda!

— Agora eu vou treinar sua mamãe e o pequeno Theo vai participar, também!— Allan diz a colocando em um cantinho com seus brinquedos. Ela chora.

— Pode deixar o Bob com ela?

— É uma boa.

deixo o boneco deitado para que ela o alcance e ela já começa a bater no boneco com uma luva que eu também deixei com ela.

— Gente! Essa criança vai atacar os coleguinhas quando estiver na creche!— Érica diz entrando junto com Zeca, que pega a neném no colo.

— Vai nada! Até lá eu ensino a ter disciplina. — Digo descendo para cumprimenta-la.

— E aí? Nossa você tá maravilhosa grávida! — Ela diz girando meu corpo.

— Eu to enorme! Isso, sim!— Digo rindo e vou abraçar Zeca.

— Oi, amor!— Ele diz e me beija nos lábios.

— Oi, amor!

Papa!— Lara diz deitando no ombro de Zeca, já dando sinais de sono.

— Leva ela, amor! Eu vou mais tarde, tá?

— Tu vais demorar?

— Uma hora. Eu te ligo quando estiver saindo.

Ele arruma as coisas da bebê, se despede e sai.

                        ( . . . )

Chego em casa e Zeca está deitado assistindo tv.

— Amor? — Digo lhe beijando o rosto.

— Oi. — Ele diz e não me encara.

— Já jantou?— Pergunto colocando as chaves e a bolsa em cima da mesa.

— To com fome, não. — Suspiro pesado e me sento ao lado dele.

— O que foi? Você tá estranho desde que chegou!

— To normal!— Ele diz dando de ombros.

— Não, você não tá! O que foi, hein?

— Tu! Ficas incentivando a menina a ser violenta e ficar brigando! Gosto disso, não!

— Eu, o que? Incentivando? Ah, por favor!

— Por favor, digo eu! Depois a menina ficas aí toda bruta, toda arrebentada igual...— Ele não continua.

— Igual à mim? — Digo e ele desvia os olhos.

— O que eu to querendo dizer é que não dá pra ficar deixando a menina fazer esse tipo de coisa!

— Por que? Zeca, ela estava apenas imitando o que o Allan faz comigo! Ela me vê treinando na garagem ás vezes, e quer fazer igual! Qual o problema? É ela bater? Eu vou ensinar a disciplina pra ela! Que não se bate em todo mundo por nada, essas coisas! Isso, se ela quiser fazer jiu-jitsu ou qualquer outra luta... Se ela quiser — Digo frisando o "se".

— Mas luta é muito bruto pra ela! Não quero a menina toda arrebentada, já tá cansada de saber o que eu acho disso! — O encaro com um olhar cético.

— Eu achei que você tinha mudado, Zeca... Achei que seu pensamento tinha mesmo mudado...— Digo indo em direção ao quarto.

— O que vai fazer?—Não respondo.


Notas Finais


Obrigada por ler💜💜


Bjs da Maah😚😚


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