História Tão opostos quanto iguais - Capítulo 226


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Briga, Família, Gravidez, Jeiza, Jeizeca, Luta, Romance, Zeca
Visualizações 109
Palavras 1.259
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii

Boa leitura❤❤❤

Capítulo 226 - Cap.226


Fanfic / Fanfiction Tão opostos quanto iguais - Capítulo 226 - Cap.226


                         Jeiza:

Por conta da enorme fila, pedi para Zeca ir nos adiantando e comprando as pipocas. Demorou, mas finalmente chegou a minha vez.

— Boa noite, eu queria dois ingressos para ver Em nome da morte, por favor.

— Desculpe, mas acabou de esgotar. — Suspiro, chateada.

— Tudo bem, então... Esse aqui— Digo apontando um filme de terror. Zeca iria ficar bravo, mas tudo bem.

— Provavelmente pegará a sessão vazia. — Ela diz chegando o computador.

— Sério?

— Esse filme é bem forte ninguém vê a noite, deve ser por isso ou sei lá... Talvez por ser o último dia em cartaz, não sei... — Não consigo conter o sorriso. A sessão será maravilhosa.

— Eu vou querer.— Ela acente e me entrega os ingressos.

— Boa sessão.

Saio da fila e vejo a bilheteria ser fechada, já que não tinha mais ninguém na fila e o shopping estava praticamente deserto, por já ser bem tarde.

— Demorou, hein!

— É, pois é... — Digo não conseguindo conter meus pensamento sobre daqui a pouco.

— Por que tá com essa cara?

— Que cara?

— Cara de Lara quando apronta

— Nada... — Digo quando entregamos o ingresso para entrar na sala.

— Sala vinte, à esquerda no final do corredor.

Seguimos andando e Zeca comendo a pipoca antes mesmo de entrarmos.

— Não tem ninguém?

— Só nós... — Digo sorrindo, mas ele não vê pela escuridão.

Sentamos no fundo, como a sessão só começaria em meia hora, teríamos um tempão de escuro e eu quero usar isso à meu favor.

— Marrento... Você acha que aqui tem câmera? — Sussurro em seu ouvido, mordendo de leve.

— por que...?

— Porque eu quero fazer uma coisa aqui...— Digo passando a mão por dentro da sua blusa.

— Jeiza... Não pode... Vão expulsar a gente daqui!— Ele diz tentando me afastar, mas começo a beijar seu pescoço e dar leves chupadas.

— Eu quero você aqui... Agora...— Digo quase gemendo em seu ouvido e sinto duas mãos pousarem na minha bunda e apertarem de leve.

— Amor... Não pode...— Ele diz mas também não consegue se controlar.

— Não precisa ser do jeito tradicional... A gente pode fazer de outro jeito, sem penetração. Assim, olha... — Digo apertando seu membro devagar que logo começa a ficar volumoso. Retiro o cinto devagar e coloco minha mão por dentro, cobrindo a área com a pipoca, pois ainda que a vontade fosse grande, eu tinha receio por não saber se realmente haviam câmeras.

— Ai... Jeiza...— Ele sussurra me apertando contra sí e colocando a mão por dentro da pequena fenda do meu vestido para massagear meus seios. Não vou mentir, aquela sensação de perigo deixava tudo ainda mais excitante. Zeca tentava controlar os gemidos roucos mas estava difícil.

— Me fala se assim não é mais gostoso...— Digo em seu ouvido aumentando o ritmo.

— Me diz você agora...— ele diz me trazendo pra perto e colocando uma perna minha em cima da sua e escorregando sua mão até minha intimidade e passando os dedos de leve.

— Zeca...— Sussurro quando eles entram por dentro da calcinha e penetra devagar. — Hm...

— E aí? — Aperto mais seu membro como resposta, ele se vira para me beijar. Uma beijo quente e molhado, o que só aumentou meu desejo por te-lo, ele sorri, apercebendo o estado que ficou minha intimidade. — Linda...

Percebo seu membro pulsar, e começo a colocar mais velocidade, massageando toda a extensão e gemendo baixinho em seu ouvido sentindo suas carícias.

— Jeiza... Jeiza, para... não posso...vai manchar a calça. — Ele diz mas não dá tempo de tirar, ele goza antes.

— Eita...— Digo retirando minha mão de dentro da sua calça. — Até a gente sair, seca.

— É bom que seque... Agora é minha vez de brincar...— Ele diz se abaixando em direção ao meio das minhas pernas e me puxando para a ponta. Deve ter ficado um pouco apertado pra ele, mas nada impediu que ele prosseguisse.

— Zeca, não... — Tento dizer mas ele começa a morder minhas coxas, suas mãos me apertam e eu jogo o corpo para trás, levantando o acento da poltrona reciclável que bate em seu rosto.

— Ai, Jeiza!— Ele diz passando a mão nos lábios.

— Desculpa... — Digo rindo da situação. Ele se senta na mesma poltrona que eu, comigo em sua perna e volta a penetrar com os dedos. Deito minha cabeça em seu ombro e gemo em seu ouvido o incentivado a ir cada vez mais rápido. Ele entrava e saia com três dedos enquanto massageava o clitóris com o polegar, matando de prazer. Eu fechava os olhos e mordia o lábio com toda a força para não gemer tão alto.

— Vai, meu amor... — Ele sussurrava em meu ouvido enquanto passava sua língua e mordia meu lóbulos quando estava prestes a chegar lá.

— Marrento... Ai...— Digo com a respiração ofegante.

— Isso... — Ele diz quando finamente chego ao máximo. — Gostosa...

— Eu te amo...— Digo me virando para beija-lo. Ele me puxa para seu colo e eu intensifico ainda mais o beijo, até sermos surpreendidos pelo clarão da tela.

— Eu também te amo, e espero não sair daqui preso.— Ele diz e eu gargalho baixo enquanto volto para meu lugar.

— Vai começar!

Depois de passar todos os trailers e anúncios o filme começa. Zeca logo percebe que não é o filme que a gente combinou.

— A gente ta na sala errada, amor...

— Não. É que eu esqueci de falar, mas não tinha mais sessão e pra não perder a viagem eu comprei pra esse mesmo.

— De terror?

— É. Por que?

— Nada.— Ele diz dando de ombros.

O filme era bem forte mesmo, mostrava cenas de exorcismo, haviam imagens perturbadoras e era um susto atrás do outro. Olho para o lado e Zeca está de olhos fechados.

— Marrento! Olha lá, essa parte é calma.— Digo rindo da situação.

— Égua! to olhando...— ele olha para o telão e passava uma cena de um brinquedo rodando com uma música tranquila.

— Não parece o carrossel que gira pra Lara dormir? — Pergunto o provocando.

— Não! Parece nada, não! — No mesmo momento um demônio aparece no espelho do brinquedo e Zeca dá um pulo da poltrona, me causando um ataque de riso.

Ele ficou de olhos fechados o restante do filme, mas ainda sim levava susto e eu ria muito embora também levasse alguns.

— Amor, tu não podias ver esse tipo de filme, não... Pode fazer mal ao neném. — Ele diz quando saímos da sala.

— Eu to bem. Você que tá com medo.— Digo o cutucando.

— Égua! Tenho medo de nada, não! — Ele retruca, bravo.— E olha minha calça!

— Nem dá pra ver direito.

— Dá sim! Eu não vou circular assim e se alguém ver?— Ele diz e eu gargalho pois dava sim para deduzir que era isso.

— Eu fico na sua frente, vem, cola em mim. — Digo passando os seus braços em minha cintura e caminhamos até o estacionamento comigo dando altas risadas enquanto ele estava com a cara amarrada.

— Não sei onde tá a graça.

— Quer que eu saia da frente pra você ver?— Digo ameaçando afastar.

— Tu não é nem besta!— Ele diz e eu gargalho mais ainda.

O caminho foi rápido até em casa. Como chegamos tarde, minha dormia no quarto de Ruyzinho enquanto Lara estava no décimo sono.

— Amor...— Digo me aproximando dele, assim que ele retira a roupa para trocar.

— Quê?

— Eu quero fazer aquilo direito, agora...— Sussurro em seu ouvido. 


Notas Finais


Eu nem sei se tem mesmo câmera na sala de cinema kkk tem gente que dis que sim outras dizem que depende 😋😂😂

Obrigada por ler💜💜

Bjs da Maah😙😙


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